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Empresas querem mudar forma de comunicação com investidores

O impacto do aumento da inflação e das taxas de juros é a maior preocupação dos CFOs e dos responsáveis pelas relações com investidores; 81% dos executivos dizem que o número de perguntas recebidas pelos investidores sobre o desempenho do ESG da empresa aumentou e quase metade das empresas pesquisadas intensificaram suas atividades de relações com investidores

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A definição que mais se aproxima com precisão para o termo equity story é uma combinação de todas as razões convincentes pelas quais os investidores devem comprar as ações de determinada empresa. Em geral, ela enfatiza o diferencial da empresa em comparação aos concorrentes fornecendo dados e informações que evidenciam o potencial da companhia. Segundo o relatório “À procura do interesse do investidor: chaves para tempos incertos“, preparado pela LLYC em colaboração com os Chief Financial Officers(CFOs) da Círculo, 63% das empresas dizem que mudarão sua equity story ou relato corporativo este ano e precisarão atualizá-la com muito mais frequência no ambiente volátil que se avizinha. Uma boa administração e dividendos generosos são vistos como as alavancas preferidas e, portanto, uma grande parte das narrativas corporativas se concentrará nestas duas questões. Para este fim, foram pesquisados mais de cinquenta executivos seniores -CFOs e chefes de Relações com Investidores – de empresas listadas na Espanha, Portugal e América Latina.

O aumento dos custos devido à inflação (36%), o impacto no endividamento devido ao aumento das taxas de juros (22%), as preocupações com o setor (21%) e a viabilidade do negócio (13%) são as principais preocupações que os investidores estão comunicando aos CFOs e aos Departamentos de Relações com Investidores, de acordo com a pesquisa. Neste contexto, os investidores se tornaram mais conservadores, como se os padrões de comportamento de mais fundos institucionais e grandes seguradoras prevalecessem agora. Neste sentido, a força e a recorrência da renda e a qualidade da classificação passaram a ser vistas como argumentos decisivos para atrair investidores. 

Para Luis Guerricagoitia, Diretor Sênior de Comunicação Financeira da LLYC, as empresas listadas na Ibéria e na América Latina assumem que 2023 será mais um ano de incertezas. “Primeiro houve a pandemia e agora o contexto derivado da guerra na Ucrânia. Elas vivem em um cenário contra-estilístico no qual manter a atenção dos investidores se tornou um desafio. Para muitos CFOs e gerentes de Relações com Investidores, definir muito bem e atualizar quase em tempo real a história corporativa da empresa se tornará, ao longo deste ano, a fórmula mestre para despertar o interesse dos investidores”, destaca.

A liquidez é atualmente um dos maiores problemas enfrentados pelas empresas listadas em bolsa. E embora à primeira vista possa parecer que este problema afeta apenas empresas menores, as empresas de médio porte também estão vendo como a seca está assolando as sessões de negociação. Em termos de estratégias específicas para mitigar esta situação, uma grande proporção dos entrevistados optou por contratos de liquidez, embora pareçam ser de pouca utilidade diante das restrições legais de negociação, com alguns optando por programas de recompra. Entretanto, cada vez mais empresas estão concentrando seus esforços em alcançar investidores de varejo, para os quais é necessário ter estratégias de comunicação para atraí-los e retê-los.

Em relação às questões de ESG, confirma-se que estas estão cada vez mais em alta na agenda dos investidores. Até 81% dos executivos dizem que no último ano receberam mais perguntas dos investidores sobre o desempenho ESG da empresa. Outra conclusão da pesquisa é que os contatos com os mercados se intensificaram no ambiente atual: mais de 44% das empresas intensificaram sua atividade de relações com investidores.

Na busca para atrair o interesse dos investidores, um número crescente (embora ainda limitado) de empresas está procurando soluções tecnológicas para encontrar formatos e abordagens mais eficazes para atrair investidores. Cerca de 40% das empresas já utilizaram, em algum momento, plataformas para identificar e engajar novos investidores. Por outro lado, os roadshows continuam sendo o clássico entre os clássicos do setor. Mais de 80% das pesquisadas disseram que as organizam como de costume. Sete em cada dez organizaram um em 2022 e 31% deles organizaram cinco ou mais eventos sucessivos nesses doze meses. Em um novo desenvolvimento, três em cada dez estão agora organizando roadshows digitalmente.

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Acidentes de trabalho caem 60% em 20 anos, mas risco aumenta em Logística

Dispositivos de alerta em caminhões e empilhadeiras contribuíram para queda de acidentes. Novas tecnologias, como sensores de presença, podem aumentar a segurança

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São Paulo – SP 28/2/2024 – “Hoje já contamos com sensores que detectam a aproximação de pedestres antes mesmo destes entrarem no campo de visão dos operadores de veículos”, Afonso Moreira

Dispositivos de alerta em caminhões e empilhadeiras contribuíram para queda de acidentes. Novas tecnologias, como sensores de presença, podem aumentar a segurança

Uma pesquisa da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho aponta que o número de acidentes ocupacionais caiu quase 60% em 20 anos naquele continente. No entanto, em alguns setores, como Logística e Transporte, o risco de ocorrências vem crescendo, de acordo com o aumento da mão-de-obra nestes segmentos. O estudo foi publicado em 2023, com base em dados coletados entre 1998 e 2019 em 27 países membros da União Europeia.

Segundo o levantamento, a queda nos índices de acidentes fatais e não fatais foi similar neste período – 57% e 58%, respectivamente (página 12). A agência ressalta que quatro grandes setores (agricultura, construção, indústria e transporte) respondiam por 60% das ocorrências em 1998, apesar de contar com apenas 40% da mão-de-obra total ao longo desses 20 anos. “Portanto, a redução de acidentes nestes setores foi crucial para a redução total”, diz o estudo.

A pesquisa lista ainda (na página 14) os principais avanços que contribuíram para a redução de acidentes de trabalho, entre eles equipamentos de segurança em veículos e máquinas, como alertas sonoros e luminosos para caminhões e empilhadeiras. “Hoje, já contamos com sensores que detectam a aproximação de pedestres antes mesmo destes entrarem no campo de visão dos operadores de veículos. É o que chamamos de dispositivos de segurança ativa, que não dependem do acionamento humano”, explica Afonso Moreira, CEO da AHM Solution, empresa especializada em redução de danos em operações logísticas.

No entanto, a pesquisa da agência europeia também mostra que, desde 2005, o número de trabalhadores expostos a riscos aumentou em alguns setores que tiveram crescimento de mão-de-obra, como logística, transporte e distribuição (página 17).

Por fim, o estudo revela que, ainda hoje, os segmentos de logística e transporte estão entre os que apresentam taxas de acidentes de trabalho acima da média, por ter trabalhadores lidando com produtos pesados ou perigosos (página 65).

“Todos estes dados nos mostram a importância de investir continuamente em tecnologias que reduzam o risco de acidentes nas empresas. O setor de logística se destacou nos últimos 20 anos, porém a necessidade de movimentar volumes crescentes com agilidade aumenta também o desafio de entregar tudo isso com mais segurança”, conclui Moreira.

Mais informações em https://www.ahmsolution.com.br/

Website: https://www.ahmsolution.com.br/

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Certificações e licenças reforçam compromisso com governança e compliance

Selos desempenham papel estratégico na gestão de riscos e fortalecem a transparência nas empresas

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Curitiba 28/2/2024 – “A avaliação contínua dos riscos de compliance, capacitação de funcionários, atualização de políticas e procedimentos

Selos desempenham papel estratégico na gestão de riscos e fortalecem a transparência nas empresas

As certificações desempenham um papel estratégico na governança das empresas, porque contribuem para a conformidade com regulamentações e padrões reconhecidos internacionalmente. O assunto vem sendo cobrado por órgãos regulamentadores e públicos de interesse das companhias.

Inclusive, um estudo com 240 diretores de Compliance em diversos setores, realizado pela consultoria de serviços profissionais KPMG, trouxe o cenário esperado por esses líderes para os próximos dois anos. A pesquisa abordou temas como complexidade regulatória, desafios operacionais, promoção de uma cultura ética, sustentabilidade e tecnologia.

Para os gestores de compliance, o ambiente regulatório está em constante evolução e exige adaptação e ajustes contínuos. No levantamento, 73% dos entrevistados esperam uma maior análise sobre esse tópico e 45% estão se dedicando para atender a regulamentações específicas do setor em que atuam, o que reforça a necessidade de se falar mais sobre o assunto.

Ainda preocupados com a evolução do tema, 48% dos entrevistados relataram que não iniciaram a implementação de programas de compliance com foco em questões ambientais, sociais e de governança – o conhecido tripé chamado ESG, na sigla em inglês -, mas estão em fases de planejamento e desenvolvimento.

A Neoconsig, especializada na gestão de benefícios consignados, já praticava atitudes voltadas à governança corporativa em seus processos. Recentemente, atenta ao mercado, incluiu as certificações no seu hall de boas práticas, a ISO 37001 (antissuborno) e ISO 37301 (compliance). As duas representam um passo significativo na jornada contínua da companhia em aprimorar suas práticas operacionais e fortalecer seu compromisso com o compliance.

Juliana Selenko, diretora de RH da Neoconsig, explica que certificações ISO capacitam as companhias a identificarem, avaliarem e gerenciarem proativamente os riscos operacionais, promovendo uma abordagem mais eficaz. “A avaliação contínua dos riscos de compliance, capacitação de funcionários, atualização de políticas e procedimentos, além da implementação de estratégias de comunicação, fazem parte dos nossos valores e objetivos”, enfatiza Juliana.

Ao aderir a padrões internacionais, companhias como a Neoconsig fortalecem sua reputação no mercado, gerando confiança entre clientes, parceiros e demais públicos de interesse.

Para saber mais sobre a Neosonsig, basta acessar o perfil da empresa no Linkedin.

Website: http://www.neoconsig.com.br

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IA coíbe tentativas de fraudes contra locadoras de veículos

Tecnologia de sistema à base de Inteligência Artificial combatem intenções suspeitas

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São Paulo (SP) 28/2/2024 – A partir do momento em que a locadora entrega a chave do carro para o cliente, a empresa passa a estar sob o risco de que ele faça qualquer coisa com o carro

Tecnologia de sistema à base de Inteligência Artificial combatem intenções suspeitas

A recuperação econômica pós-pandemia das empresas de locação de veículos no Brasil é um fenômeno à parte. De acordo com o último relatório da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), o setor alcançou um faturamento de R$ 36,8 bilhões em 2022, valor 56% maior que o balanço de 2021 e 109% acima do que foi apurado em 2020.

Mas as tentativas de fraudes às empresas ainda são um desafio a ser superado, o que torna o serviço de alto risco. A boa notícia é que, hoje, a Inteligência Artificial engloba tecnologias que auxiliam no combate a tentativas de fraudes neste mercado

As tecnologias da informação desenvolveram soluções de segurança digital, com recursos de inteligência artificial, a ponto de comparar, instantaneamente, uma selfie do usuário e a foto contida no documento. Esse procedimento permite assegurar a autenticidade do portador. Entretanto, é possível ir além.

“A selfie comparada com a foto do documento é importante, mas temos recursos suficientes para nos aprofundar. Utilizando a ferramenta mostVio, é possível descriptografar o QR Code no verso da Carteira de Habilitação. A partir daí, a locadora tem acesso aos dados do condutor que se encontram no Senatran”, explica Maria Cristina Diez, engenheira de softwares e diretora comercial e de marketing da Most, empresa especializada na implementação de sistemas de segurança digital com tecnologias que utilizam a inteligência artificial (IA). O Senatran é a Secretaria Nacional de Trânsito, que é o órgão máximo executivo do setor.

Quanto ao Facematch, ela afirma que a tecnologia consegue mapear em diversos pontos as simetrias entre duas faces para realizar a comparação das imagens, retornando um percentual de similaridade. “O Facematch tem um altíssimo índice de acerto, e ainda acelera o tempo de aprovação do cliente, se for o caso. Aquela espera muitas vezes burocrática acaba se dissipando, e isso torna bem melhor a experiência do consumidor com a locadora”, afirma Maria Cristina Diez.

“Tudo isso deixa os processos de análise e de aprovação mais seguros e ágeis, reduzindo também os custos operacionais das empresas”, completa a executiva da Most. Para ela, os recursos Facematch e mostVio, aliados, proporcionam uma realidade diferente daquela vivenciada pelas companhias do setor. “É um perigo frequente que elas enfrentam. A partir do momento em que a locadora entrega a chave do carro para o cliente, a empresa passa a estar sob o risco de que ele faça qualquer coisa com o carro. Seja usá-lo para cometer crimes ou mesmo para desaparecer com o veículo. Há casos até de golpistas que tentaram revender o carro”, conta.

Website: https://most.com.br/

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