Conecte-se conosco

Notícias

Evento de mercado audiovisual movimenta o setor da economia criativa

Abrindo o ano de eventos que promovem o mercado audiovisual, o Creative Film Finance Forum traz programação diversa e acessível.

Publicado

em

São Paulo, SP 7/4/2021 – Se existe um setor que consegue sobreviver a qualquer crise é o setor que contempla criativos dentro de sua cadeia de produção. diz Beto Oliveira.

Abrindo o ano de eventos que promovem o mercado audiovisual, o Creative Film Finance Forum traz programação diversa e acessível.

Começou segunda-feira, dia 5 de abril, a edição on-line do Creative Film Finance Forum, que conta este ano com 29 mesas de discussão de mercado econômico criativo.

O evento é voltado ao mercado audiovisual e da economia criativa, envolvendo TV, Games e Novas Mídias. Na abertura do evento, no dia 5 de abril, a produtora Lucy Barreto abriu a programação às 18 horas.

Lucy Barreto, produtora de memoráveis filmes como: “Terra em Transe”, de Glauber Rocha, “Bye Bye Brazil” de Cacá Diegues, “Memórias do Cárcere” de Nelson Pereira dos Santos, “Dona Flor e seus dois maridos”, “O que é isto companheiro?” de seu filho Bruno Barreto, e “O quatrilho”, de seu outro filho Fabio Barreto, abre o evento falando sobre sua carreira e as decisões que a levaram a ser uma das produtoras mais bem-sucedidas do cenário audiovisual brasileiro.

O evento segue até o dia 9 de abril com diversas mesas de discussão sobre o mercado da economia criativa brasileiro. Com a presença de representantes da Secretaria de Cultura de SP, Secretaria do Audiovisual, SPCine, Bravi, Siaesp, Proac, Mulheres do Audiovisual do Brasil, Projeto Paradiso, Apan, ICine, e diversos players de mercado. 

No segundo dia de programação do Fórum, o evento é focado em políticas de mercado.

A mesa: “Cinema Paulista” com a presença de Flavia Gonzaga (SPCine), Mauro Garcia (Bravi), Paulo Schmidt (Siaesp), e Lilian Solá Santiago (ICine), discutirá as diversas configurações e pluralidade que compõem o cinema realizado no estado de São Paulo.

Na mesa: “Proac”, Natália Cunha, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa de SP, traçou um panorama sobre o cenário da cultura no estado de São Paulo e as linhas de fomento do Proac SP.

No terceiro dia, o foco do evento é discutir sobre produções e projetos. Na mesa: “Formatação de Projetos”, Reginaldo Menegazzo (Produção Cultural), Rose Meusburger (Elaborando Projetos), e Larissa Biasoli (Sorella), discutirão os desafios de se construir uma obra artística que passa primeiramente pelos ajustes burocráticos da formatação de projeto.

Na sequência, o advogado Nichollas Allem, e Stephen Phill (Instituto de Cinema) discutem na mesa: “Leis de Incentivo”, os processos públicos que garantem a produção de cultura no país.

Na mesa: “Produção Executiva”, a produtora Érica de Freitas (Encantamento Filmes), e Luiza Favale (Glaz), discutem os desafios da produção executiva e soluções para o setor do audiovisual.

Explanando as perspectivas do setor na mesa: “Horizontes do Audiovisual Brasileiro”, o Diretor de Políticas Audiovisuais da Secretaria Especial de Cultura, o senhor Hélio Ferraz de Oliveira colocará em pauta as movimentações públicas para a criação de fomento e desenvolvimento do setor em âmbito federal.

O quarto dia abre espaço para as novas plataformas, e os novos meios de se produzir e distribuir conteúdo. Fernando Godoy (Flex Interativa), Tiago Moraes (Ovni Studio), Fernando Chamis (Webcore Games), e Marcelo Marcatti (Venturion), discutirão a produção de conteúdo em realidade virtual e aumentada.

Diversas plataformas discutem o mercado de conteúdo na mesa: “Novas Plataformas”. Rafael Ferreira (Todesplay), Licinio Januário (WoloTV), Marcelo Spinassé (Looke), Luciana Damasceno e Daniel Jaber (Cardume), e Vinicius Spindola (Originou), conversam sobre as novas janelas possíveis através do streaming de conteúdo.

E J.P. Sette (Eleven Dragons), Rafael Costa (Monomyto), Leonardo Minozzo (Cafundó Studios), Felipe Marlon (Pushstart), e Cristiano Prazeres (Maximal Studio), discutem sobre games numa mesa destinada ao tema.

E no quinto e último dia do evento, as transformações do mercado e o impacto social marcam o dia em diversas discussões sobre internet, música e artes visuais.

Na mesa: “Mulheres no mercado de Produção Audiovisual”, com Daniela Pfeiffer (Pfeiffer Cultural), Carolina Vargas (Stenna Group), e Noá Bonoba (cineasta), posicionando o lugar da mulher no setor de entretenimento.

Fazem parte do evento, ainda, mesas de “Produção de Conteúdo Audiovisual”, “Fotografia”, “Dublagem”, “Roteiro”, “Produção para Internet”, “Filmes de Terror”, “TV e Novas Mídias”, e mesas especificas de formação como a “Fortalecimento de empresas da economia criativa” e “Linhas de Crédito para negócios audiovisuais”, geridas pelo Sebrae.

A ideia é promover soluções criativas para a crise do setor através da exposição das diversas vozes que estarão presentes no evento.

“Se existe um setor que consegue sobreviver a qualquer crise é o setor que contempla criativos dentro de sua cadeia de produção. Discutir, rever parâmetros, estabelecer novas diretrizes e pensar e economia criativa, vai certamente nos potencializar neste momento de crise”; diz o produtor e idealizador do evento Beto Oliveira.

Em quatro dias de imersão on-line, o CF3, tem o objetivo de fomentar discussões abertas com grandes nomes do setor criativo, as soluções para o fortalecimento do mercado num dos anos mais difíceis para a economia mundial. As atividades podem ser acompanhadas gratuitamente pelo site oficial do evento, pelo YouTube, Facebook, Instagram e Periscope.

O projeto é realizado através de Recursos da Lei Emergencial Federal Aldir Blanc nº 14.017/2020, através do Edital Proac Expresso LAB nº 40/2020 de “Produção e Realização de Festival de Cultura e Economia Criativa com Apresentação Online’. Produzido pela produtora Frame7 Cinema.

Toda a programação pode ser conferida no site do evento: cf3.live

 

Website: https://www.cf3.live/

Continuar Lendo
Anúncio
Clieque para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

Publicado

em

por

9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

Continuar Lendo

Notícias

Expectativa de vida aumenta e demanda urgência nas reservas financeiras

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

Publicado

em

9/4/2021 –

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

Dados publicados pelo IBGE indicam que a esperança de vida ao nascer no Rio Grande do Sul passou de 72,4 anos em 2000 para 78,3 anos em 2018. Na comparação com a expectativa de vida da década de 40, a estatística atualizada representa um ganho de mais de 30 anos de vida.

Um aumento que, na opinião de especialistas em áreas como a previdenciária, tem dois vieses possíveis: ao mesmo tempo em que traz entusiasmo, também aumenta a responsabilidade e os esforços necessários para que o tempo a mais de vida seja vivido com mais qualidade.

Conforme Danielle Cristine da Silva, servidora pública do estado do Rio Grande do Sul e diretora-presidente da Fundação RS-Prev, o cenário de uma vida mais longeva exige cada vez mais das políticas públicas de saúde promovidas pelos entes federativos (União, estados e municípios), e se constitui como um grande desafio para a previdência social (pública e privada), mas os esforços não podem ser exclusivos destes agentes.

“Chamo atenção para um aspecto: é necessário que o próprio beneficiário desta vida longa seja previdente, seja o maior responsável pela busca de seu futuro confortável”, ressalta Danielle.

Para a presidente, pensar, planejar e efetivamente agir em prol da acumulação de uma reserva financeira, voltada a assegurar uma aposentadoria digna e suficiente, é o caminho mais indicado para quem se preocupa em viver bem por muitos anos.

“Logo, é necessário iniciar o quanto antes a prática de reservar. E uma boa opção para isto é a adesão a uma previdência complementar”, explica a executiva.

Segundo ela, isto se dá porque, assim como o desejo de se ter longevidade com uma boa saúde física e mental demanda muito empenho nos cuidados com alimentação, exercícios físicos, entre outros, fazer uma reserva financeira, por meio de uma previdência complementar, também exige atitude e, além disso, urgência.

“Viveremos mais tempo do que viveram nossos antepassados! Para que este tempo a mais seja bem aproveitado, agora é a hora de prepararmos nossas reservas financeiras”, finaliza Danielle.

 

Continuar Lendo

Notícias

Implantação de coletores incentiva logística reversa de eletroeletrônicos

Sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron. Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto aos eletroeletrônicos

Publicado

em

por

Santo André, SP 9/4/2021 – Esta parceria também se estende aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma de sustentabilidade Coop faz Bem

Sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron. Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto aos eletroeletrônicos

Anualmente, milhões de toneladas de equipamentos eletroeletrônicos e pilhas são descartadas incorretamente no meio ambiente e, só no Brasil, estima-se que sejam geradas mais de 2 milhões de toneladas de lixo eletrônico.

Como forma de contribuir para a preservação do planeta e diminuir a poluição ambiental, a Coop (rede de varejo colaborativo), por meio do SESMTMA (área de segurança, medicina do trabalho e meio ambiente, responsável pelo gerenciamento de resíduos em toda a organização), firmou parceria com a Green Eletron, maior gestora brasileira sem fins lucrativos para a logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas de uso doméstico que não têm mais utilidade.

“Esta parceria também se estende aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma de sustentabilidade Coop faz Bem, no pilar Pro Planeta, e atende ao acordo da APAS de política de saúde e segurança ocupacional – Cetesb e lei 12.305 Política Nacional de Resíduos Sólidos”, explica Adalberto Correia dos Santos Júnior, responsável pelo SESMTMA da Coop.

Até o momento, sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron: Diadema (Avenida Sete de Setembro, 200 – Conceição); Mauá (Avenida Barão de Mauá, 1389 – Centro); Santo André (Avenida Industrial, 2001 – Bairro Campestre); Piracicaba (Avenida Professor Alberto Vollet Sachs, 2030 – Morumbi); São José dos Campos (Avenida Dr. João Batista de Souza Soares, 2185 – Jardim Morumbi); Sorocaba (Avenida Itavuvu, 3799 – Itavuvu) e Tatuí (Rua XI de Agosto, 3045). Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto de secadores, celulares, furadeiras, fones de ouvidos, pilhas sem uso, dentre outros equipamentos.

Por segurança, os coletores Green Eletron foram projetados para evitar furtos e o contato do consumidor com os resíduos, e seus reservatórios mantidos trancados dentro das lojas. Ao atingir a capacidade máxima de armazenamento, os coletores são abertos e os resíduos depositados são retirados pela Green Eletron, a qual se encarregará de enviar para as empresas parceiras darem o destino adequado de todo o material descartado.

Sobre a Green Eletron: entidade gestora para a logística reversa de produtos eletroeletrônicos e pilhas, fundada em 2016 pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). A Green Eletron criou um sistema coletivo para gerenciar toda a logística reversa de suas associadas, o qual envolve desde a coleta até o envio de aparelhos eletroeletrônicos e pilhas para recicladoras, responsáveis por transformar estes produtos em matéria-prima para a fabricação de novos produtos pela indústria. Hoje, a Green Eletron conta com dezenas de empresas associadas, fabricantes ou importadoras de eletroeletrônicos e pilhas.

Sobre a Coop: possui mais de 895 mil cooperados ativos, cerca de 6 mil colaboradores diretos e 99 unidades de varejo, divididas em 31 lojas de supermercados, sendo 23 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e duas em Tatuí, três postos de combustíveis e 65 drogarias. Por ser uma cooperativa, seu principal objetivo é oferecer os melhores serviços a preços justos, além de reverter benefícios a seus cooperados e à comunidade.

Continuar Lendo

Em Alta

...