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Exportação é alternativa possível às micro e pequenas empresas

Programa oferecido pela Facamp e Apex-Brasil capacitará 200 negócios na região de Campinas para ingressarem no mercado externo

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São Paulo 14/1/2021 – Vamos usar nossos conhecimentos em gestão, relações internacionais e economia para ajudar as empresas a encontrar o caminho das pedras da exportação

Programa oferecido pela Facamp e Apex-Brasil capacitará 200 negócios na região de Campinas para ingressarem no mercado externo

Fortemente afetadas pela crise econômica gerada pela pandemia de Covid-19, as micro, pequenas e médias empresas brasileiras terão um ano de desafios em 2021. A busca por alternativas para ampliar o faturamento será prioridade entre os diferentes segmentos de negócios. Uma estratégia possível nesse sentido é a conquista de novos mercados, principalmente em âmbito internacional. Embora o senso comum considere que a exportação esteja ao alcance somente das grandes empresas, isso não é verdade. De acordo com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), dos 22 mil empreendimentos exportadores no Brasil, 40% têm porte micro ou pequeno.

Juntas, essas empresas são responsáveis por 0,5% do valor exportado pelo país, o que corresponde a R$ 1,12 bilhão, tomando 2019 como referência. Os números revelam que ainda há bastante espaço para o crescimento das exportações entre os pequenos. Entretanto, para ingressar no competitivo mercado externo, esses negócios precisam se capacitar, tanto para superar a burocracia que envolve o processo, quanto para identificar oportunidades e atender às exigências dos importadores.

Para suprir estas e outras necessidades, a Facamp (Faculdades de Campinas) e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) firmaram recentemente convênio para capacitar 200 empresas da Região Metropolitana de Campinas (RMC) a se tornarem exportadoras a partir deste ano. A cooperação traz novamente para a RMC o PEIEX (Programa de Qualificação para Exportação), que é uma bem-sucedida iniciativa de capacitação oferecida pela Apex-Brasil a empresas interessadas em iniciar atividades exportadoras de forma planejada e segura.

Segundo a Apex-Brasil, o PEIEX é implementado por meio de parcerias com instituições que conhecem o comércio exterior e que podem mobilizar profissionais e especialistas dedicados a orientar os empresários nos caminhos mais adequados para o mercado externo. Na RMC, a Facamp foi a parceira escolhida para reativar o programa numa das regiões mais dinâmicas do país.

A retomada do programa no âmbito da RMC vem em momento delicado, uma vez que a crise econômica impõe severos desafios às pequenas e médias empresas. Em momentos difíceis, elas precisam buscar novos mercados, inclusive os externos. O PEIEX tenta desmistificar a percepção de que a exportação é uma opção restrita apenas às grandes empresas. Segundo o professor Rodrigo Sabbatini, diretor Acadêmico da Facamp, os empreendimentos de menor porte também podem acessar os mercados externos, desde que se preparem.

A Facamp vai executar o programa de capacitação desenvolvido pela Apex-Brasil, qualificando as empresas interessadas em exportar. “Vamos usar nossos conhecimentos em gestão, relações internacionais e economia para ajudar as empresas a encontrar o caminho das pedras da exportação. Estamos honrados em representar a Apex-Brasil e em contribuir para o aumento da competitividade das empresas da RMC”, diz o professor Sabbatini, que coordenará a equipe de especialistas envolvidos no projeto. As empresas interessadas em conhecer melhor o PEIEX na RMC podem enviar um e-mail para peiex@facamp.com.br

www.facamp.com.br

Website: http://www.facamp.com.br

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Debate aborda formas de combater o trabalho escravo

O encontro é iniciativa do Grupo de Trabalho (GT) do Coexistir, que reúne mais de 100 participantes de 40 empresas de vários segmentos, além do varejo de alimentos, e faz parte do Acordo de Cooperação Técnica com a Superintendência Regional do Trabalho.

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Sao Paulo, SP 12/4/2024 –

O encontro é iniciativa do Grupo de Trabalho (GT) do Coexistir, que reúne mais de 100 participantes de 40 empresas de vários segmentos, além do varejo de alimentos, e faz parte do Acordo de Cooperação Técnica com a Superintendência Regional do Trabalho.

O Sincovaga-SP (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo), que representa mais de 35 mil empresas do segmento, realizará no dia 17/04, quarta-feira, das 9h às 11h30, um encontro para debater o tema “Não ao trabalho escravo – Construindo pontes para o trabalho digno”, no auditório da sede da entidade (R. 24 de Maio, nº 35, 16º andar, Centro, São Paulo/SP.).

O encontro é iniciativa do Grupo de Trabalho (GT) do Coexistir, que reúne mais de 100 participantes de 40 empresas de vários segmentos, além do varejo de alimentos, e faz parte do Acordo de Cooperação Técnica com a Superintendência Regional do Trabalho de São Paulo.

Os especialistas convidados são

– Evandro Afonso de Mesquita – Auditor Fiscal do Trabalho;

– Paulo Roberto Warlet da Silva – Auditor Fiscal do Trabalho;

– Luís Gustavo Ponciano Pereira – Chefe da Seção de Operações na Superintendência Regional da Polícia Rodoviária Federal em São Paulo.

Serviço

Debate: “Não ao trabalho escravo – Construindo pontes para o trabalho digno”

Data: 17/04, quarta-feira, das 9h às 11h30

Local: Sincovaga-SP (Rua 24 de Maio, nº 35, Sala 1.616, República, São Paulo/SP.)

Inscrições gratuitas: Até o dia 15/04, clicando aqui.

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Website: https://www.sincovaga.com.br

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Brasileiro mira no mercado de cibersegurança nos EUA

A empresa Barroso Security Dynamics será conduzida pelo especialista Fábio Costa Barroso e se concentrará em fornecer soluções avançadas para proteger empresas, indivíduos e entidades governamentais

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Vespasiano, MG 12/4/2024 – Na era digital, proteger informações sensíveis é primordial para preservar a integridade de espaços privados e comerciais

A empresa Barroso Security Dynamics será conduzida pelo especialista Fábio Costa Barroso e se concentrará em fornecer soluções avançadas para proteger empresas, indivíduos e entidades governamentais

A segurança cibernética é um assunto que vem sendo tema de discussões em nível mundial. Conforme dados de um relatório da Trend Micro, empresa de segurança de dados, os Estados Unidos foram o país que mais sofreram com ataques cibernéticos em 2023. Para se ter uma ideia, o tipo mais comum de crime cibernético relatado ao Centro de Reclamações de Crimes na Internet do país foi o phishing e spoofing, afetando aproximadamente 298 mil pessoas. Além disso, mais de 55 mil casos de violações de dados pessoais foram relatados ao IC3 durante o ano passado.

Com o advento da internet, pessoas físicas, empresas e sistemas governamentais estão sujeitos a esse tipo de crime. Dentre as complicações que um ataque cibernético pode causar estão comprometer a privacidade de dados e documentos, deixar sistemas fora do ar e restringir controle de dispositivos, como câmeras de segurança de residências, por exemplo.

Para o advogado e policial militar Fábio Costa Barroso, a digitalização é uma das grandes responsáveis pelo aumento de ameaças digitais e a prevalência de roubos, tanto físicos quanto cibernéticos, exige atenção imediata. “Na era digital, proteger informações sensíveis é primordial para preservar a integridade de espaços privados e comerciais”, explica ele, que atua na área há mais de 15 anos.

Pensando nisso, Barroso decidiu investir no mercado norte-americano de cibersegurança e comandará a Barroso Security Dynamics. A empresa, que ficará localizada em Orlando, na Flórida, se concentrará em fornecer soluções tanto para segurança cibernética quanto física para empresas, indivíduos e entidades governamentais. “Reconheço a necessidade crítica de medidas de segurança avançadas, por isso trabalharei com uma abordagem integrada para antecipar futuras necessidades de segurança, estabelecendo assim um novo padrão em serviços de segurança privada”, determina o profissional.

De acordo com Barroso, as operações de segurança da organização estão alinhadas com iniciativas nacionais de cibersegurança, como a Ordem Executiva 14028, que se concentra na redução do crime e na prosperidade econômica dos Estados Unidos, visando áreas carentes do país. “Por meio dessas iniciativas, pretendo atender às demandas de segurança atuais e me posicionar como um jogador-chave na formação de uma sociedade mais segura nos Estados Unidos”, finaliza.

Sobre o profissional:

Fábio Costa Barroso é bacharel em Direito pela Universidade Novos Horizontes, em Minas Gerais, e possui pós-graduação em Direito aplicado à Segurança Pública. Ao longo de sua carreira, dedicou mais de 15 anos à Polícia Militar de Minas Gerais. 

Website: https://premiumgmp.com/

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Busca pela aparência movimenta mercado da estética

Uma pesquisa da ISAPS apontou que procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos tiveram aumento de 19,3%

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Belo Horizonte 12/4/2024 – a busca por tratamentos modernos e não-evasivos reflete a mudança de paradigma por resultados estéticos e métodos minimamente invasivos

Uma pesquisa da ISAPS apontou que procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos tiveram aumento de 19,3%

Uma pesquisa feita pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética – International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), divulgou resultados sobre procedimentos estéticos/cosméticos, apontando um aumento geral de 19,3 % nos procedimentos feitos por cirurgiões plásticos em 2021, com mais de 12,8 milhões de métodos cirúrgicos e 17,5 milhões não cirúrgicos realizados no planeta. Ainda de acordo com a pesquisa, os cinco procedimentos mais comuns no mundo continuam sendo a lipoaspiração, o aumento dos seios, a cirurgia de pálpebras, a rinoplastia e a abdominoplastia. Já os não cirúrgicos são a toxina botulínica, o ácido hialurônico, a depilação, o lifting facial e a redução de gordura.

No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), só em 2023 mais de 2 milhões de procedimentos foram realizados pela população brasileira, sendo que a lipoaspiração seguida das próteses mamárias foram os procedimentos mais procurados pelos pacientes.

No panorama da estética, de acordo com Simone Barros, fisioterapeuta dermatofuncional, fundadora da Clínica Simone Barros, em Belo Horizonte, “a busca por tratamentos modernos e não-evasivos reflete a mudança de paradigma por resultados estéticos e métodos minimamente invasivos”. E complementa dizendo que “essa direção reflete não apenas uma mudança nas expectativas do paciente, mas também uma valorização da individualidade”. 

Simone diz que, “na Clínica Simone Barros, nos últimos dois anos, os procedimentos mais procurados pelos pacientes incluem criolipólise, endolaser, ultraformer, radiofrequência, lavien, morpheus, depilação e laser”.

Clínica Simone Barros

Fundada em Belo Horizonte (MG), a Clínica Simone Barros presta serviços de estética e tem parcerias com médicos dermatologistas e nutricionistas. A clínica valoriza a saúde e o relacionamento com o paciente, além da estética. Cada caso é avaliado e tratado individualmente e o objetivo é superar as expectativas dos clientes.

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