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Como os novos dispositivos mudaram a forma de criar sites

Desde 2015, sites responsivos se tornaram essenciais para que empresas apareçam nos resultados do Google em buscas feitas por smartphones e tablets

Publicado

em

3/7/2024 –

Desde 2015, sites responsivos se tornaram essenciais para que empresas apareçam nos resultados do Google em buscas feitas por smartphones e tablets

Segundo matéria publicada pela Exame, o Google deixou de mostrar sites não responsivos desde 2015 para buscas feitas através de dispositivos móveis. Quase dez anos após a mudança, com o aumento do uso de smartphones e tablets para pesquisas na internet, empresas mudaram a maneira de criar páginas com o objetivo de garantir um melhor posicionamento no buscador norte-americano. 

Conforme analisado na matéria, com o uso de telas de diferentes tamanhos como smartphones, tablets e computadores, ter um site responsivo para todos os tipos de dispositivos tornou-se necessário para empresas que querem aparecer no buscador mais conhecido da internet. 

A atualização também trouxe, consequentemente, uma mudança na forma como as empresas criam sites adaptáveis para tamanhos de telas diferentes, com o objetivo de aumentar a presença nos resultados do Google. 

O que é um site responsivo?

A principal característica de um site responsivo é a adaptação automática ao tamanho da tela do dispositivo em que está sendo visualizado. Ou seja, não importa se o usuário acessou o site de um computador, tablet ou smartphone, já que o layout, as imagens e o conteúdo se adaptam à tela.

Dessa forma, o site responsivo garante ao usuário uma navegação fácil e intuitiva, apresentando todos os elementos de forma funcional, sem a necessidade de fazer zoom ou rolar horizontalmente para visualizar o conteúdo.

A responsividade pode evitar, por exemplo, que um potencial cliente de uma loja online desista da compra ao encontrar dificuldades na navegação de um site não responsivo. Uma experiência de uso agradável, por outro lado, pode aumentar significativamente as chances de conversão de um negócio na internet.

Existem, inclusive, ferramentas que possibilitam criar um site de forma simples mesmo para quem não estudou programação digital ou desenvolvimento web. Na Hostinger, por exemplo, funcionalidades intuitivas permitem que empresas físicas tenham uma presença online acessível para todos os usuários e buscadores, independentemente do dispositivo que estão usando.

Benefícios de um site responsivo para a sua empresa

Os benefícios de ter um site responsivo são inúmeros. Primeiramente, ele melhora a experiência do usuário, o que é crucial para mantê-lo engajado e satisfeito. Quando os usuários têm uma boa experiência, tendem a passar mais tempo no site e a realizar mais ações, como fazer compras ou preencher formulários de contato. Isso, por sua vez, pode resultar em um aumento nas vendas e na geração de leads.

Além disso, um site responsivo pode ajudar a construir a credibilidade e a imagem da marca. Quando os usuários percebem que o site é fácil de navegar e funciona bem em qualquer dispositivo, eles tendem a ver a empresa como profissional e confiável. Isso é especialmente importante em um mercado competitivo, onde pequenos detalhes podem fazer toda a diferença.

Outro benefício significativo é a economia de tempo e recursos. Com um site responsivo, não é preciso criar versões separadas para diferentes dispositivos. Isso significa menos trabalho de desenvolvimento e manutenção, o que pode resultar em economia de custos a longo prazo.

Como sites responsivos ajudam a ranquear no Google

A responsividade do site também tem um impacto direto no SEO (otimização para motores de busca). Motores de busca, como o Google, dão preferência a sites responsivos em seus resultados de pesquisa. Isso porque eles entendem que esses sites proporcionam uma melhor experiência ao usuário. Portanto, se o site for responsivo, é mais provável que ele apareça nas primeiras posições dos resultados de busca, o que pode aumentar significativamente o tráfego orgânico.

Um site responsivo tende a ter uma taxa de rejeição menor. A taxa de rejeição refere-se ao número de usuários que deixam o site após visualizar apenas uma página. Quando um site não é responsivo, os usuários tendem a sair rapidamente, o que pode prejudicar o ranking nos motores de busca. Por outro lado, um site responsivo mantém os usuários engajados por mais tempo, melhorando as métricas de engajamento e, consequentemente, o SEO.

Melhores práticas para um design responsivo

Para implementar um design responsivo de maneira eficaz, algumas práticas recomendadas devem ser seguidas, como a utilização de um layout flexível que se adapta automaticamente ao tamanho da tela. Isso pode ser feito usando unidades de medida relativas, como porcentagens, em vez de unidades fixas, como pixels.

Outro aspecto crucial é o uso de imagens flexíveis, que possam ser redimensionadas proporcionalmente e que não ultrapassem os limites da tela. Além disso, é recomendável usar media queries, que são regras de CSS que permitem aplicar estilos diferentes com base nas características do dispositivo, como largura da tela.

Por fim, é essencial testar o site em diferentes dispositivos e navegadores para garantir que ele funcione corretamente em todos eles. Isso pode incluir testes em smartphones, tablets, laptops e desktops, bem como em navegadores populares como Chrome, Firefox e Safari.

Website: https://www.hostinger.com.br/

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Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

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São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

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São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

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São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

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