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A influência da gestão positiva no bem-estar e desempenho dos colaboradores

Especialistas alertam sobre a importância de uma boa gestão empresarial para a saúde dos colaboradores

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BRASIL – BR 18/1/2021 – “Os princípios de gestão são estratégias empregadas por empresas para desenvolver seu capital humano”, diz José Paulo

Especialistas alertam sobre a importância de uma boa gestão empresarial para a saúde dos colaboradores

Mesmo com os avanços tecnológicos e o atual cenário de grandes transformações digitais no mundo dos negócios, o corpo de colaboradores ainda é a engrenagem fundamental que permite a boa performance das organizações. 

Nas últimas décadas, a humanidade tem usado muito mais a mente do que a força física para trabalhar. Dessa forma, uma vez que antigamente as lesões físicas eram corriqueiras no ambiente de trabalho, hoje as doenças psíquicas, como a síndrome de Burnout, são cada vez mais frequentes na vida das pessoas.

O Burnout é uma síndrome que se manifesta pelo excesso de trabalho ou estresse dentro do ambiente laboral. Ela pode aparecer quando, por sentirem-se pressionadas, as pessoas assumem altas cargas de trabalho para superar as expectativas das empresas. De acordo com uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association (Isma), 30% dos mais de 100 milhões de trabalhadores brasileiros sofrem com essa doença.

Um bate-papo sobre prevenção ao Burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, entre José Paulo Pereira Silva, CEO e fundador do Grupo Ideal Trends, e Izabella Camargo, jornalista e autora do livro “Dá Um Tempo!: como encontrar limite em um mundo sem limites”, alertou sobre a importância da saúde dos trabalhadores e o quanto ela impacta diretamente na produtividade e nos resultados de uma empresa. 

Conforme Izabella, saber reconhecer os limites do próprio corpo é uma forma de prevenção de doenças. “O corpo fala e nós precisamos ouvir o que ele está dizendo, pois é através do autoconhecimento que conseguimos reconhecer as nossas forças e delimitarmos nossas fraquezas. Por vivermos em uma sociedade que busca resultados, todos nós queremos ser produtivos e performar. Porém, algumas empresas pedem resultados sobre-humanos e se não reconhecermos os nossos limites, entraremos em uma cilada gerando grandes impactos físicos e emocionais no nosso corpo”, afirma.

 

O papel das empresas além das normas trabalhistas

Entendendo que o bem-estar impacta diretamente na produtividade da equipe e nos resultados da empresa, a felicidade no trabalho passou a ser uma prioridade das empresas que cultivam uma boa gestão. Estudos na área de Recursos Humanos concluíram que aqueles colaboradores que estão satisfeitos com o trabalho que desempenham e com a empresa que fazem parte são, em média, 10% mais produtivos em relação àqueles que não estão.

“As áreas de Recursos Humanos hoje, além de se preocuparem com as suas questões legais de trabalho, devem acompanhar as novidades do mercado para diagnosticar os desafios e as barreiras dos seus próprios colaboradores”, diz José Paulo.

Nesse sentido, José Paulo também ressalta que as companhias que não valorizam o capital humano e deixam de investir na saúde de seus colaboradores estão colocando em risco seu próprio sucesso. “As pessoas são os maiores ativos de uma empresa e nem todos os gestores se atentam a essa questão. O bem-estar dos colaboradores é, muitas vezes, o primeiro passo para catalisar bons resultados”.

Outra pesquisa, publicada pela Harvard Business Review em 2014, realizada com aproximadamente 4,2 mil profissionais brasileiros, apontou que a principal motivação no trabalho é ter um propósito e, para aproximadamente 73% desses trabalhadores, a satisfação diária com o seu trabalho é um dos componentes fundamentais da definição pessoal de sucesso. O estudo também apresentou três principais motivos de felicidade para os trabalhadores: orgulho de sua empresa, tratamento de igualdade, respeito e valorização profissional. Ou seja, os apontamentos estão embasados na importância das relações no trabalho.

E foi com essa perspectiva de gestão positiva que José Paulo construiu no grupo empresarial que lidera, Ideal Trends, princípios de gestão vividos na prática pelos colaboradores, além de uma cultura sólida e eficaz. “Os princípios de gestão são estratégias empregadas por empresas para desenvolver seu capital humano. As ações são exercidas desde a atração dos melhores profissionais possíveis e incluem seu desenvolvimento, retenção e motivação para desempenhar suas funções. No Grupo Ideal Trends, alguns dos princípios são: sonhar grande, meritocracia, incentivar o crescimento dentro do grupo através da formação de líderes e ser íntegro. Estar próximo dos seus colaboradores, buscar entender o propósito de cada um e direcionar atividades de maneira correta são atitudes que cultivam um ambiente de trabalho feliz, produtivo e satisfatório para todos”, afirma.

José Paulo Pereira Silva, CEO do Grupo Ideal Trends, é um dos maiores empresários no ramo da tecnologia na América Latina. Empreendedor serial e mentor de negócios, José Paulo já formou mais de uma centena de líderes, deu oportunidade a mais de uma dezena de sócios e, por meio de seus direcionamentos, transforma diariamente pessoas simples e dedicadas em empresários de grandes resultados.

O Grupo Ideal Trends é composto por 25 empresas e projetos ligados à indústria, gestão de negócios, saúde e bem-estar e oferece as melhores tecnologias online que podem transformar empresas em referências em segmentos que atuam. 

 

Redes Sociais:

Instagram: https://www.instagram.com/josepaulogit/ 

YouTube: https://www.youtube.com/c/Jos%C3%A9PauloGIT/ 

 

Website: https://josepaulogit.com

 

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1 Comentário

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  1. willow

    24 de março de 2021 @ 12:55

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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