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Como ansiedade, depressão e burnout impactam empresas

A sociedade contemporânea, marcada por um ritmo acelerado e mudanças profundas nas percepções de objetivos e propósitos, tem presenciado um aumento de problemas mentais no ambiente corporativo, como ansiedade, depressão e burnout.

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19/6/2024 – “Com um ambiente de trabalho saudável, onde os colaboradores se sintam valorizados, colhemos resultados positivos”, André Costa, da Febrafar e da Farmarcas

A sociedade contemporânea, marcada por um ritmo acelerado e mudanças profundas nas percepções de objetivos e propósitos, tem presenciado um aumento de problemas mentais no ambiente corporativo, como ansiedade, depressão e burnout.

A sociedade contemporânea, marcada por um ritmo acelerado e mudanças profundas nas percepções de objetivos e propósitos, tem presenciado um aumento de problemas mentais no ambiente corporativo, como ansiedade, depressão e burnout. Esse cenário impõe desafios às empresas, exigindo uma atenção redobrada aos fatores que influenciam a saúde mental dos colaboradores.

“Nos últimos anos, a revolução tecnológica e a crescente digitalização foram intensificadas pela pandemia, além disso se tem o aumento da pressão e das metas dentro das empresas, com isso as frustrações são mais evidentes”, explica Vicente Beraldi Freitas, médico especializado em psiquiatria da Moema Medicina do Trabalho.

Ele complementa: “Vivemos em uma realidade onde as pessoas enfrentam dificuldades, como conviver com padrões irreais nas redes sociais e altos anseios, tornando-as mais sensíveis a gatilhos para problemas psiquiátricos.”

A mudança no perfil dos problemas de saúde dos trabalhadores é notável. Tatiana Gonçalves, sócia da Moema Medicina do Trabalho, observa que há 20 anos, os afastamentos eram majoritariamente por acidentes de trabalho e problemas ortopédicos. “Hoje, vemos um crescimento exponencial de pacientes com problemas psiquiátricos”, avalia.

Principais doenças e suas causas

Os transtornos de ansiedade, a depressão e a síndrome de burnout são doenças psiquiátricas marcadas por uma preocupação constante e excessiva com a possibilidade de eventos negativos.

Contudo, existem diferenças entre elas:

– Burnout: Uma condição caracterizada por exaustão extrema e sentimentos de frustração relacionados ao trabalho. Beraldi enfatiza a necessidade de diagnósticos precisos e acompanhamento por profissionais especializados. A atualização do Ministério da Saúde, que incluiu o burnout na lista de doenças relacionadas ao trabalho, reforça a importância do reconhecimento dos fatores psicossociais no ambiente corporativo.

– Crise de ansiedade: Caracterizada por uma preocupação constante e excessiva, pode levar a sintomas físicos como falta de ar, sudorese e arritmia. “A ansiedade é uma patologia desencadeada por fatores internos ou externos, exacerbada pela pandemia e a crescente digitalização,” explica Vicente Beraldi.

– Depressão: Uma doença crônica e recorrente que causa tristeza profunda e desesperança, afetando a capacidade funcional do indivíduo. É essencial procurar ajuda médica e diferenciar a tristeza patológica daquela transitória, provocada por eventos difíceis da vida.

Dentre as causas desses males estão vários fatores como estresse no trabalho e conflitos relacionados a competências, autonomia, relações com clientes, realização pessoal e falta de apoio social. Além de fatores organizacionais, causados por sobrecarga de trabalho, desalinhamento entre objetivos da empresa e valores pessoais, e isolamento social. Além disso, existem fatores pessoais, com relações familiares e amizades.

Rose Damélio, gerente de Recursos Humanos da Confirp Contabilidade, relata: “As áreas de recursos humanos devem estar cada vez mais próximas dos colaboradores, acompanhando desde a contratação e iniciando ações aprofundadas quando necessário.”

Vicente Beraldi Freitas sugere medidas para combater esses problemas:

  1. Grupos de vivência: Empresas podem criar grupos para lidar com situações e pessoas.
  2. Setor de acompanhamento: Desenvolvimento de setores para preparar e acompanhar as equipes.
  3. Ambientes colaborativos: Criação de ambientes justos e colaborativos para manter a saúde mental e a qualidade de vida dos colaboradores.

Melhorando o ambiente nas empresas

André Costa, diretor Administrativo e de Gente & Gestão da Febrafar e da Farmarcas, corrobora com essas ideias. Mas ele acrescenta que as iniciativas devem ir muito além de ações pontuais, deve ser repensada toda a estrutura da empresa. Ele destaca alguns pontos:

  1. Propósito e valores: É fundamental que as equipes compartilhem o propósito e os valores da empresa. Ao selecionar novos membros, buscar pessoas alinhadas com esses princípios para criar um ambiente de trabalho coeso e estimulante.
  2. Estrutura e processos maduros: Uma estrutura organizacional madura e processos bem definidos são essenciais para o funcionamento eficiente das equipes. Isso inclui desde o espaço adequado para trabalho até formas de recrutamento e seleção mais assertivas.
  3. Benefícios e políticas salariais: Oferecer benefícios atrativos além do salário é crucial. Exemplos são benefícios como licença-maternidade estendida, vale-creche e parceria com academias.
  4. Liderança para todos: A liderança deve ser desenvolvida em todos os níveis da organização. Assim se devem identificar talentos e fornecer formação em gestão, criando políticas de educação corporativa com bolsas de estudo e treinamentos.
  5. Inovação: Um ambiente propício à inovação deve ser prioridade, com diretrizes estratégicas claras e comunicação aberta entre os colaboradores. Um clima organizacional saudável favorece o surgimento de novas ideias.
  6. Endomarketing: Investir em ações de comunicação interna é fundamental, com reconhecimento e promoção do pertencimento à empresa, criando um ambiente de trabalho agradável e motivador.
  7. Desenvolvimento contínuo: É preciso promover nas empresas o crescimento profissional dos colaboradores por meio de planos de carreira, educação corporativa e treinamentos, desenvolvendo habilidades técnicas e comportamentais.

De acordo com André Costa, todos esses fatores são interligados e contribuem para a construção de uma equipe equilibrada e de alto desempenho. “Ao garantir um ambiente de trabalho saudável, onde os colaboradores se sintam valorizados e motivados, colhemos resultados positivos. O investimento em cuidado com as pessoas é tangível e imensurável,” ressalta Costa.

Empresas que investem na saúde mental de seus colaboradores criam um ciclo positivo de valorização e produtividade. A coerência entre discurso e prática dos valores corporativos, aliada a ações estruturadas e contínuas, é fundamental para um ambiente de trabalho saudável.

Assim, antes que esses males acometam os colaboradores, as empresas têm um papel crucial na revisão das condições de trabalho e na busca por qualidade de vida, garantindo que isso não impacte negativamente os resultados dos negócios.

Website: https://confirp.com.br/

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Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

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São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

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São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

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São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

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