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Com foco em aposentadoria “mais robusta”, fundos de previdência adotam postura arrojada

Alocação de maior parte dos recursos em renda variável é uma das estratégias das gestoras

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Curitiba, PR 8/2/2021 – Usamos teses parecidas às que adotamos em nossos outros fundos, para que os ganhos sejam superiores aos demais planos previdenciários.

Alocação de maior parte dos recursos em renda variável é uma das estratégias das gestoras

Ter renda para viver confortavelmente, depois de anos de trabalho, é o desejo de todo trabalhador. Entretanto, apenas com a previdência pública isso não é possível para a grande maioria da população. A saída é investir em uma previdência privada complementar. A questão, é que nem todas rendem o que poderiam render, já que cerca de 90% do dinheiro alocado nesses fundos de previdência ainda está em renda fixa. Os dados são da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Segundo a mais recente pesquisa da associação, intitulada Raio X do Investidor Brasileiro, realizada pelo instituto Datafolha e divulgada em 2020, o total de brasileiros que têm conseguido economizar algum valor aumentou na comparação com a pesquisa anterior. Os dados correspondem ao ano de 2019 e mostram que 38% da população está economizando, número que é 5 pontos maior do que o de 2018. Desse total, 42% aplicou os recursos em produtos financeiros, sendo 5% em previdência privada. A pesquisa entrevistou 3.433 pessoas, de 149 municípios, das classes A, B e C, economicamente ativas, que têm algum tipo de renda (ativa ou de aposentadoria). O recorte é equivalente a 96,3 milhões de pessoas, ou a 58% da população acima de 16 anos.

Com o objetivo de oferecer uma aposentadoria mais robusta aos interessados, a CTM Investimentos, gestora independente, passou a  oferecer um fundo de previdência privada com alocação de até 70% em fundos de renda variável. A estratégia prevê, a médio e longo prazo, ganhos de capital bem acima do CDI. Os 30% de saldo estarão alocados em estratégias de renda fixa. O produto, chamado de CTM Gênesis Icatu Previdenciário Fundo de Investimento Multimercado, destina-se exclusivamente a receber, diretamente, recursos referentes às reservas técnicas de PGBL e VGBL.

Com aporte inicial de R$ 5 mil e sem a exigência de aplicações mínimas, o fundo de previdência é mais uma opção de investimento para interessados em acumular recursos, desta vez com olhar para a aposentadoria. “O CTM Gênesis é uma combinação de estratégias. Usamos teses parecidas às que adotamos em nossos outros fundos, para que os ganhos sejam superiores aos demais planos previdenciários, mas agora, neste produto, com foco em aposentadoria”, explica Daniel Alberini, diretor de gestão da CTM Investimentos.

“Nossas teses levam em conta a realidade das empresas, as tendências e a nossa percepção de mercado, por isso temos conseguido excelentes resultados em nossos fundos próprios. Dois deles, o Hedge e o Estratégia, estão elencados nas primeiras posições nacionais de menor risco e maior rentabilidade. E o previdenciário seguirá a mesma linha”, anuncia.

Além de atrair a atenção de quem deseja complementar a aposentadoria pela previdência pública, os planos privados também se destacam por permitirem alguns benefícios tributários. “O investidor que tem um salário mensal e desconto de imposto de renda retido na fonte, tem o benefício de ter uma restituição maior ao longo das contribuições obrigatórias. Por isso muitos têm optado por este tipo de investimento”, destaca Alberini.

Além dos benefícios padrão, concedidos pela normativa dos fundos, as gestoras e assessoras de investimentos também oferecem outras vantagens. Há diferença nos tipos e valores das taxas. Quem deseja investir, deve ficar atento, também, à expertise da empresa, carteira de serviços e montante gerenciado, além do cumprimento das regulamentações vigentes. É importante saber, ainda, que os planos de previdência privada permitem portabilidade, ou seja, mudar de modalidade e de instituição, bastando para isso entrar em contato com a nova empresa, que ficará encarregada de todo o trâmite.

CTM INVESTIMENTOS

A CTM Investimentos é uma gestora independente. Fundada em 2012, atualmente possui cerca de 4 mil clientes e mais de R$ 500 milhões sob gestão. Dois dos seus fundos foram listados entre os melhores do país. O CTM Estratégia FIA é o segundo com melhor relação risco retorno e o CTM Hedge FIM é o quinto mais rentável. A CTM faz parte do sistema de Mercado de Capitais Brasileiro e está sob a regulação e fiscalização da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

 

Website: https://ctminvest.com.br

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Energia solar tem papel estratégico para o desenvolvimento econômico, social e sustentável

A fonte solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do país.

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São Paulo – SP 3/3/2021 – A Aliança Solar Internacional (ISA) classificou o Brasil como um dos quatro destaques do mercado de energia solar entre seus 80 países-membros.

A fonte solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do país.

Diante da crise do novo coronavírus no Brasil, o segmento de usinas solares de grande porte deve sair da produção atual de 2,4 GW para 3 GW, representando um aumento de 25%. “Fica cada vez mais evidente o papel estratégico da energia solar para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do Brasil, trazendo mais liberdade de escolha aos consumidores, empresários e produtores rurais”, salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News & Negócios (www.revistaecotour.news).

A tecnologia solar fotovoltaica evoluiu de forma significativa na última década. Avanços importantes no processo de manufatura, novos recordes de eficiência dos módulos fotovoltaicos e o barateamento dos equipamentos tornaram a eletricidade do sol cada vez mais acessível a todas as camadas da população.

Desde 2012, os consumidores brasileiros já investiram mais de R$ 10 bilhões em sistemas de energia solar na geração distribuída. Estes investimentos privados, feitos diretamente pela população e independentes de licitações ou leilões dos governos, acrescentaram ao Brasil uma potência de mais de 1,9 gigawatt (GW), espalhado por mais de 70% dos municípios brasileiros.

“Em 2019, o segmento criou uma média de 92 postos de trabalho por dia no País, uma verdadeira locomotiva de novos empregos e oportunidades, trazendo renda e alento a milhares de brasileiros que estavam fora do mercado formal. No acumulado, já são aproximadamente 100 mil trabalhadores solares”, relata Vininha F. Carvalho.

A Aliança Solar Internacional (ISA) classificou o Brasil como um dos quatro destaques do mercado de energia solar entre seus 80 países-membros que não fazem parte da OCDE. A classificação de “Achiever”, a mais alta do ranking da instituição, também foi dada à Índia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos e está detalhada no relatório Ease of Doing Solar (EoDS).

O relatório é de particular importância para as instituições financeiras internacionais ao revelar os países que possuem regimes transparentes e prontos para a infraestrutura apoiados por mercados favoráveis aos investidores. O documento também orienta os governos na identificação das principais iniciativas políticas que incentivam e facilitam a energia solar.

“A atividade econômica é aquecida com o dinheiro economizado na conta de luz dos consumidores com energia solar. Este valor é inserido no mercado e ajuda a movimentar os setores de comércio e serviços”, conclui Vininha F. Carvalho.

Website: https://www.revistaecotour.news

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Amazonas recebe usinas de oxigênio para apoiar o atendimento da COVID-19 em 460 leitos

Doações feitas através de uma cooperação entre a iniciativa privada e entes públicos ficarão como legado para os hospitais após a pandemia

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São Paulo, SP 3/3/2021 –

Doações feitas através de uma cooperação entre a iniciativa privada e entes públicos ficarão como legado para os hospitais após a pandemia

Perto de 460 leitos de hospitais públicos amazonenses tiveram a sua capacidade de atendimento contra a COVID-19 reforçada pela doação de cinco usinas de produção de oxigênio ao sistema de saúde do Amazonas. A iniciativa para enfrentar o crescimento do número de casos e a insuficiência de equipamentos para a produção do oxigênio neste início de 2021 no estado foi articulada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), através de uma ação de cooperação entre entes públicos e a iniciativa privada que reuniu doações feitas por uma série de empresas, entre elas o UnitedHealth Group Brasil.

Cada usina tem capacidade de produzir cerca de 25m³ de oxigênio por hora, quantidade suficiente para suprir uma unidade hospitalar em 12 leitos de terapia intensiva e 80 leitos de internação e pronto atendimento. O processo garante a produção de oxigênio diretamente nos hospitais com o acoplamento do equipamento ao sistema de ventilação das unidades para fazer o processo de filtragem e tratamento do oxigênio no local. Os equipamentos ficarão como legado para o estado do Amazonas e poderão ser utilizados pelos hospitais em necessidades futuras.

Um dos principais ensinamentos que ficará para diversos setores da economia sobre o enfrentamento da pandemia da COVID-19 é a importância da cooperação entre a iniciativa privada e o poder público. A união de empresas e governos (através de instituições municipais, estaduais ou federais) tem resultado em ações de sucesso, como a ampliação de oferta de leitos hospitalares (e o crescimento da capacidade de atendimento); o incentivo à produção e o apoio à distribuição de equipamentos de proteção individual; a geração de renda e as doações para populações vulneráveis; e a contribuição para o aumento das quantidades de testes realizados, entre outros.

“A pandemia da COVID-19 nos impacta de incontáveis formas e nos instiga a tomar diversas medidas para contê-la. Acredito que o que mais tem se destacado é a imensa compaixão que nos leva a proteger, esclarecer e tratar milhares de pessoas com uma intensidade incomparável. O UnitedHealth Group Brasil tem a compaixão como um dos seus valores institucionais e, neste momento, ações de solidariedade fazem toda a diferença no combate ao novo coronavírus”, destaca José Carlos Magalhães, presidente do UnitedHealth Group Brasil, empresa de saúde e assistência médica diversificada que reúne a operadora de planos de saúde Amil e a rede Americas. Em 2020, a companhia realizou doações no valor de R$ 38 milhões para apoiar 11 projetos de responsabilidade social no combate à pandemia da COVID-19.

 

Website: https://www.unitedhealthgroup.com/

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A Covid-19 tornou o outplacement ainda mais importante para as empresas

Pesquisa desenvolvida por consultoria especializada em carreira aponta que as empresas estão investindo no desligamento de seus colaboradores. O outplacement pode ajudar demitidos a planejarem a carreira e obter sucesso na vida profissional. A demissão pode gerar inseguranças e ansiedades que precisam ser trabalhadas no outplacement.

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São Paulo SP 3/3/2021 – O abalo emocional de uma demissão pode afetar a transição de um indivíduo para um novo papel e resultar num atraso na busca de um novo emprego

Pesquisa desenvolvida por consultoria especializada em carreira aponta que as empresas estão investindo no desligamento de seus colaboradores. O outplacement pode ajudar demitidos a planejarem a carreira e obter sucesso na vida profissional. A demissão pode gerar inseguranças e ansiedades que precisam ser trabalhadas no outplacement.

A pandemia impactou todas as organizações, setores e no mundo. Líderes de empresas enfrentam difíceis decisões sobre os colaboradores. É importante para as organizações garantir que aqueles que estão saindo do negócio contem com o apoio e a confiança para entrar em um mercado de trabalho em constante mudança. Um serviço de outplacement que era obrigatório na demissão de diretores e presidentes, passou a ser incluído na demissão de todos os níveis, segundo dados de uma pesquisa da United HR (consultoria internacional especializada em outplacement).

A pesquisa aponta que investir na recolocação é importante para proteger a reputação da companhia; ajuda a garantir que as empresas permaneçam respeitadas por se preocuparem com seus colaboradores na demissão.

Márcio Miranda, CEO Latam da United HR, afirma que os líderes precisam reconhecer o impacto que essa mudança terá na força de trabalho. A demissão em massa causa frustrações, inseguranças, ansiedades, insônia e baixa estima. Esses sentimentos negativos fazem com que os funcionários remanescentes percam a confiança na companhia, impactando na produtividade e desempenho e um aumento nos pedidos de demissão voluntária.

“Ao investir em outplacement, os líderes podem garantir que os colaboradores que ficam vejam que quem está demitido está sendo apoiado de fato restaurando sua confiança. O outplacement permite planejar o próximo passo de sua carreira para uma transição estruturada para seu próximo emprego. Um especialistas em carreira ou coach pode ajudar em um novo plano de ação, de onde se recolocar e no autoconhecimento de habilidades e competências que se encaixam em determinados cargos, ajudando a encontrar uma recolocação de sucesso”, esclarece Hends Tabanez, Diretor da Divisão de Outplacement da United HR.

“O abalo emocional de uma demissão pode afetar a transição de um indivíduo para um novo papel e resultar num atraso na busca de um novo emprego”, afirma Hends.

Segundo Alisson Soncine, Managing Director da United HR, “o outplacement proporciona um autoconhecimento, mudanças de comportamentos inadequados, desenvolvimento de competências e explora os diferentes caminhos de carreira disponíveis; seja manter-se no mesmo setor, mudança de carreira, se tornar um empresário, buscar um conselho administrativo, investir em educação superior ou aposentadoria. O outplacement pode tornar o ex-colaborador visionário, bem como ajudá-lo a entender as ferramentas e recursos necessários para dar os próximos passos, ajuda a reduzir a ansiedade da perda do emprego e significa que os funcionários que saem têm mais chances de alcançar a recolocação mais rapidamente”.

“Além disso, uma tendência crescente de “pré-recolocação” é que alguns empregadores oferecem suporte de desenvolvimento de carreira para todos os funcionários antes da notificação de demissão – o que significa que os indivíduos têm uma vantagem inicial ao considerar seu próximo movimento de carreira, bem como uma oportunidade de recolocação interna caso uma opção adequada esteja disponível. Consequentemente, aqueles que passam para o programa de suporte total de recolocação estão prontos para começar imediatamente, enquanto a organização pode reter parte de seu talento por meio de realocação interna”, afirma Alisson Soncine.

Para Márcia Pillat, CEO North America da UNITED HR, a Covid-19 mudou funções e formas de trabalho, só porque uma função não é mais viável, não significa que o indivíduo que a ocupou anteriormente também se tornou excedente aos requisitos. Retenção de habilidades e talentos é fundamental; seja por meio de redistribuição interna, ou para garantir que aqueles que saem da organização o façam positivamente, com a ideia de que podem fazer o caminho de volta (efeito bumerangue) em algum ponto no futuro – e o outplacement torna tudo isso possível”.

“Muitas organizações também estão procurando incluir suporte adicional para aqueles que permanecem no negócio como parte de seus programas de outplacement. Isso pode ser feito com change management e treinamento de resiliência para líderes e gestores, para que conduzam as demissões com a aptidão e equilíbrio emocional e que continue sendo um agente desenvolvedor de talentos inclusive a quem é demitido”, afirma Márcia Pillat.

A pesquisa da United HR aponta que aumentaram em 60% a contratação do outplacement pelas empresas, pois querem desenvolver os gestores para conduzir a demissão, preparando-os para que este momento difícil possa ser um momento de impulsionar e transformar de forma positiva o demitido, para que seja garantido seu sucesso profissional.

Website: http://unitedhr.co

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