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Como reduzir os riscos para encontrar a hospedagem ideal e comprar moeda estrangeira em viagens internacionais

O segredo para encontrar a hospedagem ideal na internet é sempre procurar pela melhor relação entre o custo versus o benefício, ou seja, o que está sendo agregado de benefícios na hospedagem e nem sempre o menor preço pago. Em caso de viagem ao exterior, a internet pode ajudar a encontrar a melhor solução para comprar dólar e outras moedas estrangeiras ou fazer remessa online ao exterior.

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Belo Horizonte-MG 5/11/2020 – “Viajar é trocar a roupa da alma”. Mário Quintana.

O segredo para encontrar a hospedagem ideal na internet é sempre procurar pela melhor relação entre o custo versus o benefício, ou seja, o que está sendo agregado de benefícios na hospedagem e nem sempre o menor preço pago. Em caso de viagem ao exterior, a internet pode ajudar a encontrar a melhor solução para comprar dólar e outras moedas estrangeiras ou fazer remessa online ao exterior.

O Procon São Paulo divulgou em 27/10/2020 que as reclamações de vendas com o comércio eletrônico já somavam 241.887 demandas contra 78.419 em 2019, um aumento de 208%. Por conta da pandemia de Covid-19, o setor de viagens e turismo foi um dos mais afetados.

Um dos desafios de turistas e viajantes é encontrar um serviço que atenda às suas expectativas. O site Viagem Legal Câmbio e Turismo fornece dicas para ajudar o viajante a encontrar a hospedagem ideal.

Direito ao arrependimento e sugestões para uma compra online segura

O Código de Defesa do Consumidor normatiza que ao realizar compra fora do estabelecimento, o consumidor tem o direito legal à desistência dentro do prazo de 7 dias e que os valores pagos devem ser devolvidos corrigidos monetariamente.

Antes de enviar o número do cartão de crédito e dados pessoais deve ser observado se o site possui conexão segura na internet (https:// ou cadeado ativado).

Também devem ser guardados panfletos, fotos e folders; ainda vale ‘printar’ as telas e pedir documentos antecipadamente como reservas do hotel, bilhetes de passagem, roteiros da viagem, etc.  Antes de assinar contratos, todas as cláusulas devem ser detalhadamente analisadas.

Aprendendo a pesquisar uma hospedagem ideal

O segredo para encontrar uma hospedagem ideal na internet é sempre procurar pela melhor relação entre o custo versus o benefício, ou seja, o que está sendo agregado de benefícios e nem sempre o menor preço pago.

Ao procurar por hospedagens é importante consultar sites especializados. Uma busca na internet para as palavras-chave hotel ou pousada vai relacionar uma lista destes sites.

Os sites pedem que sejam inseridas a data do check-in (entrada) e do checkout (saída), o local de destino e às vezes pedem filtros de valores para que seja inserido um orçamento. Depois apresentam uma relação de hospedagens, seja por recomendação ou preço.

Em geral, os hotéis designam uma pequena quantidade de vagas para o site especializado. Assim, caso não encontre a hospedagem desejada em um site, vale tentar em outro. E, em último caso, fazer a reserva no site do hotel ou do jeito antigo: ligar e fazer a reserva.

A pesquisa em um agregador de sites ou em vários sites é fundamental porque é possível fazer uma reserva mais barata para o mesmo quarto ou até conseguir uma acomodação superior pelo mesmo valor.

O viajante deve ter atenção especial nesta hora. As hospedagens são categorizadas por estrelas. Cada estrela refere-se à qualidade dos serviços prestados e às comodidades oferecidas. Mas, as estrelas de um hotel ou pousada podem ter passado por avaliação há alguns anos e sua qualidade pode ter baixado.

Daí é muito importante fazer uma análise das fotos atuais e dos comentários dos hóspedes, bem como analisar as datas dos comentários. É necessário observar tudo com atenção e usar a própria intuição.

Organização de roteiros e compartilhamento para economizar

Para quem quer viajar, economizar e compartilha a hospedagem, existem modalidades como hospedagem domiciliar disponíveis na internet. A hospedagem domiciliar abrange a locação de toda uma residência, de um quarto individual com banheiro compartilhado, quarto compartilhado com banheiro privativo, e quarto e banheiro privativo. Os sites especializados também oferecem opções de hotéis e pousadas com preços acessíveis. 

Estimando os gastos e dicas para economizar

Com as passagens e a hospedagem antecipadamente pagas. É estimado pelo site Viagem Legal Câmbio e Turismo que o valor de USD 100 (cem dólares) nos Estados Unidos e € 90 (noventa euros) na Europa, por cada visitante por dia deve ser reservado para gastos com passeios, compras, alimentação, transportes e outras despesas.

Mais uma vez a pesquisa e o planejamento antecipado ajudam muito a fazer economia e evita estourar o orçamento. É recomendável colocar todos os gastos de viagem numa planilha e após fazer uma estimativa, dar uma folga de 10% para despesas eventuais.

Para deslocamentos é possível simular corridas de táxi utilizando o World Taximeter. É importante buscar sites de restaurantes do local onde pretende viajar e pesquisar pelo preço das refeições. A mesma coisa vale para passeios, museus e shows. Isto ajuda a identificar um valor bastante aproximado dos gastos com a viagem.

Dica para comprar dólar e moedas estrangeiras com comodidade, agilidade e segurança

Em caso de viagem ao exterior necessitará comprar dólar ou outra moeda estrangeira. A internet pode ajudar na hora de encontrar a melhor solução para comprar moedas estrangeiras ou fazer remessa online para o exterior.

O site Viagem Legal Câmbio e Turismo é correspondente cambial autorizado e parceiro da Frente Corretora de Câmbio, entidade autorizada a operar no mercado cambial pelo Banco Central do Brasil.

As operações de compra de dólar e moedas estrangeiras através do delivery de câmbio ou remessa online de valores são realizadas com comodidade, agilidade e segurança sem sair de casa, garantindo o melhor preço e todos os protocolos de segurança contra a propagação da Covid-19.

A importância de fazer um Seguro-Viagem para viajar tranquilo

Antes de viajar é fundamental fazer um seguro-viagem para estar despreocupado com eventualidades relacionadas à saúde durante a viagem e não ter de gastar uma fortuna caso se defronte com uma situação de emergência.

O seguro-viagem fornece cobertura médica de emergência para doenças, lesões ou acidentes imprevistos que possam ocorrer após a data de entrada em vigor da apólice.

Dicas para ser um mochileiro com mais segurança

Os viajantes mochileiros se despojam de alguns aspectos da viagem. Sua bagagem é minimalista e estão preparados para longas caminhadas para ver paisagens incríveis. 

Alguns dos lugares aceitam trabalho voluntário em troca de cama e refeição. Isto é chamado Work Exchange. Caso alguém opte por fazer Work Exchange uma dica é sempre estabelecer um contrato delimitando os horários de trabalho e as atividades.

É fundamental acompanhar as avaliações e entrar em contato com pessoas que já tiveram experiência no local.

O site Viagem legal câmbio e Turismo fornece orientações para que turistas e visitantes encontrem as melhores opções de passeios, passagens e hospedagens em todo o mundo.

Website: https://viagemlegal.com.br/

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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