Conecte-se conosco

Notícias

Empatia consolida relacionamento humanizado entre pessoas e marcas

O avanço das tecnologias de informação e a democratização do acesso à internet impactaram a comunicação e transformaram a forma como as pessoas se relacionam com as marcas. Atualmente, os consumidores não querem mais receber uma comunicação fria e automatizada, que oferece um serviço impessoal. A humanização das marcas é uma tendência para se destacar no mundo empresarial, principalmente durante o período de isolamento social.

Publicado

em

Rio de janeiro, RJ 1/2/2021 – “As pessoas querem saber “Quem” está por trás do negócio. Decidem comprar não apenas pelo “Por quê?”, mas sim pelo “Quem”. Este seria o novo Golden Circle”,

O avanço das tecnologias de informação e a democratização do acesso à internet impactaram a comunicação e transformaram a forma como as pessoas se relacionam com as marcas. Atualmente, os consumidores não querem mais receber uma comunicação fria e automatizada, que oferece um serviço impessoal. A humanização das marcas é uma tendência para se destacar no mundo empresarial, principalmente durante o período de isolamento social.

O avanço das tecnologias de informação e a democratização do acesso à internet impactaram as diversas áreas da comunicação. Os smartphones, por exemplo, possibilitaram que qualquer pessoa produzisse conteúdo e o publicasse em tempo real. Dessa forma, foi natural que a maneira como as pessoas se relacionam com as marcas também se transformasse. O mundo web empoderou os usuários, principalmente após o advento das redes sociais, que estreitaram esta comunicação.

A internet é um mundo de oportunidades e vendas. Tudo passou a ser mais rápido. A pandemia de coronavírus tornou vital a presença on-line das empresas e o serviço de e-commerce, que bateu um importante recorde no último ano, ao crescer 40,7% comparado a 2019. De acordo com 6ª edição da pesquisa Perfil do E-Commerce Brasileiro, realizada desde 2014 pelo PayPal Brasil em parceria com a BigData Corp, 2020 totalizou mais de 1,3 milhão de lojas on-line. Em 2019, 26,93% dos e-commerces eram de pequeno porte e faturavam até R$ 250 mil por ano, segundo o mapeamento. Hoje, esses negócios passaram a representar perto da metade das lojas on-line (48,06%).

Todavia, é preciso planejar detalhadamente a presença digital do seu empreendimento. Os consumidores não querem mais receber uma comunicação fria, robótica e automatizada, que oferece um serviço impessoal. A humanização das marcas é uma tendência para se destacar no mundo empresarial, sobretudo em um momento no qual toda a população ainda precisa manter o distanciamento social.

Atualmente, as pessoas podem ser muito mais ativas nos processos de comercialização. Sem precisar sair de casa, em uma simples busca na internet, podem conhecer diversas opções e alternativas para satisfazer as suas necessidades ou solucionar os seus problemas. Desta forma, aspectos tradicionais, como preço e qualidade, já não são mais fatores determinantes para a aquisição de produtos ou serviços. Os consumidores priorizam marcas que compartilham um propósito ou uma causa, que tenham autoridade em temas relevantes para a sociedade em seu segmento de mercado.

A humanização torna as marcas mais acolhedoras e adaptadas ao seu público, além de manifestarem proximidade através de sentimentos, desejos e expectativas. Entretanto, a empatia entre cliente e marca não surge da noite para o dia, é uma construção diária. Para isso, as empresas aprenderam a utilizar ferramentas que mapeiam as preferências do seu público, empregando estas informações para apresentar ofertas cada vez mais direcionadas aos desejos e necessidades dos clientes.

Pioneira na estratégia de humanização da marca, a Magazine Luiza criou o “Canal da Lu”, com a finalidade de descomplicar os termos técnicos e explicar a usabilidade dos produtos disponíveis para venda no site. Deu tão certo que a mascote da rede de varejo, que inicialmente era apenas uma vendedora virtual, tornou-se uma influencer digital, interagindo com os consumidores nas redes sociais.

Já a Netflix, gigante da indústria do entretenimento, aposta no humor para interagir com os seus usuários e, assim, mostrar-se como humana e próxima. Os comentários e as publicações divertidas nas redes sociais são a sua marca registrada, sempre respondendo às pessoas e divulgando o conteúdo da plataforma de streaming de forma descontraída.

Contudo, não é somente no mundo das grandes corporações que a humanização das marcas é destaque. O movimento também ganha forças entre empreendedores e startups. O CEO da Advestor – Real Estate Solutions, o arquiteto Rodolfo Florentino, é defensor desta estratégia. De acordo com ele, os consumidores vão comprar determinado produto ou serviço porque compartilham os valores defendidos por aquela empresa. “Nossa motivação no negócio humaniza nossas ações e aproxima os clientes certos dos valores certos. É por isso que aqui na Advestor nós priorizamos o bem-estar e o resultado para os nossos clientes acima do lucro”, declarou.

Para gerar identificação com a sua audiência, a Advestor, startup de projetos imobiliários, apostou em Rodolfo como rosto da marca. O empresário está à frente dos vídeos no canal da empresa e também é presença garantida nas redes sociais, sempre trazendo soluções para os usuários.

A inspiração de Florentino vem do especialista em liderança Simon Sinek, criador do Golden Circle (ou, em português, Círculo Dourado) e autor da frase “As pessoas não compram o que você faz, elas compram porque você faz!”. O Golden Circle é uma metodologia que ajuda líderes a encontrarem o seu propósito e gerarem impacto positivo. O conceito possibilita que as empresas sejam mais inspiradoras e aumentem o seu sucesso no mercado.

O Golden Circle possui três camadas. Ao centro está a pergunta “Por quê?” (Why?). Na parte intermediária, “Como?” (How?). Na camada externa, “O quê?” (What?). O método preconiza que os líderes devem pensar, agir e comunicar de dentro para fora, partindo do centro do círculo em direção às extremidades. Nas palavras de Sinek, lembrar “por que nós fazemos o que fazemos”.

 O “Por quê?” é o ponto de partida para empreender com o método: definir o propósito do seu negócio. Afinal, como diria Lewis Carroll, para quem não sabe aonde quer ir, qualquer caminho serve. Este é o tipo de postura que o Golden Circle pretende evitar. O segundo círculo é o “Como?”, que diz respeito ao plano de ação e estratégias adotadas para alcançar as metas da empresa.  A terceira esfera é “O quê?”, na qual é estabelecido o que o empreendimento faz ou vende.

Rodolfo Florentino adaptou o método de acordo com sua experiência no mercado empresarial brasileiro e as especificidades de seu nicho. Ele adicionou mais uma camada ao Golden Circle. Para o empresário, “Quem” (Who?) seria o novo círculo central. Florentino defende ainda que, embora inconscientemente, os consumidores começam o processo de compra pelo “Quem”.

“As pessoas querem saber “Quem” está por trás do negócio. Querem conhecer o rosto da marca e o propósito da corporação. Querem proximidade e contato frequente para saber primeiro quem é empresa e quais são os seus valores. Os potenciais clientes não decidem comprar apenas pelo “Por quê?”, mas sim pelo “Quem”. Este seria o novo Golden Circle”, afirmou.

Website: http://www.advestor.com.br

Continuar Lendo
Anúncio

Notícias

Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

Publicado

em

Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

Continuar Lendo

Notícias

Juridiquês: você não precisa disso

Publicado

em

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

Continuar Lendo

Notícias

Como as telas implicam na vida das crianças

Publicado

em

Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

Continuar Lendo

Em Alta

...