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Psicóloga explica como lidar com estresse pós-traumático

Cristina Florentino reforça como lidar com a situação e quais são os principais cuidados para quem precisa de ajuda

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São Paulo 20/6/2024 – Os traumas originados por desastres naturais têm características específicas devido à natureza abrupta e muitas vezes devastadora desses eventos

Cristina Florentino reforça como lidar com a situação e quais são os principais cuidados para quem precisa de ajuda

As tragédias naturais, como as enchentes devastadoras no Rio Grande do Sul, podem deixar marcas profundas não apenas no ambiente físico, mas também na psique das pessoas afetadas. Vítimas diretas e indiretas, incluindo equipes de resgate, terapeutas, jornalistas e a população em geral, se tornam suscetíveis ao desenvolvimento de transtornos, como o estresse pós-traumático (TEPT).

Relatórios divulgados pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul em parceria com a PUC RS indicam que a prevalência do TEPT em vítimas diretas de desastres, em um ano, varia entre 30% e 40%; para equipes de resgate, entre 10% e 20%; e para a população em geral, entre 5% e 10%, sendo a extensão da exposição ao desastre o principal fator para o desenvolvimento da doença. O mesmo estudo também revela que a maioria das pessoas expostas a um trauma irá se recuperar, mas o tratamento é delicado e pode ser demorado. Por isso, é primordial divulgar informações confiáveis para amigos, familiares, terapeutas e todos os envolvidos no resgate e acolhimento das pessoas afetadas pelas enchentes.

Diante desse cenário, profissionais têm desenvolvido conteúdos com o intuito de amenizar àqueles que estão em busca de uma ajuda e muitas vezes não sabem a quem recorrer. A psicóloga Cristina Florentino (CRP-SP 06-84874) tem realizado esse trabalho, ministrando em seu canal do YouTube alguns conteúdos para pessoas que estejam passando por essas situações.

“Os traumas originados por desastres naturais têm características específicas devido à natureza abrupta e muitas vezes devastadora desses eventos. Os principais fatores de risco incluem a extensão da exposição ao desastre, perda de entes queridos, destruição de propriedades e a própria ameaça à vida”, pontua Florentino.

A especialista reforça que os sintomas de TEPT e outros transtornos relacionados ao trauma podem incluir:

Sintomas intrusivos: flashbacks, pesadelos, pensamentos intrusivos;

Evitamento: evitar lugares, pessoas ou atividades que tragam memórias do evento;

Alterações cognitivas e de humor: dificuldade de concentração, pensamentos negativos persistentes, sentimento de culpa – inclusive por ter sobrevivido – e vergonha;

Alterações de excitação e atividade: irritabilidade, explosões de raiva, hiper vigilância, dificuldades para dormir;

Cristina Florentino ainda reforça que os primeiros cuidados psicológicos (PCP) são essenciais para a estabilização emocional imediata das vítimas de desastres. Segundo o Instituto Brasileiro de Trauma, esses cuidados incluem:

Oferecer apoio e cuidados práticos: fornecer informações claras e objetivas, ajudar a suprir necessidades básicas como comida, água e abrigo;

Escuta ativa e compassiva: ouvir as vítimas sem pressioná-las a falar sobre o trauma, validando seus sentimentos;

Garantir a segurança: proteger os sobreviventes de danos adicionais e criar um ambiente seguro;

Corregulação emocional: ajudar as vítimas a se autorregularem emocionalmente, utilizando técnicas de respiração e relaxamento;

Encaminhamento: identificar e encaminhar pessoas que necessitam de intervenção psicológica ou psiquiátrica especializada.

Tipo de abordagem influencia no resultado

De acordo com a psicóloga, durante tragédias e crises, as palavras que são escolhidas para abordar os sobreviventes podem ter um impacto duradouro. “Substituir frases potencialmente prejudiciais por alternativas que reconheçam e validem a experiência emocional dos afetados é crucial para facilitar a autorregulação. Sustentar um ambiente seguro, sem exacerbar o trauma, requer uma comunicação meticulosa e reflexiva, elementos essenciais no manejo eficaz do trauma”, afirma Cristina.

 A combinação dessas estratégias pode criar uma abordagem prática para a recuperação, permitindo que as vítimas de trauma desenvolvam habilidades para lidar com suas emoções, melhorar seu bem-estar geral e, de alguma forma, reduzir o risco de desenvolver doenças psiquiátricas mais graves.

Florentino destaca a importância de os sobreviventes de desastres naturais terem acesso garantido à saúde mental. Governos e instituições devem assegurar a oferta de serviços psicológicos e psiquiátricos acessíveis. Além disso, campanhas de conscientização sobre os sintomas do TEPT e a importância da busca por ajuda profissional são fundamentais. O suporte psicológico não deve ser apenas imediato, mas contínuo, para auxiliar na recuperação a longo prazo.

“O manejo de traumas decorrentes de tragédias naturais requer uma abordagem compreensiva que envolve a identificação de sintomas, a prestação de primeiros cuidados psicológicos e a implementação de estratégias de autocuidado e autorregulação emocional. É igualmente fundamental assegurar que os direitos dos sobreviventes ao acesso à saúde mental sejam respeitados e promovidos. A resiliência e a recuperação são possíveis com o apoio adequado, ajudando as vítimas a reconstruírem suas vidas após a adversidade”, finaliza.

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Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

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São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

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São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

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São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

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