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Como se comportar no Linkedln em sete pontos segundo Headhunters especializados

Construir um perfil interessante no Linkedln, obter engajamento e conexões assertivas é extremamente importante para quem deseja alavancar a carreira

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São Paulo 25/2/2021 – “Precisamos estar presentes no LinkedIn se quisermos avançar”

Construir um perfil interessante no Linkedln, obter engajamento e conexões assertivas é extremamente importante para quem deseja alavancar a carreira

O Linkedln já se instaurou como uma verdadeira força em nível global. Construir um perfil interessante, obter engajamento e conexões assertivas é extremamente importante para quem deseja alavancar a carreira. O crescimento da rede é consistente, o número de usuários no país está entre 80 mil a 120 mil novos usuários por semana, são mais de 650 milhões de usuários no mundo e este crescimento não está associado somente ao aumento do desemprego, segundo Ana Moises — Latam Sales Director do Linkedln e presidente do conselho do IAB. O crescimento no Brasil se dá pela troca de conhecimento, desenvolvimento de relações profissionais, pelo investimento de conteúdo e melhorias de comunicação dentro da plataforma. Com novas metodologias e ferramentas para os usuários, precisamos estar presentes no Linkedln se quisermos avançar”.

Atualmente, um currículo excepcional e uma carta de recomendação sólida não são suficientes para garantir uma entrevista. Em um mundo onde a presença digital é tão importante, potenciais empregadores e recrutadores prestam muita atenção no comportamento online. Qual o segredo para ter um perfil de sucesso? A primeira regra básica sugerida por especialistas é: isto seria dito no local de trabalho? Se a resposta for “não”, então não é aconselhável fazer no Linkedln.

Neiva Gonçalves, Diretora de Carreira da Success People, explica por que a boa etiqueta na rede é tão importante para o seu sucesso e construção de relacionamentos: “No Linkedln estamos em ambiente de trabalho. Praticar a etiqueta empresarial para ter sucesso promove um bom relacionamento não apenas com os funcionários, mas também com clientes e outros parceiros vitais de negócios. Empregar boa etiqueta, no Linkedln ou em qualquer situação, ajuda o profissional a se destacar, aumentar seu sucesso e resultados de negócios. O comportamento profissional e a educação são regras que se aplicam a situações sociais, às relações de trabalho e às redes profissionais”. 

A Success People listou sete pontos para oferecer um perfil diferenciado no Linkedln:

1. Autenticidade

O que está sendo compartilhado diz muito sobre o perfil profissional. O Linkedln funciona como uma ampla entrevista, a primeira impressão sobre o perfil, conexões e interesses. Ser descontraído nesta rede funciona como contar piada em uma entrevista. Tudo na rede está sendo avaliado, desde a foto do profissional até as interações.

2. Elevador Hitchings

Aqueles três minutos no elevador que podem mudar a vida profissional, podem ser utilizados no Linkedln. Em uma breve descrição, com poucas palavras, a ideia é contar a história de uma forma breve e interessante que provoque curiosidade. Uma dica é: declarar guerra contra chavões. Os rankings regulares dos “buzzwords” mais usados incluem termos como especializado, liderança, focado, estratégico, experiente, apaixonado, especialista, criativo, inovador e certificado. Apenas usar essas palavras não convencerá as pessoas. É necessário demonstrar isso na maneira como se utiliza a rede.

3. Destaque de Skills e serviços

Uma das ferramentas mais rápidas é a lista de habilidades. A lista de Skills ajuda a comprovar a descrição no Título e Resumo, e fornece uma plataforma para que outros o endossem. No entanto, a chave aqui é manter o perfil atualizado buscando sempre o aprimoramento técnico. Serviços é um novo recurso que ajuda consultores, freelancers e aqueles que trabalham para empresas menores a mostrar a gama de serviços que oferecem. Este recurso pode aumentar a visibilidade nos resultados de pesquisa.

4. Endossar

Endossar outros membros comprova as habilidades e aumenta a credibilidade. Identificar as conexões que realmente merecem um endosso, muitas vezes é o gatilho para as pessoas retribuírem o favor. Não ter medo de enviar uma mensagem educada pedindo apoio para algumas habilidades que considere relevantes é uma forma de valorizar o processo. Os endossamentos dão às pessoas que analisam o perfil uma sensação rápida e visual do valor profissional do candidato. 

5. Paixão pelo aprendizado e profundidade na experiência de trabalho

Ao concluir um curso no Linkedln Learning, é importante adicionar um certificado de curso ao perfil. Não existe melhor profissional do que aquele que está atualizado. Além de querer ver os locais onde trabalhou e por quanto tempo, os recrutadores também querem saber quais projetos foram realizados, se houve destaque na atuação profissional, e se o candidato possui algum talento especializado que valha a pena conhecer. Falar sobre um projeto pode ser mais produtivo do que listar todos os trabalhos que já realizou.

6. Não vale tudo em busca de algoritmos

Recrutadores não buscam profissionais através de filtros enganosos, hashtags que prometem levar o perfil até headhunters. A rede social produz conteúdos em busca de engajamentos. Comentários como “quero trabalhar nesta empresa” não auxiliarão na conquista da vaga. Manter-se atualizado na área de atuação, fazer comentários específicos sobre o trabalho com conexões pertinentes, aprimorar-se, especializar-se e demonstrar conhecimento fazem a diferença.

7. Disponibilidade

Procurar um novo emprego é uma oportunidade de se reinventar ou de melhorar. Estar disponível para todas as oportunidades de emprego não é um bom caminho. Dá a ideia de desespero e de falta de orientação. Como uma empresa pode confiar em alguém que não sabe o que quer?

O conteúdo da rede precisa ser consumido por usuários diariamente, um perfil de sucesso é aquele que tem conteúdo, claro, real, objetivo e muito profissional: “Sempre que tenho uma reunião com um executivo, a primeira coisa que faço é olhar para o Linkedln”, revela Luciano Mello, fundador e CEO da Success People. “Independentemente de estar procurando um emprego ou não, o Linkedln é um lugar onde as pessoas passeiam para descobrir informações sobre como é o comportamento profissional e se atualizar sobre o mercado de trabalho na sua área de atividade. Se conectar e interagir no seu mercado é a melhor maneira de se destacar com uma postagem significativa que agregue informações a quem busca informação”.

Mais sobre a Success People em: www.successpeople.com.br

 

Website: http://www.successpeople.com.br

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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