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Afiliação ao Sistema IBVD pode ser alternativa de trabalho home office para a geração de renda residual

Nesse momento ímpar vivido pelo Brasil e pelo mundo, em que a pandemia de Covid-19 ocasionou o crescimento das atividades home office, ampliam-se as oportunidades de obter renda sem sair de casa e de empreender com poucos recursos.

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São Paulo, SP 4/2/2021 – O momento é bastante propício para empreendedores que têm um projeto de obter renda pela internet e que muitas vezes não sabem por onde começar

Nesse momento ímpar vivido pelo Brasil e pelo mundo, em que a pandemia de Covid-19 ocasionou o crescimento das atividades home office, ampliam-se as oportunidades de obter renda sem sair de casa e de empreender com poucos recursos.

O faturamento do e-commerce brasileiro em 2020, conforme os últimos dados apurados pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), deverá superar R$ 100 bilhões, o que representa crescimento de 18% em relação a 2019. Ainda que seja um balanço parcial, tudo indica o acerto da estimativa. A EbitNielsen, consultoria especializada na mensuração e análise do comércio eletrônico no país, já tem até uma estimativa para 2021, quando se espera um movimento de R$ 110 bilhões.

Segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 94% dos domicílios brasileiros estão conectados à internet pelo celular e mais de 96% desse público está em alguma rede social. Ações efetivas, como compras, cursos, debates, mensagens, entre outros posicionamentos, envolvem 87% dos brasileiros, conforme levantamento da Abcomm. Pelo lado corporativo, cada vez mais empresas seguem a trilha do digital em busca desses perfis diversos de consumidores, abrindo canais de vendas em alguma mídia social. Eis um dos motivos que justifica o crescimento continuado do marketing digital há vários anos.

“O momento é bastante propício para empreendedores que têm um projeto de obter renda pela internet e que muitas vezes não sabem por onde começar”, opina Edmundo Roveri, CEO da plataforma Sistema IBVD, criador da comunidade Empreenda com Liberdade e autor de sete livros sobre empreendedorismo digital.

Ele informa que muitas pessoas retardam o início do negócios por acreditar que seus projetos demandam investimentos que elas não dispõem, mas esquecem de que a falta de capital hoje não é um problema. “O mercado está cheio de provedores bons e confiáveis que por um pequeno valor monetário mensal fornecem tudo o que empreendedor precisa para iniciar o seu negócio, incluindo ferramentas de relacionamento com os clientes”, comenta Roveri.

A plataforma Sistema IBVD é uma delas. Trata-se de um estrutura pensada em cada detalhe para que qualquer pessoa com um projeto de negócio digital possa criar suas páginas, estruturar equipes remotas de vendas, segmentar a comunicação para seus diversos públicos, organizar disparos automáticos de e-mail, criar campanhas de marketing, programar relacionamentos para a geração de leads, entre outras facilidades.

São mais de 200 templates prontos para serem copiados, colados e editados de acordo com a necessidade do empreendedor. Roveri garante que é possível a qualquer pessoa, com ou sem conhecimento digital, sair do zero e ter uma página de prospecção 100% operacional em apenas cinco minutos. “E o mais importante, por um preço que todo mundo pode pagar”, informa.

Esse movimento é uma tendência que vai se confirmando a cada dia.
Além das empresas, que sem atuação digital perdem cada vez mais espaço no mercado e por isso aderem em profusão ao segmento, pessoas físicas também buscam no marketing digital uma alternativa ao desemprego, ou de conseguir uma renda extra, quando os seus rendimentos não atendem suas necessidades.

O índice de ocupação dos brasileiros em 2020, segundo o IBGE, foi menor. O desemprego atingiu 13,8 milhões de pessoas, ou 14,4% da População Economicamente Ativa (PEA). O próprio IBGE aponta crescimento no número de pequenos empreendedores que veem no marketing digital alguma possibilidade de gerar renda.

Na prática, vários fatores associados ajudam na expansão de atividades empresariais sob o guarda-chuva do marketing digital. Enquanto o mundo vive a pandemia de Covid-19, com a sistematização do isolamento e do home office, crescem as oportunidades de negócios tendo a internet como principal canal para chegar aos clientes.

No Brasil, a demanda por delivery cresceu mês a mês em 2020 em consequência do isolamento social. Só no trimestre de julho a setembro o aumento foi superior a 85%, resultando em vendas de R$ 33,4 bilhões. Nos quatro primeiros meses do ano, uma gigante do marketplace atraiu 183 milhões de visitas, segundo pesquisa da SEMrusch, líder global do marketing digital.

“Diante dessa realidade, quem deseja entrar para o mundo dos negócios e quer começar pelo marketing digital, as possibilidades são infinitas”, opina Roveri. Ele lembra que mesmo sem um projeto estruturado, a pessoa pode começar a empreender como afiliado de um projeto em andamento enquanto adquire conhecimento e experiência para alçar voos maiores.

A plataforma Sistema IBVD, segundo Roveri, tem diversos produtos digitais disponíveis para o mercado e compreende a alternativa de parceiros no negócio para atuar como afiliados. O empreendedor começa divulgando os infoprodutos IBVD para a sua base de contatos com a orientação técnica necessária, treinamentos e cursos e ganha comissão pelas suas vendas a cada fechamento de contrato. A partir daí, diz Roveri, todo mês ele terá uma renda residual, pois passará a receber uma parte do valor das mensalidades pagas pelos clientes que ele conquistou.

O marketing digital é uma realidade na vida das pessoas e das empresas, observa Roveri, e cresce vertiginosamente a oferta de oportunidades de ganhar dinheiro por esse meio. “Hoje, com um pequeno investimento, pode-se alcançar grandes resultados”, conclui.

Mais informações sobre a plataforma Sistema IBVD estão disponíveis no endereço: http://www.sistemaibvd.com

Website: http://www.sistemaibvd.com

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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