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Combate à Covid-19: startup brasileira cria linha de slimes para banho que limpam, hidratam e protegem as crianças da cabeça aos pés

Com alta tecnologia, empresa investiu em linha especial para o banho dos pequenos

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Brasil 22/2/2021 – Em 2021, com a volta às aulas, os pais devem intensificar os cuidados de higiene, por isso o banho precisa ser bem dado, diminuindo os riscos de contágio

Com alta tecnologia, empresa investiu em linha especial para o banho dos pequenos

Segundo o que Organização Mundial da Saúde (OMS) segue divulgando, crianças e adolescentes tendem a ter sintomas mais brandos quando infectados pelo novo coronavírus, mas isso não quer dizer, universalmente, que para eles a doença seja leve, sem sintomas e muito menos que devemos relaxar com a proteção dos mais novos.

Apesar de os pais tomarem os devidos cuidados na hora da higienização pessoal e uso de máscara, as crianças têm mais dificuldade de manter distanciamento social e lavar as mãos com frequência e corretamente, o que evitaria a propagação de doenças transmitidas por bactérias e vírus, como o Sars-CoV-2, responsável pela epidemia da Covid-19.

Algumas empresas enxergaram a necessidade de ter produtos específicos para este público no mercado, que auxiliem na higiene ideal dos pequenos, e apostaram na criação de linhas especiais como slimes que saem na água.

A aposta da Aya Tech, startup 100% brasileira, foi a linha para banho Slimes Iaé®, que tem como objetivo transformar o banho em um momento lúdico e divertido. Usando nanotecnologia e pesquisa de ponta, a empresa criou produtos que limpam, hidratam e perfumam a criançada da cabeça aos pés, além de protegê-los do coronavírus e outros micro-organismos causadores de doenças.

Com textura gelatinosa, os produtos da linha Iaé® pintam a pele das crianças, permitindo que os pais e cuidadores vejam se todas as partes do corpo foram devidamente higienizadas. A ideia, segundo a CEO da Aya Tech, Fernanda Checchinato, é criar um “banho de cor” para que as crianças se divirtam no banheiro e os pais tenham mais segurança sobre a higiene dos pequenos.

Fernanda, que é mãe de uma menina de cinco anos, usou sua experiência para desenvolver o produto. “Minha filha sempre gostou de tomar banho, mas, em tempos de coronavírus, todos os pais se preocupam se as crianças estão, de fato, protegidas da doença. Em 2021, com a volta às aulas, por exemplo, os pais devem intensificar os cuidados de higiene, por isso o banho precisa ser bem dado, diminuindo os riscos de contágio”, explica.

A linha Iaé® é composta por shampoo, condicionador, creme para pentear e sabonete slime, além de um sabonete líquido colorido, que deve ser usado antes de molhar a pele. As crianças se divertem pintando o corpo, misturando as cores e exercitando a criatividade, enquanto os pais ganham um momento de tranquilidade e interação com os filhos na hora do banho. O sabonete colorido está disponível em seis cores: amarelo, azul, rosa, roxo, verde e vermelho. Os produtos são hipoalergênicos e foram regulamentados pela Anvisa. Não contêm álcool e parabenos na formulação e podem ser usados em crianças a partir de três anos.

“Quem tem filho pequeno sabe que o banho pode ser um momento de bastante estresse. Algumas crianças não gostam ou preferem se lavar sozinhos. Com a linha Iaé®, queremos proporcionar um momento familiar agradável, mas que garanta a proteção dos pequenos. É muito importante fazer a higienização correta, todos nós devemos nos preocupar com isso, mas também é importante manter a diversão. Por isso, pensamos em slimes, que faz muito sucesso entre a criançada. É divertido, elas se higienizam e os pais se livram do transtorno de terem slimes grudados na pele ou nos cabelos, porque ele sai no banho”, finaliza Fernanda, fundadora da startup.

A Aya Tech é uma empresa 100% brasileira focada no conforto, qualidade e bem-estar da sociedade, não medindo esforços para o desenvolvimento sustentável de produtos de alta tecnologia, que não agridam o meio ambiente.

A equipe da Aya Tech busca inovação científica e o emprego de nanotecnologia, em soluções que atendam aos segmentos de Agronegócio, Construção, Cosmética e Fragrância, Energia, Higiene, Hospitalar, Hotelaria e Têxtil.

A CEO da empresa, Fernanda Checchinato, é doutora em Engenharia Química pela UFSC, com parte dos estudos realizados no Laboratório CNRS da Universidade de Lyon, França. Ela também é especialista em materiais inorgânicos e metálicos pela Agência Internacional de Cooperação do Japão.

Website: http://www.aya-tech.com.br/

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Congresso debate cooperativismo de crédito em Recife

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, comenta os principais aspectos da 14ª Concred, onde palestrou sobre a expansão do cooperativismo no Brasil e a importância do propósito

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19/8/2022 – O [cooperativismo] cresce, expande, impacta pessoas e é um ator importante na inclusão financeira, sem deixar o propósito de vista

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, comenta os principais aspectos da 14ª Concred, onde palestrou sobre a expansão do cooperativismo no Brasil e a importância do propósito

Entre os dias 10 e 12 de agosto, Recife (PE) recebeu a 14° Concred, um dos maiores eventos do cooperativismo de crédito da América Latina. O congresso, realizado pela Confebras (Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito), foi realizado no Centro de Convenções de Pernambuco, transmitido on-line e recebeu mais de 5 mil líderes cooperativistas, entre dirigentes, conselheiros e gestores.

O evento reuniu conferencistas e palestrantes nacionais e internacionais do cooperativismo  em torno do tema “Futuros Plurais e a Essência Humana: horizontes do Cooperativismo Financeiro rumo à Sociedade 5.0”, com os eixos Cenários Globais, Ambidestria, Essência Humana e Futuros Plurais.

Além disso, foram discutidas pautas como regulação, sustentabilidade, liderança, estratégia, governança, tendências globais, compromisso social, inovação, diversidade, perspectivas e oportunidades no ecossistema do cooperativismo.

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, destaca a importância da realização do Concred para o setor de cooperativas de crédito no Brasil. “O Concred reúne, todos os anos, os maiores sistemas e os principais agentes do cooperativismo de crédito do país para promover importantes debates para o setor”.

Simão destacou que o Instituto Fenasbac, além de expositor e patrocinador do Concred, participou do cronograma de palestras e dividiu o palco com Harold Espínola, Chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias do Banco Central. Os dois trouxeram o tema: “Sou Cooperativa? Qual o papel do propósito nessa resposta?”, com reflexões sobre a expansão do cooperativismo e a importância do propósito nessa jornada.

Perspectivas para o setor de cooperativas a curto e médio prazo

Na análise de Simão, o cooperativismo de crédito é um setor em constante expansão. “Durante a pandemia, mesmo em meio à crise, o setor conseguiu números expressivos de crescimento e, hoje, já performa com quase 11% do mercado de crédito”, articula.

Para a CEO do Instituto Fenasbac, o futuro sustentável do cooperativismo só é possível se continuar preservando seus diferenciais: não ser banco, focar nas pessoas, transformar comunidades e investir em desenvolvimento. “E é para garantir esse futuro próspero e saudável que eventos como este [Concred] são importantes. Daqui, saem importantes ideias para a inovação e avanço do setor”, conclui. 

Para mais informações, basta acessar: https://ifenasbac.com.br/

Website: https://ifenasbac.com.br/

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Investidores estrangeiros podem ter isenção de renda sob debentures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

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Brasília (DF) 19/8/2022 – Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

Foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a PL 4188/2021 que propõe a isenção de imposto de renda o investimento estrangeiro em debêntures (títulos de dívida) nacionais. O texto deve chegar em breve no Senado, mas, por ora a proposta tem sido discutida pela articulação política do governo.

Tal proposta deve ser feita como emenda ao projeto do Marco Legal das Garantias e a análise final deve ocorrer após 29 de agosto. Caso aprovada e sancionada, a nova lei facilitar o uso das garantias de crédito, reduzir custos e juros de financiamentos e aumentar a concorrência para debêntures.

Essas debêntures são títulos que as empresas não bancárias utilizam para adquirirem recursos de terceiros sem ter que recorrer a bancos. Desta maneira a pessoa física consegue pulverizar o risco de sua alavancagem sendo benéfico tanto para a empresa, pelo maior alcance e capilaridade na hora de adquirir recurso, mas também para o investidor que consegue um retorno relativamente maior sobre o seu investimento em renda fixa comparado a créditos bancários como CDBs.

“Esta medida é de muita vantagem para o investidor estrangeiro, uma vez que ele diminui o risco dele encima do investimento. Isentando o Imposto de Renda para investidores internacionais, o investimento em créditos empresário se torna muito mais atrativo, desta maneira existe uma possibilidade de o Brasil se tornar uma grande alternativa para fundos internacionais”, esclarece Gustavo Vaz, financista e especialista em investimentos da Atrio Investimentos, assessoria de investimentos ligada a XP Investimentos.

O assessor de investimentos ainda coloca que esta medida pode acabar trazendo reservas de moedas estrangeiras para o país. “Um benefício direto, no ponto econômico, é a entrada de mais dólares no Brasil. Isso tudo sem contar os benefícios indiretos, como o desenvolvimento de novos mercados, mais empregos, mais produtos mais concorrência, qualidade e menores preços no longo prazo”, contextualiza. 

Por ter ação direta sobre o sistema tributário, a medida pode modificar um pouco a estrutura de recolhimento federal. Dr. Bruno Junqueira, advogado tributarista e sócio-diretor da BLJ Direitos e Negócios, avalia essa medida como uma facilitadora, contudo, não obstante a isenção do recolhimento, permanece a obrigatoriedade da prestação de contas por declarações. “Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures, com relação àquelas de propriedade de estrangeiros”, explica.

Por outro lado, o advogado especialista ainda acredita que o incentivo criado poderá melhorar a capacidade de expansão das empresas nacionais, o que de alguma forma poderá compensar a perda da arrecadação. “Importante analisar também o impacto do princípio da isonomia quanto aos investidores brasileiros, isto é, se há fundamento jurídico que justifique uma isenção direcionada frente ao ordenamento constitucional brasileiro”, explica.

Vale salientar que a debenture é um crédito de maior risco porque depende do desenvolvimento e resultado da empresa investida. Contundo, o investido não precisará deixar parte do retorno do investimento para o governo Brasileiro, que é como ele recebe pelo risco corrido no investimento.

Website: https://blj.adv.br/

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Bons resultados visam escalabilidade da pequena indústria

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

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São Paulo – SP 19/8/2022 – Antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as fábricas de pequeno porte tiveram o melhor segundo trimestre dos últimos 11 anos. Resultados assim, expressivos, quando o assunto é o desenvolvimento da indústria, ajudam a movimentar a economia e a restabelecer déficit do mercado. Além disso, faz com que muitos empreendedores reforcem sua infraestrutura para uma demanda que aponta ser crescente. É o que afirma o especialista em mangueiras e mangotes de borracha Daniel Rodriguez.

Falando em dados, o Índice de Desempenho das fábricas de pequeno porte subiu de 48,3 pontos em maio para 47,5 em junho. Trata-se de um indicador que avalia produção, número de empregados e utilização da capacidade instalada. O dado, como mencionado, ficou acima da média histórica, que é de 43,6 pontos.

O CEO da Maxxflex reforça que pesquisas como essa são imprescindíveis para orientar as próximas ações da indústria. “Quando há boas perspectivas, como a dos dados divulgados neste mês de agosto, é inegável o movimento do mercado em se preparar para atender as demandas emergentes”, pondera Rodriguez.

Nesse sentido, os investimentos em utensílios para otimizar as produções ganham espaço, aumentando a produtividade e evitando perdas. Prova disso é o aumento identificado na busca por itens como mangueiras e mangotes de borrachas. “É perceptível como o reforço das instalações trazem bons resultados para as empresas. É o que sentimos do mercado que volta a aquecer”, disse o especialista da Maxxflex.

Especialmente por esse nicho da pesquisa tratar de pequenas empresas, a preocupação é ainda maior. “O desenvolvimento das empresas é parte fundamental do avanço da economia de um país. Cientes disso, os empreendedores das pequenas indústrias buscam adequar seus recursos para crescerem com maior escalabilidade”, avalia Daniel Rodriguez.

O especialista elenca importantes pontos a serem levados em consideração para garantir o pleno funcionamento da produção. “Avaliar máquinas e sistemas, suas devidas manutenções e trocar os utensílios, como mangueiras e mangotes, facilitam o trabalho, alavancam os resultados e ainda permitem a qualidade do que é produzido”, diz Rodrigues.

Por fim, o CEO da Maxxflex acredita que se trata de um bom momento para que tomadores de decisão dentro das empresas avaliem o que precisa ser revisto e comecem a fazer as alterações necessárias, visando a evolução da empresa. “Assim, antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar”, finaliza.

Website: http://maxxflex.com.br/

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