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Citi Selecionado como Consultoria Financeira da Gavi, a COVAX Facility da Vaccine Alliance

Mandato para a COVAX Facility de vários bilhões de dólares demonstra o compromisso contínuo do Citi com o auxílio na pandemia

Publicado

em

NOVA YORK 2/11/2020 –

Mandato para a COVAX Facility de vários bilhões de dólares demonstra o compromisso contínuo do Citi com o auxílio na pandemia

O Citi anunciou hoje que a empresa foi selecionada pela Gavi, a Vaccine Alliance, para ser a consultoria financeira da COVAX Facility, seu mecanismo mundial de compras de vacinas para COVID-19.

A COVAX Facility é parte da COVAX, uma iniciativa mundial multilateral que visa desenvolver, produzir e distribuir vacinas para COVID-19 de modo justo e equitativo. É liderada em conjunto pela Gavi, a Vaccine Alliance, a Coalizão para Inovações em Preparação a Epidemias (CEPI), e a Organização Mundial da Saúde (OMS) – trabalhando em parceria com fabricantes de vacinas de países desenvolvidos e em desenvolvimento, UNICEF, Banco Mundial, Organizações da Sociedade Civil e outras instituições.

O Citi irá forneceràGavi consultoria especializada sobre estruturas para reduzir o risco operacional, soberano e de crédito, já que a COVAX Facility busca facilitar a aquisição conjunta e distribuição equitativa de vacinas seguras e eficazes para COVID-19 de diversos fabricantes farmacêuticos a todas as economias participantes da COVAX, uma vez que alcancem suas licenças.

“O Citi considera esta tarefa uma demonstração clara de quem somos como empresa com base no trabalho que fazemos para ajudar a combater esta crise em muitas frentes”, disse Jane Fraser, Presidente do Citigroup e Diretor Executivo de Serviços Bancários Globais a Clientes. “O financiamento de vacinas está no centro do fim desta crise, sendo que o Citi tem a honra de contribuir a este esforço sem precedentes. Estamos reunindo os principais talentos de toda a empresa para dar suporteàGavi para executar suas metas a nível mundial.”

Em sua primeira fase, e até o fim de 2021, a COVAX Facility tem por objetivo garantir e entregar 2 bilhões de doses de vacinas a serem distribuídas às populações dos países membros. A unidade conta atualmente com mais de 180 entidades governamentais soberanas como participantes.

Em sua função de consultoria, o Citi dará assessoria e assistência na descoberta de redução de riscos mitigação e estratégias de execução em conexão com a unidade, incluindo o suporteàcriação de estratégias para tornar operacional e manter a COVAX Facility.

“A COVAX representa a melhor oportunidade de oferecer às pessoas em todos os países um acesso rápido, justo e equitativo às vacinas para COVID-19 tão logo estejam disponíveis. Estamos muito satisfeitos com o compromisso do Citi, permitindo que a COVAX Facility tenha os benefícios da consultoria externa especializada a fim de complementar nossa experiência interna, dando suporte com nosso trabalho essencial de redução de riscos e estruturando a COVAX Facility para ser a mais eficaz possível”, disse o Dr. Seth Berkley, Diretor Executivo da Gavi.

Durante a pandemia, o Citi trabalhou em estreita cooperação com governos e o setor privado para descobrir opções de liquidez e soluções de financiamento em reaçãoàCOVID-19. Isto incluiu grandes esforços de ONGs e bancos de desenvolvimento orientadosàpandemia, incluindo programas de emergência para COVID-19 do Banco Mundial, Banco de Desenvolvimento da África, o Novo Banco de Desenvolvimento e a própria Unidade de Financiamento Internacional para Imunização (IFFIm) da Gavi, onde o Citi atuou recentemente como ‘joint bookrunner’ em seu vínculo com as vacinas no total de US$ 500 milhões.

“Financiamento e distribuição justos, rápidos e eficientes de vacinas PARA COVID-19 permanecem sendo nossa maior esperança de acabar com esta crise, e assim estamos empenhados em otimizar a COVAX Facility para tal propósito”, disse Jay Collins, Vice-Presidente de Serviços Bancários, Mercado de Capitais e Consultoria do Citi e Consultor Líder de Equipe do Citi. “O porte e a complexidade desta unidade não têm precedentes e sua urgência é de extrema importância para o mundo”, continuou.

“Estamos muito satisfeitos pela parceria com o Citi neste empenho histórico”, disse Assietou Sylla Diouf, Diretor de Finanças & Operações da Gavi. “Jamais uma unidade como esta foi tão crucial ante a crise que enfrentamos atualmente. A presença do Citi em mais de 160 países e jurisdições bem como sua experiência irá ajudar a garantir que os mecanismos de financiamento da COVAX Facility sejam os mais aptos a dar suporte às ambiciosas metas da COVAX de terminar com a fase aguda da pandemia até o fim de 2021.”

O Citi continua comprometido em apoiar clientes e parcerias da comunidade com o fim de auxiliar a dar uma resposta positiva social e ambientalmente sustentávelàCOVID-19. O Citi e a Citi Foundation se comprometeram com mais de US$ $100 milhões até o momento em suporte aos esforços de auxílio comunitário referentesàCOVID-19 em todo o mundo. O Citi está orgulhoso de seus esforços para financiar as partes interessadas em diversas Metas de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (SDGs) e particularmente orgulhoso da contribuição que este trabalho com a Gavi fará para a SDG 3: assegurar vidas saudáveis e promover o bem-estar a todos em todas as faixas etárias.

Citi

O Citi, líder mundial como banco, tem cerca de 200 milhões de contas de clientes e mantém negócios em mais de 160 países e jurisdições. O Citi oferece aos clientes, corporações, governos e instituições uma extensa gama de produtos e serviços financeiros, incluindo serviços bancários e de crédito a clientes, serviços bancários corporativos e de investimentos, corretagem de valores, serviços de transação e gestão de patrimônios.

Mais informação pode ser obtida em www.citigroup.com | Twitter: @Citi | YouTube: www.youtube.com/citi | Blog: http://blog.citigroup.com | Facebook: www.facebook.com/citi | LinkedIn: www.linkedin.com/company/citi

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Mídia:

Sophia Anthony

Assuntos Públicos Globais do Citi

Serviços Bancários, Mercados de Capitais & Comunicações de Consultoria

+1 (212) 816-7140

sophia.anthony@citi.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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