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Serviços funerários vão além do velório e enterro

O trabalho das funerárias não se limita à preparação dos corpos e dos ritos de despedida, e guardam características interessantes e igualmente curiosas

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3/7/2024 –

O trabalho das funerárias não se limita à preparação dos corpos e dos ritos de despedida, e guardam características interessantes e igualmente curiosas

Como diz o clichê, a única certeza que se tem na vida é a morte.Se por um lado, esse é um tema que costuma deixar muitas pessoas tristes, por outro, também desperta curiosidade. Principalmente em relação às empresas e trabalhadores do ramo funerário, que convivem com o luto de seus clientes.

Segundo dados do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep) em pesquisa realizada pela Zurik Advisors e divulgados pela InfoMoney, o setor funerário movimenta cerca de R$ 13 bilhões por ano. Contudo, o valor gerado pelo mercado não é a coisa mais curiosa sobre o setor. Nem todo mundo sabe, por exemplo, que as funerárias são instituições históricas em todo o mundo.

Os funerais através do tempo

Os serviços funerários sempre estiveram presentes na história da humanidade. “Desde os tempos antigos, essas casas desempenharam papeis fundamentais, na preparação e honra aos falecidos”, explica Vinícius Chaves de Mello, CEO do Grupo Riopae, empresa ligada ao ramo funerário.

Um dos exemplos mais populares é o Egito Antigo. Parte importante para a cultura e a crença religiosa da época, as funerárias cuidavam do processo de mumificação, sendo responsáveis por deixar o corpo pronto para a vida após a morte. 

Na Europa medieval, também existiam locais chamados de “casas da morte”. Geralmente, ficavam próximas a igrejas e eram responsáveis por deixar o corpo pronto para a visitação, de forma similar ao trabalho que as funerárias realizam hoje.

Mesmo em países em que os serviços funerários são recentes, como os Estados Unidos, sempre houve grupos responsáveis pela preparação dos mortos. E, juntamente com a sociedade, as funerárias evoluíram segundo as mudanças culturais ao longo dos anos. 

“Por mais que as práticas possam ter mudado ao longo do tempo, a essência das funerárias como guardiãs do respeito e dignidade para os falecidos permaneceu constante”, aponta Mello.

Os agentes funerários de Jesus Cristo

Os serviços funerários estão descritos até na Bíblia. Exemplo disso é a história de José de Arimateia, envolta em lendas medievais e também entrelaçada à religião cristã. “Segundo as tradições, ele foi tio-avô de Jesus, tornando-se o seu tutor após a morte prematura de São José, esposo de Maria”, conta o CEO do Grupo Riopae.

Segundo o Novo Testamento, José de Arimateia conseguiu a permissão de Pôncio Pilatos para enterrar o corpo de Cristo em um túmulo onde hoje fica a Basílica do Santo Sepulcro. “Com a assistência de Nicodemos, [ele] preparou o corpo com panos de linho e o sepultou, com uma grande pedra à entrada, em um gesto que o tornou símbolo de devoção e cuidado póstumo na tradição católica”, aponta Mello.

Funerárias são mais do que velórios e enterros

Muitos acham que o trabalho da funerária se resume em preparar o velório e, em seguida, realizar o enterro. Mas os serviços funerários são bem mais abrangentes. Desde orientar os detalhes do planejamento da cerimônia a prestar assistência com trâmites burocráticos, os profissionais estão lá para ajudar.

“Além disso, as funerárias também desempenham um papel essencial na personalização das cerimônias de despedida. Cada família tem as suas próprias tradições e desejos específicos, e os diretores funerários estão capacitados para ajudar a criar serviços que reflitam a vida e os valores do falecido”, enfatiza.

Outro aspecto pouco conhecido é o de apoio aos enlutados. Com frequência os profissionais destas empresas prestam suporte emocional a eles, fornecendo recursos e orientação para que possam lidar com a perda. 

“Em resumo, as funerárias são mais do que locais de rituais funerários: são pilares de apoio comunitário, que oferecem conforto, orientação e serviços essenciais para ajudar as famílias a enfrentarem um dos momentos mais difíceis da vida”. 

As funerárias foram essenciais para a popularização do embalsamamento

A prática de preservação dos corpos não é nova – vide as múmias do Egito Antigo. Mas nem todo mundo sabe, mas ela foi de fundamental importância em um período intenso da história dos Estados Unidos.

Trata-se da Guerra Civil, em que centenas de soldados perderam suas vidas, muitos longe de suas casas. Neste caso, o embalsamamento foi fundamental para preservar os corpos e, assim, oferecer às famílias uma oportunidade de se despedirem. 

“A necessidade prática e emocional do embalsamamento durante a Guerra Civil Americana destacou a importância das funerárias, não apenas como prestadoras de serviços, mas como facilitadoras de rituais de despedida”, ressalta.

O surgimento dos funerais ecológicos

As funerárias também se tornaram proativas na prática de medidas sustentáveis e ecologicamente corretas ligadas aos ritos funerários. Para o CEO do Grupo Riopae, “este movimento em direção à sustentabilidade não apenas reforça o compromisso das funerárias com a comunidade e o meio ambiente, mas também destaca seu papel fundamental na promoção de valores éticos e responsáveis, em todos os aspectos da vida e da morte humanas”.

Um exemplo é a opção de caixões biodegradáveis feitos em materiais como bambu, que se decompõem de forma natural. “Esses caixões não só ajudam a preservar recursos naturais, mas também minimizam o impacto ambiental, associado aos métodos tradicionais de sepultamento”, explica Mello.

Outra opção ainda pouco conhecida é a hidrólise alcalina, processo que utiliza água, em vez de calor, para decompor o corpo, reduzindo as emissões de carbono. “Além de ser uma alternativa mais ecológica, a hidrólise alcalina, também consome menos energia e recursos, tornando-se uma escolha atraente, para aqueles preocupados com questões ambientais”.

Por fim, existem ainda os cemitérios ecologicamente corretos, projetados para permitir que a vegetação local se desenvolva de forma natural sobre os túmulos.

Para mais informações, basta acessar: https://www.crematoriosaojoao.com.br/home

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Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

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São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

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São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

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São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

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