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Empresaria cria franquia de seguros home office e cresce no sul do Brasil

Com baixo custo operacional e mix de produtos, franquia Mãe de Deus é opção para quem busca modelo de negócio enxuto e estruturado

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Porto Alegre – RS 25/1/2021 – Nós oferecemos uma marca já consolidada no mercado, deixando o franqueado livre para focar nas suas vendas e ver o seu negócio crescer.

Com baixo custo operacional e mix de produtos, franquia Mãe de Deus é opção para quem busca modelo de negócio enxuto e estruturado

A pandemia atingiu a todos de forma global e com ela veio uma nova forma de se trabalhar: o home office. Para tentar reduzir a disseminação do vírus e os riscos de contágio, o trabalho em casa foi a estratégia adotada por 46% das empresas durante a pandemia e 33% aderiram a um sistema parcial de home office, segundo estudo elaborado pela Fundação Instituto de Administração (FIA).

Essa forma de trabalho é aplicada pela Mãe de Deus Corretora de Seguros desde 2011. Fundada em uma garagem no Rio Grande do Sul pela empresária Caroline Lund, a companhia cresceu e em 2020 se transformou em uma franquia que atua no modelo home office.

“Há quase 10 anos comecei a minha empresa com um pequeno escritório dentro da garagem da minha casa. Sofri boicotes das próprias seguradoras, que não viam com bons olhos corretores que trabalhavam dessa forma, era praticamente um tabu. Não tive mão de obra cara, maquinários luxuosos e nem muito dinheiro para começar, mas tive muita motivação e força de vontade”, disse Caroline Lund. “Em 2020, por conta da necessidade de distanciamento social, o modelo de home office se tornou algo muito procurado, principalmente para quem deseja apostar no segmento de franchising como forma de ter o próprio negócio e retornar ao mercado de trabalho”, explicou Caroline.

Uma franquia de seguros é ideal para quem estiver procurando empreender em um negócio com baixo custo operacional e de fácil gestão, com possibilidade de alta previsão de rentabilidade. 

A empresária Caroline Lund lista diversas vantagens em atuar no mercado de franquia de seguros:

1. Baixo custo e flexibilidade na operação

Por não precisar de um espaço físico para operar, se torna um modelo de negócio mais enxuto e flexível, com a possibilidade de atuar em um pequeno ponto comercial ou home office. Toda a negociação pode ser feita de forma digital, desde o primeiro contato até o fechamento do contrato, sem a necessidade de um encontro presencial com o cliente.

2. Parcerias com as maiores operadoras

Ser uma empresa parceira das principais operadoras do mercado é essencial. A Mãe de Deus Corretora de Seguros, por exemplo, conta a parceria das maiores e melhores seguradoras do mercado brasileiro, dessa forma o franqueado poderá oferecer as soluções que melhor se encaixam com as necessidades do cliente, além de conseguir preços diferenciados.

3. Mix de produtos

Ter um mix de produtos variados aumenta a oportunidade de faturamento da empresa. O cliente poderá em um só lugar adquirir um seguro de vida, residencial, automóvel, plano de saúde, seguro viagem, entre outros. O franqueado pode comercializar as soluções tanto para pessoa física como jurídica, evitando assim sofrer, por exemplo, com sazonalidade do mercado.

4. Mercado em alta

Segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), o setor de seguros arrecadou R$ 245,6 bilhões somente em 2018, e o mercado de franchising vem recebendo cada vez mais atenção de quem deseja empreender, apresentando em 2018 o faturamento de mais de R$ 174 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Além disso, o franqueado conta com um vasto público que ainda não possui nenhum tipo de seguro. Um exemplo disso são os seguros de veículos: menos de 30% dos carros em circulação atualmente possuem cobertura, segundo a Seguradora Líder, responsável pela administração do DPVAT.

5. Negócio estruturado

É necessário escolher uma empresa que já tenha testado o seu modelo de negócio e possa evidenciar o seu sucesso. A Mãe de Deus Corretora de Seguros conta com um how-know de quase 10 anos no ramo de seguros. O franqueado irá ingressar em uma empresa que já foi testada e que oferece treinamento e suporte constante. Dessa forma, o empresário não fica desamparado, tendo sempre o auxílio da franqueadora ao longo do processo da implantação e operação da unidade.

“Buscamos pessoas que gostem de atender as necessidades de diferentes públicos da melhor forma possível, ou seja, que tenham paixão em atender pessoas. Precisam ser empreendedores que busquem pela excelência em atendimento, produto e serviço, e que realmente queiram trabalhar e se dedicar ao negócio. Nós oferecemos uma marca já consolidada no mercado, com todas as parcerias já fechadas, deixando o franqueado livre para focar nas suas vendas e ver o seu negócio crescer”, concluiu a empresária Caroline Lund.

 

Website: http://www.maededeuscorretora.com.br

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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