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Anvisa divulga orientações para vacinação em farmácias

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Medida se aplica a toda equipe para minimizar riscos da covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta segunda-feira (11) orientações para a realização de testes rápidos para a investigação de infecção pelo novo coronavírus em farmácias. A publicação prevê ainda recomendações para realização de vacinação em farmácias, caso estejam incluídas nas estratégias de campanhas de vacinação do Ministério da Saúde.

O documento é destinado às farmácias e aos serviços de saúde, públicos e privados, que têm permissão para a realização dos testes. A Nota Técnica aborda a execução de testes rápidos, bem como as medidas de prevenção que devem ser adotadas durante a assistência aos casos suspeitos.

Segundo a Anvisa, a orientação se aplica a toda a equipe da farmácia para minimizar o risco de exposição ao vírus para os clientes durante a pandemia da covid-19.

“Como parte do sistema de saúde, as farmácias desempenham um papel importante na dispensação e fornecimento de medicamentos, administração de medicamentos, incluindo as vacinas e serviços de saúde ao público. É importante garantir a função contínua das farmácias durante a pandemia da covid-19. Durante a pandemia, a equipe da farmácia pode minimizar o risco de exposição ao vírus que causa o covid-19 e reduzir o risco para os clientes usando os princípios de prevenção e controle de infecções e distanciamento social”, argumenta a Nota Técnica.

A agência reguladora recomenda o uso de testes para pesquisa de antígeno viral, por exemplo, do tipo RT-PCR e TR-Ag, para diagnosticar infecção aguda. Além disso, informa que não é recomendado o uso de testes rápidos para diagnosticar infecção aguda. O documento ressalta que os resultados do teste rápido não devem ser usados isoladamente para determinar, por exemplo, se alguém pode voltar ao trabalho.

Infraestrutura

A Anvisa orienta que as farmácias que oferecem o exame por meio de coleta de amostra do trato respiratório superior, como as realizadas por meio de swab, sigam recomendações de biossegurança em relação à infraestrutura.

O documento orienta como s farmácias tenham separação física dos corredores de acesso; portas de acesso dupla com fechamento automático; ar de exaustão não recirculante e fluxo de ar negativo.
Segundo a publicação, além de medidas de contenção aos riscos primários, causados aos trabalhadores que lidam com estes agentes, que incluem a autoinoculação, a ingestão e a exposição aos aerossóis infecciosos, para a sala em que será realizada a coleta, devem ser mais enfatizadas as barreiras primárias (equipamentos de segurança) e secundárias (soluções físicas) para que sejam também protegidos os funcionários de áreas contíguas, a comunidade e o meio ambiente contra a exposição aos aerossóis potencialmente infecciosos.

Vacinação

A publicação prevê recomendações para realização de vacinação em farmácias, caso estejam incluídas nas estratégias de campanhas do Ministério da Saúde. A Nota ressalta que os estabelecimentos precisam assegurar requisitos mínimos para garantir a segurança e qualidade, na conservação, aplicação e no monitoramento das vacinas da campanha, bem como, a segurança do vacinado e a dos profissionais de saúde envolvidos.

“Neste quesito, de forma temporária e excepcional, as determinações sanitárias relacionadas à estrutura física podem ser flexibilizadas para as farmácias privadas durante este período da pandemia”.

Por | Heloisa Cristaldo-Repórter da Agência Brasil – Brasília

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Acidentes de trabalho caem 60% em 20 anos, mas risco aumenta em Logística

Dispositivos de alerta em caminhões e empilhadeiras contribuíram para queda de acidentes. Novas tecnologias, como sensores de presença, podem aumentar a segurança

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São Paulo – SP 28/2/2024 – “Hoje já contamos com sensores que detectam a aproximação de pedestres antes mesmo destes entrarem no campo de visão dos operadores de veículos”, Afonso Moreira

Dispositivos de alerta em caminhões e empilhadeiras contribuíram para queda de acidentes. Novas tecnologias, como sensores de presença, podem aumentar a segurança

Uma pesquisa da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho aponta que o número de acidentes ocupacionais caiu quase 60% em 20 anos naquele continente. No entanto, em alguns setores, como Logística e Transporte, o risco de ocorrências vem crescendo, de acordo com o aumento da mão-de-obra nestes segmentos. O estudo foi publicado em 2023, com base em dados coletados entre 1998 e 2019 em 27 países membros da União Europeia.

Segundo o levantamento, a queda nos índices de acidentes fatais e não fatais foi similar neste período – 57% e 58%, respectivamente (página 12). A agência ressalta que quatro grandes setores (agricultura, construção, indústria e transporte) respondiam por 60% das ocorrências em 1998, apesar de contar com apenas 40% da mão-de-obra total ao longo desses 20 anos. “Portanto, a redução de acidentes nestes setores foi crucial para a redução total”, diz o estudo.

A pesquisa lista ainda (na página 14) os principais avanços que contribuíram para a redução de acidentes de trabalho, entre eles equipamentos de segurança em veículos e máquinas, como alertas sonoros e luminosos para caminhões e empilhadeiras. “Hoje, já contamos com sensores que detectam a aproximação de pedestres antes mesmo destes entrarem no campo de visão dos operadores de veículos. É o que chamamos de dispositivos de segurança ativa, que não dependem do acionamento humano”, explica Afonso Moreira, CEO da AHM Solution, empresa especializada em redução de danos em operações logísticas.

No entanto, a pesquisa da agência europeia também mostra que, desde 2005, o número de trabalhadores expostos a riscos aumentou em alguns setores que tiveram crescimento de mão-de-obra, como logística, transporte e distribuição (página 17).

Por fim, o estudo revela que, ainda hoje, os segmentos de logística e transporte estão entre os que apresentam taxas de acidentes de trabalho acima da média, por ter trabalhadores lidando com produtos pesados ou perigosos (página 65).

“Todos estes dados nos mostram a importância de investir continuamente em tecnologias que reduzam o risco de acidentes nas empresas. O setor de logística se destacou nos últimos 20 anos, porém a necessidade de movimentar volumes crescentes com agilidade aumenta também o desafio de entregar tudo isso com mais segurança”, conclui Moreira.

Mais informações em https://www.ahmsolution.com.br/

Website: https://www.ahmsolution.com.br/

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Certificações e licenças reforçam compromisso com governança e compliance

Selos desempenham papel estratégico na gestão de riscos e fortalecem a transparência nas empresas

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Curitiba 28/2/2024 – “A avaliação contínua dos riscos de compliance, capacitação de funcionários, atualização de políticas e procedimentos

Selos desempenham papel estratégico na gestão de riscos e fortalecem a transparência nas empresas

As certificações desempenham um papel estratégico na governança das empresas, porque contribuem para a conformidade com regulamentações e padrões reconhecidos internacionalmente. O assunto vem sendo cobrado por órgãos regulamentadores e públicos de interesse das companhias.

Inclusive, um estudo com 240 diretores de Compliance em diversos setores, realizado pela consultoria de serviços profissionais KPMG, trouxe o cenário esperado por esses líderes para os próximos dois anos. A pesquisa abordou temas como complexidade regulatória, desafios operacionais, promoção de uma cultura ética, sustentabilidade e tecnologia.

Para os gestores de compliance, o ambiente regulatório está em constante evolução e exige adaptação e ajustes contínuos. No levantamento, 73% dos entrevistados esperam uma maior análise sobre esse tópico e 45% estão se dedicando para atender a regulamentações específicas do setor em que atuam, o que reforça a necessidade de se falar mais sobre o assunto.

Ainda preocupados com a evolução do tema, 48% dos entrevistados relataram que não iniciaram a implementação de programas de compliance com foco em questões ambientais, sociais e de governança – o conhecido tripé chamado ESG, na sigla em inglês -, mas estão em fases de planejamento e desenvolvimento.

A Neoconsig, especializada na gestão de benefícios consignados, já praticava atitudes voltadas à governança corporativa em seus processos. Recentemente, atenta ao mercado, incluiu as certificações no seu hall de boas práticas, a ISO 37001 (antissuborno) e ISO 37301 (compliance). As duas representam um passo significativo na jornada contínua da companhia em aprimorar suas práticas operacionais e fortalecer seu compromisso com o compliance.

Juliana Selenko, diretora de RH da Neoconsig, explica que certificações ISO capacitam as companhias a identificarem, avaliarem e gerenciarem proativamente os riscos operacionais, promovendo uma abordagem mais eficaz. “A avaliação contínua dos riscos de compliance, capacitação de funcionários, atualização de políticas e procedimentos, além da implementação de estratégias de comunicação, fazem parte dos nossos valores e objetivos”, enfatiza Juliana.

Ao aderir a padrões internacionais, companhias como a Neoconsig fortalecem sua reputação no mercado, gerando confiança entre clientes, parceiros e demais públicos de interesse.

Para saber mais sobre a Neosonsig, basta acessar o perfil da empresa no Linkedin.

Website: http://www.neoconsig.com.br

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IA coíbe tentativas de fraudes contra locadoras de veículos

Tecnologia de sistema à base de Inteligência Artificial combatem intenções suspeitas

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São Paulo (SP) 28/2/2024 – A partir do momento em que a locadora entrega a chave do carro para o cliente, a empresa passa a estar sob o risco de que ele faça qualquer coisa com o carro

Tecnologia de sistema à base de Inteligência Artificial combatem intenções suspeitas

A recuperação econômica pós-pandemia das empresas de locação de veículos no Brasil é um fenômeno à parte. De acordo com o último relatório da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), o setor alcançou um faturamento de R$ 36,8 bilhões em 2022, valor 56% maior que o balanço de 2021 e 109% acima do que foi apurado em 2020.

Mas as tentativas de fraudes às empresas ainda são um desafio a ser superado, o que torna o serviço de alto risco. A boa notícia é que, hoje, a Inteligência Artificial engloba tecnologias que auxiliam no combate a tentativas de fraudes neste mercado

As tecnologias da informação desenvolveram soluções de segurança digital, com recursos de inteligência artificial, a ponto de comparar, instantaneamente, uma selfie do usuário e a foto contida no documento. Esse procedimento permite assegurar a autenticidade do portador. Entretanto, é possível ir além.

“A selfie comparada com a foto do documento é importante, mas temos recursos suficientes para nos aprofundar. Utilizando a ferramenta mostVio, é possível descriptografar o QR Code no verso da Carteira de Habilitação. A partir daí, a locadora tem acesso aos dados do condutor que se encontram no Senatran”, explica Maria Cristina Diez, engenheira de softwares e diretora comercial e de marketing da Most, empresa especializada na implementação de sistemas de segurança digital com tecnologias que utilizam a inteligência artificial (IA). O Senatran é a Secretaria Nacional de Trânsito, que é o órgão máximo executivo do setor.

Quanto ao Facematch, ela afirma que a tecnologia consegue mapear em diversos pontos as simetrias entre duas faces para realizar a comparação das imagens, retornando um percentual de similaridade. “O Facematch tem um altíssimo índice de acerto, e ainda acelera o tempo de aprovação do cliente, se for o caso. Aquela espera muitas vezes burocrática acaba se dissipando, e isso torna bem melhor a experiência do consumidor com a locadora”, afirma Maria Cristina Diez.

“Tudo isso deixa os processos de análise e de aprovação mais seguros e ágeis, reduzindo também os custos operacionais das empresas”, completa a executiva da Most. Para ela, os recursos Facematch e mostVio, aliados, proporcionam uma realidade diferente daquela vivenciada pelas companhias do setor. “É um perigo frequente que elas enfrentam. A partir do momento em que a locadora entrega a chave do carro para o cliente, a empresa passa a estar sob o risco de que ele faça qualquer coisa com o carro. Seja usá-lo para cometer crimes ou mesmo para desaparecer com o veículo. Há casos até de golpistas que tentaram revender o carro”, conta.

Website: https://most.com.br/

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