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C3.ai, Microsoft e Adobe unem forças para reinventar o CRM com IA

O C3 AI CRM possibilita uma nova categoria de casos de uso e um novo ecossistema de IA setorial centrados no cliente

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REDWOOD CITY, Califórnia, REDMOND, Washington e SAN JOSÉ, Califórnia 26/10/2020 –

O C3 AI CRM possibilita uma nova categoria de casos de uso e um novo ecossistema de IA setorial centrados no cliente

A C3.ai, a Microsoft Corp. (NASDAQ: MSFT) e a Adobe Inc. (NASDAQ: ADBE) anunciaram hoje o lançamento do C3 AI® CRM powered by Microsoft Dynamics 365. A primeira solução de gestão de relacionamento com o cliente (customer relationship management, CRM) empresarial com inteligência artificial (IA) é desenvolvida para setores de mercado específicos, se integra com a Adobe Experience Cloud e promove operações de interação com clientes munidas de percepções de negócios preditivas.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20201026005926/pt/

As empresas parceiras concordaram em:

  • Integrar o Microsoft Dynamics 365, a Adobe Experience Cloud (inclusive a Adobe Experience Platform) e os modelos de dados, conectores e modelos de IA da C3.ai para determinados setores em uma oferta conjunta de acesso ao mercado desenvolvida para oferecer um pacote integrado de soluções de CRM habilitados por IA para setores específicos que inclui marketing, vendas e atendimento ao cliente.
  • Vender a oferta de CRM com IA para setores específicos com equipes de vendas dedicadas para se direcionarem a contas empresariais de diversos setores em todo o mundo e também com agentes e parceiros de setor.
  • Direcionar-se a setores de mercado específicos, que incluem inicialmente serviços financeiros, petróleo e gás, serviços públicos, fabricação, telecomunicações, setor público, assistênciaàsaúde, defesa, inteligência, automotivo e aeroespacial.
  • Comercializar mundialmente a oferta com a marca das três empresas, respaldada por seu compromisso com o sucesso dos clientes.

“A Microsoft, a Adobe e a C3.ai estão reinventando um mercado criado pela Siebel Systems há mais de 25 anos”, declarou Thomas M. Siebel, CEO da C3.ai. “As dinâmicas do mercado e as determinações da transformação digital estão mudando consideravelmente os requisitos de mercado do CRM. Já não basta contar com um sistema de registros de CRM projetado para fins gerais. Os clientes necessitam hoje de soluções desenvolvidas especificamente para seus setores e totalmente habilitadas por IA que ofereçam previsão de receita, previsão de produtos, rotatividade de clientes, o melhor próximo produto, a melhor próxima oferta e predisposição para compra, tudo por meio de IA.”

“Este ano deixou claro que empresas fortalecidas por tecnologia digital são mais resilientes e capazes de se transformar quando se veem diante de grandes mudanças como as que estamos vivendo”, comentou Satya Nadella, CEO da Microsoft. “Ao lado da C3.ai e da Adobe, estamos levando ao mercado uma nova classe de soluções de IA para setores específicos e habilitadas pelo Dynamics 365 para ajudar as organizações a digitalizarem suas operações e desencadearem percepções em tempo real de todos os seus negócios.”

“Temos orgulho de nossa parceria com a C3.ai e a Microsoft para promover a tão necessária interação digital com os clientes”, afirmou Shantanu Narayen, presidente e CEO da Adobe. “A combinação única da Adobe Experience Cloud, a solução líder de mercado para experiências do cliente, juntamente com o C3 AI Suite e o Microsoft Dynamics 365, possibilitará que marcas ofereçam experiências ricas que promovam o crescimento dos negócios.”

“Esse é um importante desenvolvimento que promoverá avanços na IA empresarial”, observou Lorenzo Simonelli, presidente do conselho e CEO da Baker Hughes. “Essa parceria entre a C3.ai, a Microsoft e a Adobe proporcionará uma oferta de CRM nova, única e poderosa ao mercado. Estamos adotando a IA em diversas aplicações internamente e em novos produtos e serviços para nossos clientes por meio de nossa parceria com a C3.ia. Esperamos oferecer o C3 AI CRM a nossos clientes e nos beneficiarmos com os recursos internamente.”

Combinando o software de CRM líder de mercado Microsoft Dynamics 365, o excelente pacote de soluções de gestão da experiência do cliente da Adobe e os recursos de IA empresarial da C3.ai, o C3 AI CRM é o primeiro CRM do mundo orientado por IA e específico para determinados setores desenvolvido com uma arquitetura moderna que enfatiza o uso de IA. O C3 AI CRM integra e unifica grandes volumes de dados estruturados e não estruturados de fontes empresariais e extraempresariais em uma imagem federada unificada para proporcionar percepções preditivas em tempo real de toda a cadeia de fornecimento de receita, do contato ao pagamento final. Com fluxos de trabalho orientados por IA e específicos para determinados setores, o C3 AI CRM ajuda equipes a:

  • Prever receita com precisão
  • Prever a demanda por produtos com precisão
  • Identificar e reduzir a rotatividade de clientes
  • Identificar potenciais clientes altamente qualificados
  • Identificar a melhor próxima oferta e o melhor próximo produto
  • Realizar segmentação, marketing e direcionamento orientados por IA

O C3 AI CRM permite que marcas aproveitem seus perfis de clientes em tempo real para orquestração de jornada em diferentes canais. A solução conjunta oferece uma ecossistema integrado que capacita os clientes para aproveitarem os excelentes recursos de CRM juntamente com um ecossistema integrado ao Azure, ao Microsoft 365 eàMicrosoft Power Platform. Por ser predefinido e configurado para cada setor a que se direciona — serviços financeiros, assistênciaàsaúde, telecomunicações, petróleo e gás, fabricação, serviços públicos, aeroespacial, automotivo, setor público, defesa e inteligência —, os clientes podem implementar e operar rapidamente o C3 AI CRM e seus modelos de aprendizado de máquina específicos para seu respectivo setor. Além disso, o C3 AI CRM utiliza o modelo de dados comum da Open Data Initiative (ODI), o que facilita a tarefa de reunir dados díspares de clientes provenientes de toda a empresa.

O C3 AI CRM já está disponível, com o Adobe Experience Cloud vendido separadamente. O C3 AI CRM powered by Dynamics 365 estará disponível por meio da C3.ai, da Adobe, da Microsoft e pelo marketplace do Microsoft Dynamics 365. Entre em contato por e-mail com sales@c3.ai para saber mais.

Sobre a C3.ai

A C3.ai é uma importante fornecedora de software de IA que permite acelerar a transformação digital. A C3.ai fornece o C3 AI Suite para desenvolvimento, implementação e operação de IA em larga escala, análise preditiva e aplicativos de Internet das Coisas (Internet of Things, IoT), além de um portfólio cada vez mais amplo de aplicativos de IA prontos para uso. O núcleo da oferta da C3.ai é uma arquitetura de IA revolucionária e orientada por modelo que aprimora drasticamente a ciência de dados e o desenvolvimento de aplicativos.

Sobre a Microsoft

A Microsoft (Nasdaq: “MSFT” @microsoft) permite a transformação digital para a era de uma nuvem inteligente e uma borda inteligente. Sua missão é capacitar todas as pessoas e organizações do planeta para conseguirem mais.

Sobre a Adobe

A Adobe está mudando o mundo por meio de experiências digitais. Para saber mais, acesse www.adobe.com.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Relações públicas da C3.ai:

April Marks

(917) 574-5512

pr@c3.ai

Relacionamento com a mídia da Microsoft:

WE Communications para Microsoft

(425) 638-7777

rrt@we-worldwide.com

Comunicação da Adobe:

Ashley Levine

(408) 666-5888

aslevine@adobe.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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