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Crescimento acentuado do mercado on-line justifica criação do movimento network do marketing digital

A crescente busca dos consumidores por produtos e serviços on-line, reforçada pela pandemia de Covid-19, revela uma tendência que está revolucionando a economia brasileira. E a cada dia mais empreendedores decidem usar as ferramentas do marketing digital.

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São Paulo, SP 1/2/2021 – Os números crescentes de tráfego e vendas pela internet evidenciam um país cada vez mais conectado e o marketing digital integrado à economia

A crescente busca dos consumidores por produtos e serviços on-line, reforçada pela pandemia de Covid-19, revela uma tendência que está revolucionando a economia brasileira. E a cada dia mais empreendedores decidem usar as ferramentas do marketing digital.

Em um cenário completamente novo, consequência da pandemia global que está revolucionando os costumes em todos os campos da atividade humana, surgem iniciativas pioneiras que chegam para dar novo alento ao mundo dos negócios, principalmente àqueles que trafegam pelas vias do marketing digital.

Iniciativa do especialista Edmundo Roveri, o movimento “network do marketing digital” é uma delas. Trata-se de um espaço idealizado para que empreendedores disponham de um ambiente para a troca de informações, conteúdos e outras demandas. E o momento é propício. Estudo recente da consultoria Accenture revela que até 2025 o marketing digital será responsável por mais de 75% dos investimentos do setor.

“Os números crescentes de tráfego e vendas pela internet dão a dimensão do que nos espera no futuro, ou seja, um país cada vez mais conectado, com parte considerável da economia alicerçada no marketing digital”, comenta Edmundo Roveri, CEO da plataforma IBVD, criador da comunidade Empreenda com Liberdade e autor de sete livros sobre empreendedorismo digital.

A iniciativa de promover o “network do marketing digital” visa unir interesses de empreendedores que almejam absorver conhecimentos ou profissionais especializados para seus projetos e aqueles que disponibilizam conteúdos, treinamentos e pessoal qualificado. A proposta é promover a interação das seguintes necessidades:
• quem precisa aprender e quem tem condições e conhecimentos para ensinar;
• quem deseja contratar e quem almeja ser contratado;
• quem está disposto a investir e quem necessita de recursos para alavancar seus negócios.

Balanço parcial do e-commerce em 2020 mostra a força do crescente mercado digital, turbinado pelo isolamento social. Na quarentena, a demanda por delivery disparou. Só no terceiro trimestre do ano passado as compras virtuais cresceram 85,1% em relação a igual período de 2019, com 79,2 milhões de pedidos e faturamento de R$ 33,4 bilhões.

Pesquisa da Neotrust a partir dos relatórios de vendas dos marketplaces apurou que o número de pedidos cresceu 76% no período, detectou 5,8 milhões de consumidores estreando nesse canal e constatou a liderança das mulheres no volume de compras virtuais, com 58,8% do total.

Já a SEMrush, líder global em marketing digital, catalogou as 10 lojas virtuais mais acessadas pelos brasileiros de 1º de janeiro a 30 de abril de 2020 e apurou resultados significativos entre as primeiras. A Amazon lidera com 56,5% de crescimento no tráfego, seguida por Magazine Luíza e Mercado Livre, com incremento de 50,5% e 48%, respectivamente.

Em quantidade de visitas, a campeã foi a Americanas.com, que registrou mensalmente 183 milhões de cliques no período pesquisado, ou 37% mais que no mesmo período de 2019. Outro bom resultado foi o da Elo7, que alcançou 87 milhões de visitas mensais, um aumento de 35%.

Se o desempenho dos marketplaces ganha destaque, o que dizer da primeira opção do consumidor para escolher seus fornecedores? O texto do anúncio para o produto Google Ads afirma: “É no Google que as pessoas pesquisam o que fazer, aonde ir e o que comprar”.

A Internet Live Stats, ferramenta que apresenta informações em tempo real de acesso à internet em todo o mundo, aponta a hegemonia do Google, que processa mais de 3,5 bilhões de pesquisas por dia, ou 1,2 trilhão por ano, somando 92,51% do mercado de busca.

O Ibope, conhecida empresa de pesquisa, mostra a realidade brasileira do marketing digital. Apurou que 105 milhões de brasileiros utilizam a internet, sendo 92% deles para pesquisar sobre empresas, produtos e serviços antes de comprar, o que corrobora a headline do Google Ads.

E para 2021 espera-se uma expansão de 26% nas vendas pela internet, devendo chegar a um faturamento de R$ 110 bilhões, o que indica a consolidação do e-commerce e dos marketplaces, segundo a EbitNielsen consultoria especializada na mensuração e análise do comércio eletrônico no país.

Assim, como parte da mecânica do network criado por Roveri, os empreendedores vão passar pelo “destravamento digital”, que se dará por meio do preenchimento de formulários onde indicarão todos os seus anseios. Ele vislumbra o início de um movimento envolvendo todos aqueles que necessitam do marketing digital para alavancar seus negócios.

“É fundamental entender as mudanças de comportamento dos consumidores nessa nova realidade. O que já vinha evoluindo em ritmo acelerado ganhou ainda mais relevância em 2020, que é o desejo latente das pessoas por experiências em tempo real, que promovam aproximação, mesmo que virtual”, pondera Roveri.

Em abril do ano passado, quando notícias vindas da Europa revelavam centenas de mortes na Itália e na Espanha, o medo da pandemia era uma realidade no Brasil, que também já registrava uma linha crescente de casos e de óbitos. Nesse cenário, a cantora sertaneja Marilia Mendonça reuniu em uma live 3,256 milhões de pessoas, o que confirma a tendência da crescente proximidade virtual.

“Qualquer iniciativa de marketing digital deve criar empatia com o consumidor e as alternativas de mídias em tempo real passam a ser preponderantes”, opina Roveri. As possibilidades, segundo ele, vão desde lives sobre temas relevantes para o público fiel às marcas, passando por estruturas de inteligência artificial para promover produtos e serviços ou tirar dúvidas de clientes.

Segundo Roveri, a procura crescente por produtos e serviços pela internet evidencia os limites do marketing tradicional e elege o marketing digital como o mais apropriado para atender a essa nova realidade. “Nós empreendedores que já atuamos nesse segmento precisamos criar estruturas para favorecer aqueles que têm um projeto e encontram dificuldade para dar os primeiros passos”, comenta.

O espaço de network do marketing digital, explica Roveri, atende a uma demanda crescente não só por conteúdos que apontem caminhos para a gestão dos projetos como também por oportunidades diversas, com potencialidade de suprir e contemplar todos os envolvidos nesse amplo mercado.

Mais informações: https://marketingdigital.org.br/destravar

Website: https://marketingdigital.org.br/destravar

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Microtutorias: o que são e por que são uma tendência no Brasil?

Estudo mapeou 566 edtechs ativas no mercado brasileiro de educação; para especialista, microtutorias são uma tendência e devem impulsionar o setor em um cenário pós-pandemia

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16/8/2022 – A microtutoria é um braço direito para a tendência de comportamento dos universitários: conciliação dos estudos com trabalho, falta de tempo e autonomia

Estudo mapeou 566 edtechs ativas no mercado brasileiro de educação; para especialista, microtutorias são uma tendência e devem impulsionar o setor em um cenário pós-pandemia

O número de edtechs, empresas que empregam tecnologia para criar soluções inovadoras para a área de educação, aumentou 26% no Brasil desde 2020, como mostra uma pesquisa realizada pelo CIEB (Centro de Inovação para a Educação Brasileira). O estudo, conduzido em parceria com a Abstartup (Associação Brasileira de Startups do Brasil), compreende dados coletados entre 2019 e 2021 e revela que há, pelo menos, 566 edtechs ativas no mercado de educação do país.

Um estudo publicado pela agência HolonIQ sobre o mercado global de educação internacional indica que, a curto e médio prazo, o panorama para as edtechs é propício, uma vez que o mercado internacional deve atingir US$ 433 bilhões (R$ 2,17 trilhões) até 2030. Com isso, a projeção é que o número de matrículas passe de cinco para mais de oito milhões nos próximos oito anos.

Lucas Coutinho, responsável pela Meu Guru – maior plataforma de resoluções acadêmicas do Brasil e única startup do país a ofertar microtutoria aliada à tecnologia -, explica que, diante de tantas inseguranças sobre os métodos de estudo e aprendizagem, sobretudo após a pandemia global, o mercado brasileiro de edtechs deve se desenvolver cada dia mais com a chegada de tendências como as microtutorias.

“Soluções como as microtutorias surgem como uma resposta para as necessidades do universitário atual, proporcionando economia de tempo de estudo com maior fixação de conteúdo e menor cansaço mental”, afirma Coutinho. Ele explica que uma microtutoria é uma forma de individualização do aprendizado: “São as questões de maior dificuldade do estudante – listadas por ele -, resolvidas passo a passo e explicadas em vídeo, recurso que pode ser consultado a qualquer momento”.

Por meio dessa metodologia, prossegue Coutinho, garante-se que a resolução tenha total correspondência com a forma aprendida em sala de aula, mesmos métodos e mesmo enfoque.

“Em resumo, sabe quando alguém está com dúvida em alguma matéria e liga para um amigo para pedir ajuda? Isso foi uma microtutoria. A inovação de soluções do setor foi ampliar essas conexões: é como ter milhares de amigos que podem ajudar em qualquer hora do dia e em qualquer dia da semana”, acrescenta.

De acordo com o responsável pela Meu Guru, a nível mundial, as maiores plataformas educacionais de ensino superior trabalham com algum tipo de microtutoria. “Destas [plataformas], quase que em 100% das vezes, esses produtos são os principais”.

“Todo estudante quer ir direto ao foco do problema e ver a explicação de suas próprias questões, seja em um banco de questões respondidas, seja fazendo uma solicitação de resolução para um tutor – ou guru”, afirma Coutinho.

“No Brasil, não será diferente: a pandemia fez com que a busca por outros serviços de aprendizado, como aulas particulares e cursos preparatórios, fosse voltada a resoluções de questões como tópico principal”, diz ele. “Nesse cenário, a microtutoria é um braço direito para a tendência de comportamento dos universitários: conciliação dos estudos com trabalho, falta de tempo e autonomia em seu aprendizado”, complementa.

Cada vez mais, os elementos citados por Coutinho são buscados pelos brasileiros nas soluções educacionais de tecnologia: de acordo com um balanço da ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior), a procura pelo EaD (Ensino a Distância) avançou 59% entre 2020 e 2021, em relação aos anos precedentes. Além disso, a entidade prevê que o ensino remoto deve superar o presencial em 2022. 

A ABMES já tinha previsto que o ensino remoto seria maior que o presencial em 2023, fenômeno que teria sido acelerado por conta da crise sanitária, conforme dados publicados pelo portal Rede Noticiando.

Aliás, indicativos do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) e do MEC (Ministério da Educação) apontam que os cursos de EaD receberam mais matrículas do que os presenciais no país em 2020.

O feito foi observado tanto na rede pública como na privada, de acordo com o Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro. Dentre os 3,7 milhões de ingressantes em ambas as esferas [pública e privada], mais de 2 milhões (53,4%) preferiram o ensino remota e 1,7 milhão (46,6%) e o presencial, conforme publicado pela Agência Brasil.

Para mais informações, basta acessar: https://www.meuguru.net/

Website: https://www.meuguru.net/

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Energia solar traz benefícios em tempos de crise

Com altos índices de sol o ano todo, os sistemas fotovoltaicos podem ser opção para aliviar os custos domiciliares e empresariais 

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São Paulo, SP 16/8/2022 –

Com altos índices de sol o ano todo, os sistemas fotovoltaicos podem ser opção para aliviar os custos domiciliares e empresariais 

Em seu mais recente comunicado, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) determinou descontos nas tarifas de energia de dez concessionárias, um valor que pode chegar a até 5,34%. Mesmo assim, segundo dados da Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), o Brasil ainda apresenta a segunda conta de luz mais cara do mundo. Com a alta de 47% nos últimos cinco anos, os gastos com energia elétrica comprometem, em média, 25% do orçamento das famílias no país, colocando-as muitas vezes em situação de vulnerabilidade.

Uma alternativa para amenizar essa crise são os sistemas de geração distribuída como os painéis fotovoltaicos. Com uma incidência solar constante na maior parte do território praticamente durante todo o ano, essa tecnologia é eficaz já que o próprio clima e a geografia favorecem o seu maior aproveitamento. O mais interessante é que durante anos essa solução era vista apenas em empresas, mas hoje ela já pode ser inserida em residências, principalmente pela facilidade na aquisição, com linhas de crédito específicas, e também maior acesso aos equipamentos necessários por meio de uma vasta rede de integradores especializados.

Segundo mapeamento recente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a geração de energia solar alcançou em julho 16,4 gigawatts de potência instalada operacional e ultrapassou as termelétricas a gás natural e biomassa, que somam 16,3 GW, se tornando assim a terceira maior fonte da matriz elétrica brasileira. Comprova-se então que, em tempos de crise, essa energia está se tornando ainda mais relevante.

O CEO da Solfácil, Fábio Carrara, citou os principais benefícios da energia solar nesse momento delicado. 

Redução no valor da conta de luz

A energia elétrica, principalmente por conta de suas oscilações mensais, representa um custo bem alto no orçamento das famílias. Além disso, a partir de 2023, a tarifa ficará mais cara por conta do novo empréstimo aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica para cobrir os custos da crise energética do ano. Sendo assim, um dos principais benefícios da energia solar é justamente reduzir o valor da conta, já que a residência passa a gerar sua própria energia por meio do sol. Vale lembrar que ela nunca zera completamente, mas tem uma redução em até 95% dependendo do nível de consumo. 

Bom investimento para o meio ambiente

Contribuir com boas ações ao meio ambiente podem vir de várias formas. A energia solar é limpa e renovável, não causando nenhum resíduo ou impacto negativo ao ecossistema. Além disso, por conta do aumento das instalações dessa fonte, modais energéticos extremamente poluentes baseados em carvão, gás natural, petróleo e outros têm perdido cada vez mais espaço nas políticas públicas de muitos países.

Boa durabilidade e baixa manutenção

Os novos sistemas de geração de energia estão cada vez mais sofisticados e modernos. Hoje eles já oferecem bons relatórios e diferentes tipos de informações, facilitando o controle sobre o consumo de energia. Além disso, a vida útil dos equipamentos é de 25 anos, necessitando de poucas manutenções técnicas. O uso da tecnologia para esse sistema é muito refinado e tem surpreendido muito quem investe nesse tipo de energia.

Acessível para todos os públicos

Hoje é muito mais fácil implantar um sistema de energia solar, seja para residências ou empresas. Para que isso acontecesse e essa acessibilidade fosse disponível para todos, a criação de startups do setor cresceu e passaram a oferecer linhas de crédito específicas, financiamento facilitado e de longo prazo e uma rede de integradores que criam projetos customizados e assertivos para cada caso. 

Website: https://landing.solfacil.com.br/

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Consumidores que recebem benefícios de alimentação extrapolam os gastos

De acordo com SPC, cerca de 33% dos consumidores utiliza cartões de benefício para outras finalidades

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16/8/2022 –

De acordo com SPC, cerca de 33% dos consumidores utiliza cartões de benefício para outras finalidades

Milhões de trabalhadores de todo o país recebem mensalmente os benefícios de vale-alimentação e vale-refeição para gastos com alimentação dentro e fora de casa, e uma das principais dúvidas dos consumidores é como otimizar os gastos para fazer com que o saldo dure até o fim do mês.

De acordo com um estudo do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, cerca de 52% dos trabalhadores que recebem o benefício extrapolam os gastos e cerca de 33% afirmam utilizar os cartões para outras finalidades.

A Sodexo, empresa voltada à oferta de benefícios com foco em qualidade de vida, preparou um e-book com dicas para o consumidor otimizar seu saldo dos cartões de benefícios de alimentação e refeição.

Destinação correta é importante

É importante conhecer o uso correto de cada cartão. Saber o que é possível comprar com os cartões de alimentação e de refeição ajuda não só a dar uma destinação correta e ficar dentro da legislação, como a planejar melhor os gastos e aproveitar ao máximo os benefícios recebidos.

Também é importante acompanhar sempre os saldos dos cartões – as empresas costumam ofertar aplicativos gratuitos para essa gestão e clubes de fidelidade.

Website: https://www.sodexobeneficios.com.br/empresas/produtos/alimentacao-pass-vale-alimentacao-sodexo.htm

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