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Filme DivertidaMente reflete emoções com o dinhheiro

Economista e educadora financeira Mila Gaudencio, consultora do will bank, explica, a partir do recém-lançado filme DivertidaMente 2, a relação entre as emoções e o dinheiro no dia a dia das pessoas

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São Paulo, junho de 2024 27/6/2024 – “Comemorar conquistas e sentir-se alegre faz parte do processo saudável da aquisição de um bem desejado”, diz Mila Gaudencio, consultora financeira do will bank

Economista e educadora financeira Mila Gaudencio, consultora do will bank, explica, a partir do recém-lançado filme DivertidaMente 2, a relação entre as emoções e o dinheiro no dia a dia das pessoas

Antes memos da estreia, o filme Divertida Mente 2, já era comentado e aguardando pelo público. A aparição de novas emoções como Ansiedade e Nostalgia, que se juntaram as já conhecidas Raiva, Tristeza, Nojinho, Medo e Alegria, animou a internet.  Mas o que todas essas emoções têm a ver com o dinheiro? Tudo, segundo a economista e educadora Mila Gaudencio, parceira do will bank, banco digital com mais de 7 milhões de clientes em todo o país. 

No primeiro filme, a história revela o processo de construção da personalidade da menina Riley por meio das memórias base e das emoções que, ludicamente, formavam as “ilhas de personalidade”. Na sala de controle, os sentimentos se reuniam para gerar um misto de sensações e confusões na garotinha. Com os novos personagens, o longa continua trazendo reflexões importantes para o sentir. Na onda do filme, o will bank traz para o centro da “sala de controle” as questões financeiras e a relação direta com as emoções. 

De acordo com a Mila, a relação emocional que as pessoas têm com o dinheiro permite uma correlação direta entre as emoções apresentadas no filme e o dia a dia dos brasileiros. Por isso, a estreia do longa é um bom momento para pensar no assunto. Mila ressalta que a relação entre dinheiro e emoções é uma pauta discutida há tempos. “A psicologia financeira é tema de estudo dos doutores Brad e Ted Klontz que em seu livro, ‘A mente acima do dinheiro’ afirmam que eventos emocionais  associados ao dinheiro nas primeiras fases da vida deixam marcas para a fase adulta. A pesquisa de Dismorfia Financeira reforça esse conceito. De acordo com o estudo, 79% das pessoas adultas gostariam de ter hoje coisas que não tiveram acesso quando eram crianças, um exemplo clássico da nostalgia”, explica a consultora. 

Os sentimentos representados no filme também são identificados no estudo de Dismorfia Financeira. Segundo os dados levantados pela pesquisa, realizada com mais de 2.000 pessoas de todo o Brasil, 88% sentem alegria ou satisfação em conquistar algo que outras pessoas duvidaram que elas conseguiriam. Enquanto 60% relatam ter medo de usar o crédito que é oferecido pelas instituições financeiras e não conseguir pagar. Para Mila, administrar essas emoções passa pelo planejamento e pelo conhecimento. “Comemorar conquistas e sentir-se alegre faz parte do processo saudável da aquisição de um bem desejado, porém, para que esse sentimento não se transforme em angústia lá na frente, é importante ter um planejamento prévio. O conhecimento gera segurança e permite uma tomada de decisão mais coerente e realista”, explica.

A inveja pode ser uma nova emoção para Riley, mas na vida adulta, o sentimento é um ponto de destaque na relação com as finanças. No estudo conduzido pelo will, a grama do vizinho parece sempre ser mais verde. Para 53% dos entrevistados, outras pessoas sempre estarão à frente deles mesmo se ganharem mais. Outros 52% afirmam que “ser rico” significa pertencer a grupos distantes da sua realidade e 71% dos respondentes creem que os outros ganham facilmente aquilo que eles precisam conquistar com muito esforço.

E a ansiedade, outra emoção nova para Riley, está presente em sintomas físicos de pessoas que foram questionadas sobre a vida financeira. Cerca de 16% dos homens e 13% das mulheres têm suor excessivo ao pedirem uma linha de crédito ao gerente do banco. O estudo ainda revela que 14% dos homens e 18% das mulheres apresentam dores de cabeça nesta mesma situação. Ainda sobre esse aspecto, a insônia é outro sintoma relatado por 10% dos homens e 14% das mulheres, seguido por tensão muscular, que aparece para 7% dos homens e 17% das mulheres.

“Administrar as emoções, como ensina o filme, é um processo de autoconhecimento que contribui para uma relação mais plena com o dinheiro, onde ele passa a ser instrumento e não fim. Ressignificar e entender os motivos pelos quais as emoções – positivas e negativas – afloram é fundamental para estabelecer um ponto de virada e reconexão com o dinheiro”, diz Mila.

Raiva, tristeza e vergonha também estão na central de controle das emoções dos respondentes da pesquisa. Mulheres (14%) sentem mais raiva que homens (13%) ao ter que pedir um empréstimo no banco, enquanto os homens (14%) expressam esse sentimento com mais frequência que as mulheres (8%) quando precisam pedir um empréstimo a parentes ou conhecidos.

Já a tristeza acomete cerca de 23% dos homens e 19% das mulheres quando o assunto é solicitação de empréstimo ao banco. E a vergonha está presente em 22% dos homens ao pedir um empréstimo e 24% nas mulheres.

“Produtos financeiros como empréstimos e cartões de crédito precisam ser entendidos e vivenciados como facilitadores, que têm o potencial de impulsionar projetos. Contudo, as tomadas de decisão precisam ser feitas em uma linha mais racional do que emocional – nem muito feliz, nem muito triste, ou ansioso ou com raiva – mas com foco em obter uma relação sustentável e prazerosa com as finanças”, aconselha Mila, que complementa: “Estar saudável financeiramente não significa ser rico, mas ter uma conexão equilibrada com o dinheiro”, diz.

*O estudo completo pode ser baixado, gratuitamente, no site de Dismorfia Financeira.

Website: http://willbank.com.br

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Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

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São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

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São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

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São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

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