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Adesões aos consórcios crescem e negócios superam R$ 140 bi

Em maio, participantes ativos atingem 10,59 milhões e sinalizam perspectivas otimistas para o sistema de consórcios em 2024

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Atibaia, SP 21/6/2024 – Ao se aproximar o final do semestre, os resultados confirmam a estimativa de crescimento da modalidade, apoiada principalmente na confiança dos brasileiros

Em maio, participantes ativos atingem 10,59 milhões e sinalizam perspectivas otimistas para o sistema de consórcios em 2024

Ao encerrar o quinto mês do ano, o Sistema de Consórcios contabilizou crescimento de 6,1% na somatória de vendas de cotas demonstrando continuidade no interesse e na confiança do consumidor para, apoiado na essência da educação financeira, planejar seu futuro na aquisição de bens e contratação de serviços pelo mecanismo de autofinanciamento.

De janeiro a maio, o acumulado comercializado totalizou 1,73 milhão de adesões versus 1,63 milhão somadas naquele mesmo período de 2023. O total de negócios chegou a R$ 140,71 bilhões, 21,8% acima dos R$ 115,52 bilhões, anteriores de 2023.

Do volume alcançado, a distribuição por setor ficou assim: 707,46 mil de cotas contratadas para veículos leves; 540,88 mil de motocicletas; 339,77 mil de imóveis; 95,85 mil de veículos pesados, 30,52 mil de eletroeletrônicos; e 19,89 mil de serviços.

Ao registrar alta de 10,5%, o tíquete médio de maio do ano passado que era R$ 75,77 atingiu R$ 83,74 no mesmo mês deste ano. 

O total de consorciados ativos atingiu 10,59 milhões em maio, 10,8% maior que os 9,56 milhões anotados no mesmo mês do ano passado.

Dividida por setor, a totalização dos participantes ativos apontou: 43,4% em veículos leves; 27,9% em motocicletas; 17,3 em imóveis; 7,6% em veículos pesados; 2,4% em eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 1,4% em serviços.

Paralelamente, no acumulado de consorciados contemplados, nos mesmos cinco meses deste ano, o resultado anotou 717,76 mil, 6,6% acima das 673,20 mil, resultado do mesmo período de 2023.

Os créditos concedidos nas contemplações corresponderam a R$ 40,96 bilhões, potencialmente injetados na cadeia produtiva, 23,0% sobre os R$ 33,29 bilhões de um ano atrás.

Do total de consorciados contemplados de janeiro a maio, que somou 717,76 mil, incluiu: 313,48 mil de motocicletas; 284,42 mil de veículos leves; 46,55 mil de imóveis; 34,26 mil de veículos pesados; 23,61 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 15,45 mil de serviços.

Nos tíquetes médios de maio dos últimos cinco anos, observou-se evolução nominal de 79,4% nos avanços dos valores assinalados.

Ao descontar a inflação (IPCA) de 29,9%% do período, na relação da diferença de R$ 46,69 mil, em maio de 2020, para R$ 83,74 mil, no mesmo mês de 2024, houve valorização real de 38,1%.

“Ao se aproximar o final do semestre, os resultados confirmam a estimativa de crescimento da modalidade, apoiada principalmente na confiança dos brasileiros. A expectativa para o ano é de otimismo, visto que o consumidor está cada vez mais consciente da importância de planejar suas finanças pessoais, correlatas à essência da educação financeira. Em paralelo, tem havido aumento gradativo da renda média familiar e desaceleração do desemprego”, esclarece Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

A potencial participação dos consórcios na cadeia produtiva

Ao planejar e conquistar seus objetivos, os consorciados agregam mais negócios aos diversos segmentos da cadeia produtiva, tanto nos segmentos comercial como no industrial, comprovando a potencial contribuição dos consórcios ao desenvolvimento econômico.

Ano após ano, a modalidade tem estado mais presente em setores como, por exemplo, o de duas rodas que, só nos cinco primeiros meses deste ano, teve contemplados com potencial aquisição de uma moto a cada duas comercializadas no mercado interno, contribuindo para o forte crescimento da produção no período. No setor automotivo, a potencial presença esteve em um a cada três veículos leves comercializados no país.

Um outro exemplo de participação pode ser verificado no mercado de veículos pesados, onde a modalidade marcou uma a cada três comercializações de caminhões negociados para ampliação ou renovação de frotas do setor de transportes, com destaque especial para utilização no agronegócio.

A crescente presença dos consórcios na economia brasileira pode ser confirmada pelos volumes de consorciados contemplados com seus respectivos créditos concedidos. Nas liberações acumuladas no período, o Sistema atingiu 32,5% de potencial presença no setor de automóveis, utilitários e camionetas. No de motocicletas, houve 40,9% de possível participação, e no de veículos pesados, a relação só para caminhões foi de 34,3%, nos cinco meses.

Em paralelo, no segmento imobiliário, no total do primeiro quadrimestre do ano, as contemplações representaram potenciais 20,6% de participação no total de 186,49 mil imóveis financiados, incluindo recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Ao somar esses números com os recursos disponibilizados pelo consórcio, tivemos aproximadamente um imóvel adquirido pelo Sistema, a cada cinco comercializados.

A um mês de completar o primeiro semestre, a economia brasileira vem registrando conjunturas positivas, mês a mês, em diversos segmentos produtivos. Enquanto no setor industrial, apesar de algumas oscilações, a performance anotou crescimento de 3,5% neste ano, em relação ao anterior, no de serviços também mostrou expansão e no do comércio esteve estável. Ainda, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria automobilística sinalizou melhoria na produção recente de automóveis, caminhões, autopeças e ônibus.

A taxa de desemprego do país, no primeiro trimestre de 2024, foi de 7,9%, apontando uma retração de 0,9 ponto percentual na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, quando estava em 8,8%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD). Registre-se ainda que, no primeiro trimestre deste ano o PIB – Produto Interno Bruto, cresceu 0,8% de acordo com o IBGE.

“Com o atual desempenho econômico nacional, apesar do registro de alta da inflação, pode-se creditar os bons resultados do Sistema de Consórcios às oportunidades geradas com o aumento de pessoas ocupadas e, por decorrência, mais massa de rendimentos na economia. Desta forma, continuamos acreditando na ampliação de 5% a 10% nas adesões aos consórcios. Aliás, somente de janeiro a maio, o acumulado já chegou a 6,1%”, destaca Rossi.

Website: http://www.abac.org.br

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Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

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São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

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São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

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São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

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