Conecte-se conosco

Notícias

Empresas de contact center priorizam contratação de mulheres, negros e LGBTQIA+

Realizada em formato autodeclaratório, a pesquisa realizada pelo Sintelmark- Sindicato Paulista das Empresas de Contact Center pretendeu avaliar os níveis de diversidade e inclusão do setor de contact center

Publicado

em

São Paulo 19/6/2024 –

Realizada em formato autodeclaratório, a pesquisa realizada pelo Sintelmark- Sindicato Paulista das Empresas de Contact Center pretendeu avaliar os níveis de diversidade e inclusão do setor de contact center

O Sintelmark- Sindicato Paulista das Empresas de Contact Center acaba de abrir 500 vagas de emprego em regime CLT para suas empresas associadas. São vagas para operador de telemarketing, supervisor de operações, atendente de SAC, auxiliar de limpeza, analista de prevenção à fraude, analista de atendimento bilingue, agente de relacionamento, suporte técnico, auxiliar de qualidade, atendente técnico, consultor de vendas e operador de cobrança.

Trabalho presencial, remoto ou híbrido com benefícios (VR/VT, seguro de vida, convênio médico) conforme a vaga da empresa.

Os currículos podem ser enviados para o e-mail atendimento@sintelmark.org.br. O Sindicato recebe os currículos e os dispara para todas as suas empresas associadas.

Em 30 dias, o Sintelmark criará uma área específica para vagas e empregos dentro de seu site para recepção de currículos e envio para suas empresas associadas (https://www.sintelmark.org.br/).

Segundo Luis Crem, presidente do Sintelmark, o setor tem oferecido emprego com registro em carteira para todos os públicos, no entanto, são maioria nas empresas de contact center colaboradores mulheres, negros e pessoas LGBTQIA+. “Prova que o setor é o mais inclusivo do país, sendo porta de entrada para o jovem no primeiro emprego. Outra característica é a grande oportunidade de ascensão profissional oferecida pelo segmento”, destaca  Crem.

Pesquisa constata que empresas de contact center priorizam contratação de mulheres, negros e pessoas LGBTQIA+

Pesquisa constata que empresas de contact center priorizam contratação de mulheres, negros e pessoas LGBTQIA+. Resultado é de pesquisa realizada pelo Sintelmark- Sindicato Paulista das Empresas de Contact Center, com uma amostra de 5.217 colaboradores em regime CLT, por meio de levantamento sociodemográfico e censo realizados pela agência de pesquisa FairJob.

Realizada em formato autodeclaratório, a pesquisa pretendeu avaliar os níveis de diversidade e inclusão do setor de contact center.

Mulheres são maioria

Quando perguntados sobre gênero, a pesquisa indicou que 70% dos colaboradores são mulheres e destas 62% ocupam cargos de liderança como gerência, coordenação e supervisão.

No entanto, na sociedade brasileira existe um equilíbrio entre homens e mulheres segundo o Censo IBGE 2022: 51,5% da população são mulheres e 48,5% homens.

20,6% são do grupo LGBTQIA+

No quesito orientação sexual, a pesquisa mostra que 20,6% dos colaboradores do setor são do grupo LGBTQIA+, sendo que 17,92% deles exercem cargos de liderança. As pessoas autodeclaradas LGBTQIA+ são bem mais representativas nas empresas de contact center  (20,6%) do que aparecem na sociedade (4,9%) segundo o Censo do IBGE de 2022.

Pretos e pardos são maioria

O setor soma 53% dos colaboradores que se autodeclararam pretos e pardos. Destes, 18,3% são pretos, enquanto pelo Censo IBGE 2022, 10,6% são pretos, o que indica que as empresas de contact center concentram mais pessoas pretas do que na própria população brasileira. A pesquisa apurou ainda que 44,78% dos cargos de liderança são ocupados por negros no setor.

Mais da metade é jovem

Predomina ainda no segmento de contact center a geração Z, jovens de 14 a 33 anos que perfazem 60,8% dos colaboradores. Pelo Censo IBGE 2022, 34,5% da população brasileira têm menos de 30 anos.

Escolaridade e ascensão profissional

O setor se mostrou formador de mão-de-obra e com boa escolaridade. Com o crescimento do cargo, aumenta também o nível de escolaridade.  O ensino superior incompleto e em andamento permeia todas as camadas dos trabalhadores analisadas e chega a mais de 31,3%.

O ensino superior completo é o segundo nível de instrução, representando 20,8% da população analisada e também presente em quase todas as camadas da pirâmide funcional (exceto estagiários). Nos cargos de diretoria, 40% possuem ensino superior completo; 44,6% dos gerentes, 37% dos coordenadores e 52% dos supervisores também cursaram o ensino superior completo. 

Percepção da Diversidade e inclusão

68,2% dos trabalhadores percebem programas de D & I nas empresas e 72,5% reconhecem que a empresa possui políticas contra práticas abusivas.

Sobre a afirmação: “A empresa que trabalho permite que todos os colaboradores, independente de raça, cor, gênero, etnia, participem de forma igualitária de treinamentos, processos seletivos internos, planos de carreira, entre outros”, 86% afirmam que concordam com esta declaração.

Segundo Luis Crem, presidente do Sintelmark, a pesquisa confirma a posição de liderança do setor de contact center nos quesitos inclusão e diversidade. “Nossa política tem privilegiado a diversidade e a inclusão também na própria convenção coletiva do setor, que prevê, entre outros benefícios, o reconhecimento da relação homoafetiva do parceiro colaborador e a validação da Lei Maria da Penha para proteção da mulher que sofre abuso”, destaca. 

 

 

 

 

 

Website: https://www.linkedin.com/company/sintelmark-empresas-especializadas-nas-relacoes-clientes/

Continuar Lendo
Anúncio
Clieque para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

Publicado

em

por

São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

Continuar Lendo

Notícias

Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

Publicado

em

por

São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

Continuar Lendo

Notícias

Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

Publicado

em

por

São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

Continuar Lendo

Em Alta

...