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Escolha do advogado é fundamental em processo de legalização nos EUA

Postulantes ao green card devem saber inglês, estar em dia com seus impostos e saber negociar com advogados

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BOSTON 9/2/2021 – Temos que esperar o texto final dos legisladores para iniciar processos

Postulantes ao green card devem saber inglês, estar em dia com seus impostos e saber negociar com advogados

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou na terça-feira, 2, ordens executivas que anulam decisões imigratórias de seu antecessor, Donald Trump, dando continuidade a sua proposta de reforma imigratória que inclui o caminho para naturalizar cerca de 11 milhões de imigrantes indocumentados. Defende a expansão nas admissões de refugiados, um plano de policiamento que utiliza tecnologia para vigiar as fronteiras e troca nas leis a palavra alien, que lembra alienígena, para noncitizens (não cidadãos) ao se referir aos estrangeiros.

A proposta segue para debate no Congresso, mas os primeiros passos para o imigrante tentar se encaixar numa possibilidade de legalização seguem quatro critérios básicos: falar inglês, ter bons antecedentes, pagar impostos no país e escolher um advogado com lastro de sucesso.

“Não é momento para se adiantar nada, temos que esperar o texto final e isso demora um pouco”, disse o advogado de imigração Stephen Bandar.

“Eu estou fazendo o meu processo de legalização com o escritório de Stephen Bandar depois da indicação de amigos. Para mim foi importante avaliar o preço, o atendimento (que amei), a segurança e o profissionalismo”, disse a faxineira Camila Amaral. “Eles são excelentes profissionais e não existe nada melhor do que você ir em um advogado e ele te passar segurança, se tornar seu amigo e não só um advogado.”

Para o carpinteiro Jonatas Alves a escolha do advogado teve que incluir a forma facilitada de pagamento. “Eu não tive dúvidas. Paguei sem me apertar”, afirma o brasileiro que mora há cinco anos nos Estados Unidos. Ele conseguiu sua residência permanente através do Estatuto Juvenil de Imigrante Especial (Special Immigrant Juvenile, SIJ na sigla em inglês).

O cozinheiro Arthur Nico disse que a ‘escolha do escritório foi fácil’. “Eu tive boas referências e soube (depois confirmei) que em casos de SIJ eles eram os melhores. A forma de pagamento parcelada – dentro do que eu podia pagar – também influenciou. O atendimento a qualquer hora. Para eles não tem madrugada, manhã, tarde ou noite, toca o telefone e alguém lhe atende. Assim, a gente não passa a aflição que muitos passam.”

Razão semelhante teve Tatiana Prates para escolher o escritório de Bandar. A housecleaner brasileira teve seu caso recusado por três advogados. “Eles me receberam como gente, entenderam as minhas razões e aceitaram o meu caso. Mesmo antes de me tornar cliente eu já colhia muitas informações com eles. Foi uma luta de quatro anos mas deu certo e me legalizei nos Estados Unidos.”

A proposta da Casa Branca abre o leque para milhões de pessoas tentarem regularizar suas situações nos Estados Unidos. Se a Câmara dos Deputados e o Senado aprovarem o texto formulado pela equipe de Biden, os imigrantes indocumentados que viviam por três anos ou mais nos EUA até 1 de janeiro de 2021 podem ser colocados em status regular temporário por cinco anos com a possibilidade de obter a residência permanente após o cumprimento de requerimentos como pagar os impostos e ter a ficha limpa na polícia. Após três anos, eles teriam direito a buscar a cidadania.

Aqueles que foram deportados depois de 20 de janeiro de 2017, quando Donald Trump assumiu a Casa Branca, e já moravam no país há pelo menos três anos também ganhariam a chance de se legalizar por questões familiares e humanitárias.

Já os beneficiados pelo Daca (Ação Diferida para Chegadas na Infância) e pelo TPS (Status de Proteção Temporário) estariam aptos a pedir o Green Card imediatamente.

Além disso, o plano da Casa Branca quer facilitar a reunificação das famílias e pode eliminar os impedimentos de três a 10 anos de uma pessoa retornar aos EUA por conta de ter vivido ilegalmente no país.

O texto escrito pelo Poder Executivo pede que os estrangeiros possam se unir aos familiares nos EUA enquanto os processos de legalização tramitam na Justiça.

SERVIÇO

Escritório Stephen Bandar
114 Broadway Somerville MA
2000 Mass ave Suite 2 Cambridge
Telefone: 617-992-1575

Website: http://mancheteusa.com

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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