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Administrador de empresas ajuda pessoas que fazem trabalho remoto a evitar os crimes digitais

Com a pandemia e o isolamento social sobe o número de ataques cibernéticos e de crimes digitais no Brasil

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São Paulo, SP 12/2/2021 – Os governos de diversos estados brasileiros estão se esforçando para aumentar o número de delegacias especializadas em crimes virtuais

Com a pandemia e o isolamento social sobe o número de ataques cibernéticos e de crimes digitais no Brasil

Com a pandemia da Covid-19 a segurança de dados ganhou extrema importância dentro das empresas, conforme diz o relatório da Apura Cybersecurity Intelligence, líder mundial em proteção e prevenção a cibercrimes, os crimes cibernéticos, só em 2020, custaram cerca de US$ 6 trilhões à economia global. De acordo com o relatório, o Brasil aparece na décima posição, com US$ 7 milhões desperdiçados, e todos os dias são perpetrados 8 trilhões de ataques, ao redor do globo.

No atual cenário, é observado o crescimento do número de pessoas trabalhando remotamente, o que acelerou a digitalização de serviços e recursos que passaram a ser consumidos de forma on-line com mais frequência, segundo Vitor Henrique de Oliveira Honorio, administrador de empresas com foco em gestão estratégica de negócios e especialista em segurança cibernética. “Se antes vivíamos um dilema sobre levar ou não trabalho para casa, hoje nossas casas se tornaram nossos escritórios, e muitos de nós já não têm escolha, precisando adaptar a rotina do lar com aquele espaço silencioso para uma ligação ou para uma reunião através de videoconferência”, explana Vitor Honorio, que se especializou no campo de governança corporativa com foco em tecnologia e segurança de dados.

A digitalização e a inovação trazem facilidades para o cotidiano da vida, relata o administrador, mas muitos cidadãos não estão atentos a possíveis ataques das quadrilhas especializadas em crimes digitais que, frequentemente, utilizam como porta de entrada ferramentas para confundir o usuário como, por exemplo, sites falsos. Honorio esclarece que o usuário acredita acessar a página oficial da instituição bancária ou até mesmo está realizando uma compra em uma loja virtual segura, mas que na verdade foi recriada, visualmente, de maneira idêntica à original com o intuito de roubar os dados pessoais. “A lista de práticas criminosas on-line apenas cresce a cada dia, dentre as mais comuns estão: as lojas virtuais falsificadas, os aplicativos e sites de banco falsos, o roubo de dados pessoais e financeiros (phishing) e o roubo de identidade”, informa Vitor.       

O profissional, que também se dedica a estudar abordagens de transformação digital utilizando a tecnologia para o crescimento dos negócios, explica que existem quatro dicas importantes que podem garantir uma experiência on-line segura, principalmente para as pessoas que trabalham remotamente, as quais evitam fraudes e previnem cair em crimes digitais. A primeira é a utilização de senhas fortes. “Não repita suas senhas em sites diferentes e crie o hábito de tornar as suas senhas mais complexas. Isso significa usar uma combinação de letras, números e símbolos. Um aplicativo de gerenciamento de senha pode ajudá-lo a manter suas senhas salvas e seguras”, aconselha Honorio.

A segunda dica é sobre ter cuidado ao abrir anexos ou links recebidos por e-mail ou mensagens no celular, o especialista diz que em caso de dúvida não se deve clicar, ou seja, ao desconfiar do conteúdo melhor não abrir, ”depois pode ser tarde demais”. Links suspeitos costumam ser um dos principais caminhos utilizados por cibercriminosos para comprometer o dispositivo, ou fazer com que o usuário informe os dados pessoais, até mesmo de cartão de crédito.

“Tenha cuidado ao comprar em um site que você nunca visitou e faça uma pequena investigação antes de inserir suas informações de pagamento. Essa terceira dica é importante e faz você evitar muita dor de cabeça, então, procure por selos, normalmente no rodapé da página, que validam se o site realmente é seguro, e quando você estiver em uma página de pagamento, procure o símbolo do cadeado, que fica localizado do lado esquerdo superior, na barra onde está o endereço do site indicando que a página usa criptografia para manter suas informações seguras”, alerta Vitor, com sólida formação técnica e experiência nas principais tecnologias de telecomunicações e fortemente inserido no cenário de cibersegurança atual.

“Cai em um golpe! E agora?” A última dica de Vitor é não entrar em pânico e nesses casos, procurar a polícia para fazer um boletim de ocorrência. “Devido ao aumento de crimes e fraudes cibernéticas os governos de diversos estados brasileiros estão se esforçando para aumentar o número de delegacias especializadas em crimes virtuais, essas unidades podem prestar atendimento direto ao cidadão, bem como a empresas que foram prejudicadas por crimes cibernéticos”, informa Honorio.

De acordo com o relatório Cybersecurity Intelligence, dentre as fraudes mais comuns, em 2020: 28,9% estão relacionadas com perfis falsos nas redes sociais, 19,8% com dados bancários e 15,1% com cartões de bancos. Só de CPFs vazados, segundo o relatório, foram cerca de 1 milhão, enquanto o número de cartões clonados foi de 800 mil.

“Com todo este cenário, e a pressa em se adaptar para manter tudo funcionando, vimos a necessidade de aderir a novas tecnologias, encontrar maneiras diferentes de se conectar, e de utilizar novos sistemas. Para aqueles, até então, acostumados com a rotina corporativa, onde tudo era acessado a partir da infraestrutura da empresa que conta com diversas camadas de segurança de dados e políticas estabelecidas para garantir que informações sensíveis estejam protegidas, já não parecem mais estar lá quando você está sentado com o seu notebook trabalhando no sofá de casa. É normal que isso cause uma sensação de vulnerabilidade por parte dos usuários, mas tomando esses pequenos cuidados e zelos, garanto que fica muito mais difícil cair nos golpes e crimes digitais”, conclui o administrador de empresas Vitor Henrique de Oliveira Honorio.

Website: https://www.linkedin.com/in/vitorhonorio/

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Temperatura e vibrações são desafios logísticos nos transplantes de órgãos

Dispositivos monitoram condições de transporte e armazenagem de órgãos, reduzindo risco de descartes por falta de condições adequadas, e salvando vidas

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São Paulo – SP 29/5/2024 – “Monitoramento pode reduzir drasticamente os casos de recusas de órgãos por falta de condições ideais e, consequentemente, salvar vidas”, Afonso Moreira

Dispositivos monitoram condições de transporte e armazenagem de órgãos, reduzindo risco de descartes por falta de condições adequadas, e salvando vidas

Mais de 60% dos órgãos destinados a transplantes são recusados pelas equipes médicas que fazem essas cirurgias. De acordo com um estudo do Ministério da Saúde e da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), de Brasília, com base em dados da Central Nacional de Transplantes (CNT), dos 22.824 órgãos disponíveis entre 2014 e 2021, 14.341 não foram aproveitados.

Apesar dos problemas logísticos representarem apenas 6% do total de recusas, o desafio para manter os órgãos em condições adequadas, da origem ao destino, ainda é grande, principalmente em um país com dimensões continentais como o Brasil. Segundo as normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o controle de temperatura e vibrações deve ser rigoroso nestes casos. A Resolução nº 66/2009 (artigo 29) estabelece que as embalagens “devem ser montadas de forma que, fechadas, previnam perda de conteúdo devido às condições de transporte, seja por vibração, mudanças de temperatura ambiente, umidade ou pressão”.

A logística de transplantes é complexa porque cada órgão conta com um Tempo de Isquemia Fria (TIF) – período em que pode ficar sem circulação sanguínea. O coração, por exemplo, tem o menor TIF, enquanto os rins podem ficar até 24 horas sem serem irrigados. No entanto, em todos esses casos, o transporte precisa ocorrer em uma caixa térmica que mantenha temperaturas entre 2 e 8°C. Se cair abaixo disso, o órgão pode congelar, inviabilizando o transplante. O descarte pode ocorrer ainda se a temperatura ficar acima do limite. Além disso, impactos ou vibrações na caixa também podem danificar o órgão.

Essas condições específicas fazem com que a logística de transplante de órgãos tenha semelhanças com outras operações da chamada cadeia fria de suprimentos. “Produtos como carnes, frutas, vegetais, remédios e os órgãos para transplante precisam manter a temperatura baixa no processo de transporte e, em alguns casos, armazenagem. Além disso, apresentam uma variação da qualidade com o tempo, mesmo sob condições ótimas de distribuição”, apontam as pesquisadoras Isabela Chaves Alves e Níssia Carvalho Rosa Bergiante, da Universidade Federal Fluminense, em estudo apresentado em 2021 (página 8).

“Além de envolver o transporte, a logística do transplante de órgãos também inclui o acondicionamento e armazenagem dos enxertos doados. Tais fatores estão diretamente relacionados com a característica de perecibilidade dos órgãos e da conservação em soluções de preservação dentro do tempo limite determinado pelo tempo de isquemia”, completam as pesquisadoras (página 10).

Alguns dispositivos de monitoramento de temperatura, vibrações e impacto, utilizados em operações logísticas de produtos perecíveis ou sensíveis, também são adotados nos processos de armazenagem e transporte de órgãos para transplante. “Nesses casos podem ser úteis três modelos de controle: os indicadores de temperatura, que marcam a temperatura mínima e máxima alcançada durante o transporte; os indicadores de impacto, que apontam se a carga sofreu algum choque na viagem; e o registradores de impacto, que monitoram até as vibrações sofrida pela embalagem, em tempo real”, explica Afonso Moreira, CEO da AHM Solution, empresa especializada em controle de riscos e danos em operações logísticas.

Segundo Moreira, todos esses dispositivos garantem que os órgãos foram acondicionados e transportados em condições adequadas para o transplante. “Isso pode reduzir drasticamente os casos de recusas de órgãos por falta de condições ideais e, consequentemente, salvar vidas”, conclui.

Mais informações: https://www.ahmsolution.com.br/

Website: https://www.ahmsolution.com.br/

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Violações da CLT impulsionam processos trabalhistas

A cada cinco processos trabalhistas que chegaram aos tribunais em 2022, quatro estavam relacionados a violações da CLT; especialista explica as principais causas dessas ações

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29/5/2024 –

A cada cinco processos trabalhistas que chegaram aos tribunais em 2022, quatro estavam relacionados a violações da CLT; especialista explica as principais causas dessas ações

Dados inéditos do Anuário da Justiça do Trabalho, publicado pela editora Consultor Jurídico, revelam que, a cada cinco processos trabalhistas que chegaram aos tribunais do país em 2022, quatro estavam relacionados a violações da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) por parte das companhias contratantes.

Ainda de acordo com os indicativos, compartilhados pela Veja,  9,3 milhões – de um total de aproximadamente 12 milhões de ações movidas nos tribunais trabalhistas no ano passado, estão relacionadas à violação de leis e contratos.

A rescisão do contrato de trabalho (28%) está no topo da lista de ações na Justiça do Trabalho no ano analisado, seguido por ações que dizem respeito a jornada de trabalho (18%), remuneração do profissional (17%), contrato individual do trabalho (9%) e responsabilidade civil do empregador (7%).

Para se ter ideia, foram 1,1 milhão de queixas com relação ao pagamento das horas extras em 2022. Além disso, danos morais e materiais geraram cerca de 800 mil pedidos de indenização, e a síndrome de burnout ganhou destaque entre as principais problemáticas quando o assunto são as chamadas “doenças trabalhistas”.

Acredita-se que mais de 30% dos profissionais brasileiros convivam com o problema, conforme dados da Isma-BR (Associação Internacional Internacional de Gerenciamento de Estresse).

A entidade chama a atenção para o fato de que o burnout pode afetar qualquer pessoa independentemente de sua idade, sexo ou atividade profissional. Segundo informações divulgadas pela associação, o burnout causa exaustão física e mental acarretando problemas emocionais e de relacionamento na vida pessoal e profissional.

Ainda segundo indicativos publicados pela Isma-BR, as doenças causadas pelo excesso de stress custam cerca de US$ 300 bilhões (R$ 1545,75 bilhões) por ano ao sistema de saúde, conforme estudos estadunidenses.

Tallisson Souza, advogado empresarial, destaca que são diversos os motivos que levam uma pessoa a processar a empresa que trabalhou. Entre as principais razões, vale destacar: ausência de formalização do contrato de trabalho, inadimplência das verbas rescisórias e falta de pagamento de horas extras.

“Além disso, entre as motivações [para as ações trabalhistas], estão as más condições de trabalho e abuso de poder do superior hierárquico. Enfim, existe uma gama de possibilidades que podem dar azo ao ajuizamento de ações trabalhistas”, afirma. “Contar com ajuda preventiva especializada é o primeiro passo para evitar ajuizamentos trabalhistas que podem afetar diretamente o crescimento das empresas”, ressalta Souza.

Para mais informações, basta acessar: https://escritoriosouzaadvogados.com.br/

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Personalização de brindes corporativos é opção para marcas

Personalização pode gerar engajamento e fidelização de clientes, diz Erick Badanai, co-founder da Zen Brindes

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29/5/2024 –

Personalização pode gerar engajamento e fidelização de clientes, diz Erick Badanai, co-founder da Zen Brindes

O tempo médio atual para abertura de empresas é de 21 horas, conforme dados do Mapa de Empresas, ferramenta disponibilizada pelo governo federal. Segundo o levantamento, 352 mil negócios foram abertos em março de 2024, dos quais 73,7% foram abertos em menos de um dia.

Aliás, o Brasil chegou a 21,5 milhões de empresas ativas este ano, o que aponta para um cenário de alta competitividade em um momento em que, “após vários anos de choques”, é possível prever que o crescimento mundial alcance 3,1% em 2024, “com a inflação caindo e os mercados de trabalho se mantendo”, como aponta um artigo do IMF Blog, do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre questões econômicas e políticas urgentes da atualidade. 

Com o mercado em constante crescimento, a concorrência torna-se ainda mais acirrada. Nesse contexto, Erick Badanai, co-founder da Zen Brindes, destaca a personalização de brindes corporativos como uma estratégia essencial. Ele salienta que essa abordagem vai além de destacar as marcas, pois também visa cultivar laços emocionais sólidos e fortalecer o vínculo entre a empresa e seu público-alvo.

Segundo Badanai, existem várias formas de personalização, cada uma adequada para diferentes tipos de materiais e quantidades de brindes. Algumas das técnicas mais comuns incluem:

  • Silk-screen: ideal para superfícies planas, como camisetas, réguas,  sacolas personalizadas e, até, chaveiros personalizados. “Trata-se de uma técnica de impressão tradicional, versátil e econômica, adequada para grandes quantidades de brindes”, diz ele.
  • Tampografia: recomendada para brindes com superfícies curvas, como canetas, squeezes, copos e garrafas personalizadas. “Essa modalidade oferece alta precisão e qualidade de impressão, sendo indicada para médias e grandes quantidades de personalização de brindes”, explica.
  • Gravação a laser: recomendada para materiais como metal, madeira, bambu e couro. “A gravação a laser cria um acabamento elegante e duradouro, ideal para brindes de qualidade e durabilidade”, afirma.
  • Impressão digital UV: técnica utilizada principalmente em superfícies plásticas, madeira  e acrílico, mas que também funciona bem em outros materiais. Segundo Badanai, o principal diferencial que a técnica oferece é sobre as cores vibrantes e detalhes precisos, sendo uma opção ideal para brindes personalizados com imagens complexas, fotos ou em pequenas quantidades.
  • Etiqueta resinada: uma alternativa para brindes com superfícies  uniformes, como chaveiros, trenas, hub usb e porta crachá . “As etiquetas resinadas proporcionam uma aparência tridimensional e protegem a impressão contra danos, tornando-as ideais para brindes criativos ”, descreve.

Além disso, o especialista explica que também existem as técnicas de hotstamping, sublimação e Direct to Film (DTF) entre outras. “Ao escolher a técnica de personalização adequada, as marcas podem criar produtos exclusivos que atendam às necessidades e acabamento desejado, fortalecendo os relacionamentos comerciais e promovendo o reconhecimento da brand e marketing”, articula.

Personalização pode gerar engajamento e fidelização de clientes

Na visão de Badanai, a personalização de brindes corporativos é uma maneira eficaz de gerar engajamento e fidelização de clientes, pois demonstra um interesse genuíno no indivíduo e em suas necessidades específicas.

“Quando os clientes recebem um brinde personalizado de alta qualidade, eles se sentem valorizados e reconhecidos pela empresa, o que fortalece o vínculo emocional e aumenta a probabilidade de repetir negócios no futuro”, afirma.

Além do mais, prossegue, os brindes personalizados têm um impacto duradouro, lembrando aos clientes da marca e de sua experiência positiva sempre que utilizam o produto. “Isso contribui para a construção de uma relação de confiança e lealdade ao longo do tempo”, diz.

O co-founder da Zen Brindes ressalta que a personalização de brindes corporativos é uma estratégia para diferenciar uma marca e criar conexões significativas com o público-alvo. “Ao investir na personalização de brindes, as empresas podem demonstrar seu compromisso com a satisfação do cliente, promover o reconhecimento da marca e fortalecer os relacionamentos comerciais”.

Para concluir, Badanai destaca que também é importante entender as necessidades e preferências do público-alvo ao criar brindes personalizados, escolhendo a técnica de personalização adequada para garantir a qualidade e a relevância de cada produto. “Com a personalização adequada, os brindes corporativos podem se tornar ferramentas eficazes de marketing e fidelização, impulsionando o sucesso a longo prazo da empresa”, finaliza.

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