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Festival de lives debate cultura e empreendedorismo preto durante a pandemia

Festival Usina de Arte Cultura e Economia Criativa promove seis lives temáticas sobre expressões artísticas, atividades religiosas e empreendedorismo. O segundo encontro virtual será sobre “Empreendedorismo Preto”, hoje, às 21 horas, no canal do YouTube da UPA

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São Paulo 18/3/2021 – “Queremos acentuar a importância da identidade e da herança ancestral que precisam ser preservadas e reconhecidas em todas atividades do povo preto”, diz Régis

Festival Usina de Arte Cultura e Economia Criativa promove seis lives temáticas sobre expressões artísticas, atividades religiosas e empreendedorismo. O segundo encontro virtual será sobre “Empreendedorismo Preto”, hoje, às 21 horas, no canal do YouTube da UPA

“Festival Usina de Arte, Cultura e Economia Criativa” busca refletir a importância do reconhecimento das desigualdades sociais, políticas, econômicas e culturais e as consequências desse desequilíbrio nas relações sociais e na afirmação dos povos descendentes de africanos do Brasil. “Queremos revelar, através dessas lives, a importância do patrimônio imaterial identitário e a herança dos ancestrais que precisam ser preservadas e reconhecidas por toda a sociedade e pelas futuras gerações”, conta Régis Santos, idealizador do evento. As transmissões serão pelo canal do YouTube da Usina Paulistana de Artes e pela fan page oficial. 

 “Ser negro no Brasil é compactuar com um lugar de opressão. A luta é diária para ser um lugar de fala, um lugar de protagonismo. Por isso a importância do festival”, completa. O segundo assunto do festival será o “Empreendedorismo Preto”, com a participação da empresária autônoma Mariana Sancar como mediadora do debate. E com a presença dos convidados: Claudia Caetano, proprietária da Art Abanã, Vera Campos,  produtora cultural, Danilo Gonçalves, tatuador e dono do estúdio Sauce Tatuaria e Gisele Barthar, dona da Clichêe Acessórios. Entre os assuntos os desafios de pretas e pretos em empreenderem no Brasil e o empreendedorismo como reação às desigualdades sociais ligadas ao trabalho, distribuição de renda, moradia, educação, violência e representação política.

Durante as lives serão apresentados trabalhos, projetos e novidades que os artistas e empreendedores estão realizando na literatura, no teatro e no cinema e as atividades comerciais dos que estão mergulhados no empreendedorismo usando a criatividade para driblar a crise ou mesmo aproveitando o momento para realizar um sonho.

Tudo isso inspirado na ancestralidade e religiosidade trazendo a raiz da herança familiar e o sagrado que também é um dos temas de rodas de conversa da live Afro-Religiosidade, reunindo yalorixás e babalorixás, como força inspiradora. Para encerrar a série de lives, o tema “Carnaval” trará a reflexão de uma das maiores heranças que os ancestrais negros nos deixaram e que esse ano esteve ausente.  As lives acontecerão às terças e domingos, com duas horas de duração cada. O projeto ainda será contemplado com um  documentário, assinado pelo cineasta Uilson França para eternizar o festival. O projeto tem o apoio da lei de incentivo Aldir Blanc.

A primeira live aconteceu na última terça-feira, dia 16, e teve como temas a marginalização dos escritores periféricos, suas próprias histórias como inspiração para as obras e a construção de narrativas no viés periférico. O debate recebeu o romancista Escritor Sacolinha, Ademiro Alves de Sousa, um dos fundadores do Sarau Elo da Corrente e atuante no movimento de literatura das periferias de São Paulo, Michel Yakini, o professor, produtor cultural de saraus e escritor, Monahyr Campos, professor, escritor, compositor e músico e a poeta “Dinha”, Maria Nilda de Carvalho Mota, doutoranda pela USP e autora dos livros “De passagem mas não a passeio” e poemas contra o “Genocídio da População Negra” entre outros. O professor, consultor educacional e pesquisador Salloma Salomão, Salomão Jovino, mediou a conversa.

Régis Santos

Criou a Usina Paulistana de Artes há 13 anos, em 2004. No espaço cultural acontecem oficinas de teatro, cursos de artes cênicas, debates sobre cultura em geral, saraus, exposições e ainda possui um local para ensaios teatrais. A sede da UPA está localizada no tradicional bairro da Bela Vista, coração cultural da capital, em um casarão do século XIX, construído em 1889 e tombado pelo Departamento de Patrimônio Histórico.

O artista traz em seu vasto currículo importantes peças teatrais como: “Cidadão de Papel”, “Prometeu Enjaulado” e “Torre de Babel”. Também atuou em musicais como “Casa de Brinquedo e Canção para os Direitos das Crianças”, de autoria do cantor e compositor Toquinho e “Os Possessos” com direção de Antônio Abujamra e produções cinematográficas como “Carandiru, o Filme”, entre outras.

Diretor teatral, Régis idealizou a ala teatral mais conceituada do carnaval no Brasil que coordena e dirige há 13 anos o grupo Samba-Cênico, ala teatralizada que por 7 anos desfilou na Sociedade Rosas de Ouro, 2 na Unidos do Peruche e 1 ano na Colorado do Brás com cases de sucesso em suas performances na passarela do samba.

Programação

18/03, às 21h – “Empreendedorismo Preto”

Mediador: Mariana Sancar

Convidados: Claudia Caetano, Danilo Gonçalves, Vera Campos e Gisele Barthar.

21/03, às 16h – “Afro-Religiosidade”

Mediador: Angelita Garcia

Convidados: Iya Denise T´Ogun Botelho, Baba Raphael Ty Odé, Iya Karen D´Osun e Baba Daniel de Oxaghian

23/03, às 21h – “Teatro Preto”

Mediador: Sidney Santiago

Convidados: Dirce Thomas, Jé Oliveira, Lucélia Sérgio e Mario Alves Chocolate

25/03, às 21h- “Cinema Preto”

Mediador: Janaina Refem

Convidados: Renato Candido, Uilson França, Tiély e Jéssica Queiroz

28/03, às 16h- “Carnaval”

Mediador: Régis Santos

Convidados: Solange Cruz Bichara, André Machado, Luciana Silva e Murilo Lobo

 

 

 

Website: http://www.usinapaulistanadeartes.com.br

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Covid-19: pessoas já infectadas devem esperar um mês antes de vacinar

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Crédito: ©Tânia Rêgo/Agência Brasil

Recomendação é de médicos infectologista.

O Brasil registrou até ontem (10) 13.445.006 pessoas infectadas desde o início da pandemia, cerca de 6% da população brasileira. No momento em que a vacinação contra a covid-19 está sendo realizada no país, uma das dúvidas mais comuns é o que muda no caso de quem já teve a doença quando da aplicação da vacina.

Segundo o infectologista Hemerson Luz, quem já teve a covid-19 deve esperar ao menos um mês antes de tomar a vacina contra a doença. Esse intervalo é contado a partir de 14 dias depois do diagnóstico positivo, quando foi convencionado que a pessoa se livra do vírus.

Ele explica que ainda não há publicações e estudos demonstrando efeitos, mas que médicos têm adotado esse tempo mínimo para evitar potenciais efeitos adversos.

Se a pessoa tiver com a doença aguda, com febre e com sintomas da covid-19, ela não deve se vacinar. Antes disso, deve procurar um médico para receber orientações e ter um diagnóstico se está ou não com a covid-19.

“Se tiver com sintomas vou esperar encerrar o meu quadro. Se eu tiver com sintomas, tenho que procurar o médico para verificar o diagnóstico. Se tiver infectado, tem que aguardar até resolver o quadro e aí depois de 30 dias”, explica o infectologista.

Luz lembra que a vacina pode causar efeitos adversos, em geral no local da aplicação, como inchaço, vermelhidão, febre ou indisposição. Mas essas reações não duram mais de 48 horas e podem ser tratadas com remédios como analgésicos e antitérmicos.

O infectologista alerta que quem já foi infectado pode contrair a covid-19 novamente, mas o quadro deve ser brando. “A [vacina] CoronaVac tem eficácia de 50% para pegar a doença, mas é 100% eficaz contra o caso grave. A [vacina] Oxford/AstraZeneca é um pouco mais efetiva, a 70%, mas mesmo assim existe possibilidade de ficar doente”, disse.

O infectologista ressalta a importância da vacinação mesmo para quem já teve a covid-19. E acrescenta que não é preciso ter receio, pois não há chance da vacina causar doenças. Mesmo aquelas que utilizam vírus inativados não têm qualquer possibilidade de replicação do vírus no organismo.

 

Por | Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

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Cadastro de imóveis rurais será completamente digitalizado

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Crédito: ©Marcelo Camargo/Agência Brasil

Procedimento poderá ser concluído em página da Receita na internet.

Os donos de imóveis rurais não precisarão mais ir a uma unidade de atendimento da Receita Federal para atualizarem ou cadastrarem a propriedade. O procedimento poderá ser concluído diretamente no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC).

Agora, todos os documentos pedidos pela Receita Federal para validar o cadastro rural podem ser enviados digitalmente pelo e-CAC. Segundo o Ministério da Economia, a medida faz parte do Plano de Ação da Receita Federal no cenário pós-pandemia e contribui para a digitalização dos serviços públicos.

Os documentos serão enviados ao e-CAC por meio de Dossiê Digital de Atendimento. Caso sejam necessários novos documentos, eles deverão ser apresentados por meio da juntada de documentos, disponível na aba “Meus Processos”. Esclarecimentos adicionais e a confirmação de que o cadastro foi concluído passarão a ser efetuados eletronicamente.

Todos os imóveis rurais precisam ser inscritos no Cadastro de Imóveis Rurais (Cafir), mesmo os que têm imunidade ou isenção de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). Administrado pela Receita Federal, o Cafir lista os titulares, os condôminos e copossuidores das propriedades rurais.

Além do Cafir, os imóveis rurais são registrados no Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (Cnir), que integra dados do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O envio eletrônico de documentos está disponível para quem inicia o processo pelos dois cadastros. Tanto quem usa o Sistema Cnir como para quem usa o Sistema Coletor Web, associado ao Cafir e administrado pela Receita Federal, poderá concluir o processo pelo e-CAC.

 

Por | Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

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9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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