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Empresa lança a primeira franquia de Construtora do Brasil

Com metodologia própria, a franqueadora irá compartilhar a sua marca e estrutura de gestão para aqueles que desejam investir neste mercado

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Paraná 26/1/2021 – Desenvolvemos um método único que faz com que a obra fique a preço de custo, reduzindo os valores necessários para a construção de uma residência.

Com metodologia própria, a franqueadora irá compartilhar a sua marca e estrutura de gestão para aqueles que desejam investir neste mercado

Construir a casa dos sonhos é o desejo da maioria dos brasileiros, devendo ser muito bem planejado e executado, para não gerar frustrações e problemas a longo prazo. Calcular os custos e contar com uma empresa séria e responsável são os primeiros passos de um bom período de construção.

Ciente desta deficiência do mercado, a Construtora BAZA decidiu entrar no modelo de negócio de franquia e compartilhar a sua marca, estrutura de gestão e metodologia de negócio para aqueles que desejam investir neste mercado. Com um plano completo de treinamento e gestão, a Construtora BAZA – que conta com mais de 10 anos de experiência no mercado de construção de residências de alto padrão –, visa formar franqueados de excelência, que poderão elevar o nível das construções nas regiões onde atuarem.

Com a entrada da empresa no segmento de franchising, a BAZA se torna a primeira franquia de Construtora do Brasil. “Desenvolvemos um método único que faz com que a obra fique a preço de custo, reduzindo consideravelmente os valores necessários para a construção de uma residência. Criamos um processo de gestão integrada com toda a cadeia de materiais e serviços prestados na obra, dessa forma o cliente consegue ter uma visão clara de todas as etapas que compõe a construção, sem susto no meio do caminho”, disse o Engenheiro Pablo Batista, proprietário da Construtora BAZA.

Falta de planejamento, escolha inadequada de materiais, tubulação mal instalada, desnível de piso e caimento inadequado de água são alguns dos problemas encontrados na etapa de construção de uma residência. Esses obstáculos acontecem principalmente pela má escolha dos profissionais. Para evitar complicações como estas, a Construtora BAZA seleciona empresas que contam com equipes altamente treinadas e capacitadas, e que são comprometidas com o resultado final e com o #padraobaza de construção.

“Desde que a lei da terceirização foi aprovada, mudamos nossa forma de trabalho, onde substituímos nossos trabalhadores próprios por trabalhadores terceirizados, desonerando a empresa e transformando-a em uma franquia de administração e execução de obras. Isso nos deu maior flexibilidade, pois não temos altos custos e a cada obra terminada é um contrato finalizado, sem custos extras para o franqueado. Os pagamentos seguem conforme o avanço do cronograma da obra, trazendo muita segurança para a construtora, pois temos contratos bem elaborados por nosso departamento jurídico, os quais são bem administrados por nossas equipes de engenharia”, explicou o Eng. Pablo.

Além de ter acesso a toda a metodologia BAZA, o franqueado também terá acesso a um software desenvolvido exclusivamente para a construtora, que auxilia na gestão interna da empresa e dá aos clientes acesso a todos os documentos pertinentes à obra, o que garante o acompanhamento diário de todos os custos e serviços prestados, trazendo transparência na condução dos trabalhos, desde o primeiro contato até a entrega da obra.

“Nós temos conhecimento técnico elevado no segmento de construção de residências de alto padrão. Estamos cada vez mais nos tornando referência e queremos compartilhar isso com quem deseja começar neste mercado, tendo todo o direcionamento e suporte para iniciar a atuação neste setor”, falou o Eng. Pablo.

O mercado de franquia e construção

Entre os principais motivos de investidores optarem por aplicarem em franquia, está a redução do risco envolvido diante da utilização do conceito de negócio já experimentado e que deu certo. Dados do Sebrae sustentam esse argumento, segundo a entidade apenas 15% das unidades franqueadas fecham as portas antes de completar 10 anos. Enquanto isso, empresas normais chegam a uma mortalidade cinco vezes maior.

Os dados do mercado de franchising também são promissores, de acordo com informações da Associação Brasileira de Franchising (ABF), no ano de 2019, o setor de franquia obteve um crescimento de 6,9% no faturamento. O número é seis vezes maior que o aumento do PIB brasileiro no mesmo período, que foi de 1,1%.

Mesmo com os desafios de 2020 que atingiram a todas as cadeias globais, o segmento de construção já está se recuperando, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), importantes indicadores demonstram que a recuperação do segmento já está em curso e que muito tem contribuído para a retomada das atividades no país, prevendo um ano de 2021 com bons resultados.

“Não tem hora melhor para investir em uma franquia de construtora do que agora. Muitos engenheiros que saíram dos seus empregos e estão com suas remunerações na mão querendo investir em algo, terão a oportunidade de iniciar o próprio negócio”, concluiu o Eng. Pablo.

Website: https://www.construtorabaza.com.br

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Meios de pagamentos digitais ganham destaque no Dia dos Pais

Segundo dados da Central Sicredi Norte/Nordeste, cerca de 90% da base de associados ativos utilizam alguma das novas ferramentas para pagamento. No comércio, cerca de 13 mil máquinas de cartões estão ativas na região, distribuídas nos nove estados do Nordeste e no estado do Pará.

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12/8/2022 – Com o aumento do comércio no Dia dos Pais, consumidores e comerciantes usam tecnologia para facilitar as transações de compra e venda de forma segura e prática

Segundo dados da Central Sicredi Norte/Nordeste, cerca de 90% da base de associados ativos utilizam alguma das novas ferramentas para pagamento. No comércio, cerca de 13 mil máquinas de cartões estão ativas na região, distribuídas nos nove estados do Nordeste e no estado do Pará.

A procura pelo presente para o Dia dos Pais sempre movimenta o comércio neste mês, e em 2022, primeiro ano após as restrições causadas pela pandemia, estima-se que haja um aumento nas vendas comparado a 2021. Por isso, os consumidores devem estar atentos às melhores formas de pagamento, taxas de juros e segurança na hora de suas compras, uma vez que existe um mundo de opções ofertadas pelas instituições financeiras.

O Sicredi, por exemplo, Instituição Financeira Cooperativa presente em todos os estados e Distrito Federal e com mais de 6 milhões de associados no país, conta com diversas ferramentas digitais para atender os associados que buscam as melhores formas de fazer suas compras. Entre elas estão o  Internet Banking (IB) e aplicativo mobile, usados para transferências – TED e DOC, e Pix; carteiras digitais, que permitem o uso do smartphone/smartwatch em substituição ao cartão de crédito em suas transações, além dos tradicionais cartões de crédito e débito.

“Sabemos que em datas comemorativas, o fluxo no comércio aumenta bastante e esses meios de pagamentos digitais permitem aos nossos associados mais segurança, comodidade e autonomia na hora de realizar suas transações financeiras”, destaca Raquel Viana, analista de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi Norte/Nordeste.

De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), no segundo trimestre de 2021 foram movimentados R$ 34,4 bilhões via pagamento por aproximação, um aumento de 694% no uso desta solução, sendo cartão de crédito R$ 19 bi (+548,8%); cartão de débito: R$ 10,6 bi (+904%); e cartão pré-pago: R$ 4,8 bi (+1.283%). Seguindo essa mesma linha de crescimento e de adesão, tudo indica que os novos meios digitais de pagamento vieram para ficar.

Segundo os dados da Central Sicredi Norte/Nordeste, os associados têm uma ótima adesão às ferramentas digitais, com cerca de 90% da base de ativos utilizando alguma dessas ferramentas, seja o Internet Banking, carteira digital ou app mobile. Em junho deste ano, a Central possuía 130.031 associados com cadastro no IB e 148.080 com cadastro no app mobile.

Máquinas de cartões são opção prática e segura

Se de um lado a segurança está garantida com as novas formas de pagamento, do outro, a gestão das vendas também pode ser feita com a ajuda das novas tecnologias. Em 2021, as máquinas de cartões do Sicredi já eram utilizadas por mais de 180 mil associados microempreendedores individuais (MEI), pessoas jurídicas (PJ) e pessoas físicas (PF). As máquinas também contam com pagamento via Pix, que permite ao dono do negócio receber e transferir valores a qualquer hora do dia, inclusive nos fins de semana.

De acordo com a base de dados de junho deste ano, a Central Sicredi Norte/Nordeste tem 13 mil máquinas de cartões ativas, distribuídas nos 9 estados do Nordeste e no estado do Pará, no Norte, e mais de 10 mil associados Pessoa Jurídica que possuem comércio atacadista e/ou varejo na região. Desta forma, também são mais de 10 mil comerciantes que garantem a segurança e a praticidade na hora de vender seus produtos e/ou serviços.

Website: https://www.sicredi.com.br/home/

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IBGE aponta queda de 1,4% nas vendas do varejo em junho

Segundo a Instituto, é o segundo mês seguido de queda. O setor acumula retração de 0,8% em relação aos meses de março e abril. O resultado representa maior variação negativa para o comércio desde dezembro de 2021. Para quem atua no setor, o planejamento financeiro é essencial para segurar as contas em tempos de economia em baixa.

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São Paulo 12/8/2022 – É preciso prever baixas e altas de preços, em decorrência, respectivamente, de aumentos ou diminuição na oferta de bens de consumo.

Segundo a Instituto, é o segundo mês seguido de queda. O setor acumula retração de 0,8% em relação aos meses de março e abril. O resultado representa maior variação negativa para o comércio desde dezembro de 2021. Para quem atua no setor, o planejamento financeiro é essencial para segurar as contas em tempos de economia em baixa.

Pelo segundo mês consecutivo, as vendas no comércio varejista apresentaram queda. De acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta semana, as vendas em junho recuaram 1,4% em relação ao mês de maio. É a segunda variação negativa do setor, que acumula retração em 0,8% em dois meses, na comparação com o bimestre anterior.

Segundo o IBGE, é a maior variação negativa desde dezembro de 2021, quando foi registrada uma queda nas vendas de 2,9%. Os setores que mais impactaram no dado negativo foram o de tecido, vestuário e calçados, com queda de 5,4%; e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que apresentaram recuo de 0,5% no período.

Apesar da variação negativa, o comércio registrou alta também de 1,4% no primeiro semestre, na comparação com os primeiros seis meses do ano passado. Mesmo com o acumulado positivo, os números ainda estão instáveis e mostram a necessidade de as empresas do varejo segurarem custos e apostarem em um planejamento financeiro que as permitam passar pelo período com mais segurança.

De acordo com o administrador de finanças Anderson Alvarenga Farias, o planejamento financeiro dentro do mercado varejista é capaz de garantir uma gestão equilibrada, com capacidade de antecipar qualquer tipo de imprevisto. “Esse tipo de planejamento no setor de varejo é o responsável por determinar as diretrizes de uma empresa e é capaz de solucionar as decisões a serem tomadas dentro de um contexto realista de mercado”, atesta.

Ele complementa que os planejamentos financeiro e orçamentário são os principais instrumentos que ajudam a estabelecer um roteiro para atingir os objetivos de uma organização empresarial. “Os dois planos refletem em todos os setores, funcionando como mecanismo de controle para as demais atividades do setor varejista, como o de supermercados, por exemplo”, diz.

Outro fator que deve estar presente no planejamento financeiro é o conhecimento da área de atuação no mercado. Farias explica que a capacidade de liquidez garante o cumprimento de todos os compromissos financeiros da empresa. “Podemos colocar como exemplo o capital de giro, que é o recurso financeiro existente na empresa capaz de suprir as necessidades do dia a dia. Estas necessidades determinam que sejam cumpridas as metas estabelecidas para a sobrevivência da empresa no mercado varejista”, informa.

Ciclo Operacional – E para conseguir fazer o capital de giro dar conta de todas as obrigações da empresa, o profissional lembra que as empresas precisam saber como funciona o ciclo operacional da organização.

“Uma análise errada do ciclo operacional pode fazer com que a empresa perca dinheiro, deixando de utilizar o capital em alguma atividade que proporcione melhor remuneração. É preciso analisar o custo de oportunidade de cada tomada de decisão para poder maximizar os resultados e analisar a rentabilidade do negócio no varejo em geral”, destaca o profissional, que tem mais de 18 anos de experiência na área.

Outro fator que deve ser considerado é a sazonalidade específica do negócio. Anderson Farias explica que ela precisa fazer parte do planejamento financeiro para que este possa ser compatível com a realidade varejista nos períodos sazonais.

“É preciso prever baixas e altas de preços, em decorrência, respectivamente, de aumentos ou diminuição na oferta de bens de consumo. É preciso também se ater às condições de cálculo de margem de lucro para os produtos, para que os preços sejam repassados ao consumidor final de uma forma correta para compra e consumo”, conclui o profissional.

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Mais de 1,4 milhão de negócios encerraram as atividades em 2021 no país

Cerca de 90% das empresas que fecharam as portas são de pequeno e médio porte. Má gestão e impacto da pandemia são as principais causas.

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São Paulo 12/8/2022 – É muito importante que os KPIs sejam desenvolvidos para que tenham suas atualizações de forma prática e on-time, de preferência.

Cerca de 90% das empresas que fecharam as portas são de pequeno e médio porte. Má gestão e impacto da pandemia são as principais causas.

As portas se fecharam definitivamente para pouco mais de 1,4 milhão de empresas brasileiras em 2021. Os dados do painel “Mapa de Empresas”, do Ministério da Economia, apontam que, do total, 92% eram pequenos negócios. No período de janeiro a junho deste ano as empresas que afirmaram ter decretado falência já chegam a 830 mil. Quase 200 mil a mais se comparado ao mesmo período do ano passado, conforme o levantamento do governo.

Embora os impactos decorrentes da pandemia ainda sejam visíveis em muitos setores econômicos, o fato é que a ausência de um bom planejamento e a má gestão operacional e financeira são considerados os principais motivos que afetam a saúde dos negócios. Com a crise sanitária estabilizada, o cenário político-econômico tem sido bem avaliado pelo empresariado brasileiro. Ainda que o Índice de Confiança Empresarial (ICE) divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) tenha registrado uma leve queda de 0,3 ponto percentual em julho em relação a junho, o estudo considera a diferença pequena para sinalizar uma mudança de tendência no setor, já que os números registraram alta nas expectativas durante quatro meses seguidos.

É com essa perspectiva de retomada do crescimento que as empresas devem se atentar para dar um salto na inovação com relação à administração de seus negócios, com investimento em ferramentas de gestão que agreguem maior desempenho e menos custos.

Uma das ferramentas que contribui para manter o empreendimento num alto grau de competitividade e com foco nos objetivos estratégicos é a utilização de Key Performance Indicator (KPI), conhecido como indicador de performance. De acordo com o gerente de Operações e Engenharia, Irineu Benelli Júnior, o uso dessa ferramenta em ambientes e situações complexas de gerenciamento – como o momento atual que estamos atravessando, com a escassez de insumos e componentes na cadeia de suprimentos, por exemplo – tem se tornado cada vez mais importante para o atendimento de um mercado que demanda por prazos de produção reduzidos e baixo custo.

“O gerenciamento no seguimento de projetos especiais, equipamentos customizados e de produção MTO (Make to Order) por si só já são de alta complexidade, e quando somadas com situações não planejadas como essas demandam um dinamismo ainda maior para a gestão. E para isso, é importante uma tomada de decisão ágil e assertiva para atingimento dos objetivos corporativos, afinal, são inúmeras as variáveis que surgem todos os dias nesse ambiente de concepção e construção de um novo produto e que podem comprometer os resultados”, explicou.

Para o especialista, o KPI é como se fosse uma bússola que direciona os gestores em tomadas de decisão mais ágeis, assertivas e transparentes. “São métricas de monitoramento estabelecidas dentro do fluxo de trabalho, que suportam no direcionamento das operações e pessoas em relação aos objetivos e metas traçadas na fase de planejamento de um projeto, programa de melhoria e no processo de planejamento estratégico de uma empresa ou de uma área em específico”, detalha ele, que acumula 18 anos de experiência na área. 

Monitoramento para visualizar desempenho da empresa

O processo de monitoramento na empresa, assim como a periodicidade, deve ser estabelecido de acordo com a necessidade. O resultado de tudo que é mensurado no indicador deve ser transformado em ações, que precisam primeiramente ser analisadas e discutidas constantemente, servindo como feedback para a tomada de decisões táticas e estratégicas.

“É muito importante que os KPIs sejam desenvolvidos para que tenham suas atualizações de forma prática e on-time, de preferência. Costumo dizer que um bom indicador precisa ser como o marcador de combustível de seu carro. A qualquer momento você consegue visualizar qual é a real condição em que se encontra. E isso possibilita a tomada de decisão de quando e quanto abastecer, acrescenta Irineu Benelli Júnior.

Visão clara sobre o andamento do negócio, aperfeiçoamento do desempenho, melhor capacidade de tomada de decisão, identificação de gargalos, estímulo do desempenho individual das pessoas, aumento de eficiência e produtividade, acuracidade da informação, redução de custos com perdas e alinhamento de metas são algumas das vantagens elencadas pelo profissional para a gestão que utiliza indicadores como estratégia para seus negócios.

Website: https://www.linkedin.com/in/irineu-benelli-61a66327/

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