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Estudos apontam mudanças estruturais no mundo do trabalho e especialista comenta novos formatos

Reuniões de trabalho virtuais e outros tipos de comunicação remota, como a teleconferência, tornam-se rotineiras na vida dos trabalhadores

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São Paulo, SP 8/4/2021 – Precisamos evoluir em todos os setores e deixarmos nossa colaboração, porque mesmo quando o cenário mudar as mudanças permanecerão

Reuniões de trabalho virtuais e outros tipos de comunicação remota, como a teleconferência, tornam-se rotineiras na vida dos trabalhadores

Com a pandemia da Covid-19 as empresas e os trabalhadores passaram por fortes mudanças para continuar no mercado, segundo o relatório do McKinsey Global, empresa de consultoria de gestão. O relatório estimou que em alguns países desenvolvidos, até o ano de 2030, mais de 100 milhões de trabalhadores terão de encontrar novas ocupações mais qualificadas, 25% a mais do que projetavam antes da pandemia. Embora o estudo não sugira mudanças dramáticas no caso da Índia, não descartam necessidades de mudanças consideráveis nos países subdesenvolvidos, como o Brasil.

Na história da humanidade, os indivíduos pertencentes a uma sociedade sempre foram seres adaptáveis e evolutivos, e trazendo isso para o ambiente organizacional das empresas é percebida a mesma destreza, informa Vinicius de Souza Salvato, graduado no curso de administração de empresas pela Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE. “As empresas nessa pandemia passaram por mudanças que as permitiram não parar de produzir, vender, entregar, etc. Porque disso dependia sua sobrevivência e ainda ajudaria a nossa frágil economia brasileira a não entrar em colapso. As mudanças vieram e continuarão no pós-pandemia”, declara Vinicius.

Entre as mudanças provocadas pela pandemia, relata o administrador de empresas, que é consultor de negócios com foco em análise operacional e financeira, houve uma aceleração das transformações que estavam em cursos lentos nas organizações como a digitalização, muitas investiram em novas tecnologias e inovações. E explica que a dinâmica do trabalho mudou do espaço físico à flexibilização de novas formas de trabalho.

Segundo Salvato, a nova realidade do isolamento social exigido para evitar a contaminação do vírus, além de mudar a forma de trabalho, também, aumentou o distanciamento humano, as pessoas estão cada vez mais voltadas a trabalhos on-line, como home office e videoconferências. “Nós, seres humanos, somos seres relacionais que precisamos de contato pessoal e de interação. Na cultura brasileira esse contato humano é muito forte. Gostamos de abraçar, de se tocar, de interagir de perto, e isso tudo foi interrompido abruptamente, e está causando muitos transtornos”, diz Vinicius, com experiência desenvolvida nas áreas de negócios, comercial, tecnologia, gestão de equipe e gestão de pessoas.

Conforme o administrador de empresas, as organizações estão se adaptando e buscando soluções para produtos e serviços, e algumas estão esquecendo-se de fazer a adaptação humana para os trabalhadores. “Apesar dos esforços não tenho observado nada tão relevante no Brasil em relação ao capital mais valioso da empresa, o capital humano. O que tem sido feito pelo capital humano? Como está a gestão de pessoas nas empresas? Os processos de desenvolvimento dessas pessoas nas empresas? Aqueles que estavam em treinamento para novos cargos, ainda continuam sendo acompanhados?”, lembra Salvato, com experiência na elaboração de planejamento estratégico, planejamento orçamentário e plano de negócios corporativos, principalmente relacionados à expansão e à conquista de novos mercados, novos produtos e serviços.

O relatório do McKinsey Global Institute estimou que a tendência para o mundo após a pandemia é a continuação do distanciamento social e a utilização cada vez mais da automação, do aumento do trabalho remoto, da redução da densidade em centros urbanos e uma maior consolidação empresarial. Tal consolidação, em decorrência do domínio crescente de firmas grandes em consequência das falências de empresas menores e mais vulneráveis.

“Ao analisarmos os cinco pilares da gestão de pessoas (motivação, comunicação, trabalho em equipe, conhecimento/competência e treinamento/desenvolvimento), é nítido que três necessitam de uma maior atenção (motivação, trabalho em equipe e treinamento/desenvolvimento). Assim, não podemos negar a necessidade de buscarmos uma solução para esse tema. Estamos nesse momento da história e precisamos evoluir em todos os setores e deixarmos nossa colaboração, porque mesmo quando o cenário mudar as mudanças permanecerão. E se tudo for feito, no futuro alguns olharão e dirão como foi que conseguirmos”, finaliza de Souza Salvato.

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Cadastro de imóveis rurais será completamente digitalizado

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Crédito: ©Marcelo Camargo/Agência Brasil

Procedimento poderá ser concluído em página da Receita na internet.

Os donos de imóveis rurais não precisarão mais ir a uma unidade de atendimento da Receita Federal para atualizarem ou cadastrarem a propriedade. O procedimento poderá ser concluído diretamente no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC).

Agora, todos os documentos pedidos pela Receita Federal para validar o cadastro rural podem ser enviados digitalmente pelo e-CAC. Segundo o Ministério da Economia, a medida faz parte do Plano de Ação da Receita Federal no cenário pós-pandemia e contribui para a digitalização dos serviços públicos.

Os documentos serão enviados ao e-CAC por meio de Dossiê Digital de Atendimento. Caso sejam necessários novos documentos, eles deverão ser apresentados por meio da juntada de documentos, disponível na aba “Meus Processos”. Esclarecimentos adicionais e a confirmação de que o cadastro foi concluído passarão a ser efetuados eletronicamente.

Todos os imóveis rurais precisam ser inscritos no Cadastro de Imóveis Rurais (Cafir), mesmo os que têm imunidade ou isenção de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). Administrado pela Receita Federal, o Cafir lista os titulares, os condôminos e copossuidores das propriedades rurais.

Além do Cafir, os imóveis rurais são registrados no Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (Cnir), que integra dados do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O envio eletrônico de documentos está disponível para quem inicia o processo pelos dois cadastros. Tanto quem usa o Sistema Cnir como para quem usa o Sistema Coletor Web, associado ao Cafir e administrado pela Receita Federal, poderá concluir o processo pelo e-CAC.

 

Por | Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

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9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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Expectativa de vida aumenta e demanda urgência nas reservas financeiras

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

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9/4/2021 –

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

Dados publicados pelo IBGE indicam que a esperança de vida ao nascer no Rio Grande do Sul passou de 72,4 anos em 2000 para 78,3 anos em 2018. Na comparação com a expectativa de vida da década de 40, a estatística atualizada representa um ganho de mais de 30 anos de vida.

Um aumento que, na opinião de especialistas em áreas como a previdenciária, tem dois vieses possíveis: ao mesmo tempo em que traz entusiasmo, também aumenta a responsabilidade e os esforços necessários para que o tempo a mais de vida seja vivido com mais qualidade.

Conforme Danielle Cristine da Silva, servidora pública do estado do Rio Grande do Sul e diretora-presidente da Fundação RS-Prev, o cenário de uma vida mais longeva exige cada vez mais das políticas públicas de saúde promovidas pelos entes federativos (União, estados e municípios), e se constitui como um grande desafio para a previdência social (pública e privada), mas os esforços não podem ser exclusivos destes agentes.

“Chamo atenção para um aspecto: é necessário que o próprio beneficiário desta vida longa seja previdente, seja o maior responsável pela busca de seu futuro confortável”, ressalta Danielle.

Para a presidente, pensar, planejar e efetivamente agir em prol da acumulação de uma reserva financeira, voltada a assegurar uma aposentadoria digna e suficiente, é o caminho mais indicado para quem se preocupa em viver bem por muitos anos.

“Logo, é necessário iniciar o quanto antes a prática de reservar. E uma boa opção para isto é a adesão a uma previdência complementar”, explica a executiva.

Segundo ela, isto se dá porque, assim como o desejo de se ter longevidade com uma boa saúde física e mental demanda muito empenho nos cuidados com alimentação, exercícios físicos, entre outros, fazer uma reserva financeira, por meio de uma previdência complementar, também exige atitude e, além disso, urgência.

“Viveremos mais tempo do que viveram nossos antepassados! Para que este tempo a mais seja bem aproveitado, agora é a hora de prepararmos nossas reservas financeiras”, finaliza Danielle.

 

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