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Construtora utiliza sistema integrado para facilitar o contato com os clientes

Para automatizar a abertura de chamados e o relacionamento com o cliente, construtoras podem utilizar tecnologia para integrar a assistência técnica com o WhatsApp

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São Paulo – SP 8/2/2021 –

Para automatizar a abertura de chamados e o relacionamento com o cliente, construtoras podem utilizar tecnologia para integrar a assistência técnica com o WhatsApp

Otimizar a comunicação com os clientes é um desafio para muitas construtoras. A busca por uma ferramenta dinâmica, que possa ser compreendida pelo cliente sem necessidade de treinamento, e que agilize a comunicação, é geral. Foi pensando nisso que a Rocha Empreendimentos passou a integrar o WhatsApp na sua assistência técnica, para facilitar a abertura de chamados.

“Com essa melhoria, a comunicação cliente x construtora se torna muito mais rápida e transparente, elevando o nível de satisfação dos clientes, devido à agilização do atendimento.” afirma Sílvio Etges, gerente de Produtos do Mobuss Construção, software de gestão de obras.

Segundo Bruno Rocha, CEO da Rocha Empreendimentos, anteriormente o processo para abertura de chamados era moroso. Os clientes entravam em contato via site ou telefone, e o atendente da construtora passava as informações manualmente para o sistema, mas esse processo era passível de erros de interpretação e atrasos. “Diante disso, traçamos um plano para fazer a integração do WhatsApp com nossa assistência técnica.” complementa ele.

Automação de processos

Com a integração com o WhatsApp, as informações passadas pelo cliente ficam disponíveis diretamente no sistema, para que a equipe de assistência técnica possa atuar rapidamente. O cliente pode também fazer a inclusão de evidências, como imagens e vídeos. Isso torna a compreensão do problema muito mais clara e assertiva, para uma tomada de decisão ágil por parte da construtora.

Essa automação, além de dar mais credibilidade para os processos operacionais, diminuiu a mão de obra da empresa, e esse foi o principal motivo da aquisição, de acordo com Bruno, “Hoje temos mais de 80% dos nossos chamados abertos via WhatsApp, e o nosso cliente é muito beneficiado com a autonomia e velocidade em abrir um chamado dessa forma. É enviado um número de registro do chamado, tornando o processo mais seguro. “

Com a utilização da tecnologia, a construtora conseguiu digitalizar seus processos e extinguir quase 100% de papel. É possível organizar tudo isso de uma forma dinâmica, dentro de um único sistema, onde utiliza-se dados para a tomada de decisões e definição de metas.

“No papel tínhamos apenas informações desconexas e precisávamos administrá-las, e hoje, ao invés disso, temos dados. Assim, conseguimos analisar o que é preciso otimizar em nossos processos e colocar essas melhorias em prática.”, completa Bruno.

Gerenciamento da obra

O armazenamento de informações em soluções especializadas permite que a construtora faça um gerenciamento de todas as etapas do processo construtivo. Os dados ficam arquivados no sistema, e com isso a equipe evita perdas de documentos e falhas de comunicação. Com atualizações em tempo real, os profissionais não correm risco de acessar informações obsoletas sobre o projeto.

Para Bruno, contar com uma empresa que busque soluções em conjunto é a chave para um bom negócio. “Desde o surgimento da ideia, o pessoal da Teclógica abraçou junto conosco este desafio, entendendo o quanto isso ia trazer de resultado para ambas as partes (cliente e construtora). Hoje, devido a essa dedicação, conseguimos colher os frutos dos bons resultados”, finaliza.

Uma pesquisa em fevereiro de 2020, feita pela Mensageria do Brasil, mostra que 76% dos brasileiros interagem com marcas via WhatsApp. Por isso, é importante que empresas do setor da construção civil estejam atentas para o comportamento do consumidor e adaptem suas práticas de atendimento.

Website: http://www.mobussconstrucao.com.br

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Simpósio gratuito discute práticas de resolução de conflitos

Evento gratuito acontece no dia 25 de junho no Auditório da Secretaria Estadual das Mulheres, em Vitória, e está com inscrições abertas via Sympla

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Vitória, ES 21/6/2024 –

Evento gratuito acontece no dia 25 de junho no Auditório da Secretaria Estadual das Mulheres, em Vitória, e está com inscrições abertas via Sympla

Acontece em Vitória, no dia 25 de junho, o Simpósio Práticas Consensuais: O Público e o Privado na resolução adequada de Conflitos. O evento é gratuito e vai reunir profissionais do Direito que estão inseridos nos setores público e privado para discutir práticas consensuais para a resolução de conflitos. Realizado pela Unniversa Soluções de Conflitos, o evento acontece das 8h30 às 12h.

Para Camila Linhares, advogada e CEO da Unniversa Soluções de Conflitos, a reunião promete ser um momento de troca de experiências entre profissionais. “Estaremos reunidos para discutir melhores práticas relacionadas à resolução de conflitos e para isso contaremos tanto com agentes vinculados ao poder público quanto do privado. O resultado disso é uma soma de experiências que, com certeza, vai servir de conhecimento e enriquecer nossas discussões”, explica. 

PROGRAMAÇÃO:

08:30 – 09:00 – Entrada e credenciamento

09:00 – 09:15 – Abertura do simpósio

09:15 – 10:00 – Tema 01: Práticas consensuais para a solução de conflitos

10:05 – 10:50 – Tema 02: Poder Público e o Privado na resolução adequada de Conflitos

10:55 – 11:40 – Tema 03: Práticas Restaurativas: Prevenção ou solução?

11:45 – 12:00 – Encerramento

SERVIÇO

Simpósio Práticas Consensuais: O Público e o Privado na Resolução Adequada de Conflitos

Data: 25 de junho, das 8h30 às 12h

Local: 

Auditório da Secretaria Estadual das Mulheres – SESM 

Rua das Palmeiras, 865, Santa Lúcia, Vitória, Espírito Santo

Prédio anexo à Junta Comercial do Espírito Santo

Inscrição gratuita: www.sympla.com.br/evento/simposio-de-praticas-consensuais-o-publico-e-o-privado-na-resolucao-adequada-de-conflitos/2499582

Website: http://www.sympla.com.br/evento/simposio-de-praticas-consensuais-o-publico-e-o-privado-na-resolucao-adequada-de-conflitos/2499582

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Empresas devem considerar BDI na gestão de projetos

Muitas vezes negligenciado por gestores, o item “Benefícios e Despesas Indiretas”, ao não ser considerado, pode representar prejuízo para a companhia

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São Paulo 21/6/2024 –

Muitas vezes negligenciado por gestores, o item “Benefícios e Despesas Indiretas”, ao não ser considerado, pode representar prejuízo para a companhia

A sigla BDI, que representa Benefícios e Despesas Indiretas, é amplamente utilizada no meio empresarial e na engenharia civil para designar um percentual aplicado sobre o custo direto de um projeto. Esse percentual é adicionado para cobrir custos indiretos, riscos e lucro, sendo uma ferramenta essencial para a gestão financeira eficaz dos projetos.

A composição do BDI inclui despesas administrativas, impostos, seguros e custos financeiros, entre outros. Uma parte significativa deste percentual é destinada ao lucro da empresa. Compreender esses elementos é crucial para avaliar como os custos indiretos influenciam o orçamento total do projeto, explica Jônatas Granieri, diretor da Granieri Engenharia. Segundo ele, para utilizar o BDI de maneira eficaz, é necessário realizar uma análise detalhada, garantindo que todos os custos indiretos sejam considerados. Prever imprevistos e riscos, adicionando uma margem de segurança, é uma prática comum que ajuda a mitigar impactos negativos no orçamento.

“Muitas vezes, esta relevante questão é negligenciada e, com isso, ao final da operação, a empresa apresenta prejuízo,” alerta o empresário. Granieri afirma que não considerar este aspecto pode representar um prejuízo considerável.

De acordo com Granieri, um BDI bem calculado assegura preços competitivos no mercado, além de proporcionar uma margem de lucro saudável. “Durante a apresentação de propostas ou licitações, a clareza na explicação de como o BDI foi calculado pode gerar confiança e credibilidade entre os clientes, demonstrando profissionalismo na gestão de custos,” revela.

O empresário também aconselha revisar o BDI periodicamente em projetos de longa duração. “É essencial, pois mudanças nas condições de mercado e outros fatores podem afetar a precisão dos cálculos originais. Ajustar o BDI conforme necessário mantém a saúde financeira dos projetos e da empresa,” afirma.

Granieri sintetiza a questão ao explicar que o BDI é uma ferramenta poderosa quando utilizada corretamente. “Compreender sua composição, aplicá-lo de forma adequada aos orçamentos e revisá-lo regularmente são passos essenciais para garantir o sucesso financeiro dos projetos e da empresa. Utilizando o BDI de forma estratégica, é possível maximizar benefícios e minimizar riscos, promovendo uma gestão financeira eficaz, saudável e competitiva,” finaliza.

Website: https://www.granieriengenharia.com.br/

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Indústrias evitam perdas de até US$ 30 mil por hora com paradas inesperadas

Indústrias de alimentos e bebidas economizam com programas de manutenção preventiva de máquinas

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São Paulo – SP 21/6/2024 – “Modelo de contrato integrado, com foco na Manutenção e Gestão de Ativos, pode trazer um retorno anual de 30% a 40% do investimento”, Rogério Rodrigues, Abecom

Indústrias de alimentos e bebidas economizam com programas de manutenção preventiva de máquinas

As indústrias de alimentos e bebidas perdem de US$ 4 mil a US$ 30 mil por hora em decorrência de paradas não programadas de máquinas. A informação é da pesquisa “O Valor da Confiabilidade”, realizada pela ABB e Sapio Research, em 2023, com mais de 3 mil empresas de diversos setores. Segundo o estudo, 60% das indústrias disseram que pretendem investir em programas de Manutenção Centrada na Confiabilidade (MCC) nos próximos anos e 90% manifestaram interesse em contratos de manutenção com parceiros especializados.

Um outro estudo realizado no Brasil, pelo portal Indicadores de Gestão, aponta, porém, que 67% das empresas ainda não contam com uma área de Engenharia de Manutenção, ou têm uma atividade incipiente; e que somente 37% das indústrias fazem o monitoramento dos seus equipamentos críticos, mecânicos ou elétricos.

Esse monitoramento é o foco de atuação da Abecom, que atua há mais de 60 anos neste segmento e que desenvolveu um modelo de contrato integrado de produtos e serviços, com foco em Manutenção e Gestão de Ativos, podendo reduzir pela metade o tempo de inatividade das indústrias. De acordo com a Abraman (Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos), os custos com manutenção equivalem a 5% do faturamento bruto das indústrias.

“O modelo de contrato integrado, com foco na Manutenção e Gestão de Ativos, pode trazer um retorno anual de 30% a 40% do investimento”, informa Rogério Rodrigues, CEO da Abecom.  “Esse programa reúne produtos premium, serviços e engenharia de aplicação, visando à melhoria da confiabilidade, eficiência e aumento da vida útil dos ativos. Isso inclui desde o monitoramento online das máquinas, com base em sensores ligados ao nosso REP Center”, explica. “Além disso, este modelo de contrato inclui a otimização dos estoques de peças, que podem ser enviadas por nós para todo o Brasil, e planos de redução de desperdícios, gerando economia e diminuindo o impacto ambiental”, completa.

Durante a Fispal Tecnologia 2024, que aconteceu nesta semana em São Paulo, a Abecom apresentou casos de indústrias de alimentos e bebidas que têm economizado milhares de dólares com seu modelo de contrato integrado de produtos e serviços. Veja a seguir alguns resultados alcançados pelos clientes da Abecom no Brasil.

Eliminação de estoque

Uma indústria alimentícia apresentava um alto índice de paradas por lubrificação inadequada de máquinas, o que também demandava um elevado estoque de lubrificantes. Ao contratar o pacote de serviços da Abecom, passou a contar com o monitoramento online do REP Center e com um gestor exclusivo para suas plantas, que passaram a adotar um lubrificante mais adequado. Isso eliminou a necessidade de estoque e aumentou a disponibilidade dos equipamentos, gerando um ganho de US$ 350 mil anuais.

Em outro caso, de gestão de estoque de rolamentos, a Abecom promoveu o treinamento da equipe de uma indústria e reduziu o risco de paradas não planejadas, economizando US$ 20 mil anualmente.

Redução de quebras de rolamentos

Em uma indústria que apresentava alto índice de quebras de rolamentos nas linhas de transportes, por falta ou excesso de lubrificação, a Abecom recomendou a implantação de lubrificadores automáticos SKF, que reduziram em 35% os custos de manutenção, economizando 4.700 horas de trabalho por ano e aumentando a vida útil dos lubrificantes.

Reutilização de lubrificantes

Em seus processos regulares de lubrificação de máquina, duas indústrias descartavam o óleo excedente. A Abecom identificou que estes lubrificantes poderiam ser reutilizados, desde que passasse por filtragem e desidratação. Com isso, foram reaproveitados, no total, quase 3 mil litros de óleo por ano, economizando mais de US$ 100 mil e reduzindo o impacto ambiental.

Controles de vazamentos

Em uma máquina que apresentava vazamentos de lubrificantes, a mudança por um produto mais adequado economizou 6 mil litros de óleo, resultando em ganho anual de US$ 20 mil.

Em outro caso de vazamento, os rolamentos falhavam por causa da contaminação do lubrificante por água. A Abecom implementou boas práticas de lubrificação e vedação, que resultaram numa economia anual de US$ 6 mil.

Maior disponibilidade das máquinas

Por meio de seu programa de manutenção preditiva, a Abecom dobrou de 6 meses para 1 ano o tempo médio entre falhas de maquinário – também conhecido como MTBF (Mean Time Between Failures). As causas das paradas não programadas eram quebras da corrente do motor. A substituição por uma corrente especial da SKF aumentou a disponibilidade do equipamento, gerando uma economia anual de US$ 20 mil.

Entregas mais rápidas e econômicas

Para uma indústria que utiliza componentes importados em suas máquinas, o programa da Abecom reduziu em 10 dias o tempo de entrega (lead time) das peças e em 60% os custos de nacionalização, resultando em uma economia anual de US$ 24 mil.

Treinamento e engenharia de aplicação

Uma indústria alimentícia de grande porte enfrentava problemas em suas paradas programadas para manutenção, por conta do desnível de conhecimento técnico de sua equipe. Nesse caso, a Abecom forneceu treinamento com engenheiros, que também acompanharam a montagem de rolamentos e fizeram recomendações de novas tecnologias. O aumento de confiabilidade dessas máquinas gerou uma economia anual de US$ 7,5 mil, além de reduzir o impacto ambiental.

Sobre a Abecom:

Fundada em 1963, é o maior distribuidor industrial da SKF no Brasil. Atende a mais de 200 grupos industriais com seu modelo de contrato exclusivo, somando mais de 1 mil plantas fabris. Com matriz na cidade de São Paulo, onde também tem um Centro de Distribuição com correias transportadoras – outro produto do portfólio Abecom – e um Centro de Operações Compartilhadas (COC). Conta ainda com unidades em Campinas (SP), Curitiba (PR) e uma filial em Belo Horizonte (MG). Despacha produtos para todo o Brasil, contando com um sistema de logística inteligente e rastreável.

Mais informações: https://www.abecom.com.br/

Website: https://www.abecom.com.br/

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