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Com conectividade em alta, Gestão de Telecom é ainda mais fundamental para as empresas

Como medida de distanciamento social por conta da pandemia de Covid-19, 20,8 milhões de colaboradores podem usar o home office no Brasil, o que equivale a 22,7% dos postos de trabalho. Com isso, cresce a preocupação em gerenciar ferramentas de trabalho através de uma Gestão de Telecom eficiente.

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São Paulo, SP 17/3/2021 –

Como medida de distanciamento social por conta da pandemia de Covid-19, 20,8 milhões de colaboradores podem usar o home office no Brasil, o que equivale a 22,7% dos postos de trabalho. Com isso, cresce a preocupação em gerenciar ferramentas de trabalho através de uma Gestão de Telecom eficiente.

Com a conectividade em alta em 2021, o setor de telecomunicações segue como forte tendência neste ano. De acordo com a IDC Brasil, as estimativas no mercado corporativo, que envolve hardware, serviços e software, são de um crescimento de 10%. A consultoria também prevê que o 5G gere US$ 2,7 bilhões até 2022 em novos negócios.

Outro fator que interfere no crescimento do mercado de telecomunicação é o aumento do número de pessoas trabalhando de casa como medida de distanciamento social por conta da pandemia de Covid-19. De acordo com um estudo realizado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), 20,8 milhões de colaboradores podem usar o home office no Brasil, o que equivale a 22,7% dos postos de trabalho. Com isso, cresce, por exemplo, a necessidade de compra de notebooks e tablets para trabalho. Segundo a IDC, o crescimento do mercado de endpoints neste ano deve chegar a 21% a mais do que em 2020, gerando US$ 4,7 bilhões.

A Gestão de Telecom como principal ação para redução de custos

De acordo com números da Agência Nacional de Telecomunicações, foram registradas 36.577.947 linhas de telefonia fixa em operação em março de 2019 no Brasil. Com o alto número de linhas e o crescimento do mercado de endpoints, aumenta também a preocupação por parte das empresas em gerenciar esses ativos e serviços com eficiência. Muitas delas não têm visibilidade do parque de telecom e nem controle dos ativos de telefonia que realmente são utilizados. Sem esse controle, as empresas podem desperdiçar dinheiro ao ter que pagar por linhas que não são usadas ou que não foram contratadas.

Outro grande desafio que as empresas têm sem a Gestão de Telecom é o mapeamento dos gastos com telefonia fixa, móvel e link de dados. Sem realizar esse mapeamento, elas não conseguem ter visibilidade do consumo de link de dados, tempo de ligações e pagamentos, por exemplo.

As cobranças indevidas em contas de telefonia fixa, móvel e link de dados também são alguns dos problemas com os quais muitas empresas podem sofrer. Com a Gestão de Telecom, elas não precisam se preocupar com valores indevidos, já que essa solução atua diretamente na contestação de valores com as operadoras, evitando que as empresas percam tempo ao rebaterem cobranças indevidas.

As vantagens que as empresas têm com a Gestão de Telecom

Desta forma, é essencial que as empresas contem com uma especialista no assunto. Com mais de 20 anos de experiência em Gestão de Telecom, a NSB não só é responsável por identificar as melhores oportunidades em redução de custos, como também proporcionar otimização dos serviços de telefonia fixa, móvel e link de dados, inteligência na negociação com operadoras, benchmark de tarifas a fim de encontrar as melhores tarifas para o negócio, visibilidade total do parque de telecomunicações, inventário identificado e automação de processos com tecnologia RPA.

E para gerenciar todos os contratos e informações dos recursos de telecomunicações das empresas, a NSB desenvolveu em cima das melhores práticas do ITIL e ITSM o CM360 TEM, uma ferramenta onde é possível integrar todos os gastos com telefonia fixa, móvel e link de dados, possibilitando uma gestão muito mais eficiente e com maior redução de custos para o negócio.

Website: https://nsb.com.br/gestao-em-telecom/

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Covid-19: pessoas já infectadas devem esperar um mês antes de vacinar

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Crédito: ©Tânia Rêgo/Agência Brasil

Recomendação é de médicos infectologista.

O Brasil registrou até ontem (10) 13.445.006 pessoas infectadas desde o início da pandemia, cerca de 6% da população brasileira. No momento em que a vacinação contra a covid-19 está sendo realizada no país, uma das dúvidas mais comuns é o que muda no caso de quem já teve a doença quando da aplicação da vacina.

Segundo o infectologista Hemerson Luz, quem já teve a covid-19 deve esperar ao menos um mês antes de tomar a vacina contra a doença. Esse intervalo é contado a partir de 14 dias depois do diagnóstico positivo, quando foi convencionado que a pessoa se livra do vírus.

Ele explica que ainda não há publicações e estudos demonstrando efeitos, mas que médicos têm adotado esse tempo mínimo para evitar potenciais efeitos adversos.

Se a pessoa tiver com a doença aguda, com febre e com sintomas da covid-19, ela não deve se vacinar. Antes disso, deve procurar um médico para receber orientações e ter um diagnóstico se está ou não com a covid-19.

“Se tiver com sintomas vou esperar encerrar o meu quadro. Se eu tiver com sintomas, tenho que procurar o médico para verificar o diagnóstico. Se tiver infectado, tem que aguardar até resolver o quadro e aí depois de 30 dias”, explica o infectologista.

Luz lembra que a vacina pode causar efeitos adversos, em geral no local da aplicação, como inchaço, vermelhidão, febre ou indisposição. Mas essas reações não duram mais de 48 horas e podem ser tratadas com remédios como analgésicos e antitérmicos.

O infectologista alerta que quem já foi infectado pode contrair a covid-19 novamente, mas o quadro deve ser brando. “A [vacina] CoronaVac tem eficácia de 50% para pegar a doença, mas é 100% eficaz contra o caso grave. A [vacina] Oxford/AstraZeneca é um pouco mais efetiva, a 70%, mas mesmo assim existe possibilidade de ficar doente”, disse.

O infectologista ressalta a importância da vacinação mesmo para quem já teve a covid-19. E acrescenta que não é preciso ter receio, pois não há chance da vacina causar doenças. Mesmo aquelas que utilizam vírus inativados não têm qualquer possibilidade de replicação do vírus no organismo.

 

Por | Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

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Cadastro de imóveis rurais será completamente digitalizado

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Crédito: ©Marcelo Camargo/Agência Brasil

Procedimento poderá ser concluído em página da Receita na internet.

Os donos de imóveis rurais não precisarão mais ir a uma unidade de atendimento da Receita Federal para atualizarem ou cadastrarem a propriedade. O procedimento poderá ser concluído diretamente no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC).

Agora, todos os documentos pedidos pela Receita Federal para validar o cadastro rural podem ser enviados digitalmente pelo e-CAC. Segundo o Ministério da Economia, a medida faz parte do Plano de Ação da Receita Federal no cenário pós-pandemia e contribui para a digitalização dos serviços públicos.

Os documentos serão enviados ao e-CAC por meio de Dossiê Digital de Atendimento. Caso sejam necessários novos documentos, eles deverão ser apresentados por meio da juntada de documentos, disponível na aba “Meus Processos”. Esclarecimentos adicionais e a confirmação de que o cadastro foi concluído passarão a ser efetuados eletronicamente.

Todos os imóveis rurais precisam ser inscritos no Cadastro de Imóveis Rurais (Cafir), mesmo os que têm imunidade ou isenção de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). Administrado pela Receita Federal, o Cafir lista os titulares, os condôminos e copossuidores das propriedades rurais.

Além do Cafir, os imóveis rurais são registrados no Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (Cnir), que integra dados do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O envio eletrônico de documentos está disponível para quem inicia o processo pelos dois cadastros. Tanto quem usa o Sistema Cnir como para quem usa o Sistema Coletor Web, associado ao Cafir e administrado pela Receita Federal, poderá concluir o processo pelo e-CAC.

 

Por | Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

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9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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