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Gestora de fundos cresce em meio à pandemia e realiza nova contratação

Com 23 anos de atuação no mercado, Fabio Focaccia afirma alinhar a resiliência e a solidez da Santa Fé Investimentos à sua experiência com investidores institucionais

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São Paulo, SP 9/2/2021 – Meu objetivo é ser parte da transformação que está ocorrendo no mercado e colaborar com a Santa Fé para fazer a apresentação da asset ao investidor qualificado

Com 23 anos de atuação no mercado, Fabio Focaccia afirma alinhar a resiliência e a solidez da Santa Fé Investimentos à sua experiência com investidores institucionais

A Santa Fé Investimentos, gestora de fundos independente com foco no mercado de ações, vem atraindo talentos reconhecidos no mercado e registrando alta performance. A empresa triplicou o patrimônio líquido dos fundos nos últimos meses, multiplicou por 30 o número de cotistas e possui R$ 382 milhões sob gestão. Além disso, o fundo Santa Fé Aquarius, gerido pela empresa, acaba de receber a classificação cinco estrelas global Morningstar, nota máxima da agência de rating de fundos Morningstar – uma das mais antigas e principais agências de rating e avaliação global de fundos. A classificação foi concedida com base na avaliação dos últimos 60 meses.

Criada a partir de uma Asset familiar, a empresa atua há mais de 30 anos no mercado e deu início ao processo de profissionalização em novembro de 2019, quando os sócios e gestores abriram seu Family & Friends para o mercado. Nesse contexto de crescimento, a Santa Fé recebe como sócio Fabio Focaccia como novo estrategista de investimento.

Focaccia começou sua a carreira no mercado de ações no final dos anos 90, no Safra National Bank of New York. Já atuou como líder das mesas de ações pelo Itaú Unibanco, Banco Safra, BLP Asset e ocupou por nove anos o cargo de Head Sales do banco J.P. Morgan. Formado em Engenharia Mecânica e com MBA em derivativos e risco pela Universidade São Paulo (USP), agora é responsável pelas relações com investidores institucionais e relacionamento com o mercado.

“A Santa Fé é liderada por uma família extremamente séria, que está à frente do negócio e que investe seu próprio patrimônio na gestora. Quero estar ao lado dessas pessoas, que têm histórico de resultados consistentes e que ainda vão fazer história. Meu objetivo é ser parte da transformação que está ocorrendo no mercado e colaborar com a Santa Fé para fazer a apresentação da asset ao investidor qualificado, alinhando à proposta de uma empresa resiliente e sólida com a minha experiência de longa data no mercado”, diz o novo sócio.

Solidez e alta performance – Desde a década de 90, a Santa Fé Investimentos faz a gestão de seu capital juntamente com recursos de terceiros no Aquarius, Fundo de Investimento Multimercado, criado inicialmente para ser um veículo de investimento familiar e que agora segue aberto ao público em geral pela distribuição de plataformas digitais parceiras. Foi assim que, com uma exposição média em torno de 40% do patrimônio do Fundo investido em ações, a gestora fechou 2019 com uma rentabilidade consistente de 25,62% e, nos últimos 36 meses, entregou uma performance de 64,77%. Devido ao sucesso comprovado na estratégia de ações do Multimercado Aquarius, a gestora relançou seu FIA – Fundo de Investimento em Ações – o Scorpius, o qual já vem atingindo resultados consistentes frente ao seu benchmark, o Ibovespa.

Democratização:
A partir de R$ 500 de investimento inicial, qualquer pessoa pode se tornar investidor da Santa Fé. O principal propósito da gestora é ser acessível ao maior número de interessados em rentabilizar seus ganhos. Para isso, os publicitários Fernanda e Dado Lancellotti lideram a equipe de marketing, inovação e Relações com Investidores, colocando em prática um plano de comunicação com foco na criação de contexto, engajamento e amplificação das mensagens da Santa Fé, através de conteúdos qualificados, estratégia digital e mídia programática, com o objetivo de aquisição de clientes no médio prazo.

Impacto social – Um dos pilares diferenciais da empresa é uma performance alinhada ao impacto social. E, embora com a pandemia da Covid-19 tenha crescido o interesse pelos conceitos ASG (Ambiental, Social e Governança – ESG em inglês) como fatores a serem considerados na tomada de decisões de investimentos, segundo Focaccia a Santa Fé já se dedica à questão há muitos anos. Desde 1992 a empresa é a mantenedora do LAR da Bênção Divina – uma instituição que há mais de 60 anos presta serviços às comunidades do entorno do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Hoje, o LAR atende 500 crianças e jovens entre nove meses e 16 anos nas áreas de Educação, Cultura e Esporte. Para além de aportes financeiros, os gestores da Santa Fé atuam diretamente na administração da ONG.

O sócio-fundador e CEO da asset é Fernando Bueno, que atua no mercado de capitais desde 1965. Formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), cursou Administração Financeira na Universidade de Stanford e já foi Membro do Conselho de Administração da BOVESPA – Bolsa de Valores de São Paulo. Ao seu lado, atuam os gestores Sergio Battistella Bueno e Paulo Battistella Bueno, ambos com mais de 30 anos de experiência na área. A asset também contratou recentemente o executivo Ricardo Fontes, com mais de 20 anos de atuação no mercado financeiro brasileiro e internacional, para gerenciar as áreas de Risco, Compliance e Tecnologia da Informação.

Website: https://santafe.com.br/

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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