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Mercado de dívidas apresenta nova forma de captação

O mercado de dívidas está se consolidando como uma alternativa viável para pequenas e médias empresas (PMEs) que buscam capital para expandir.

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Belo Horizonte 9/7/2024 – A captação de dívidas representa um aliado para empresas que desejam preservar sua participação acionária.

O mercado de dívidas está se consolidando como uma alternativa viável para pequenas e médias empresas (PMEs) que buscam capital para expandir.

Nos corredores financeiros, uma transformação está ganhando destaque: o mercado de dívidas está se consolidando como uma alternativa viável para pequenas e médias empresas (PMEs) que buscam capital para expandir. Tradicionalmente, muitas PMEs dependiam exclusivamente de empréstimos bancários para financiar suas operações e expansões. No entanto, o mercado de dívidas oferece uma nova abordagem, trazendo flexibilidade e potencial de crescimento.

Um estudo da CVM destaca “o mercado de dívida corporativa no Brasil vem se desenvolvendo, oferecendo uma alternativa importante para empresas que buscam diversificar suas fontes de financiamento e obter capital em condições competitivas.”

O mercado de dívidas permite que empresas emitam títulos de crédito no mercado financeiro, atraindo investidores que buscam retornos através de juros e mecanismos de remuneração. Esta modalidade de financiamento difere dos empréstimos tradicionais, oferecendo às PMEs acesso a capital de maneira mais direta e com termos mais favoráveis.

Rafaela Rossi, Cofundadora e CBO da BuyCo., ressalta que a captação de dívidas é um recurso valioso para empresas que desejam expandir sem abrir mão de sua participação acionária. Ela observa que um caixa robusto facilita o crescimento e melhora a qualidade das transações de fusões e aquisições (M&A), ajudando as PMEs a se prepararem para expandir suas operações de maneira estruturada e sustentável.

As PMEs enfrentam desafios significativos ao tentar obter financiamento suficiente para suportar suas ambições de crescimento. Muitas vezes, dependem de linhas de crédito restritas ou enfrentam taxas de juros elevadas. O mercado de dívidas está mudando esse cenário.

Uma de suas principais vantagens é a diversificação das fontes de financiamento. Ao invés de depender exclusivamente dos bancos, as PMEs podem acessar capital através de debêntures, notas promissórias ou emissões de bonds, dependendo do perfil da empresa e das necessidades do projeto. Isso reduz a dependência de uma única fonte de financiamento e pode proporcionar termos mais flexíveis e custos financeiros mais baixos.

Nesse contexto, empresas especializadas em valuation e dívida para pequenas e médias empresas desempenham um papel crucial ao oferecer consultoria e estratégias que ajudam as PMEs a explorar o mercado de dívidas de forma estratégica.

Rafaela Rossi destaca que este foi um dos motivos pelos quais a BuyCo. decidiu oferecer o serviço: “A assessoria de dívida tem se mostrado crucial em processos de fusões e aquisições (M&A), pois muitas PMEs iniciam esses processos sem realizar estudos detalhados sobre o impacto estratégico dos juros e das dívidas contraídas. Muitas chegam querendo iniciar um M&A enquanto estão endividados, o que não torna a operação viável, já que os juros são um grande tomador de resultado necessário para a performance de crescimento. É fundamental reconhecer que um caixa robusto não apenas facilita o crescimento, mas também melhora significativamente a qualidade das transações de M&A. Portanto, a assessoria visa preparar esses empresários para expandir suas operações de maneira estruturada e sustentável, utilizando a captação de dívida como uma alavanca estratégica não só para reduzir suas dívidas existentes, mas também para potencializar os resultados e tornar suas operações de M&A mais eficazes.”

Danilo Herculano, Head do Banco BMG, compartilha sua visão sobre o mercado de dívidas e os desafios enfrentados pelas PMEs na captação e negociação: “Em diversos momentos da vida de uma empresa, ela passa por pelo menos duas situações. Um momento em que precisa captar recursos, e aí é fundamental entender qual é o tamanho desse recurso, o prazo necessário, para que será utilizado e quem são os melhores atores para prover esse recurso de acordo com a necessidade da companhia. Outra situação ocorre quando a empresa precisa renegociar sua dívida. Nesses casos, é fundamental contar com um assessor de confiança, pessoas capacitadas tecnicamente e com uma boa rede de relacionamento. Esse assessor ajuda a tomar decisões, acessar o mercado e construir estratégias viáveis para a realidade da empresa.”

A assessoria especializada desempenha um papel crucial na estruturação e emissão de títulos de dívida, ajudando as empresas a se prepararem adequadamente para acessar o mercado e obter condições favoráveis junto aos investidores, conforme ressaltado por estudos da CVM.

Leonardo Teixeira, Sócio de uma das principais boutiques de assessoria de investimento independentes no Brasil, Araújo Fontes, destaca: “A contratação de uma assessoria no processo de captação de dívida para PMEs é fundamental. Essas empresas muitas vezes carecem de um planejamento detalhado, que deve incluir a preparação, o entendimento dos números financeiros, a capacidade de pagamento e a avaliação do risco de crédito antes de buscar financiamento. Captar dívida envolve analisar detalhadamente todos os aspectos de risco e vantagens competitivas da empresa para garantir condições favoráveis junto aos credores. Portanto, a assessoria especializada desempenha um papel essencial em ajudar essas empresas a alcançarem os melhores resultados e condições durante esse processo.”

O mercado de dívidas tem se mostrado uma opção relevante para as PMEs, oferecendo capital necessário, além de flexibilidade e oportunidades de crescimento. Conforme destacado pela CVM, “O Brasil é um dos maiores mercados emergentes de renda fixa corporativa em termos de tamanho e possui potencial de crescimento.” Com a orientação adequada e uma compreensão clara das oportunidades e desafios envolvidos, as PMEs podem explorar este mercado de forma estratégica para alcançar seus objetivos de crescimento sustentável e fortalecer sua posição competitiva no mercado global.

Para saber mais, basta acessar: https://buyco.com.br

Website: https://buyco.com.br

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Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

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São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

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São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

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São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

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