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Brasil lidera crescimento global da Creator Economy

Mercado de negócios digitais cresce de 10 a 20% ao ano, segundo estudo da Hotmart

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11/4/2024 – Temos forte receptividade para crescermos em tecnologia e economia digital, por isso a Creator Economy tem encontrado solo fértil

Mercado de negócios digitais cresce de 10 a 20% ao ano, segundo estudo da Hotmart

O mercado da Creator Economy cresce em ritmo acelerado, entre 10 e 20% ao ano no mundo, segundo estudo “A presença brasileira na Creator Economy”, desenvolvido pela Hotmart, empresa global em tecnologia atuante no setor. A previsão é que o mercado da Creator Economy dobre de tamanho até 2027, chegando a U$480 bilhões, segundo o Goldman Sachs.

População com amplo acesso digital

O consumo digital já faz parte da rotina do brasileiro, desde as transações bancárias via PIX, que chegam a quase 42 bilhões em 2023, até as 3h46 por dia dedicadas às redes sociais. Esse contexto viabiliza o crescimento da Economia dos Criadores no país. Em 2023, aproximadamente, 7 milhões de brasileiros monetizaram conteúdos digitais, por meio de canais no YouTube, venda de produtos digitais ou posts patrocinados. O número cresceu 70% desde 2019. A Hotmart acompanhou esse crescimento, e atualmente conta com 200 mil criadores de conteúdo ativos, fazendo vendas em mais de 188 países. Desde 2011, esses criadores de conteúdo venderam mais de 10 bilhões de dólares em produtos digitais. 

Ainda em 2023, 80 milhões de brasileiros compraram pela internet. Um em cada quatro comprou produtos digitais, segundo a pesquisa TIC Domicílios 2023. O estudo da Hotmart também ressalta que de todos os compradores na empresa no ano passado, um terço deles adquiriu pela primeira vez um produto digital. E desse total, um em cada cinco comprou novamente um ou mais produtos durante o ano. 

“O estudo aponta que o Brasil tem abraçado rapidamente as soluções digitais apresentadas pelo mercado nas últimas duas décadas. Temos forte receptividade para crescermos em tecnologia e economia digital, por isso a Creator Economy tem encontrado solo fértil por aqui”, explica Leandro Conti, Vice-Presidente Global de Assuntos Corporativos da Hotmart. 

Crescimento internacional

De acordo com o Hotmart Insights, outro levantamento da empresa, cerca de 30% dos creators brasileiros clientes da empresa vendem para o exterior e 15% da receita deles vêm de outros países, como México, Colômbia e Estados Unidos. Além disso, o estudo revelou que mais de 60% dos compradores da América Latina pretendem fazer uma nova compra no próximo ano e a maioria pretende gastar até 100 dólares. 

Geração de trabalhos em escala

Em 2023, a Hotmart anunciou que já havia gerado mais de 300 mil trabalhos diretos e indiretos no Brasil, segundo estudo feito em parceria com a FGV. Atualmente, 77% dos produtores de conteúdo em nível avançado, que são aqueles que aparecem em frente às câmeras, contam com uma equipe própria formada por, no mínimo, quatro funcionários. São profissionais que ajudam a promover e lançar infoprodutos. Isso porque, para produzir e comercializar produtos digitais, profissionais especializados em áreas técnicas, como editores de vídeo, gestores de tráfego pago, programadores, redatores publicitários, entre outros, vão se tornando cada vez mais necessários, à medida que os negócios prosperam.

Além das possibilidades como profissionais de bastidores, é possível atuar como um afiliado, ou seja, vender produtos digitais de diferentes criadores de conteúdo e ganhar comissões sobre as vendas realizadas. Em 2023, mais de 150 mil pessoas faturaram como afiliados na Hotmart. A pesquisa também revela que 1 em cada 10 produtores brasileiros também trabalha com afiliados e que 21% da receita desses produtores vem desse canal.

Website: https://www.hotmart.com

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Franquias em alta: feira traz investimentos variados

Na 31ª edição da feira de franquias, o evento novidades de 400 marcas expositoras e espera visitação de mais de 60 mil pessoas

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São Paulo 19/6/2024 – Os empreendedores interessados em conhecer mais o setor poderão participar da ABF Franchising Expo, considerada uma das maiores feiras de franquias do mundo

Na 31ª edição da feira de franquias, o evento novidades de 400 marcas expositoras e espera visitação de mais de 60 mil pessoas

Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o mercado de franquias no 1º trimestre registrou um crescimento nominal de 19,1% na comparação com o mesmo período de 2023. O faturamento geral do setor no período de 12 meses já ultrapassou os R$ 250 bilhões. A entidade avalia que esse resultado foi alavancado por fatores sazonais e o forte desempenho dos segmentos de Alimentação e Serviços e Outros Negócios.

O franchising oferece opções de investimento nos mais variados segmentos como alimentação, estética, educação, moda, aluguel de materiais de construção e piscinas com um modelo de negócio e produto ou serviço formatado e testado

Os empreendedores interessados em conhecer mais desse setor poderão participar da ABF Franchising Expo, considerada uma das maiores feiras de franquias do mundo. O evento ocorre de 26 de junho a 29 de junho no Expo Center Norte, em São Paulo, e contará com mais de 400 marcas expositoras, do Brasil e outros países. 

No evento, as marcas costumam apresentar as novidades e diferenciais. Dentre as quais estão: 

Calçados Bibi: Com 75 anos de história, duas plantas fabris e 150 operações, a marca visa ampliar a presença em estados brasileiros e no exterior, em países da Europa e da América Latina, com 10 novas lojas nacionais e 10 internacionais. Tendo as vendas digitais como uma frente de atuação, a Bibi consegue oferecer diversas possibilidades aos clientes que desejam comprar calçados para crianças de 0 a 9 anos, seja por meio da internet, no aplicativo de smartphone, nos pontos de venda físicos ou até mesmo no conforto da sua própria casa. O investimento inicial é a partir de R$ 400 mil, com lucro médio mensal que varia de 12% a 15%, e prazo de retorno de 36 meses.

Casa do Construtor: A  Rede leva à ABF Franchising Expo seu plano de expansão focado em cidades de pequeno porte, distantes de grandes centros.  Com mais de 700 operações, sendo cinco no Paraguai e duas no Uruguai, atua na locação de equipamentos para construção civil, limpeza, pintura e jardinagem. Em 2023, a Casa do Construtor cresceu 20%, com faturamento de R$ 834 milhões e abertura de 140 operações. Para 2024, as metas são chegar a R$ 980 milhões e 150 novas unidades; para 2025, o faturamento deve chegar a R$ 1 bilhão, totalizando mil operações.

Milon: Pertencente ao Grupo Kyly, a Milon visa apresentar a marca aos que desejam investir no próprio negócio e aumentar o mix de operações com foco em vestuário infantil em diferentes shopping centers. Para este ano, a rede, que oferece peças com inspiração europeia que vão do recém-nascido ao tamanho 14, planeja 15 novas unidades, com foco no Nordeste, Sudeste e Sul, além de seguir com a estratégia de conversão de lojas próprias para franquias, de pelo menos 15 pontos ao longo deste ano. Em 2023, a Milon teve um crescimento de 24%, alcançando mais de R$ 150 milhões em faturamento, além de um Same Stores Sales de 10%. Para 2024, a projeção é de um incremento de 20% no faturamento anual. Para se tornar um franqueado o investimento é a partir de R$ 350 mil, com faturamento médio mensal de R$ 130 mil e prazo de retorno a partir de 24 meses.

MoveEdu: Com franquias de capacitação, desenvolvimento e formação de jovens para o mercado de trabalho, o Grupo MoveEdu é detentor das marcas Microlins, Prepara Cursos e Ensina Mais Turma da Mônica, que juntas já formaram mais de 6 milhões de alunos em cursos livres, profissionalizantes e de idiomas em mil escolas em todo o País. Recentemente, o grupo lançou as faculdades focando no conceito de educação continuada. Para expandir a presença no Brasil, a empresa estará na ABF Franchising Expo. Na ocasião, apresentará o conceito dos modelos de negócios de baixo investimento, se comparado a outras áreas, com receita recorrente, fácil gestão e boa rentabilidade de, em média, 40%. Há oportunidades para todos os estados brasileiros, com investimento inicial a partir de R$ 150 mil e prazo de retorno a partir de 12 meses. Em 2023, a MoveEdu registrou um faturamento de R$ 600 milhões e espera obter um crescimento de 20% neste ano.

Peça Rara Brechó – Fundada há 17 anos em Brasília, a marca é uma das principais do segmento second hand (uso de segunda mão) e economia circular. Atualmente com 180 lojas comercializadas pelo país e previsão de fechar 2024 com 300 unidades vendidas em seu plano de expansão. Uma das estratégias da marca para dobrar o número de unidades do ano passado será o lançamento da versão pocket da franquia. As novas lojas poderão ser implantadas em pequenos municípios ou bairros em grandes cidades ainda sem unidades do Peça Rara Brechó. Com espaço a partir de 100m² e setores feminino e infantil, o investimento total é de R$ 150 a 200 mil, já com taxa de franquia incluída. O plano de expansão também se estende pelas capitais do país que ainda não têm lojas da rede – Rio Branco, Boa Vista e Macapá.

Rede iGUi: A iGUi, apresenta os negócios da TRATABEM e da Splash com foco em sustentabilidade e satisfação dos franqueados e clientes. A grande atração será uma piscina instalada, e em pleno funcionamento, com uma particularidade três laterais transparentes.  Considerada pela Rede a “porta de entrada” em franquias, os visitantes poderão conhecer a microfranquia TRATABEM, criada em 2012, a marca é uma das pioneiras no oferecimento de serviços de limpeza, manutenção, assistência técnica e tratamento de água de todos os tipos de piscinas, além de soluções e serviços de reparo em piscinas de fibra, alvenaria e vinil. Com condição especial para a ABF Expo, o investimento inicial é de R$ 75 mil.

Royal Face: A rede participa desta edição da ABF Franchising Expo, buscando investidores para impulsionar sua expansão também no segmento de estética corporal, fortalecendo assim seu portfólio para um espectro maior de consumidores. Com mais de 270 clínicas em operação em todo o País, a rede atua com dois modelos de negócio, o Slim e o Premium e prevê o crescimento de 22 a 25% até o fim de 2024.  

 

Website: http://www.abf.com.br

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Saúde suplementar é tema de treinamento jurídico

A saúde suplementar é um setor complexo e em constante evolução, que exige um conhecimento especializado para acompanhar sua regulamentação, inovações e práticas em contínua transformação. Com o objetivo de capacitar profissionais nesse campo, o escritório M3BS Advogados criou sua própria escola de aperfeiçoamento profissional

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São Paulo 19/6/2024 – Com o objetivo de capacitar seus profissionais nesse campo, o escritório M3BS Advogados passou a formatar sua própria escola de aperfeiçoamento profissional.  

A saúde suplementar é um setor complexo e em constante evolução, que exige um conhecimento especializado para acompanhar sua regulamentação, inovações e práticas em contínua transformação. Com o objetivo de capacitar profissionais nesse campo, o escritório M3BS Advogados criou sua própria escola de aperfeiçoamento profissional

A saúde suplementar é um setor complexo e em constante evolução, exigindo um conhecimento especializado para acompanhar a regulamentação, inovações e práticas em contínua transformação. Com o objetivo de capacitar seus profissionais nesse campo, o escritório M3BS Advogados passou a formatar sua própria escola de aperfeiçoamento profissional.  

A evolução dessa iniciativa transbordou para profissionais da área da saúde suplementar dos times corporativos de clientes, levando ainda mais contribuições técnicas.  

A Academia M3BS é a consolidação de treinamentos acadêmicos e práticos, assim como do resultado de mesas redondas, discussão de análise de mercado, dinâmicas e de um programa interno de desenvolvimento de novos talentos, reciclagem e aperfeiçoamento, em ambiente de fomento de discussões e inovações da legislação jurídica e regulatória da saúde suplementar.  

Embora seja criada pelo escritório, a academia não se limita aos advogados do escritório. Pelo contrário, seu objetivo é abrir as portas para uma ampla gama de participantes interessados em aprofundar seus conhecimentos.    

Além dos advogados, a academia busca envolver profissionais de áreas relacionadas à saúde suplementar, como gestores de saúde, profissionais de planos de saúde, acadêmicos e pesquisadores. A ideia é promover um ambiente de aprendizado colaborativo e multidisciplinar, no qual diferentes perspectivas e experiências enriqueçam o conhecimento compartilhado.   

“O M3BS é reconhecido por sua trajetória de pioneirismo e inovação no setor da saúde suplementar. Nossa abordagem diferenciada e nossas soluções criativas têm sido cruciais para enfrentar os desafios complexos que surgem a cada dia. A Academia M3BS está intrinsecamente ligada a esse espírito pioneiro, buscando não apenas acompanhar, mas também antecipar as tendências e necessidades do mercado”, diz Lucas Miglioli, sócio do M3BS.   

Os treinamentos são oferecidos no formato híbrido, mesclando aulas presenciais e online. Entre os tópicos já abordados, estão “Mecanismos de Regulação”, “Direção Técnica e Direção Fiscal”, “Ressarcimento ao SUS”, “Elegibilidade, Vigência e Contratação dos Planos de Saúde” e Judicialização na Saúde. “Por meio desse programa de capacitação, queremos promover um aprendizado contínuo e especializado sobre os desafios e oportunidades no cenário da saúde suplementar, seja para nossos clientes, seja para profissionais de áreas específicas de saúde suplementar conectados a eles”, diz Fernando Bianchi, sócio do M3BS.   

 

Agenda de alguns dos treinamentos previstos para os próximos meses: 

  • 26/06: Reajuste – Abordagem sobre os critérios e processos de reajuste de preços dos planos de saúde, incluindo aspectos legais e econômicos. 
  • 10/07: Ouvidoria – Função e importância das ouvidorias nas operadoras de saúde suplementar, garantindo a qualidade do atendimento e a resolução de conflitos. 

 

Website: https://m3bs.com.br/

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Estudo aponta dados do setor de máquinas e equipamentos

O relatório apontou que o setor de máquinas e equipamentos registrou uma queda na receita líquida de vendas em março de 2024, em comparação ao mês anterior.

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Brasil 19/6/2024 – Para o setor de locação de equipamentos, isso pode significar uma maior disponibilidade de máquinas modernas e tecnologicamente avançadas.

O relatório apontou que o setor de máquinas e equipamentos registrou uma queda na receita líquida de vendas em março de 2024, em comparação ao mês anterior.

Segundo estudo divulgado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o setor de máquinas e equipamentos registrou uma queda na receita líquida de vendas em março de 2024, em comparação ao mês anterior. Ajustando para os fatores sazonais, a retração ocorreu tanto no mercado interno quanto no externo, marcando uma diminuição de 21,3% no primeiro trimestre de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo apontamento do relatório.

Conforme informado na publicação, os segmentos de máquinas agrícolas, para a indústria de transformação e para infraestrutura e indústria de base foram os mais impactados. No mercado doméstico, houve uma queda acumulada de 21,9%, embora a receita de vendas de componentes para bens de capital tenha se mantido estável e tenha havido um crescimento nas vendas de máquinas para logística e construção civil.

O relatório aponta dados indicando que fatores como as eleições municipais, obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e novas políticas públicas podem direcionar o país para um novo ciclo de investimentos. O estudo aponta que esse otimismo é fundamentado nas expectativas de um ambiente macroeconômico mais favorável, capaz de sustentar um aumento nos investimentos no setor de máquinas e equipamentos.

No comércio exterior, março de 2024 encerrou com exportações totais de US$ 1.018,36 milhões, um aumento de 24,6% em relação a fevereiro. Apesar dessa recuperação mensal, o setor acumulou uma queda nas exportações no primeiro trimestre do ano em comparação com 2023. O relatório ainda informa que, em termos de quantidade física, as exportações cresceram 24,7% em março, mas caíram 13,1% no trimestre, refletindo a valorização do real e uma base de comparação alta do ano anterior.

O estudo informou ainda que o desempenho das exportações variou entre os segmentos monitorados, com crescimento em quase todos, exceto para máquinas de infraestrutura e indústria de base. O relatório mostrou que houve uma queda observada nas exportações de máquinas para agricultura e para logística e construção civil, que juntas representam mais de 40% do total exportado pelo setor. A diminuição das exportações para a América do Sul, especialmente Argentina e Chile, também contribuiu para o resultado negativo.

Por outro lado, é possível observar no relatório que as importações de máquinas e equipamentos aumentaram em março, tanto em relação ao mês anterior (13,9%) quanto ao mesmo mês de 2023 (0,1%), totalizando US$ 2,4 bilhões. O documento informa ainda que em termos físicos, as importações cresceram 16,9% em comparação com fevereiro. No primeiro trimestre, as importações somaram US$ 6,9 bilhões, um aumento de 6,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para máquinas destinadas à fabricação de bens de consumo não duráveis e semiduráveis.

José Antônio Valente, diretor da empresa locadora de equipamentos Trans Obra, afirmou que o aumento de 13,9% nas importações de máquinas e equipamentos em março de 2024, comparado ao mês anterior, e de 6,1% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, destaca a dinâmica do mercado interno. “Para o setor de locação de equipamentos, isso pode significar uma maior disponibilidade de máquinas modernas e tecnologicamente avançadas para aluguel, permitindo que as empresas atendam a projetos complexos e de grande escala com eficiência”.

Ainda de acordo com o relatório, a China, os EUA, a Alemanha e a Itália lideraram as importações para o Brasil, com a China sendo a principal origem. A China respondeu por 29,8% das máquinas importadas no primeiro trimestre, principalmente componentes para reposição ou fabricação de outras máquinas, e máquinas para logística e construção civil.

Em março de 2024, a publicação afirmou que o consumo aparente nacional de máquinas e equipamentos caiu 20,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior, resultando em uma contração de 14,5% nos investimentos nacionais no primeiro trimestre. A desaceleração na agricultura e o baixo nível de utilização da capacidade instalada nos setores de bens de consumo duráveis e de bens de capital foram fatores determinantes para essa retração. Enquanto o consumo de máquinas agrícolas caiu 35%, o setor de transformação registrou uma queda de 6%.

Perguntado sobre o assunto, José Antônio afirmou que enquanto o setor de máquinas e equipamentos enfrenta desafios, o mercado de locação de equipamentos para construção civil tem a oportunidade de se destacar como uma solução viável e econômica, como tem sido na nossa unidade da empresa de locação de equipamentos em Barra Velha, Santa Catarina. “Com a perspectiva de novos investimentos e um ambiente macroeconômico favorável, o futuro do setor de locação parece promissor, oferecendo flexibilidade e inovação para superar os desafios atuais”.

Website: https://www.transobra.com.br/

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