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Banco usa tecnologia para oferecer acesso remoto seguro a seus colaboradores durante a quarentena da COVID-19

Desde 16 de março, os colaboradores do maior banco federal brasileiro utilizam tecnologias avançadas de segurança para conectar-se remotamente ao ambiente digital desta instituição; milhares de conexões simultâneas e protegidas contra ataques foram configuradas em dez dias pelo time de TI deste banco

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São Paulo, SP 27/10/2020 –

Desde 16 de março, os colaboradores do maior banco federal brasileiro utilizam tecnologias avançadas de segurança para conectar-se remotamente ao ambiente digital desta instituição; milhares de conexões simultâneas e protegidas contra ataques foram configuradas em dez dias pelo time de TI deste banco

A economia brasileira precisa do maior banco federal brasileiro para crescer. Em 2019, esta instituição desembolsou R$ 55 bilhões em financiamentos para empresas e pessoas físicas. Parte dos investimentos é feito diretamente – caso de grandes empresas -, parte é realizado por meio de outros bancos do mercado – caso do segmento MPME. Durante a crise da COVID-19, este banco federal tem liberado verbas para pagamento de salários de funcionários de empresas de todos os portes, além de financiar a compra de equipamentos hospitalares e medicamentos.

A atuação do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) é viabilizada por sistemas que apoiam o processo de concessão de crédito, desde as demandas de financiamento até os desembolsos e acompanhamentos realizados, integrado a todo o arcabouço indispensável ao planejamento, execução e controle da operação do Banco e de seus projetos. Esse arcabouço inclui soluções de análise de crédito, gestão orçamentária, financeira e contábil e de gestão de riscos, entre outras. Especialmente no âmbito da concessão de crédito a empresas de menor porte, as transações de financiamento do BNDES ocorrem por meio de plataformas e canais digitais que permitem a interoperabilidade do BNDES com instituições financeiras parceiras.

Até o dia 16 de março deste ano, a maior parte dos acessos dos usuários do banco a essas e a outras plataformas era feito a partir do escritório.

Com a decretação da quarentena (isolamento social) para evitar a propagação da COVID-19 no país, foi necessário implementar com urgência soluções de acesso remoto seguro para um universo de até 3000 funcionários e colaboradores terceirizados, que passariam a trabalhar em casa (home office).

“O BNDES utiliza soluções F5 há anos e já empregava o BIG-IP APM de uma forma reduzida, para suportar o acesso remoto de cerca de 500 funcionários”, observa David Boechat, Gerente de Infraestrutura de TI do banco. A ampliação do uso do BIG-IP APM foi feita em menos de três semanas, de forma a não prejudicar os processos do banco. “As VPNs seguras e estáveis baseadas na tecnologia F5 Networks representam, hoje, a aplicação mais crítica do banco – a base para o funcionamento das áreas de negócios e de TI do BNDES”.

Equipe de TI trabalha alinhada com o Comitê de Gestão de Crise do BNDES

Com apoio da F5 Brasil, o time de TI do banco implementou milhares de VPNs simultâneas conectando as casas dos usuários a appliances F5 já em operação dentro do data center principal do BNDES, no centro do Rio de Janeiro. Embora, até o momento, 1700 funcionários do banco tenham se tornado usuários dessa tecnologia, há a possibilidade de expandir seu uso para os 3000 profissionais e colaboradores terceirizados do BNDES.

O processo de implantação de VPNs foi feito de acordo com as prioridades de negócios do banco. “Trabalhamos em conjunto com o Comitê de Gestão de Crise do banco para suportar a continuidade dos processos do banco”, explica Boechat. Nesse contexto, as decisões tomadas são baseadas no levantamento dos processos críticos do banco e na identificação de quais são as pessoas-chave para que esses processos não parem. “Fizemos a implementação das VPNs, portanto, indo dos usuários envolvidos nos processos mais críticos para as pessoas que estão em áreas menos essenciais para a continuidade dos negócios do banco”, detalha Boechat.

A ampliação de uso do BIG-IP APM aconteceu, segundo Renato Soffiatti, Coordenador de Infraestrutura de TI do banco, de uma forma simples e rápida. “O BIG-IP APM é uma solução bem tranquila de se manusear e implementar – uma vez configurada pelo nosso time, o trabalho de cadastro de usuários é feito pelo time de ServiceDesk e também por auto serviço, pelos próprios usuários”.

Soffiatti explica que o recurso de múltiplos fatores de autenticação do BIG-IP APM é reforçado pelo uso de um Token virtual, uma tecnologia que antes só era disponibilizada dentro do perímetro do banco mas que passou a estar operacional também de forma remota. “O Token virtual já estava habilitado antes da quarentena começar, o que acelerou ainda mais o processo de disponibilização do acesso remoto seguro a milhares de usuários do banco”.

VPNs passam a integrar plano de contingência do banco

O desafio de ampliar com rapidez o número de VPNs em uso no banco levou a equipe de TI do BNDES a conquistar um grande conhecimento sobre a oferta de acesso remoto seguro. “Mais do que resolver um desafio pontual, vimos este momento como uma chance de equacionar a demanda do trabalho remoto de forma segura, baseada nas melhores práticas”, diz David Boechat, Gerente de Infraestrutura de TI do banco.

Com isso, VPNs passaram a fazer parte do plano de contingência do banco. “Isso aumentou ainda mais o nível de maturidade da nossa cultura de TI e de negócios”.

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Temperatura e vibrações são desafios logísticos nos transplantes de órgãos

Dispositivos monitoram condições de transporte e armazenagem de órgãos, reduzindo risco de descartes por falta de condições adequadas, e salvando vidas

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São Paulo – SP 29/5/2024 – “Monitoramento pode reduzir drasticamente os casos de recusas de órgãos por falta de condições ideais e, consequentemente, salvar vidas”, Afonso Moreira

Dispositivos monitoram condições de transporte e armazenagem de órgãos, reduzindo risco de descartes por falta de condições adequadas, e salvando vidas

Mais de 60% dos órgãos destinados a transplantes são recusados pelas equipes médicas que fazem essas cirurgias. De acordo com um estudo do Ministério da Saúde e da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), de Brasília, com base em dados da Central Nacional de Transplantes (CNT), dos 22.824 órgãos disponíveis entre 2014 e 2021, 14.341 não foram aproveitados.

Apesar dos problemas logísticos representarem apenas 6% do total de recusas, o desafio para manter os órgãos em condições adequadas, da origem ao destino, ainda é grande, principalmente em um país com dimensões continentais como o Brasil. Segundo as normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o controle de temperatura e vibrações deve ser rigoroso nestes casos. A Resolução nº 66/2009 (artigo 29) estabelece que as embalagens “devem ser montadas de forma que, fechadas, previnam perda de conteúdo devido às condições de transporte, seja por vibração, mudanças de temperatura ambiente, umidade ou pressão”.

A logística de transplantes é complexa porque cada órgão conta com um Tempo de Isquemia Fria (TIF) – período em que pode ficar sem circulação sanguínea. O coração, por exemplo, tem o menor TIF, enquanto os rins podem ficar até 24 horas sem serem irrigados. No entanto, em todos esses casos, o transporte precisa ocorrer em uma caixa térmica que mantenha temperaturas entre 2 e 8°C. Se cair abaixo disso, o órgão pode congelar, inviabilizando o transplante. O descarte pode ocorrer ainda se a temperatura ficar acima do limite. Além disso, impactos ou vibrações na caixa também podem danificar o órgão.

Essas condições específicas fazem com que a logística de transplante de órgãos tenha semelhanças com outras operações da chamada cadeia fria de suprimentos. “Produtos como carnes, frutas, vegetais, remédios e os órgãos para transplante precisam manter a temperatura baixa no processo de transporte e, em alguns casos, armazenagem. Além disso, apresentam uma variação da qualidade com o tempo, mesmo sob condições ótimas de distribuição”, apontam as pesquisadoras Isabela Chaves Alves e Níssia Carvalho Rosa Bergiante, da Universidade Federal Fluminense, em estudo apresentado em 2021 (página 8).

“Além de envolver o transporte, a logística do transplante de órgãos também inclui o acondicionamento e armazenagem dos enxertos doados. Tais fatores estão diretamente relacionados com a característica de perecibilidade dos órgãos e da conservação em soluções de preservação dentro do tempo limite determinado pelo tempo de isquemia”, completam as pesquisadoras (página 10).

Alguns dispositivos de monitoramento de temperatura, vibrações e impacto, utilizados em operações logísticas de produtos perecíveis ou sensíveis, também são adotados nos processos de armazenagem e transporte de órgãos para transplante. “Nesses casos podem ser úteis três modelos de controle: os indicadores de temperatura, que marcam a temperatura mínima e máxima alcançada durante o transporte; os indicadores de impacto, que apontam se a carga sofreu algum choque na viagem; e o registradores de impacto, que monitoram até as vibrações sofrida pela embalagem, em tempo real”, explica Afonso Moreira, CEO da AHM Solution, empresa especializada em controle de riscos e danos em operações logísticas.

Segundo Moreira, todos esses dispositivos garantem que os órgãos foram acondicionados e transportados em condições adequadas para o transplante. “Isso pode reduzir drasticamente os casos de recusas de órgãos por falta de condições ideais e, consequentemente, salvar vidas”, conclui.

Mais informações: https://www.ahmsolution.com.br/

Website: https://www.ahmsolution.com.br/

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Violações da CLT impulsionam processos trabalhistas

A cada cinco processos trabalhistas que chegaram aos tribunais em 2022, quatro estavam relacionados a violações da CLT; especialista explica as principais causas dessas ações

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29/5/2024 –

A cada cinco processos trabalhistas que chegaram aos tribunais em 2022, quatro estavam relacionados a violações da CLT; especialista explica as principais causas dessas ações

Dados inéditos do Anuário da Justiça do Trabalho, publicado pela editora Consultor Jurídico, revelam que, a cada cinco processos trabalhistas que chegaram aos tribunais do país em 2022, quatro estavam relacionados a violações da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) por parte das companhias contratantes.

Ainda de acordo com os indicativos, compartilhados pela Veja,  9,3 milhões – de um total de aproximadamente 12 milhões de ações movidas nos tribunais trabalhistas no ano passado, estão relacionadas à violação de leis e contratos.

A rescisão do contrato de trabalho (28%) está no topo da lista de ações na Justiça do Trabalho no ano analisado, seguido por ações que dizem respeito a jornada de trabalho (18%), remuneração do profissional (17%), contrato individual do trabalho (9%) e responsabilidade civil do empregador (7%).

Para se ter ideia, foram 1,1 milhão de queixas com relação ao pagamento das horas extras em 2022. Além disso, danos morais e materiais geraram cerca de 800 mil pedidos de indenização, e a síndrome de burnout ganhou destaque entre as principais problemáticas quando o assunto são as chamadas “doenças trabalhistas”.

Acredita-se que mais de 30% dos profissionais brasileiros convivam com o problema, conforme dados da Isma-BR (Associação Internacional Internacional de Gerenciamento de Estresse).

A entidade chama a atenção para o fato de que o burnout pode afetar qualquer pessoa independentemente de sua idade, sexo ou atividade profissional. Segundo informações divulgadas pela associação, o burnout causa exaustão física e mental acarretando problemas emocionais e de relacionamento na vida pessoal e profissional.

Ainda segundo indicativos publicados pela Isma-BR, as doenças causadas pelo excesso de stress custam cerca de US$ 300 bilhões (R$ 1545,75 bilhões) por ano ao sistema de saúde, conforme estudos estadunidenses.

Tallisson Souza, advogado empresarial, destaca que são diversos os motivos que levam uma pessoa a processar a empresa que trabalhou. Entre as principais razões, vale destacar: ausência de formalização do contrato de trabalho, inadimplência das verbas rescisórias e falta de pagamento de horas extras.

“Além disso, entre as motivações [para as ações trabalhistas], estão as más condições de trabalho e abuso de poder do superior hierárquico. Enfim, existe uma gama de possibilidades que podem dar azo ao ajuizamento de ações trabalhistas”, afirma. “Contar com ajuda preventiva especializada é o primeiro passo para evitar ajuizamentos trabalhistas que podem afetar diretamente o crescimento das empresas”, ressalta Souza.

Para mais informações, basta acessar: https://escritoriosouzaadvogados.com.br/

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Personalização de brindes corporativos é opção para marcas

Personalização pode gerar engajamento e fidelização de clientes, diz Erick Badanai, co-founder da Zen Brindes

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29/5/2024 –

Personalização pode gerar engajamento e fidelização de clientes, diz Erick Badanai, co-founder da Zen Brindes

O tempo médio atual para abertura de empresas é de 21 horas, conforme dados do Mapa de Empresas, ferramenta disponibilizada pelo governo federal. Segundo o levantamento, 352 mil negócios foram abertos em março de 2024, dos quais 73,7% foram abertos em menos de um dia.

Aliás, o Brasil chegou a 21,5 milhões de empresas ativas este ano, o que aponta para um cenário de alta competitividade em um momento em que, “após vários anos de choques”, é possível prever que o crescimento mundial alcance 3,1% em 2024, “com a inflação caindo e os mercados de trabalho se mantendo”, como aponta um artigo do IMF Blog, do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre questões econômicas e políticas urgentes da atualidade. 

Com o mercado em constante crescimento, a concorrência torna-se ainda mais acirrada. Nesse contexto, Erick Badanai, co-founder da Zen Brindes, destaca a personalização de brindes corporativos como uma estratégia essencial. Ele salienta que essa abordagem vai além de destacar as marcas, pois também visa cultivar laços emocionais sólidos e fortalecer o vínculo entre a empresa e seu público-alvo.

Segundo Badanai, existem várias formas de personalização, cada uma adequada para diferentes tipos de materiais e quantidades de brindes. Algumas das técnicas mais comuns incluem:

  • Silk-screen: ideal para superfícies planas, como camisetas, réguas,  sacolas personalizadas e, até, chaveiros personalizados. “Trata-se de uma técnica de impressão tradicional, versátil e econômica, adequada para grandes quantidades de brindes”, diz ele.
  • Tampografia: recomendada para brindes com superfícies curvas, como canetas, squeezes, copos e garrafas personalizadas. “Essa modalidade oferece alta precisão e qualidade de impressão, sendo indicada para médias e grandes quantidades de personalização de brindes”, explica.
  • Gravação a laser: recomendada para materiais como metal, madeira, bambu e couro. “A gravação a laser cria um acabamento elegante e duradouro, ideal para brindes de qualidade e durabilidade”, afirma.
  • Impressão digital UV: técnica utilizada principalmente em superfícies plásticas, madeira  e acrílico, mas que também funciona bem em outros materiais. Segundo Badanai, o principal diferencial que a técnica oferece é sobre as cores vibrantes e detalhes precisos, sendo uma opção ideal para brindes personalizados com imagens complexas, fotos ou em pequenas quantidades.
  • Etiqueta resinada: uma alternativa para brindes com superfícies  uniformes, como chaveiros, trenas, hub usb e porta crachá . “As etiquetas resinadas proporcionam uma aparência tridimensional e protegem a impressão contra danos, tornando-as ideais para brindes criativos ”, descreve.

Além disso, o especialista explica que também existem as técnicas de hotstamping, sublimação e Direct to Film (DTF) entre outras. “Ao escolher a técnica de personalização adequada, as marcas podem criar produtos exclusivos que atendam às necessidades e acabamento desejado, fortalecendo os relacionamentos comerciais e promovendo o reconhecimento da brand e marketing”, articula.

Personalização pode gerar engajamento e fidelização de clientes

Na visão de Badanai, a personalização de brindes corporativos é uma maneira eficaz de gerar engajamento e fidelização de clientes, pois demonstra um interesse genuíno no indivíduo e em suas necessidades específicas.

“Quando os clientes recebem um brinde personalizado de alta qualidade, eles se sentem valorizados e reconhecidos pela empresa, o que fortalece o vínculo emocional e aumenta a probabilidade de repetir negócios no futuro”, afirma.

Além do mais, prossegue, os brindes personalizados têm um impacto duradouro, lembrando aos clientes da marca e de sua experiência positiva sempre que utilizam o produto. “Isso contribui para a construção de uma relação de confiança e lealdade ao longo do tempo”, diz.

O co-founder da Zen Brindes ressalta que a personalização de brindes corporativos é uma estratégia para diferenciar uma marca e criar conexões significativas com o público-alvo. “Ao investir na personalização de brindes, as empresas podem demonstrar seu compromisso com a satisfação do cliente, promover o reconhecimento da marca e fortalecer os relacionamentos comerciais”.

Para concluir, Badanai destaca que também é importante entender as necessidades e preferências do público-alvo ao criar brindes personalizados, escolhendo a técnica de personalização adequada para garantir a qualidade e a relevância de cada produto. “Com a personalização adequada, os brindes corporativos podem se tornar ferramentas eficazes de marketing e fidelização, impulsionando o sucesso a longo prazo da empresa”, finaliza.

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