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Consultoria de Recursos Humanos: mercado deve crescer 4,96%

Relatórios recentes mostram que o tamanho desse mercado é estimado em US$ 323,88 bilhões em 2024 e deverá atingir US$ 431,89 bilhões até 2029, o que representa 4,96% de crescimento até 2029

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em

12/6/2024 –

Relatórios recentes mostram que o tamanho desse mercado é estimado em US$ 323,88 bilhões em 2024 e deverá atingir US$ 431,89 bilhões até 2029, o que representa 4,96% de crescimento até 2029

O mercado de serviços de consultoria de recursos humanos está em constante expansão e desempenha um papel crucial na otimização de processos e na melhoria da eficiência das organizações. De acordo com relatórios recentes, o tamanho desse mercado é estimado em US$ 323,88 bilhões em 2024 e deverá atingir US$ 431,89 bilhões até 2029, crescendo a uma taxa anual composta (CAGR) de 4,96% durante o período de previsão (2024-2029).

As empresas de consultoria oferecem serviços que ajudam as organizações a aprimorar sua eficiência. Em seleção de pessoas, elas analisam as operações e identificam, através de alinhamentos, qual o perfil ideal para aquela posição. A diretora da Enterpriserh, Liane Sanerip, explica que uma consultoria de recursos humanos especializada pode maximizar o ingresso do candidato certo à empresa, acentuando a produtividade e evitando possíveis perdas. Ela acrescenta algumas dicas de como escolher a consultoria ideal:

“Se a consultoria é especialista em atender grande demanda de vagas como temporárias, sazonais ou operacionais, provavelmente oferecerá serviço onde a quantidade é o mais importante”, afirma. 

“Ao passo que se a consultoria possui comunicação com o cliente para abordar necessidades específicas do perfil, destacando habilidades e experiências relevantes, ou seja, alinhamento da necessidade de forma individualizada, sua vaga tende a ser melhor examinada e a assertividade do candidato é aumentada, neste caso a qualificação é o mais importante”, complementa.

A demanda por serviços de consultoria de gestão está em ascensão devido ao forte crescimento econômico nos mercados europeus, reformas regulatórias no setor financeiro, externalização de operações de back-end para economias de baixo custo e investimentos públicos. Além disso, o crescimento econômico acelerado, a consultoria digital emergente e a globalização também impulsionam o setor. “Ouvir o cliente é fundamental. Ele precisa se sentir entendido e a consultoria não pode ter nenhuma dúvida da vaga no momento da busca”, relata a diretora.

Segundo o relatório, mudanças regulatórias, como o Brexit e o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia, aumentaram a demanda por consultoria em várias áreas de serviço. Organizações multinacionais buscam orientação de alto valor para cumprir regulamentações, o que contribui para a procura por serviços de consultoria de gestão, desde apoio para recrutar e selecionar pessoas, até a gestão interna, como é o caso de estagiários.

A crescente complexidade dos projetos também representa um desafio significativo para a indústria de consultoria, impulsionando a necessidade de consultoria relacionada à eficiência operacional e processos de negócios. “No Brasil, temos muitas empresas de consultoria de recursos humanos, e a escolha de qual utilizar deve se basear no nível de qualificação que se espera do profissional a ser contratado”, relata Sanerip.

A diretora da Enterpriserh afirma ainda que o mercado continuará a crescer, impulsionado por mudanças econômicas, regulatórias e tecnológicas, bem como pela busca constante das organizações por melhorias e eficiência. “Empresas devem evitar contratações com o intuito de desempenhar parcialmente a função. Esses profissionais não entregam o suficiente e podem fazer com que a empresa, ao invés de postergar uma entrega satisfatória, acabem por perder negócios por meio de uma entrega ruim”, conclui.

Para saber mais, basta acessar: https://enterpriserh.com.br/

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Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

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São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

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São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

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São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

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