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Assistência funeral auxilia pessoas em processo de luto

Desde 2022, o luto prolongado é considerado um transtorno mental; diretor executivo do Grupo Riopae explica o que é e como funcionam os serviços de uma assistência funeral

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em

26/4/2024 –

Desde 2022, o luto prolongado é considerado um transtorno mental; diretor executivo do Grupo Riopae explica o que é e como funcionam os serviços de uma assistência funeral

O luto é um processo natural, caracterizado pelo sofrimento e pela saudade, como resultado da perda de alguém, conforme definição do Ministério da Saúde. Apesar disso, há situações em que esse processo se torna ainda mais complicado, como ocorre com o chamado luto prolongado.

Para se ter ideia da gravidade, em 2022, esse tipo de luto passou a ser considerado um transtorno mental na nova versão do manual de diagnósticos de transtornos mentais da APA (Associação Americana de Psiquiatria) e na CID-11 (Classificação Internacional de Doenças), elaborada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). 

Nesse panorama, Vinicius Chaves de Mello, diretor executivo do Grupo Riopae – responsável pelo Crematório Metropolitano São João Batista, localizado na cidade de São João de Meriti (RJ) -, destaca que modalidades como o serviço de assistência funeral podem ajudar como um apoio em momentos de dor e dificuldade.

“Uma assistência funeral completa vai além de um simples serviço, pois possibilita lidar com o falecimento de um ente querido mesmo quando não há alguém próximo a quem recorrer para cuidar dos detalhes práticos e emocionais que envolvem um funeral”, afirma Mello.

Segundo ele, uma assistência funeral completa oferece um suporte especializado para lidar com todos os aspectos burocráticos e logísticos associados à perda de um ente querido. “Desde a obtenção de certidões de óbito até a organização do funeral, propriamente dito, esses profissionais estarão lá para assumir o fardo das formalidades, permitindo que a pessoa se concentre no processo de luto e na despedida do seu ente querido”.

Além disso, de acordo com o especialista, uma assistência funeral completa busca proporcionar conforto emocional e apoio psicológico durante um momento de “extrema sensibilidade”: “Os profissionais desse serviço estão treinados para oferecer o suporte emocional, tanto para a família enlutada, quanto para os amigos, ajudando a enfrentar a dor da perda e a encontrar formas saudáveis de lidar com o luto”.

Para o diretor executivo do Grupo Riopae, outro aspecto importante é que a contratação de uma assistência funeral completa pode ajudar a garantir que os desejos finais do falecido sejam respeitados e executados da maneira mais adequada possível – o que inclui a escolha do tipo de cerimônia, do local do sepultamento ou cremação e, até mesmo, detalhes como a seleção de flores e músicas.

“Ao contratar uma assistência funeral completa, você pode contar com a expertise e a experiência de profissionais capacitados para lidar com situações delicadas de forma digna e respeitosa, como os procedimentos legais e culturais associados ao funeral, podendo orientar a família enlutada em cada passo do processo”, explica.

Assistência auxilia enlutados com entraves burocráticos e legais 

De acordo com Mello, a assistência funeral desempenha um papel fundamental na resolução de diversos entraves burocráticos e legais que surgem após o falecimento de um ente querido. Entre os principais desafios, estão elencados:

  1. Obtenção da certidão de óbito – Uma das primeiras tarefas, após o falecimento, é obter a certidão de óbito, que é necessária para lidar com uma série de questões legais, como a designação da escolha entre a cremação e o sepultamento, transferência de bens, processos de seguro e aposentadoria, entre outros. A assistência funeral deve facilitar esse processo, ajudando a preencher os formulários necessários e coordenando, com as autoridades competentes, para garantir a correta emissão da certidão.
  2. Trâmites legais para cremação ou sepultamento – Dependendo das leis locais e das preferências da família, podem ser necessários diferentes trâmites legais para realizar a cremação ou o sepultamento do falecido. A assistência funeral deve orientar a família sobre os requisitos legais e ajudar a obter as permissões necessárias junto às autoridades competentes.
  3. Documentação relacionada ao seguro de vida – Se o falecido possuía um seguro de vida com cobertura para funerais, é necessário entrar em contato com a seguradora e apresentar a documentação necessária para solicitar o pagamento do benefício. A assistência funeral pode ajudar a organizar essa documentação e a comunicar-se com a seguradora.
  4. Orientações sobre abertura de inventário – Após o falecimento, pode ser necessário transferir a propriedade de bens e ativos do falecido para os seus herdeiros. A assistência funeral pode fornecer orientações sobre os procedimentos legais necessários e ajudar na preparação da documentação necessária.
  5. Questões relacionadas ao funeral e à cremação ou sepultamento – A assistência funeral também lida com uma série de questões práticas relacionadas ao funeral, cremação ou sepultamento, como a escolha do local da cerimônia, a contratação de serviços de transporte, a preparação do corpo e a coordenação do cerimonial, além de todos os detalhes logísticos para garantir que o funeral seja realizado de acordo com os desejos da família e dentro dos parâmetros legais.

“Esses, são apenas alguns exemplos, dos muitos entraves burocráticos e legais que uma assistência funeral pode ajudar a resolver, aliviando a carga sobre a família enlutada e permitindo que se concentrem no processo de luto e despedida”, afirma Mello.

Para concluir, ele ressalta que os serviços de uma assistência funeral completa não se limitam a, apenas, organizar um evento, pois oferecem um apoio abrangente e humano em um momento de extrema fragilidade. “Contratar uma assistência funeral é investir em paz de espírito, para você e sua família, garantindo que o processo de despedida seja conduzido com respeito, dignidade e compaixão”. 

Para mais informações, basta acessar: https://www.crematoriosaojoao.com.br/home

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Como as empresas podem diminuir os altos reajustes em seus planos de saúde?

Muitas empresas não sabem, mas é possível reduzir os reajuste anuais de seus planos de saúde. O RH pode ajudar na conscientização dos funcionários quanto ao bom uso do plano e uma corretora de benefícios pode auxiliar no monitoramento e controle de custos plano de saúde visando à redução dos reajustes anuais.

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Rio de Janeiro, RJ 18/6/2024 – As empresas que oferecem o benefício do plano de saúde aos seus funcionários precisam estar assessoradas por uma corretora especializada no assunto.

Muitas empresas não sabem, mas é possível reduzir os reajuste anuais de seus planos de saúde. O RH pode ajudar na conscientização dos funcionários quanto ao bom uso do plano e uma corretora de benefícios pode auxiliar no monitoramento e controle de custos plano de saúde visando à redução dos reajustes anuais.

Toda pessoa que paga por um plano de saúde empresarial já deve ter notado os altos reajustes, em especial nos últimos 3 anos. Em alguns casos, os reajustes superaram 30%. Sabe-se que a utilização dos planos aumentou muito após a pandemia da Covid-19. Outro fator, oculto e silencioso, também é um grande responsável por estes aumentos: a enorme quantidade de fraudes no uso dos planos de saúde. Neste contexto desafiador, o que as empresas podem fazer para reduzir seus custos com o plano de saúde empresarial?

O que determina os reajustes dos planos de saúde?

Entender os fatores que determinam os reajustes dos planos de saúde é fundamental para compreender o que as empresas podem fazer proativamente para reduzir seus custos dos seus planos de saúde. Há 2 fatores por trás da equação do aumento dos planos:

  • A Variação dos Custos Médicos Hospitalares (VCMH), índice mais conhecido como inflação médica;
  • A taxa de sinistralidade da operadora, que é o quanto a operadora gastou com a prestação dos serviços médicos dividido por quanto ela arrecadou com as mensalidades.

O VCMH é um fator sobre o qual temos menos controle, mas uma coisa é certa: com o avanço da tecnologia na área médica e tratamentos mais modernos, sua tendência é de alta. A inflação médica tende a ser sempre mais alta que o IPCA.

Sobre sinistralidade, tipicamente, as operadoras têm como meta alcançar uma razão de pelo menos 70% entre o que gastou e o que recebeu. Este número, que seria o máximo aceitável pela operadora de saúde, é conhecido como breakeven do plano. Se a sinistralidade ficar acima do breakeven, pode-se esperar um grande aumento do plano no próximo exercício.

O impacto das fraudes

Segundo o Instituto de Estudos da Saúde Suplementar, IESS, em 2022, estima-se que as fraudes tenham gerado perdas de até R$ 34 bilhões aos planos de saúde no Brasil. Entre as fraudes mais comuns, encontram-se:

  • Fracionamento de recibos, para maiores reembolsos
  • Notas fiscais falsas
  • Solicitação de reembolso de procedimentos não realizados
  • Cobranças por procedimentos ou exames não realizados
  • Empréstimo da carteirinha para outra pessoa
  • Adulteração do tipo de atendimento, declarando procedimentos não cobertos, principalmente estéticos, como outro tipo, coberto.

As fraudes aumentam muito o índice de sinistralidade das operadoras, resultando em maiores reajustes e aumento geral nos preços.

Neste contexto desafiador, há algumas iniciativas que as empresas podem fazer para que seus planos de saúde reajustem menos.

  1. Orientar sobre o uso racional do plano de saúde

As empresas devem orientar os funcionários sobre a importância de se utilizar o plano de saúde com parcimônia. Por exemplo: não correr para o pronto-socorro ao primeiro mal-estar ou febre. Muitas vezes, a teleconsulta, já disponível na maioria dos planos de saúde, pode ajudar o usuário a determinar a gravidade do problema.

Outro exemplo de uso racional seria priorizar a rede credenciada em vez da rede particular, que, quando usada com reembolso, é mais custosa. Este cuidado deve ser ainda maior na parte de exames já que, na maioria dos casos, principalmente nos planos bons, que possuem reembolso, há ótimos laboratórios credenciados.

  1. Focar na prevenção de doenças

A prevenção de doenças, principalmente as graves, é sempre mais barato que o tratamento tardio delas. Por isso, os exames preventivos de doenças como câncer de mama, de cólon de útero e de próstata devem ser feitos regularmente pela população onde estes são recomendados. O RH das empresas deve estimular os exames preventivos, aproveitando as campanhas já existentes, como Outubro Rosa e Novembro Azul, ou criando comunicações específicas e adicionais sobre o tema.

  1. Ter dados sobre o perfil dos colaboradores

Para o RH trazer comunicações e ações eficazes é fundamental entender o perfil dos colaboradores da empresa. Por exemplo: em uma população composta majoritariamente de homens, talvez não valha a pena gastar muito tempo falando da importância do pré-natal bem feito. No entanto, se o RH souber que estão ocorrendo muitos atendimentos ortopédicos, sobretudo por dores de coluna, talvez seja necessário rever a ergonomia de mesas e cadeiras do escritório ou promover algum tipo de ação in-company, como ginástica laboral ou quick massage.

  1. Auditoria, análise e controle da utilização

Educar é bom, mas controlar é ainda melhor. Se a empresa souber, por exemplo, que o uso do reembolso aumentou consideravelmente, o que é péssimo para a sinistralidade do plano, ela pode chegar à conclusão que ou há um problema de rede credenciada em alguns locais ou os funcionários estão cometendo abusos ou até fraudes.

Pode-se também verificar os top prestadores, para entender onde o plano tem sido usado com mais frequência e, eventualmente, detectar algum padrão suspeito, como por exemplo, clínicas de estéticas disfarçadas de clínicas dermatológicas. E, como último exemplo, com um bom monitoramento, pode-se ver como está o uso da telemedicina e como estão os exames preventivos entre a população indicada para tais, e estimular comportamentos desejados.

Implementar estes 4 pontos nas empresas não é trivial, mas fica mais fácil se elas utilizarem um sistema de Business Intelligence (BI) em Saúde. As empresas podem contratar um BI de Saúde através de corretoras de benefícios especializadas.

O diretor da unidade de Benefícios Corporativos da Garantia Corretora de Seguros, Marcelo Pinto, comenta: “As empresas que oferecem plano de saúde aos seus funcionários precisam estar assessoradas por uma corretora especializada no assunto. Na Garantia, implementamos, sem custo algum para o cliente, um sistema de BI de Saúde em todos os nossos clientes com mais de 100 vidas, treinamos o RH para sua utilização, e entregamos relatórios mensalmente sobre a utilização. E, principalmente: quando se aproxima o reajuste anual, utilizamos os dados obtidos como argumentos de negociação para reduzir o custo para nossos clientes.”

Comunicar e orientar sobre a correta utilização dos planos de saúde é importante para os RHs, mas monitorar é mais efetivo. Neste sentido, ter o suporte de uma corretora especializada no assunto faz toda a diferença.

 

Website: http://www.garantiaseg.com.br

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Encontro de Relações com Investidores debate diversidade nas empresas

Painel do 25° Encontro Internacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais debaterá “O que significa ter um Conselho e Diretoria diversa? Como o RI deve se posicionar em relação ao tema?” no dia 25 de junho de 2024, das 12:30 às 14:00.

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São Paulo, SP 18/6/2024 –

Painel do 25° Encontro Internacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais debaterá “O que significa ter um Conselho e Diretoria diversa? Como o RI deve se posicionar em relação ao tema?” no dia 25 de junho de 2024, das 12:30 às 14:00.

O painel 6 da 25ª edição do Encontro Internacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais realizará debate sobre “O que significa ter um Conselho e Diretoria diversa? Como o RI deve se posicionar em relação ao tema?” no dia 25 de junho de 2024, das 12:30 às 14:00, no Teatro B32, Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.732, em São Paulo (SP).

O painel terá como moderadora Anna Guimarães, Presidente do Conselho Consultivo do 30% Club, e como debatedores: Andréa Nogueira, Diretora de Gente, Gestão e Sustentabilidade da M. Dias Branco; Fernando Luciano Pereira, Diretor de Gestão de Pessoas da Vivo; e Jvan Gaffuri, Diretor ESG Benchmarking da S&P Global Sustainable.

Promovido anualmente pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) e pela Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABRASCA), a 25ª edição do Encontro de RI e Mercado de Capitais ocorrerá nos dias 24 e 25 de junho de 2024.

O evento tratará de temas como: “Digital Verde – Aspectos regulatórios e não regulatórios: o que as empresas podem esperar”; apresentação da Pesquisa Deloitte IBRI “O protagonismo estratégico do RI: como a Comunicação, as novas regulações de ESG e a Inteligência Artificial podem influenciar o valor das empresas”; “As novas fronteiras da Análise de Mercado – Sell side e buy side – evolução”; “Perspectivas do Mercado de Capitais brasileiro – visão de equity e dívida”; “Mudanças Contábeis – S1 e S2 – regras IFRS a serem adotadas”; “Inteligência Artificial aplicada à Área de RI – Status Atual e Perspectivas”; e “O que significa ter um Conselho e Diretoria diversa? Como o RI deve se posicionar em relação ao tema?”.

O 25º Encontro Internacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais já conta com o patrocínio das seguintes empresas: Brasil, Bolsa, Balcão (B3); Banco do Brasil: blendOn; Bradesco; BTG Pactual; Cescon Barrieu Advogados; Closir; Deloitte; Itaú Unibanco; Luz Capital Markets – Printer; MZ; Petrobras; Report; S&P Global Market Intelligence; Sumaq; TheMediaGroup; VALE; e Valor Econômico.

Além disso, há o apoio institucional das seguintes entidades: Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ABRAPP); Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP); Associação de Investidores no Mercado de Capitais (AMEC); Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias (ANCORD); Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Brasil (APIMEC Brasil); CFA Society Brazil; Conselho Regional de Economia do Estado de São Paulo (CORECON-SP); Fundação de Apoio aos Comitês de Pronunciamentos Contábeis e de Sustentabilidade (FACPCS); Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (IBEF-SP); Instituto de Auditoria Independente do Brasil (IBRACON); e Instituto Brasileiro de Direito Empresarial (IBRADEMP).

Credenciamento de Imprensa:

credenciamento@digitalassessoria.com.br

Para mais informações e inscrições, basta acessar:

https://www.encontroderi.com.br/

Website: http://www.ibri.com.br

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INSS mantém antecipação de pagamento de benefícios no Rio Grande do Sul em junho

Devido a calamidade pública, o INSS resolveu permanecer realizando os pagamentos antecipados para os beneficiários que residem no Rio Grande do Sul.

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18/6/2024 – A antecipação dos pagamentos é uma ação essencial para proporcionar um alívio imediato às famílias afetadas pelas chuvas

Devido a calamidade pública, o INSS resolveu permanecer realizando os pagamentos antecipados para os beneficiários que residem no Rio Grande do Sul.

O INSS anunciou a continuidade da antecipação do pagamento de benefícios previdenciários para os residentes de municípios em estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul. Os valores serão depositados no dia 24 de junho de 2024, em uma única parcela, conforme determinação do Ministério da Previdência Social.

Essa medida, que já havia sido adotada em meses anteriores, visa apoiar aposentados, pensionistas e beneficiários do BPC que estão enfrentando dificuldades financeiras decorrentes das enchentes e tempestades que atingiram a região. 

“A antecipação dos pagamentos é uma ação essencial para proporcionar um alívio imediato às famílias afetadas pelas chuvas”, observa João Adolfo, especialista em finanças e proprietário da João Financeira.

Detalhes dos benefícios antecipados

A antecipação é para quem recebe aposentadoria, pensão e BPC, e excluí benefícios temporários como auxílio-doença, auxílio-acidente, salário-maternidade e auxílio-reclusão. 

Segundo informações divulgadas pelo INSS, e conforme dito anteriormente, os beneficiários nas áreas afetadas receberão seus pagamentos em 24 de junho. No entanto, no restante do país, o pagamento seguirá o calendário normal, baseado no número final de identificação do benefício e no valor a ser recebido. Aqueles que recebem um salário mínimo recebem primeiro, como de costume.

O calendário de pagamentos para os beneficiários do Rio Grande do Sul é simples e direto, com todos os pagamentos sendo feitos no dia 24 de junho. Para os demais estados, o calendário escalonado segue até o início de julho. 

“É fundamental que as pessoas afetadas estejam cientes dessa antecipação para poderem se planejar financeiramente e utilizar seus benefícios da melhor forma possível, para se reerguer”, acrescenta João Adolfo.

Calendário de pagamento de junho no Rio Grande do Sul

Para os beneficiários do Rio Grande do Sul, o calendário de pagamento é o seguinte:

– Todos os beneficiários (dígito final do benefício de 0 a 9): 24 de junho

Calendário de pagamento no resto do país

Quem recebe um salário mínimo

  • Dígito final do benefício 1: 24 de junho
  • Dígito final do benefício 2: 25 de junho
  • Dígito final do benefício 3: 26 de junho
  • Dígito final do benefício 4: 27 de junho
  • Dígito final do benefício 5: 28 de junho
  • Dígito final do benefício 6: 1 de julho
  • Dígito final do benefício 7: 2 de julho
  • Dígito final do benefício 8: 3 de julho
  • Dígito final do benefício 9: 4 de julho
  • Dígito final do benefício 0: 5 de julho

Quem recebe acima de um salário mínimo

  • Dígitos finais do benefício 1 e 6: 1 de julho
  • Dígitos finais do benefício 2 e 7: 2 de julho
  • Dígitos finais do benefício 3 e 8: 3 de julho
  • Dígitos finais do benefício 4 e 9: 4 de julho
  • Dígitos finais do benefício 5 e 0: 5 de julho

Processo de liberação dos benefícios

Os pagamentos do INSS são realizados com base no mês de competência, sendo os valores liberados no final de cada mês, estendendo-se até o início do mês seguinte. A antecipação tem o objetivo de minimizar o impacto das calamidades naturais sobre a vida dos beneficiários, oferecendo um suporte financeiro essencial em momentos de crise. 

“Essas antecipações garantem que as pessoas mais vulneráveis tenham acesso rápido aos seus benefícios, ajudando a manter a dignidade e a subsistência em tempos de emergência”, explica João Adolfo.

Direito ao benefício e consultas

Todos os segurados que recebem um benefício previdenciário de longa duração têm direito ao pagamento mensal conforme o calendário anual do INSS. Para os moradores das áreas em calamidade no Sul, os valores antecipados serão disponibilizados em 24 de junho.

Os beneficiários podem consultar seus valores e datas de pagamento através do portal Meu INSS ou pelo aplicativo disponível nas lojas Play Store (Android) e App Store (iOS). A consulta também pode ser realizada via Central de Atendimento 135, onde é necessário fornecer o número do CPF e confirmar informações cadastrais para evitar fraudes.

Atendimento e suporte

Em complemento às medidas de antecipação de pagamento, o INSS reforça a importância do suporte técnico e atendimento aos beneficiários afetados pelas chuvas. Técnicos da Caixa Econômica Federal estão sendo deslocados para o Rio Grande do Sul para auxiliar as prefeituras locais na implementação de planos de recuperação e na orientação dos cidadãos sobre como acessar o saque calamidade do FGTS.

 “O apoio técnico e a orientação adequada são fundamentais para os beneficiários poderem usufruir de seus direitos sem complicações”, destaca João Adolfo.

Em suma, a antecipação do pagamento de benefícios do INSS para os moradores das áreas afetadas no Rio Grande do Sul é uma medida essencial para garantir a estabilidade financeira e o bem-estar dos beneficiários em tempos de dificuldade. A ação coordenada entre o INSS, o Ministério da Previdência Social e a Caixa Econômica Federal demonstra o compromisso do governo em oferecer suporte imediato à população atingida por desastres naturais. 

“Garantir que os recursos cheguem rapidamente às mãos daqueles que mais necessitam é uma questão de justiça social e um dever do Estado”, conclui João Adolfo.

Como consultar e solicitar serviços

Os beneficiários podem consultar os valores e datas dos pagamentos de seus benefícios através do portal Meu INSS, disponível na internet, ou pelo aplicativo Meu INSS. Para acessá-los, é necessário realizar um cadastro no Portal Gov.br. No site ou no aplicativo, os beneficiários podem visualizar o extrato de pagamento, verificar empréstimos consignados e até mesmo solicitar o pagamento de benefícios não recebidos. 

Caso a pessoa não tenha acesso à internet, as consultas e solicitações também podem ser feitas pela Central de Atendimento 135, disponível de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h. O beneficiário deverá fornecer o número do CPF e confirmar informações cadastrais para garantir a segurança dos dados e evitar fraudes.

Website: https://jornaljf.com.br/

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