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A importância da assistência técnica no setor da Engenharia Civil

A assistência técnica tem o objetivo de confeccionar um laudo de uma análise técnica com apresentação de patologias

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São Paulo, SP 15/1/2021 – Ter um profissional capacitado que possa estudar esse mercado para apresentar as melhores alternativas, certamente, irá compensar no resultado final

A assistência técnica tem o objetivo de confeccionar um laudo de uma análise técnica com apresentação de patologias

A construção civil é um dos setores mais importantes para a economia brasileira, conforme estimativas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em 2021 a previsão de crescimento é de 4%. Comparado à queda de 2,8%, por conta da atual pandemia da Covid-19, caso seja confirmado esse avanço será o maior em oito anos. Além de alavancar a economia do país é uma das atividades que mais geram impactos ambientais e sociais em todo o mundo.

Uma das etapas mais importantes da construção civil para amenizar os impactos ambientais e sociais é o acompanhamento de uma Assistência Técnica, segundo o Engenheiro Civil Jan Marcelo Zampier, com larga experiência em patologia de obras e assistência técnica para construtoras. Ele afirma que um projeto nesse setor abrange um processo longo dividido em diversas etapas, e ter um acompanhamento adequado do começo ao fim tem se mostrado cada vez mais fundamental, podendo ser a chave do sucesso para as construtoras. Também alerta que caso não haja o acompanhamento, as chances de surgirem patologias e o não atendimento dos padrões mínimos exigidos por lei são grandes.

De acordo com o engenheiro, ao analisar todos os benefícios da assistência técnica bem como os prejuízos que um mau gerenciamento nesse setor pode trazer, entende-se rapidamente que o procedimento é um caminho muito eficaz para conseguir êxito. “Tendo em vista o amplo e diversificado mercado que temos atualmente à nossa disposição, torna-se fácil e comum agir por impulso, realizar compras e contratações precipitadas, bem como adquirir materiais e mão de obra de má qualidade com custos elevados que podem acarretar diversos problemas ao desenvolvimento do projeto. Ter um profissional capacitado que possa estudar esse mercado para apresentar as melhores alternativas, certamente, irá compensar no resultado final”, menciona Jan Marcelo, que é empreendedor e tem grande experiência em elaboração de laudos de vistoria e avaliação de obras e imóveis.

A Assistência técnica em engenharia civil, conforme Zampier, é um trabalho meticuloso que tem o objetivo de confeccionar um laudo fundamentado em normas técnicas de acordo com as legislações vigentes. E este laudo contém a precisão de uma análise do trabalho técnico com apresentação de patologias, caso encontre problemas. “Ao contratar o serviço de assistência técnica, obtém-se um planejamento de trabalho especifico em que temos uma boa relação entre o prestador de serviço e o cliente, visando garantir a qualidade do projeto, um controle de custos e a durabilidade da obra. Um serviço que funcione com total transparência entre o prestador e o cliente, deixando-o ciente de todos os passos e dos investimentos feitos. Com isso, é possível deixar o cliente totalmente capaz de tomar as decisões corretas para o projeto”, explica o profissional, que possui cursos de Gerenciamento de Projetos e Gestão e Fiscalização de Obras e Projetos.

O atendimento aos clientes na fase pós-obra também reflete muito na percepção de qualidade, atenção e ética da empresa, relata Zampier, que possui credenciamento para prestar serviços de vistoria e avaliação de Obras para a Caixa Econômica Federal no Estado do Paraná. No Brasil, a norma NBR 15575 é responsável por tratar dos requisitos mínimos em relação aos cuidados e ações, garantindo melhor desempenho na realização de uma obra. E o engenheiro alega que o cumprimento da regulamentação atribui à empresa uma redução no índice de refazer a obra danificada e da quantidade de ações ajuizadas por clientes insatisfeitos.

“O departamento de assistência técnica na área de construção civil é ainda praticamente negligenciado, muitas vezes por tentativa de economizar, outras por falta de conhecimento mais profundo e informação. Na maioria dos casos, representa apenas um gerador de gastos que não é previsto nas fases de orçamento e no planejamento. No final acaba acarretando desgastes com a obra e com o cliente, prejuízos tanto financeiros como também à imagem perante o publico”, finaliza o engenheiro civil Jan Marcelo Zampier, com forte experiência em elaboração de projetos arquitetônicos e estruturais; gerenciamento e planejamento de obras; bem como no acompanhamento na execução de obras.

 

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Acidentes de trabalho caem 60% em 20 anos, mas risco aumenta em Logística

Dispositivos de alerta em caminhões e empilhadeiras contribuíram para queda de acidentes. Novas tecnologias, como sensores de presença, podem aumentar a segurança

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São Paulo – SP 28/2/2024 – “Hoje já contamos com sensores que detectam a aproximação de pedestres antes mesmo destes entrarem no campo de visão dos operadores de veículos”, Afonso Moreira

Dispositivos de alerta em caminhões e empilhadeiras contribuíram para queda de acidentes. Novas tecnologias, como sensores de presença, podem aumentar a segurança

Uma pesquisa da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho aponta que o número de acidentes ocupacionais caiu quase 60% em 20 anos naquele continente. No entanto, em alguns setores, como Logística e Transporte, o risco de ocorrências vem crescendo, de acordo com o aumento da mão-de-obra nestes segmentos. O estudo foi publicado em 2023, com base em dados coletados entre 1998 e 2019 em 27 países membros da União Europeia.

Segundo o levantamento, a queda nos índices de acidentes fatais e não fatais foi similar neste período – 57% e 58%, respectivamente (página 12). A agência ressalta que quatro grandes setores (agricultura, construção, indústria e transporte) respondiam por 60% das ocorrências em 1998, apesar de contar com apenas 40% da mão-de-obra total ao longo desses 20 anos. “Portanto, a redução de acidentes nestes setores foi crucial para a redução total”, diz o estudo.

A pesquisa lista ainda (na página 14) os principais avanços que contribuíram para a redução de acidentes de trabalho, entre eles equipamentos de segurança em veículos e máquinas, como alertas sonoros e luminosos para caminhões e empilhadeiras. “Hoje, já contamos com sensores que detectam a aproximação de pedestres antes mesmo destes entrarem no campo de visão dos operadores de veículos. É o que chamamos de dispositivos de segurança ativa, que não dependem do acionamento humano”, explica Afonso Moreira, CEO da AHM Solution, empresa especializada em redução de danos em operações logísticas.

No entanto, a pesquisa da agência europeia também mostra que, desde 2005, o número de trabalhadores expostos a riscos aumentou em alguns setores que tiveram crescimento de mão-de-obra, como logística, transporte e distribuição (página 17).

Por fim, o estudo revela que, ainda hoje, os segmentos de logística e transporte estão entre os que apresentam taxas de acidentes de trabalho acima da média, por ter trabalhadores lidando com produtos pesados ou perigosos (página 65).

“Todos estes dados nos mostram a importância de investir continuamente em tecnologias que reduzam o risco de acidentes nas empresas. O setor de logística se destacou nos últimos 20 anos, porém a necessidade de movimentar volumes crescentes com agilidade aumenta também o desafio de entregar tudo isso com mais segurança”, conclui Moreira.

Mais informações em https://www.ahmsolution.com.br/

Website: https://www.ahmsolution.com.br/

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Certificações e licenças reforçam compromisso com governança e compliance

Selos desempenham papel estratégico na gestão de riscos e fortalecem a transparência nas empresas

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Curitiba 28/2/2024 – “A avaliação contínua dos riscos de compliance, capacitação de funcionários, atualização de políticas e procedimentos

Selos desempenham papel estratégico na gestão de riscos e fortalecem a transparência nas empresas

As certificações desempenham um papel estratégico na governança das empresas, porque contribuem para a conformidade com regulamentações e padrões reconhecidos internacionalmente. O assunto vem sendo cobrado por órgãos regulamentadores e públicos de interesse das companhias.

Inclusive, um estudo com 240 diretores de Compliance em diversos setores, realizado pela consultoria de serviços profissionais KPMG, trouxe o cenário esperado por esses líderes para os próximos dois anos. A pesquisa abordou temas como complexidade regulatória, desafios operacionais, promoção de uma cultura ética, sustentabilidade e tecnologia.

Para os gestores de compliance, o ambiente regulatório está em constante evolução e exige adaptação e ajustes contínuos. No levantamento, 73% dos entrevistados esperam uma maior análise sobre esse tópico e 45% estão se dedicando para atender a regulamentações específicas do setor em que atuam, o que reforça a necessidade de se falar mais sobre o assunto.

Ainda preocupados com a evolução do tema, 48% dos entrevistados relataram que não iniciaram a implementação de programas de compliance com foco em questões ambientais, sociais e de governança – o conhecido tripé chamado ESG, na sigla em inglês -, mas estão em fases de planejamento e desenvolvimento.

A Neoconsig, especializada na gestão de benefícios consignados, já praticava atitudes voltadas à governança corporativa em seus processos. Recentemente, atenta ao mercado, incluiu as certificações no seu hall de boas práticas, a ISO 37001 (antissuborno) e ISO 37301 (compliance). As duas representam um passo significativo na jornada contínua da companhia em aprimorar suas práticas operacionais e fortalecer seu compromisso com o compliance.

Juliana Selenko, diretora de RH da Neoconsig, explica que certificações ISO capacitam as companhias a identificarem, avaliarem e gerenciarem proativamente os riscos operacionais, promovendo uma abordagem mais eficaz. “A avaliação contínua dos riscos de compliance, capacitação de funcionários, atualização de políticas e procedimentos, além da implementação de estratégias de comunicação, fazem parte dos nossos valores e objetivos”, enfatiza Juliana.

Ao aderir a padrões internacionais, companhias como a Neoconsig fortalecem sua reputação no mercado, gerando confiança entre clientes, parceiros e demais públicos de interesse.

Para saber mais sobre a Neosonsig, basta acessar o perfil da empresa no Linkedin.

Website: http://www.neoconsig.com.br

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IA coíbe tentativas de fraudes contra locadoras de veículos

Tecnologia de sistema à base de Inteligência Artificial combatem intenções suspeitas

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São Paulo (SP) 28/2/2024 – A partir do momento em que a locadora entrega a chave do carro para o cliente, a empresa passa a estar sob o risco de que ele faça qualquer coisa com o carro

Tecnologia de sistema à base de Inteligência Artificial combatem intenções suspeitas

A recuperação econômica pós-pandemia das empresas de locação de veículos no Brasil é um fenômeno à parte. De acordo com o último relatório da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), o setor alcançou um faturamento de R$ 36,8 bilhões em 2022, valor 56% maior que o balanço de 2021 e 109% acima do que foi apurado em 2020.

Mas as tentativas de fraudes às empresas ainda são um desafio a ser superado, o que torna o serviço de alto risco. A boa notícia é que, hoje, a Inteligência Artificial engloba tecnologias que auxiliam no combate a tentativas de fraudes neste mercado

As tecnologias da informação desenvolveram soluções de segurança digital, com recursos de inteligência artificial, a ponto de comparar, instantaneamente, uma selfie do usuário e a foto contida no documento. Esse procedimento permite assegurar a autenticidade do portador. Entretanto, é possível ir além.

“A selfie comparada com a foto do documento é importante, mas temos recursos suficientes para nos aprofundar. Utilizando a ferramenta mostVio, é possível descriptografar o QR Code no verso da Carteira de Habilitação. A partir daí, a locadora tem acesso aos dados do condutor que se encontram no Senatran”, explica Maria Cristina Diez, engenheira de softwares e diretora comercial e de marketing da Most, empresa especializada na implementação de sistemas de segurança digital com tecnologias que utilizam a inteligência artificial (IA). O Senatran é a Secretaria Nacional de Trânsito, que é o órgão máximo executivo do setor.

Quanto ao Facematch, ela afirma que a tecnologia consegue mapear em diversos pontos as simetrias entre duas faces para realizar a comparação das imagens, retornando um percentual de similaridade. “O Facematch tem um altíssimo índice de acerto, e ainda acelera o tempo de aprovação do cliente, se for o caso. Aquela espera muitas vezes burocrática acaba se dissipando, e isso torna bem melhor a experiência do consumidor com a locadora”, afirma Maria Cristina Diez.

“Tudo isso deixa os processos de análise e de aprovação mais seguros e ágeis, reduzindo também os custos operacionais das empresas”, completa a executiva da Most. Para ela, os recursos Facematch e mostVio, aliados, proporcionam uma realidade diferente daquela vivenciada pelas companhias do setor. “É um perigo frequente que elas enfrentam. A partir do momento em que a locadora entrega a chave do carro para o cliente, a empresa passa a estar sob o risco de que ele faça qualquer coisa com o carro. Seja usá-lo para cometer crimes ou mesmo para desaparecer com o veículo. Há casos até de golpistas que tentaram revender o carro”, conta.

Website: https://most.com.br/

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