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Cervejaria artesanal brasileira dobra capacidade de produção com nova fábrica

O melhor Brewpub do Brasil, eleito em 2020 pelo Festival Brasileiro da Cerveja, o maior do segmento no país, Salvador Brewing Co amplia operações para atender crescimento de demanda

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Caxias do Sul 27/1/2021 –

O melhor Brewpub do Brasil, eleito em 2020 pelo Festival Brasileiro da Cerveja, o maior do segmento no país, Salvador Brewing Co amplia operações para atender crescimento de demanda

O Brasil já conta com mais de 1.200 cervejarias registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A maioria dessas cervejarias está localizada no Sul e no Sudeste. No Rio Grande do Sul, o segundo estado com mais cervejarias, são mais de 230 registradas. Até o último ano, Caxias do Sul ocupava o terceiro lugar no ranking de cidades com mais cervejarias no país. Este é um mercado que tende a crescer cada vez mais e a Salvador Brewing Co está seguindo a tendência do mercado. Nos últimos 12 anos, de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o mercado das cervejas artesanais movimentou mais de 2,4 bilhões de reais no Brasil. No mundo, os valores alcançam os 38 bilhões de dólares. A expectativa é de que o mercado cresça cerca de 14% ao ano até 2023, segundo dados da Global Craft Beer Market, entidade que monitora o mercado das cervejarias no mundo.

A Serra Gaúcha ganha um novo espaço de lazer aliado ao consumo de cerveja artesanal. Trata-se do terceiro bar e da nova fábrica da Cervejaria Salvador, com vistas para a produção da bebida. O empreendimento surge com a expertise dos sócios Andrigo e Leonardo Salvador, Fabiano Gasperin, Claudio Costa e Jocemar Gross, nomes já conhecidos na lida cervejeira de Caxias do Sul – vide Cervejaria Salvador, no complexo Fabbrica, no bairro Lourdes, e a P-47, no Cinquentenário.

O novo espaço, inaugurado no final de 2020, propõe clima descontraído, mais rock and roll, com máquina de fliperama, mesinhas de boteco e cardápio que contempla “espetinhos de carne” na calçada. Outro atrativo é a vista para a fabricação da já celebrada cerveja artesanal – futuramente, haverá visitas guiadas à produção. “Resgatamos um pouco nossas origens, quando surgimos vendendo cerveja na nossa Kombi. É um espaço sem muito glamour, mas com uma energia muito legal, com música boa, fliperama, churrasquinho de rua e muita cerveja boa”, adianta Leonardo. “Será um ambiente bastante diferenciado. Sempre tivemos a ideia de uma fábrica aberta ao público, com consumo no local”.

A nova cervejaria, com 500 metros quadrados, também atende a uma demanda da marca, que viu suas vendas dispararem nos últimos meses via e-commerce, inclusive com exportação, e precisou de uma fábrica maior. Com investimento de aproximadamente R$ 300 mil, incluindo a aquisição de novos tanques de armazenamento, a produção de cerveja irá dobrar, chegando a 25 mil litros/mês. Serão gerados pelo menos quatro empregos diretos. Entre outros diferenciais da nova fábrica está a utilização de energia limpa, 100% proveniente de painéis fotovoltaicos, fornecida por meio de uma parceria com o Projeto Berlim Energia, e alguns barris de carvalho para iniciar um novo projeto de envelhecimento de cervejas, que serão lançadas nos próximos anos.

Exportação
Além das vendas físicas e on-line, em 2020 a marca fez suas primeiras operações de venda para o mercado internacional. “As exportações surgiram quando distribuidores da Holanda, Japão e Coreia do Sul conheceram nossa marca por meio do aplicativo de avaliação de cervejas Untappd, onde hoje estamos colocados como a 3° cervejaria mais bem avaliada no Brasil. A partir do interesse desses distribuidores, destinamos parte da nossa produção para iniciar o processo de exportação. A expectativa para 2021 é de que essa demanda tenha um aumento significativo”, observa Leonardo.

Cerveja inspirada em jogo de videogame
Outra novidade é o lançamento das cervejas River e Raid Double NE IPA, inspiradas no River Raid, famoso videogame da Atari na década de 80. “Nessas duas versões usamos uma base super sedosa da nossa Double New England IPA, e fizemos um duplo dry hopping (adição de lúpulo durante a maturação) dos lúpulos citra e strata na River, e Idaho e Chinook da Raid”, explica Leonardo Salvador. Ele destaca que esses processos conseguem extrair todo potencial das variedades com uma explosão de aromas. “São cervejas com uma base super suculenta, com muita aveia, para trazer uma sensação sedosa e equilibrar a quantidade de lúpulo sem trazer amargor”, complementa Leonardo, adiantando que a cervejaria lança mensalmente novos rótulos disponíveis em seu e-commerce.

Vale lembrar outro marco importante para a Salvador em 2020. Em março do ano passado, a cervejaria foi premiada como o melhor Brewpub (denominação do bar que produz a própria cerveja) do Brasil pelo Festival Brasileiro da Cerveja, o maior do segmento no país.

Website: http://www.salvadorstore.com.br

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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