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Advogada trabalhista analisa a tendência do mercado de trabalho atual e o que esperar no pós-pandemia

Com a pandemia, as empresas e os trabalhadores acabaram adotando o teletrabalho e o home office como novo modelo de trabalho

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São Paulo, SP 29/3/2021 – Hoje, praticamente, tudo é on-line: reuniões de trabalho, audiências perante a justiça ou consultas nos em diversos campos

Com a pandemia, as empresas e os trabalhadores acabaram adotando o teletrabalho e o home office como novo modelo de trabalho

Com a pandemia da Covid-19, trabalhadores e empresas tiveram que se adaptar a uma realidade de restrições, isolamento social, mudanças de trabalho e regras impostas pelos governos e pela Organização Mundial de Saúde – OMS, no combate e controle da contaminação do vírus. De acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, 56% das empresas que adotaram as mudanças no trabalho devem manter integral ou parcialmente os modelos no pós-pandemia.

O futuro do mercado de trabalho pós-pandemia ainda é incerto, devido à queda da economia do país, os lockdowns nas cidades, as medidas tomadas em favor da população e, consequentemente, aos fechamentos de vários comércios, que acabaram colocando em risco a vida econômica do trabalhador brasileiro, declara Gabrielle de Holanda Silva, graduada no curso de Direito, com foco nas áreas trabalhista, cível, direito do consumidor e previdenciário. “Vivemos atualmente em uma realidade até então não vivida antes, como o medo da doença, o de não ter alimento em casa e com o medo da pandemia não acabar ou não ser controlada”, diz Gabrielle.

A área trabalhista foi o setor mais afetado com a pandemia, afirma a advogada, devido ao isolamento social os trabalhadores tiveram que ficar em casa, empresas e fabricas pararam, e a economia foi muito impactada. “Novas profissões surgiram com a necessidade de pôr o pão em casa todos os dias. O ser humano é adaptável, e isso fez com que sua capacidade criativa fosse ativada para criar novas formas de trabalho que atendessem às necessidades desse futuro ainda incerto, quanto ao mercado de trabalho”, relata Silva, com grande conhecimento em assessoria e atuação em questões que tratam sobre a estabilidade no emprego, horas extras do trabalhador e doenças profissionais, insalubridade e periculosidade.

Conforme a advogada, que faz parte da Associação de Advocacia Trabalhista de Alagoas – AATAL, o país teve que adotar medidas restritivas com o fim de evitar a propagação do vírus, inicialmente com a Lei nº 13.979/20, que determinou a restrição de diversas atividades não consideradas essenciais, afetando parte do comércio, bem como: escolas, escritórios, fábricas. E ela explica que após essa lei foi adotado o auxílio emergencial, que proporcionou as empresas flexibilizarem as obrigações patronais no tocante aos encargos impostos pelas folhas de pagamento, para que pudessem resguardar dinheiro em caixa, bem como a possibilidade de dar férias coletivas, suspensões de contrato de trabalho, redução de tempo de jornada e abertura para o teletrabalho e o home office.

“Nesse cenário, o uso das tecnologias se intensificou bastante, e a utilização do home office foi uma saída encontrada pelas empresas para continuarem os trabalhos. Já existia essa modalidade de trabalho, mas não tão abrangente, e hoje passou a ser a mais usada como também o teletrabalho, que diferentemente do home office que é realizado eventualmente, o teletrabalho é uma forma de prestação de serviços fora das dependências do empregador, como está no disposto no art. 75-B, da Lei nº 13.467/17”, alega Gabrielle, que possui cursos de Liberdade Empresarial e Seus Limites, Trabalho Noturno, Direito do Consumidor e Direito Previdenciário.

Um estudo recente da Universidade de Oxford aponta que cerca de 45% dos empregos poderão ser eliminados até o ano de 2030. E novos cargos devem surgir para suprir a demanda do mercado, especialmente em funções que saibam utilizar da tecnologia. Segundo o relatório anual da plataforma de freelancers Workana, 27,5% dos trabalhadores, com carteira de trabalho regular, apontam que uma melhor organização e uma boa distribuição das tarefas a serem realizadas são as capacidades mais necessárias neste momento e para um futuro no qual os escritórios serão mais virtuais do que físicos.

“Hoje, praticamente, tudo é on-line: reuniões de trabalho, audiências perante a justiça ou consultas em diversos campos. O trabalho remoto está dominando o mercado pela facilidade de poder trabalhar de casa, com uso de computadores e sistemas instalados para responder a necessidade de cada empresa”, declara Silva, com forte experiência em resolução de conflitos referentes às relações de trabalho, identificação de procedimentos administrativos inadequados e a adoção de medidas que reduzem a exposição da empresa a reclamações trabalhistas.

A especialista informa que a maioria das profissões é passível de novas legislações, que de acordo com as necessidades e especificidades de cada uma precisarão de adequações para que possam ser garantidos os direitos e os deveres, tanto da parte trabalhadora quanto a empregadora. E alerta que o mercado de trabalho pós-pandemia sofrerá transformações e adequações, para o empregador e para o empregado, bem como para legisladores, que precisarão regulamentar cada nova profissão as necessidades que cada uma carecer.

“Diante deste cenário lamentável que todo o mundo vem sofrendo, as empresas se reinventaram e tiveram que se adaptar a essa nova era digital, passando a fazer uso da função do teletrabalho, além do home office, para que fossem atendidas as necessidades da empresa. Muitas profissões foram implementadas durante a pandemia como a de analista de soluções de alta conectividade, orientador para trabalho remoto, especialista em gestão de informação, desenvolvedor de softwares para simulação de processos industriais, entre outras. Para os trabalhadores, só resta ficarem atualizados com os meios digitais para garantir ou conseguir um emprego”, finaliza a advogada Gabrielle de Holanda Silva, com experiência em alterações do contrato de trabalho, elaboração de rescisão do contrato de trabalho e na defesa administrativa junto aos órgãos fiscalizadores (DRT).

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Cadastro de imóveis rurais será completamente digitalizado

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Crédito: ©Marcelo Camargo/Agência Brasil

Procedimento poderá ser concluído em página da Receita na internet.

Os donos de imóveis rurais não precisarão mais ir a uma unidade de atendimento da Receita Federal para atualizarem ou cadastrarem a propriedade. O procedimento poderá ser concluído diretamente no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC).

Agora, todos os documentos pedidos pela Receita Federal para validar o cadastro rural podem ser enviados digitalmente pelo e-CAC. Segundo o Ministério da Economia, a medida faz parte do Plano de Ação da Receita Federal no cenário pós-pandemia e contribui para a digitalização dos serviços públicos.

Os documentos serão enviados ao e-CAC por meio de Dossiê Digital de Atendimento. Caso sejam necessários novos documentos, eles deverão ser apresentados por meio da juntada de documentos, disponível na aba “Meus Processos”. Esclarecimentos adicionais e a confirmação de que o cadastro foi concluído passarão a ser efetuados eletronicamente.

Todos os imóveis rurais precisam ser inscritos no Cadastro de Imóveis Rurais (Cafir), mesmo os que têm imunidade ou isenção de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). Administrado pela Receita Federal, o Cafir lista os titulares, os condôminos e copossuidores das propriedades rurais.

Além do Cafir, os imóveis rurais são registrados no Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (Cnir), que integra dados do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O envio eletrônico de documentos está disponível para quem inicia o processo pelos dois cadastros. Tanto quem usa o Sistema Cnir como para quem usa o Sistema Coletor Web, associado ao Cafir e administrado pela Receita Federal, poderá concluir o processo pelo e-CAC.

 

Por | Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

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9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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Expectativa de vida aumenta e demanda urgência nas reservas financeiras

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

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9/4/2021 –

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

Dados publicados pelo IBGE indicam que a esperança de vida ao nascer no Rio Grande do Sul passou de 72,4 anos em 2000 para 78,3 anos em 2018. Na comparação com a expectativa de vida da década de 40, a estatística atualizada representa um ganho de mais de 30 anos de vida.

Um aumento que, na opinião de especialistas em áreas como a previdenciária, tem dois vieses possíveis: ao mesmo tempo em que traz entusiasmo, também aumenta a responsabilidade e os esforços necessários para que o tempo a mais de vida seja vivido com mais qualidade.

Conforme Danielle Cristine da Silva, servidora pública do estado do Rio Grande do Sul e diretora-presidente da Fundação RS-Prev, o cenário de uma vida mais longeva exige cada vez mais das políticas públicas de saúde promovidas pelos entes federativos (União, estados e municípios), e se constitui como um grande desafio para a previdência social (pública e privada), mas os esforços não podem ser exclusivos destes agentes.

“Chamo atenção para um aspecto: é necessário que o próprio beneficiário desta vida longa seja previdente, seja o maior responsável pela busca de seu futuro confortável”, ressalta Danielle.

Para a presidente, pensar, planejar e efetivamente agir em prol da acumulação de uma reserva financeira, voltada a assegurar uma aposentadoria digna e suficiente, é o caminho mais indicado para quem se preocupa em viver bem por muitos anos.

“Logo, é necessário iniciar o quanto antes a prática de reservar. E uma boa opção para isto é a adesão a uma previdência complementar”, explica a executiva.

Segundo ela, isto se dá porque, assim como o desejo de se ter longevidade com uma boa saúde física e mental demanda muito empenho nos cuidados com alimentação, exercícios físicos, entre outros, fazer uma reserva financeira, por meio de uma previdência complementar, também exige atitude e, além disso, urgência.

“Viveremos mais tempo do que viveram nossos antepassados! Para que este tempo a mais seja bem aproveitado, agora é a hora de prepararmos nossas reservas financeiras”, finaliza Danielle.

 

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