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Engenharia Elétrica está presente no cotidiano das pessoas e tem um grande papel na econômica

Ligada ao desenvolvimento mundial, a engenharia elétrica é um grande propulsor para o setor econômico

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São Paulo, SP 18/1/2021 – A cada dia que passa nos deparamos com novas invenções, novos produtos e novas melhorias, que sem a engenharia elétrica não seriam possíveis

Ligada ao desenvolvimento mundial, a engenharia elétrica é um grande propulsor para o setor econômico

A eletricidade é responsável por grandes inovações desde os séculos XIX e XX, o que atualmente é percebido no mundo globalizado, segundo empresa de Pesquisa Energética – EPE, seu consumo vem aumentando substancialmente. De acordo com dados do Ministério de Minas e Energia, as projeções para os próximos anos indicam que até 2026 o consumo deve crescer 3,4% ao ano.

Para atuar nesse campo da eletricidade, uma das áreas mais abrangentes e presente em praticamente em tudo do dia a dia é a engenharia elétrica, que muitas vezes passa despercebida pela sociedade, segundo o engenheiro eletricista Pedro Henrique Sales de Oliveira. Ele explica que todas as facilidades encontradas, hoje, são totalmente dependentes de energia, e que no futuro darão lugar a outros equipamentos melhores, graças ao setor.

A engenharia elétrica, de acordo com Oliveira, é o ramo que trabalha com estudos e aplicações da eletricidade, eletromagnetismo e eletrônica. Muitas vezes presente indiretamente, engloba desde sistemas de potência, geração de energia, eletrônica, telecomunicação, sistemas digitais e computadores, controle e servomecanismos, automação e robótica, até mesmo a engenharia biomédica. “A engenharia elétrica está presente em tudo como, por exemplo, em um simples recipiente de iogurte. Você pode não estar ciente, porém, para que este mesmo recipiente tenha um determinado tamanho, consistência e forma, existem diversos moldes, dispositivos, ligações elétricas, energia, entre outros fatores que são todos responsáveis ​​pela forma do recipiente”, explana o engenheiro, que possui o Programa de Certificação em Administração de Empresas pela Southern States University, San Diego, CA, Estados Unidos.

Conforme o profissional, a engenharia elétrica está diretamente ligada ao desenvolvimento mundial e é um grande propulsor da economia, porque tudo que é produzido nessa área é consumido com muita facilidade. Alega que esse setor permite melhorias e aumenta a eficiência em qualquer ramo, como na produção industrial e na área dos transportes e comunicações, tornando-se cada vez mais presente nos dias de hoje. “Um engenheiro eletricista é capaz de projetar sistemas de comunicação, o que permite nos comunicarmos com as pessoas e obter informações em todo o mundo. Além disso, a engenharia elétrica também está presente, por exemplo, em suas férias e no caminho para o trabalho, pois é responsável pela criação de máquinas e sistemas elétricos que são encontrados em ferrovias, aeroportos, rodovias etc.”, declara Pedro Oliveira, que tem Curso de treinamento prático de dispositivos Baumüller em Nuremberg, na Alemanha.

“A sociedade não imagina como viveria nos tempos atuais sem o uso, por exemplo, de eletrônicos, celulares, computadores e geladeira”, menciona Oliveira, com vasta experiência em instalações e reparos em máquinas industriais. E afirma que são de fundamental importância, social e econômica, os investimentos em estudos, pesquisas e em profissionais qualificados de engenharia elétrica que, muitas vezes, não são tão valorizados ou mesmo contemplados de acordo com o potencial desenvolvido.

“A cada dia que passa nos deparamos com novas invenções, novos produtos e novas melhorias, que sem a engenharia elétrica não seriam possíveis. Infelizmente, sabemos que nem tudo são flores, e essas novas tecnologias aumentam o consumo de energia, consequentemente, aumento dos gases de efeito estufa e danos desastrosos para todos. No entanto, mais uma vez a engenharia elétrica entra em cena, pois os profissionais da área devem ser treinados para reverter o alto consumo desses aparelhos. Da mesma forma que há estudos para a criação de novas tecnologias, há também estudos para que essas tecnologias não prejudiquem o ser humano. Portanto, a engenharia elétrica é de grande importância para o nosso presente e para futuro da humanidade”, finaliza o engenheiro Pedro Henrique Sales de Oliveira, que também tem curso de treinamento prático de dispositivos Baumüller na NC Motores, curso de PLC e curso de Associate of Electronics Technician (Associado Técnico em Eletrônica).

Website: http://www.linkedin.com/in/pedrohdeoliveira/

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Startup Tuvis foi selecionada para participar do Scale-Up

Líderes de grandes empresas mundiais registram o maior crescimento em todo o mundo através do Scale-Up Endeavor

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Campinas, SP 21/2/2024 – Líderes de grandes empresas mundiais registram o maior crescimento em todo o mundo através do Scale-Up Endeavor.

Líderes de grandes empresas mundiais registram o maior crescimento em todo o mundo através do Scale-Up Endeavor

 

A Tuvis, startup israelense e brasileira especializada em permitir que grandes empresas utilizem o WhatsApp de forma segura e em compliance através da integração do seu software com grandes plataformas do mercado, foi escolhida entre as  3 mil  empresas avaliadas para participar do Scale-Up Endeavor 2024. 

Desde o ano 2000, a Endeavor, uma rede global composta por empreendedores líderes de empresas de rápido crescimento em todo o mundo, tem desempenhado um papel ativo no cenário empreendedor brasileiro. Concentrando-se na aceleração de scale-ups, ou seja, empresas com grande potencial de crescimento, a organização impulsiona transformações significativas no ecossistema empreendedor e inovador do país. Ao longo de mais de duas décadas de atuação, a Endeavor contribuiu para o desenvolvimento de 12 empresas que alcançaram avaliações superiores a US$ 1 bilhão, incluindo nomes como MadeiraMadeira, Méliuz, Unico e VTEX.

Em 2021, o programa Scale-Up Endeavor passou por mudanças significativas, consolidando o processo de seleção que anteriormente ocorria de forma regional. Essa reestruturação promove a troca de experiências entre empreendedores de diversas partes do país que compartilham o mesmo setor ou modelo de negócios. Este novo formato também proporciona às empresas acesso a toda a rede de colaboradores, não se limitando apenas aos patrocinadores de eventos regionais. “Acelerar as empresas significa acelerar o país: são elas que geram oportunidades, inserem o Brasil no mapa global de inovação e tecnologia, mostram novos caminhos para lidar com problemas cada vez mais complexos, sistêmicos e globais e criam um ambiente mais diverso e inclusivo”, afirma Camilla Junqueira, Diretora Geral da Endeavor. 

O crescimento das scale-ups é impulsionado pela troca de experiências e conexões com a rede global da Endeavor, proporcionando acesso a mercados, capital e talento. O impacto se amplia à medida que os empreendedores geram empregos, promovem a inovação, mentoram, inspiram e investem na próxima geração de scale-ups.

Para a Tuvis, essa é uma conquista e um passo enorme para a empresa israelense. “Esse novo passo nos leva a fortalecer nosso compromisso de crescer e levar com a gente todo o Brasil! Estou muito feliz com essa conquista e agradeço em nome da Tuvis pela oportunidade Endeavor Brasil!”, finaliza a presidente e cofundadora da Tuvis, Deborah Palacios Wanzo.

 

Website: https://tuvis.com/pt-br/

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Receita líquida do setor de máquinas e equipamentos diminuiu

Dados apontam que a receita líquida de vendas do setor de máquinas e equipamentos diminuiu. O valor foi 13,2% menor que o mês anterior e 22,4% menor que o mesmo mês do ano de 2022

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Brasil 21/2/2024 – As empresas podem aproveitar as informações fornecidas para identificar áreas de melhoria

Dados apontam que a receita líquida de vendas do setor de máquinas e equipamentos diminuiu. O valor foi 13,2% menor que o mês anterior e 22,4% menor que o mesmo mês do ano de 2022

Dados sobre o mês de dezembro de 2023, apontam que a receita líquida de vendas do setor de máquinas e equipamentos diminuiu. O valor foi 13,2% menor que o mês anterior e 22,4% menor que o mesmo mês do ano de 2022. O estudo divulgado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), apontou também dados sobre o mercado interno, que encolheu 25,3%, e também sobre as exportações, que registraram uma queda de 5%. O relatório mostra que entre os segmentos do mercado, apenas o setor fabricante de máquinas e equipamentos para a produção de bens de consumo não duráveis apresentou crescimento na receita total, com uma expansão de 15,2% em relação ao mesmo período de 2022, juntamente com o setor fabricante de componentes para bens de capital, que registrou um aumento de 1,4%. Todos os outros setores enfrentaram redução nas receitas.

O relatório divulgado pela Abimaq aponta dados sobre as exportações, que, segundo o documento, apresentou um desempenho positivo, crescendo 14,6% em dólares ou 5,8% em reais, representando agora 24,7% da receita total do setor. O relatório afirma que apesar desse crescimento nas exportações, a receita total de máquinas e equipamentos, considerando mercado doméstico e exportação, registrou uma queda de 11% em 2023.

Ainda sobre os números apresentados no estudo, é possível observar que após uma queda de 31% em novembro de 2023, houve um crescimento de 14,5% nas exportações em dezembro, totalizando US$ 1,12 bilhão no mês. No entanto, em comparação com dezembro de 2022, as exportações ainda ficaram 5% abaixo. No acumulado do ano (jan/dez), as exportações atingiram a marca de US$ 14 bilhões, um resultado 14,6% superior ao observado em 2022. Sobre dados de importação, nota-se que os números apresentaram uma nova queda em dezembro de 2023, contribuindo para uma desaceleração no crescimento acumulado do ano, que passou de 8% em novembro para 7,2%. As importações totalizaram US$ 2,194 bilhões em dezembro, contra US$ 2,22 bilhões em dezembro de 2022. No ano (jan/dez), as importações superaram em 7,2% o resultado de 2022, atingindo US$ 26,77 bilhões, refletindo a desaceleração do mercado doméstico, segundo apontado pela publicação.

José Antônio Valente, diretor da empresa de franquia Trans Obra, comentou sobre o relatório afirmando que nas exportações, apesar das dificuldades enfrentadas no mercado doméstico, vê a importância da visão global para a indústria. José Antônio continuou dizendo que compreender como o setor se posiciona internacionalmente não apenas diversifica as fontes de receita, mas também permite que as empresas se adaptem a condições econômicas variáveis em diferentes regiões. “As empresas podem aproveitar as informações fornecidas para identificar áreas de melhoria, explorar novos mercados e ajustar suas estratégias de produção”.

O relatório, que pode ser lido na íntegra através do link informado no início da matéria, aponta dados sobre o consumo aparente nacional de máquinas e equipamentos, que também sofreu uma queda em dezembro, agravando o desempenho acumulado em 2023. Com um consumo de R$ 24,5 bilhões, o menor do ano, houve uma redução de 13,1% em relação a novembro de 2023 e de 20,4% em comparação com dezembro de 2022. No acumulado do ano, o consumo nacional alcançou R$ 356,92 bilhões, ante R$ 403,42 bilhões do ano anterior.

Website: https://franquiatransobra.com.br/

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Especialista esclarece dúvidas sobre finanças compartilhadas

Dividir as despesas da vida em casal é um desafio. Nesse sentido, contas digitais oferecem a solução com a modalidade de contas compartilhadas, uma alternativa às contas conjuntas oferecidas pelos bancos tradicionais, que vem caindo em desuso.

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São Paulo, São Paulo 21/2/2024 – O mercado está em expansão. Grandes players já olham para esse espaço e querem fazer parte, as novidades chegam para facilitar

Dividir as despesas da vida em casal é um desafio. Nesse sentido, contas digitais oferecem a solução com a modalidade de contas compartilhadas, uma alternativa às contas conjuntas oferecidas pelos bancos tradicionais, que vem caindo em desuso.

O mercado de serviços financeiros vêm apresentando transformações, que fazem seus participantes se adaptarem às tendências e necessidades competitivas. Os avanços tecnológicos e a digitalização deram um empurrão na criação de serviços financeiros, o que causou um aumento significativo de fintechs na América Latina, que entre 2018 e 2021, teve um salto de 112%, de acordo com um estudo realizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Com a mudança nos padrões de consumo, os clientes deste mercado exigem cada vez mais soluções inovadoras onde possam navegar com segurança e praticidade. Uma dessas inovações são as contas compartilhadas para organização de finanças familiares e conjugais.

Uma pesquisa da University Kelley School of Business, nos Estados Unidos, mostra que os casais que administram suas finanças podem ficar juntos por mais tempo e brigam menos por questões financeiras. Aqui no Brasil, dados do IBGE  também apontam que os problemas financeiros estão entre as principais causas de divórcios (57%).

Transparência e controle para a dupla

Com o aumento da necessidade do controle das finanças e de soluções mais práticas do que uma planilha de Excel, produtos para compartilhamento de finanças têm ganhado tração no mercado brasileiro. Ana Zucato, CEO e fundadora da Noh, primeira carteira digital com cartão compartilhado do Brasil, comenta que quando um casal decide compartilhar sua vida, eles também precisam encontrar maneiras de compartilhar as responsabilidades financeiras e evitar as chamadas “infidelidades financeiras” entre os casais.

“Poder juntar ou separar saldos, mas mantendo o acesso às duas pessoas com poderes iguais e visibilidade, é uma solução para qualquer arranjo adicional ou dependente, vistos como antiquados e burocráticos pelos casais que cresceram na era digital”, relata Zucato.

Segundo um levantamento realizado pela Finder, no Brasil, atualmente, são mais de 480 milhões de contas digitais abertas, o que nos coloca no topo do ranking. Com o segmento de contas digitais em alta, muitos casais buscam serviços financeiros que atendam duas pessoas, e não só uma, mas em uma proposta diferente da antiga conta conjunta dos bancos tradicionais.

A CEO da Noh explica também que “é preciso ter em mente que existem casais que desejam juntar suas finanças e que elas estejam em um só lugar, e há ainda aqueles que preferem separar os saldos, mas mantendo o acesso às duas pessoas com poderes iguais e visibilidade”.

Outros pontos importantes, destacados por Ana, são a transparência, flexibilidade, possibilidade de consultar saldos positivos e histórico de gastos. “O mercado está em expansão. Grandes players já olham para esse espaço e querem fazer parte, as novidades chegam para facilitar”, finaliza Ana.

A Noh é pioneira ao ser a primeira fintech a lançar uma conta projetada para dois e um cartão compartilhado. Funciona como uma carteira digital que automatiza a divisão de pagamentos e possibilita juntar o saldo de duas pessoas. Fundada em novembro de 2021 pelos sócios Ana Zucato (ex-Intuit, Truora e GuiaBolso) e Octavio Turra (ex-CTO do GuiaBolso), recebeu uma rodada seed de R$ 17 milhões. Em 2023, Zucato foi escolhida como uma das 100 pessoas mais inovadoras da América Latina em 2023, segundo o levantamento realizado pelo site Bloomberg Linea. A executiva figurou ao lado de grandes nomes como o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Website: https://www.noh.com.br/

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