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Publicação aponta uso de pesticidas em alimentos infantis

Conforme informado na publicação, o relatório examina os riscos associados aos pesticidas em alimentos para bebês, os protocolos de amostragem e teste utilizados, os resultados obtidos e as recomendações finais.

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Brasil 10/7/2024 – É essencial que as agências reguladoras e os fabricantes de alimentos reforcem os controles e busquem alternativas mais seguras para a produção de alimentos.

Conforme informado na publicação, o relatório examina os riscos associados aos pesticidas em alimentos para bebês, os protocolos de amostragem e teste utilizados, os resultados obtidos e as recomendações finais.

Um estudo publicado pela Environmental Working Group (EWG), revelou dados sobre a presença de pesticidas em alimentos infantis, destacando a vulnerabilidade das crianças a esses compostos tóxicos. Conforme informado na publicação, o relatório examina os riscos associados aos pesticidas em alimentos para bebês, os protocolos de amostragem e teste utilizados, os resultados obtidos e as recomendações finais.

Segundo os dados apresentados no Capítulo 1, bebês e crianças são mais vulneráveis a substâncias tóxicas do que adultos, devido ao seu metabolismo mais rápido e ao rápido crescimento e desenvolvimento dos órgãos. O estudo indica que a exposição a pesticidas, mesmo em níveis considerados seguros para adultos, pode causar danos graves a crianças.

O Capítulo 2 da publicação descreve os métodos de amostragem e teste. Foram testados oito alimentos infantis, incluindo compota de maçã, pêssegos, peras, ameixas, batata-doce, abóbora, feijão verde e vegetais de jardim. As amostras foram coletadas em três grandes áreas metropolitanas dos Estados Unidos: Filadélfia, Denver e São Francisco. Todas as amostras foram testadas para pesticidas usando métodos padrão da Food and Drug Administration (FDA), que é uma agência do departamento de saúde e serviços humanos dos Estados Unidos, com limites de quantificação rigorosos.

Os resultados, apresentados no Capítulo 3, indicam que dezesseis pesticidas diferentes foram detectados nos alimentos infantis testados, com mais da metade das amostras contendo níveis detectáveis de pesticidas. A publicação informa que a iprodiona, classificada como provável carcinógeno humano pela EPA, foi encontrada com mais frequência, seguida pelo tiabendazol e botran. Mais de 18% das amostras continham dois ou mais pesticidas, e uma amostra continha três pesticidas diferentes, conforme descrito na publicação.

A análise detalhada que o estudo cita, informa ainda que a iprodiona em ameixas e pêssegos apresentou os níveis mais altos, com 46 e 29 ppb, respectivamente. Outros pesticidas detectados incluem permetrina, dimetoato e clorpirifós. O estudo afirma que esses pesticidas são conhecidos por serem neurotóxicos, desreguladores endócrinos e possíveis carcinógenos humanos, aumentando os riscos de problemas de desenvolvimento neurológico, imunológico, reprodutivo e endócrino em crianças.

Lillian de Oliveira, CEO da Loja Virtual de Fralda Ecológica Malana Eco, afirmou que este estudo ressalta a necessidade urgente de ações concretas para proteger nossos bebês e crianças da exposição a pesticidas em alimentos. Lillian continuou dizendo que os pais devem ser encorajados a optar por alimentos orgânicos sempre que possível, pois esses produtos são cultivados sem o uso de pesticidas sintéticos. É essencial que as agências reguladoras e os fabricantes de alimentos reforcem os controles e busquem alternativas mais seguras para a produção de alimentos infantis.

O Capítulo 4 do relatório destaca as conclusões e recomendações. O estudo afirma que a exposição a pesticidas nos primeiros anos de vida pode ter consequências duradouras para a saúde das crianças. O relatório recomenda a implementação de regulamentos mais rigorosos para proteger bebês e crianças da exposição a pesticidas. Entre as recomendações descritas na publicação, estão a reavaliação dos níveis seguros de pesticidas para crianças, testes de segurança mais abrangentes que incluam estudos de longo prazo e a consideração dos efeitos combinados de múltiplos pesticidas.

Perguntada sobre o estudo, Lillian afirmou que a saúde e o bem-estar dos bebês e crianças devem ser prioridade máxima. A exposição a pesticidas em alimentos infantis é uma ameaça que não pode ser ignorada. É crucial que todos os envolvidos, desde os pais até os formuladores de políticas, tomem medidas proativas para garantir que nossos pequenos tenham acesso a alimentos seguros e nutritivos. Lillian continuou dizendo que na empresa Malana Eco, existe o incentivo para os pais buscarem recursos sustentáveis e responsáveis com o meio ambiente. “Produtos como calcinha para desfralde, cuecas para desfralde e fraldas ecológicas são uma opção sustentável e econômica para as famílias e por trabalhar com esses produtos, entendemos que a alimentação é de igual importância para a saúde do bebê como um todo”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.instagram.com/malanaeco/

Website: https://malanaeco.com/

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Exposição excessiva a telas aumenta riscos oculares

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

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São Paulo 19/7/2024 – As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.

A onipresença das telas na rotina moderna é inegável, com impactos significativos na saúde ocular. Crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos têm maior risco de desenvolver miopia, uma condição que, segundo a OMS, está se tornando uma epidemia global.

A presença onipresente das telas em nossa rotina moderna é inegável. Seja no trabalho, nas escolas, universidades ou momentos de lazer, a tecnologia se faz presente por meio de computadores, celulares, tablets, televisores e outros dispositivos eletrônicos. No entanto, essa exposição contínua à iluminação artificial desses aparelhos traz consigo riscos para a saúde ocular, especialmente no que diz respeito à progressão da miopia em crianças e adolescentes.

Verifica-se que crianças que passam duas ou mais horas diárias em frente a essas telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a miopia está se tornando uma epidemia global, com altos índices em vários países. A estimativa é que, até 2050, metade da população mundial seja afetada pela condição.

Adiel Fares, CEO da Clínica Fares, alerta: “As crianças que passam mais de duas horas diárias em frente a telas têm maiores chances de desenvolver problemas oculares, como a miopia.” Ele acrescenta que a exposição excessiva à luz azul emitida por esses dispositivos pode causar fadiga ocular e, em longo prazo, contribuir para o desenvolvimento de outras complicações visuais.

Estudos apontam que não são apenas as crianças que estão em risco. Adultos que passam horas trabalhando em computadores ou navegando em smartphones também estão suscetíveis a uma série de problemas visuais. O uso prolongado desses dispositivos pode levar à síndrome do olho seco, cuja prevalência tem aumentado significativamente nos últimos anos.

A adoção de medidas preventivas é crucial para mitigar esses riscos. Especialistas recomendam a regra 20-20-20, que consiste em, a cada 20 minutos de uso de tela, olhar para um objeto a 20 pés de distância (aproximadamente 6 metros) por 20 segundos. Além disso, é aconselhável promover atividades ao ar livre, especialmente entre crianças, para desacelerar a progressão da miopia.

Em conclusão, o equilíbrio entre a utilização da tecnologia e o cuidado com a saúde ocular deve ser prioridade tanto para pais quanto para educadores e profissionais. Monitorar e limitar o tempo de tela pode ser decisivo para a prevenção de problemas visuais futuros.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Durante o inverno, os picos de hipertensão podem se agravar

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

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São Paulo 19/7/2024 – O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta cortisol e a formação de coágulos.

A entrada do inverno e suas baixas temperaturas estão associadas ao aumento de casos de hipertensão e outras doenças cardiovasculares. Especialistas destacam cuidados necessários durante a estação.

A chegada do inverno traz consigo um aumento na preocupação com a saúde cardiovascular. De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia, as temperaturas abaixo de 14°C podem provocar um aumento de até 30% nos casos de infarto. Além disso, a incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) cresce em 20% durante essa estação.

As pessoas mais afetadas pelas baixas temperaturas são aquelas com idades entre 75 e 84 anos, além de indivíduos que já possuem doenças cardíacas. Esse fenômeno ocorre devido a um mecanismo natural do corpo: a vasoconstrição dos vasos sanguíneos em resposta ao frio, que visa conservar calor, mas acaba sobrecarregando o coração e elevando a pressão arterial.

Adiel Fares, cardiologista CEO da Clínica Fares comenta: “O frio contrai vasos sanguíneos, eleva pressão arterial e frequência cardíaca, sobrecarregando o coração. Também aumenta o cortisol e a formação de coágulos.”

Outro fator que eleva o risco de doenças cardiovasculares no inverno é a maior ocorrência de infecções respiratórias, que sobrecarregam o sistema circulatório. Idosos e pessoas com múltiplas comorbidades são mais vulneráveis devido à menor capacidade funcional de órgãos vitais como rins, fígado e vasos sanguíneos.

Além dessas questões, outros elementos do estilo de vida no inverno agravam o problema. Entre eles estão a desidratação, a alimentação inadequada e o sedentarismo. “No inverno, há um risco maior de desidratação, pois as pessoas sentem menos sede e tendem a beber menos água. Isso torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação, aumentando a pressão arterial,” alerta Adiel Fares, CEO do Grupo Fares.

Para proteger a saúde durante o inverno, é fundamental monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas regularmente. Além disso, pessoas com doenças cardíacas e outras comorbidades devem seguir rigorosamente as orientações médicas.

A melhor abordagem inclui evitar a exposição excessiva ao frio, hidratação constante e uma dieta saudável, que pode ajudar a minimizar os riscos associados às baixas temperaturas.

Website: http://www.clinicafares.com.br

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Empresas de apostas no Brasil devem reportar suspeitas

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

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São Paulo 19/7/2024 –

Empresas de apostas brasileiras serão obrigadas a implementar novas normas que incluem a verificação da identidade dos apostadores e a notificação de transações suspeitas às autoridades competentes

A partir de janeiro de 2025, as empresas de apostas no Brasil enfrentarão novas regulamentações que exigem validação da identidade dos apostadores, classificação de riscos para clientes, colaboradores e fornecedores, e comunicação de transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). As novas diretrizes, publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, têm como objetivo combater a lavagem de dinheiro e garantir a integridade do mercado de apostas no país. 

Essas regras estabelecem que as empresas devem monitorar de perto apostas com sinais de irregularidade, incluindo aquelas sem fundamento econômico ou legal, incompatíveis com as práticas de mercado, ou com indícios de lavagem de dinheiro. Apostas na modalidade bolsa de apostas (bet exchange) e movimentações financeiras atípicas também serão objeto de atenção especial. As informações coletadas devem ser mantidas por pelo menos cinco anos, destacando a importância do registro e manutenção de dados detalhados para futuras análises e auditorias. 

Rodolpho Takahashi, CEO do Grupo IAUDIT, empresa especializada em auditorias, Background Check e Canais de Denúncias, ressalta a importância dessas medidas: “A realização de Background Check é crucial para garantir a segurança e integridade das operações. Estas verificações permitem identificar e mitigar riscos potenciais, protegendo não apenas as empresas, mas também os próprios apostadores e o mercado como um todo.” 

O foco na implementação do Background Check e na comunicação de transações suspeitas ao COAF reflete um esforço significativo para aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas brasileiro. As novas regulamentações não apenas ajudam a prevenir a lavagem de dinheiro, mas também visam a proteger a integridade financeira do mercado, assegurando que as práticas de apostas estejam em conformidade com os padrões legais e éticos. 

A expectativa é que essas medidas resultem em um mercado de apostas mais seguro e transparente, onde todos os participantes, desde apostadores até empresas e reguladores, possam operar com maior confiança. A implementação rigorosa dessas diretrizes estabelece um novo patamar para o setor de apostas no Brasil, alinhando-se às melhores práticas internacionais e promovendo um ambiente de jogo mais justo e seguro. 

Sobre o Grupo IAUDIT: O Grupo IAUDIT oferece auditorias, consultoria empresarial e tecnologia de ponta especialmente para Background Check, Portal de Apelação e Canal de Denúncias. 

Website: https://www.iaudit.com.br/

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