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A educação financeira influi nas adesões ao consórcio

Em 23 anos, a expansão dos consorciados foi de 212,7%, enquanto a população economicamente ativa cresceu 29,1%

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Atibaia, SP 1/7/2024 – Ao compreender o mecanismo de cada item financeiro, temos um consumidor mais consciente e seguro ao tomar decisões que impactam suas finanças pessoais

Em 23 anos, a expansão dos consorciados foi de 212,7%, enquanto a população economicamente ativa cresceu 29,1%

O sistema de consórcios tem registrado crescimento ao longo dos últimos anos em razão do maior conhecimento do consumidor sobre educação financeira.

Diversas pesquisas já foram feitas, objetivando analisar o avanço constante do mecanismo entre os brasileiros. Ao procurar relacionar o aumento dos números do consórcio com outras variáveis econômicas, em busca de correlações, não houve justificativas sobre sua evolução no decorrer das várias fases da economia.

Na definição de educação financeira, a Estratégia Nacional de Educação Financeira – ENEF, promovida pelo Governo Federal, aponta ser um processo no qual os indivíduos melhoram sua compreensão em relação ao dinheiro e produtos com informação, formação e orientação.

“Ao compreender o mecanismo de cada item financeiro”, explica Luiz Antonio Barbagallo, economista da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), “temos um consumidor mais consciente e seguro ao tomar decisões que impactam suas finanças pessoais”, complementa.

Recentes estudos elaborados pela assessoria econômica da ABAC, mencionam que renda é um dos fatores preponderantes na decisão para adesão do consumidor ao consórcio.

“Contudo, não é apenas esta a causa”, diz o economista. “Além da renda, que sem dúvida é um fator econômico indispensável – pois sem ela não há poder de compra, o brasileiro adere ao mecanismo por entender sua importância no planejamento financeiro pessoal”, detalha ao afirmar ainda que: “Deixar o imediatismo do consumo de lado e investir planejadamente na aquisição de bens e serviços é educação financeira pura”.

Em uma análise comparativa, considerando o crescimento da população economicamente ativa (PEA), de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o aumento do total de participantes ativos do Sistema de Consórcios, baseado nos informes anuais da ABAC, observou-se uma intensa influência da educação financeira de 2001 a 2023.

Na tabela, verifica-se que a expansão dos consorciados foi superior ao avanço da PEA. Enquanto os primeiros evoluíram 212,7% naquele período, o outro foi apenas 29,1%. “Isto indica que há mais e mais consumidores economicamente ativos aderindo aos consórcios nos últimos vinte e três anos”, entende Barbagallo.

Independentemente da classe social do consumidor, considerando o consórcio como importante na inclusão social, a adoção de boas práticas financeiras tem sido fundamental na busca da qualidade de vida.

“O Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer nessa área”, afirma Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC. “Todavia, é possível notar progresso nas tomadas de decisões”.

Enquanto em 2001 os participantes ativos do Sistema de Consórcios representavam 3,9% da PEA, ao final de 2023 esse percentual saltava para 9,4%. “Em 23 anos, mais que duplicou a presença daqueles que colocaram o planejamento financeiro à frente das compras por impulso”, completa Rossi.

O levantamento feito pela assessoria econômica da entidade assinalou ainda que, em períodos de turbulências econômicas vivenciadas no país, o consórcio apareceu como opção segura para alocação dos recursos dos consumidores. “Pode-se verificar picos de participação quando da recessão de 2015 e durante a pandemia, em 2020”, registra Barbagallo.

No início do ano, os usuários e os conhecedores da modalidade, entrevistados em pesquisa realizada pela Kantar Divisão de Pesquisa de Mercado, Insights e Consultoria da WPP a pedido da ABAC, mais de uma vez, reafirmaram as motivações que os levaram a participar dos consórcios: “O consórcio é um jeito de guardar dinheiro”, “As parcelas eram compatíveis com a minha renda e parcelas cabiam no meu bolso”, e, “Tem menores custos e menos taxas que outras formas de adquirir um bem”.

Trata-se de razões que justificam o fortalecimento do otimismo em relação à conscientização do brasileiro na abordagem das questões financeiras. “O consórcio é um mecanismo que facilita as boas práticas do planejamento individual, profissional, familiar e empresarial, além de ser um indutor do desenvolvimento econômico do país”, finaliza Rossi.

Website: http://www.abac.org.br

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Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

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São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

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São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

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São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

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