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Dólar marca em julho maior valor desde janeiro de 2022

O dólar abriu a segunda com queda frente ao real nas primeiras negociações, próximo de R$ 5,60; especialista traça panorama sobre as variações cambiais nos últimos anos

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8/7/2024 –

O dólar abriu a segunda com queda frente ao real nas primeiras negociações, próximo de R$ 5,60; especialista traça panorama sobre as variações cambiais nos últimos anos

O dólar abriu a segunda (1° de julho) com queda frente ao real nas primeiras negociações, ainda próximo de R$ 5,60, como mostra a publicação da InfoMoney. No último mês, a moeda americana subiu 6,46% e, no acumulado do ano, 15,14%. No dia 26 de junho, o dólar fechou em R$ 5,519, o maior valor desde janeiro de 2022.

Uma publicação recente da InfoMoney chamou a atenção para o fato de que a divisa ganhou força em uma sessão em que as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram mal-recebidas por investidores, o que fez com que aumentasse a preocupação com a situação fiscal brasileira. Outro ponto destacado é que a moeda estadunidense se valorizou em escala global, repercutindo o posicionamento de integrantes do Federal Reserve dos EUA.

A cotação aumentou 1,20%, o maior valor desde 28 de janeiro de 2022, quando fechou a R$ 5,56. Durante o pregão, a máxima foi de R$ 5,526. Maurício Cardoso, assessor de investimento e especialista em mercado de ações e câmbio, explica que os principais fatores que impactam na variação cambial vêm das contas do governo são gastos e capacidade de endividamento, taxa de juros, balança comercial e o mais importante: confiança na gestão pública.

Cardoso possui vinte e um anos de experiência no mercado financeiro e já atuou em bancos nacionais e corretoras internacionais. Além disso, é especializado em bolsa de valores e câmbio.

“O dólar é um instrumento de proteção e também de investimento ao redor do mundo e, aqui no Brasil, ele ainda é mais forte, principalmente porque o real é uma moeda exótica ao olhar do investidor estrangeiro”, afirma.

“Quando vemos esses movimentos recentes, vem novamente o tema de confiança. Quando voltamos ao início do novo mandato do ministro Haddad, o arcabouço apresentado por ele foi muito bem recebido pelo mercado, abrindo um voto de confiança em toda a equipe econômica, gestão pública e do próprio presidente Lula”, observa Cardoso.

O especialista observa que, com o passar do tempo, os investidores – principalmente internacionais – foram recebendo diversos insights de que a meta fiscal apoiada pelo arcabouço não seria tão concluída com êxito.

“Um ano depois, as notícias de que os gastos estão sendo ultrapassados, a inflação ainda muito difícil de conseguir controlar e as sucessivas declarações do presidente e seus ministros sobre o comando do BC (Banco Central) e sua habilidade no tema dos juros gerou muito incerteza futura quando ao Brasil no tema de contas e equilíbrio orçamentário”, articula Cardoso. “Isso gera preocupação e vem a demanda por proteção, compra de dólar”, completa.

Além disso, prossegue, um ponto que o Brasil também vem enfrentando é os juros americanos. “Em resumo, olhando os Estados Unidos com juros anuais por volta de 5%, qual investidor tem interesse em buscar o Brasil com nossa taxa a 10,50% ao ano?”, questiona. “Pela qualidade do título americano, que é considerado o mais seguro do mundo, essa taxa é atrativa a todos”, considera.

Para concluir, Cardoso ressalta que, enquanto houver juros altos nas treasuries americanas, o Brasil terá um pouco mais de trabalho para conseguir atrair investimentos. “Isso é apenas um ponto, pois o trabalho de gestão das contas, gastos e orçamentos tem que continuar e ser mais eficiente”, complementa.

Para mais informações, basta acessar: 

https://www.linkedin.com/in/maur%C3%ADcio-cardoso-0a659814?utm_source=share&utm_campaign=share_via&utm_content=profile&utm_medium=ios_app

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Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

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São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

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São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

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São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

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