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Especialista aponta seis vantagens para possuir um sistema de informação

O sistema de informação agrega um controle eficaz e eficiente nas operações, garantindo melhores resultados para as empresas

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São Paulo, SP 8/2/2021 – Nos dias de hoje, caso sua empresa ainda não tenha um sistema de apoio, ela está correndo sérios riscos de desaparecer

O sistema de informação agrega um controle eficaz e eficiente nas operações, garantindo melhores resultados para as empresas

O conceito de Sistema de Informação de acordo com John Dearden, autor de Management Control Systems (Sistemas de Controle de gestão), constitui um sistema que obtém dados para operações de controle e planejamento de uma empresa. Em síntese, é um sistema que transforma dados de uma empresa em informações organizadas para tomadas de decisões.

Com a utilização de um Sistema de Informação as empresas agregam um controle mais eficaz e eficiente nas operações, garantindo melhores resultados nos empreendimentos, segundo Douglas Nascimento Rehem, Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. O profissional abordará seis vantagens que um sistema de informação pode trazer para as organizações.       

A primeira vantagem alegada pelo profissional é que o sistema pode proporcionar uma melhor organização. “Você provavelmente já entrou em um lugar bagunçado e desorganizado. Qual é a sensação quando procura por algo? Fica nervoso? Agoniado? Já se sentiu assim quando estava olhando para a papelada dos seus negócios? Uma das principais funções de um sistema de informação é o armazenamento dos dados do seu negócio. Existem dezenas de sistemas genéricos, os famosos softwares de prateleira, que desempenham bem essa função, mas só isso nem sempre é o suficiente. Logo, uma solução personalizada deve ser bem pensada para otimizar e melhorar seus processos atuais”, menciona Rehem, pós-graduado em Engenharia de Software com Java Enterprise Edition.

Conforme o profissional de TI, a segunda vantagem é a classificação das informações, que são modeladas para terem respostas rápidas, sempre que forem buscadas no sistema. Desse modo, dá para saber quais produtos são mais vendidos ou quais são as contas a pagar ou a receber, por exemplo. O terceiro benefício do Sistema de Informação é sobre a métrica. “Você sabe quanto tem de conta para pagar esse mês? Sabe quanto tempo leva para executar algum serviço? É muito importante saber como estão indo as coisas, e um sistema bem elaborado pode dizer como está a saúde do seu negócio. Como diz a famosa frase de Peter Drucker, escritor considerado pai da administração moderna: Se você não medir, você não pode gerenciar”, explica Douglas, com forte experiência em desenvolvimento de sistemas web, em arquitetura de sistemas altamente escalável em nuvem e em treinamentos na área de desenvolvimento de software.

A otimização é a quarta dica do especialista. Ele avisa que com as métricas em mãos é hora de utilizar alguma ferramenta, como a matriz BCG ou análise SWOT, para identificar as forças e fraquezas de uma organização (fatores internos) e as ameaças e oportunidade do ambiente de negócios (fatores externos), assim, fica mais viável para tomar as decisões estratégicas mais adequadas sobre cada produto.

“Entender seu cliente é a quinta vantagem que o Sistema de Informação pode proporcionar. Com o aumento da concorrência e da quantidade de produtos e serviços que existem hoje, seu negócio só vai prosperar caso seja centrado no cliente, para entregar o máximo de valor possível para ele. Um sistema de informação deve poder proporcionar uma forma de entender o comportamento dos clientes, o que compram, quais serviços consomem e o quanto gastam no seu empreendimento. Logo, tenha um sistema preparado para gerar esse tipo de informação, para apoiar você nas suas estratégias de negócio”, declara Rehem, que também é consultor de tecnologia da informação.

A última vantagem, segundo o tecnólogo, é sobre agregar valor. Ele explica que de acordo com a economia neoclássica o valor de algo varia de pessoa para pessoa a partir da necessidade de que tem em relação a algo. Ou seja, um sistema bem elaborado pode trazer grandes valores, mas nem sempre é fácil de perceber. “Vamos supor que você gasta uma média de 100 reais mensais, com a divulgação de um produto, será que ele vai vender o suficiente? Consultando o sistema, você percebe que a receita gerada desse produto ou serviço nem paga o valor da prospecção, em outras palavras, ele não tem um retorno sobre investimento (ROI) positivo. Logo você decide parar de gastar com isso. Outra forma de agregar valor é nos intangíveis, que são aqueles mais difíceis de medir, mas que mesmo assim podem trazer grandes resultados”, explana Douglas.

“Claro que um sistema ou até mesmo um aplicativo podem ter outros benefícios, mas considero essas as essências para valer a pena para qualquer negócio. Nos dias de hoje, caso sua empresa ainda não tenha um sistema de apoio, ela está correndo sérios riscos de desaparecer. Então busque um especialista para te orientar em como passar por essa transformação digital e se tornar competitivo no mercado”, finaliza Douglas Nascimento Rehem, que possui vasta experiência em desenvolvimento e acompanhamento de métricas de produto de sistemas distribuídos no modelo Software as a Service (SaaS) e em mapeamento e melhorias de processos de desenvolvimento de software.

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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