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Chatbot Facebook é a automação do Messenger que pode auxiliar negócios a venderem mais

Com o apoio da tecnologia e inteligência dos assistentes virtuais, empresas aproveitam o potencial da rede social de Mark Zuckerberg para expandir e melhorar o atendimento ao cliente.

Publicado

em

26/2/2021 –

Com o apoio da tecnologia e inteligência dos assistentes virtuais, empresas aproveitam o potencial da rede social de Mark Zuckerberg para expandir e melhorar o atendimento ao cliente.

A integração do Facebook Messenger com os bots de conversação representa mais um passo na otimização da gestão desses canais, e pode ser vantajosa para as empresas que souberem aproveitar a oportunidade de estreitar a relação com seus públicos.

Chatbot Facebook: o que é?

O chatbot Facebook é um software automatizado de mensagens, que usa inteligência artificial para conversar com as pessoas dentro da plataforma, fornecer informações, recomendar produtos e ajudar os clientes em sua jornada de compra.

Ou seja, ele é programado para entender as perguntas, fornecer respostas e executar tarefas para todos os usuários.

Isso representa uma economia de tempo acessível e amigável para os clientes, visto que no lugar de abrir um aplicativo, carregar uma página da web ou, até mesmo, fazer uma ligação telefônica, eles podem simplesmente digitar suas mensagens e obter respostas como se estivessem conversando com alguém real.

A aplicação da inteligência artificial faz toda a diferença em um chatbot Facebook

O chatbot Facebook que utiliza inteligência artificial é totalmente capaz de entender questionamentos mais complexos. Isso porque ele contém algoritmos apropriados, classificadores de texto e Processamento de Linguagem Natural (PLN), que decifram o que o usuário está tentando dizer e sua verdadeira intenção.

Isso significa que ele aprende o modo como as pessoas reais se expressam, ao invés de responder apenas sob um conjunto de comandos pré-definidos. Além de ser benéfico, esse é um fator determinante para oferecer uma experiência mais humanizada no atendimento.

Benefícios que o chatbot Facebook pode entregar às organizações

Os bots deram um novo contexto para o atendimento ao cliente, impulsionando melhores serviços, nos quais o público é atendido e assistido 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Personagens simpáticos

O chatbot Facebook vai sempre tratar o cliente da melhor forma possível, mesmo se o usuário estiver dialogando com entonação perceptivelmente estressada.

Suporte

O processo de suporte está incluso neste atendimento e também pode ser melhorado com a ajuda do chatbot Facebook. Os bots podem ser programados para dar respostas automáticas e imediatas às perguntas repetitivas, assim como para encaminhar a solicitação ao atendimento real, quando uma ação mais complexa é necessária.

Engajamento

Uma empresa com forte engajamento, tem chances maiores de aumentar suas vendas. E gerar essas interações é um dos principais objetivos do chatbot Facebook.

Os bots podem usar conteúdo visual, como vídeos e imagens, para manter o público interessado. Por exemplo: o assistente virtual de um restaurante usa o histórico de pedidos do cliente para fazer sugestões, saber seus detalhes de endereço para entrega e muito mais.

4] Geração de leads

O chatbot Facebook armazena as informações do consumidor, como localização, faixa etária, sexo, entre outros dados, em um histórico. Essa habilidade o torna capaz de enviar mensagens personalizadas, que auxiliam os consumidores com conteúdos relevantes ao longo da jornada de compra.

Ou seja, garante que o fluxo e a frequência esteja na direção certa para obter taxas de conversão mais altas, dando as respostas necessárias e importantes, persuadindo o usuário e, por vezes, gerando um lead.

5] Feedback

O chatbot Facebook é uma ferramenta para coletar o feedback dos clientes.

Através de uma pesquisa de mercado com perguntas simples, é fácil analisar as respostas e promover melhorias em produtos ou serviços e, até mesmo, otimizar um site ajustando as páginas de baixa conversão.

6] Agendamentos e reservas

Como muitas pessoas passam a maior parte do tempo navegando no Facebook, o chatbot pode ser usado para automatizar tarefas comuns. Entre elas, organizar reuniões, agendar visitas ou fazer reservas, por exemplo.

7] Aumento das vendas

O chatbot Facebook pode fornecer assistência em tempo real durante as compras, tal qual ocorreria em uma loja física.

Com uma comunicação interativa, o bot faz perguntas para entender o problema, e pode apresentar aos clientes páginas de produtos, cupons de desconto, e quaisquer outras estratégias disponíveis para conversão.

Exemplos de chatbot Facebook de sucesso

O Bradesco conta com um chatbot, dotado de inteligência artificial e PLN, pela InBot – uma startup do segmento – para aperfeiçoar o relacionamento com o cliente, através do canal de atendimento no Facebook Messenger.

Outra solução bem sucedida construída pela empresa foi a Nat da Natura, hoje desativada. Através da integração com comércio eletrônico e catálogo de produtos, a assistente virtual prestava auxílio na escolha do melhor presente, baseada nas preferências e perfis dos clientes.

Website: https://www.inbot.com.br/

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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em

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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