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Cultura japonesa ainda influencia a culinária brasileira

Mais de 110 anos após a imigração japonesa para o Brasil, o país detém a segunda maior comunidade nipônica fora do Japão e tem abraçado cada vez mais a gastronomia oriental

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19/6/2024 –

Mais de 110 anos após a imigração japonesa para o Brasil, o país detém a segunda maior comunidade nipônica fora do Japão e tem abraçado cada vez mais a gastronomia oriental

O dia 18 de junho de 1908 está marcado para sempre na história das relações entre Brasil e Japão. Isso porque a data remete à chegada dos primeiros imigrantes japoneses ao país – um grupo de 783 pessoas lideradas pelo empresário Ryu Mizuno. Hoje, o Brasil possui a maior comunidade nipônica fora do Japão no mundo, com cerca de dois milhões de japoneses e descendentes.

Junto com eles, vieram também diferentes aspectos culturais que foram abraçados pela sociedade brasileira. E uma delas, sem dúvidas, é a gastronomia. “A cozinha japonesa é muito especial e cativante, por conta dos seus métodos de preparação, seus sabores diferenciados e sua apresentação”, explica Chef Lili, culinarista e embaixadora da Zini Alimentos.

Vezzani ainda conta que a gastronomia orienta ganhou popularidade no Brasil a partir dos anos 1990, com a  invenção do rodízio. E esse sucesso pode ser medido em números. Segundo dados revelados pelo portal Seafood, no Brasil, existem cerca de 16,7 mil restaurantes japoneses, que faturam aproximadamente R$ 12,8 bilhões por ano. Destes, 58% estão localizados apenas no Sudeste, com destaque para a cidade de São Paulo.

“Outro fator que também contribuiu para isso é que a alimentação japonesa é mais saudável, e os pratos são bonitos, apetitosos e alguns ganharam uma releitura com ingredientes brasileiros e um toque de criatividade, às vezes ilimitada, dos nossos chefs”, enfatiza a culinarista. 

Uma culinária cheia de simbolismos

Além do sabor, a gastronomia influenciada pela cultura nipônica também tende a ser mais saudável. Isso porque ela estimula o consumo de mais legumes e frutas enquanto reduz frituras e carnes. “Com pouco óleo e gordura, os pratos japoneses estão conquistando todo o mundo, principalmente as pessoas que buscam uma alimentação mais saudável e saborosa”, pontua Chef Lili. Ou seja, além da experiência de comer algo culturalmente diferente, essa culinária também proporciona uma alimentação mais leve. 

A embaixadora da Zini Alimentos, no entanto, destaca ainda outro elemento-chave na relação entre os brasileiros e a culinária japonesa: o simbolismo. “Os pratos japoneses, além de altamente nutritivos e pouco calóricos, são carregados de simbolismos, onde o alimento é respeitosamente manipulado, preservando sua individualidade, o que representa a delicadeza e a disciplina do povo japonês”.

Ocidente e oriente se encontram na cozinha

No Japão, a gastronomia se desenvolveu ao longo dos séculos como um resultado de muitas mudanças políticas e sociais. E, se por um lado hoje é possível observar a influência da cultura asiática no Ocidente, por mais que sua população se dedique a preservar ao máximo as tradições locais, a cultura nipônica também sofreu influência ocidental.

Um exemplo disso é a famosa farinha panko. A palavra japonesa pan (パン) tem origem lusitana, e quer dizer pão. Isso porque os japoneses aprenderam a fazer pão com portugueses. Ao combinar essa palavra com o sufixo -ko, que quer dizer “farinha”, temos panko, que quer dizer então, literalmente, “farinha de pão”, comumente utilizada no preparo de sushis hots e camarões empanados, por exemplo.

Entretanto, hoje em dia, o uso da farinha panko ultrapassou as barreiras da culinária japonesa e foi absorvida pelo ocidente nos mais diversos preparos. Nos Estados Unidos, ela é utilizada no recheio do peru de ação de graças. No Brasil, ela substituiu a tradicional farinha de rosca no preparo de empanados e salgados fritos.

Um dos fatores para incorporação na gastronomia mundial é seu potencial de reter melhor os temperos, manter-se crocante por mais tempo e, principalmente, de absorver menos gordura. “Na minha opinião, por absorver menos gordura, ter uma característica mais rústica nos acabamentos finais e proporcionar mais crocância do que as outras, a panko está sendo usada cada vez mais na nossa gastronomia e esse uso deve aumentar devido a variedade de receitas que podem ser feitas com ela”, aponta Chef Lili.

Para mais informações, basta acessar: http://www.zini.com.br

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Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

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São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

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São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

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São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

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