Conecte-se conosco

Notícias

Gigante financeira amplia segurança de TI de cooperativas e agências

Com 430 mil cooperados espalhados por mais de 400 pontos localizados em 7 estados e constante expansão, objetivo do time de TI e segurança do Sicoob é estar preparado para enfrentar os desafios atuais e futuros de segurança

Publicado

em

São Paulo, SP 29/10/2020 –

Com 430 mil cooperados espalhados por mais de 400 pontos localizados em 7 estados e constante expansão, objetivo do time de TI e segurança do Sicoob é estar preparado para enfrentar os desafios atuais e futuros de segurança

O Brasil conta com uma cooperativa financeira que oferece produtos e serviços bancários como conta corrente, linhas de crédito, cartão de crédito etc. a mais de 430 mil cooperados. Esse universo está distribuído por 18 diferentes cooperativas que atuam em 7 estados brasileiros.

Trata-se do Sicoob Central Unicoob, cooperativa financeira que conta com um CSC (Centro de Serviços Compartilhados) que presta serviços de TI para 33 cooperativas distribuídas em 11 estados, totalizando mais de 650 pontos de atendimento ao cliente (agências) e 6 mil colaboradores

O CSC tem a missão de disseminar em todo o universo Sicoob Unicoob – as cooperativas filiadas – as mais avançadas culturas administrativas, financeiras, de TI e de segurança. “O CSC tem uma visão flexível, em que as culturas das cooperativas filiadas podem conviver de forma harmoniosa com o Sicoob Central Unicoob, nossa estrutura administrativa central”, diz João Paulo Machado Vieira, supervisor de infraestrutura de TI do Sicoob. “Uma das funções do CSC é compartilhar informações, benchmarks e processos com as cooperativas do nosso ecossistema, de maneira a promover as melhores práticas em finanças, TI e segurança”. Hoje, o Sicoob Central Unicoob conta com dois data centers redundantes – um instalado em Maringá e outro em Curitiba. Desde 2015, o sistema era protegido pelas soluções de segurança da SonicWall. Nos últimos seis meses, a organização decidiu atualizar seu ambiente de segurança, abrindo uma nova RFP. Ao final do processo, a plataforma SonicWall foi novamente escolhida para proteger os negócios do Sicoob.

Na visão de Vieira, esse refresh é uma resposta ao extraordinário crescimento da Central nos últimos anos. Era fundamental garantir que os serviços financeiros oferecidos pela Central contassem com o mais alto grau de proteção digital. “Com a nova geração de soluções SonicWall, estamos preparados para atender demandas atuais e futuras de segurança. Conseguimos proteger do nosso ambiente core às agências, incluindo colaboradores em home office”. Viera ressalta, também, que desde 2019 o time de TI e segurança está trabalhando para que o Sicoob Central Unicoob opere em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). “A inteligência SonicWall facilita nosso acesso, por exemplo, a relatórios sobre evasões de dados”. Isso acelera o rastreamento de incidentes e a geração de análises que suportem a realização de ajustes de segurança e promovam o contínuo alinhamento à LGPD.

Segundo Mycow Nairne, especialista em Network do Sicoob Central Unicoob, o upgrade para a nova geração de soluções SonicWall foi expressivo. “60% do parque SonicWall foi atualizado”, diz. Firewalls de próxima geração SonicWall NSa 6650 estão em alta disponibilidade (HA) nos dois data centers da organização e atuam como o centro de centenas de VPNs seguras entre esses pontos, as agências e cooperativas. Algumas unidades que demandam maior poder de processamento contam com o NSa 2650, mas a grande maioria dos pontos remotos – as agências do sistema Sicoob Unicoob – receberam o firewall de próxima geração SonicWall TZ 350. Todos esses appliances são Zero Touch, o que facilita a implementação em pontos remotos. O Sicoob Central Unicoob utiliza, também, 2500 VPNs seguras para suportar o teletrabalho de seus colaboradores.

O Sicoob Central Unicoob utiliza a nova plataforma de gerenciamento SonicWall NSM (Network Security Management), o SonicWall Capture Advanced Threat Protection (sandbox implementado também nas agências), o AGSS (Advanced Gateway Security Suite), além da oferta de Analytics da SonicWall.

Na visão de Nairne, a atualização do parque SonicWall traz para o Sicoob Central Unicoob soluções inovadoras. “A solução SD-WAN da SonicWall, por exemplo, garante a alta disponibilidade da nossa rede e colabora para reduzir o uso de links MPLS, suportando a realização de operações financeiras seguras por meio de links de Internet otimizados”. Nairne explica, ainda, que outra vantagem dessa plataforma é a facilidade de gerenciamento dos links e a possibilidade de, conforme a lógica de negócio, priorizar o tráfego de uma determinada aplicação. O fato da plataforma SD-WAN da SonicWall interagir de modo nativo com outras plataformas de segurança é, também, um diferencial importante. “A multiplicidade de ambientes no universo Sicoob Unicoob faz com que seja essencial prover soluções integradas de segurança”, diz Mycow Nairne.

A acelerada transformação digital do segmento financeiro e a pandemia estão impactando as especificações técnicas de todo o mercado, acredita Nairne. “O crescimento do teletrabalho, por exemplo, exige que levemos as mais avançadas soluções de segurança também para as pontas da rede”. Dessa forma, o refresh da plataforma SonicWall no Sicoob Central Unicoob contribui para a proteção dos data centers, das agências e dos colaboradores que seguem em home office em tempo integral ou parcial.

Para se chegar a esse resultado, foi fundamental contar com o apoio dos times de system engineers da SonicWall Brasil e, também, dos profissionais da RGK4IT, parceira de negócios da SonicWall no Paraná. “A SonicWall proveu ao nosso time todo o suporte – tanto com recursos de seu próprio time técnico como por meio da RGK4IT – que precisávamos para atualizar o ambiente de segurança”, diz João Paulo Machado Vieira.

Para Alexandre Duarte Rogoski, diretor de projetos da RGK4IT, o ambiente de TI e segurança do Sicoob Central Unicoob sempre foi sólido e bem protegido, um modelo muito eficiente. “Com a diversificação das ameaças digitais, a aceleração da transformação digital do Sicoob e de seus serviços financeiros e a necessidade de levar os mais altos padrões de segurança também para as pontas da rede, tomou-se a decisão de atualizar o ambiente de segurança”. Na visão de Rogoski, esse avanço cria uma base segura para a contínua inovação dos negócios do Sicoob Unicoob e, também, para sua expansão.

Continuar Lendo
Anúncio
Clieque para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

Publicado

em

Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

Continuar Lendo

Notícias

Juridiquês: você não precisa disso

Publicado

em

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

Continuar Lendo

Notícias

Como as telas implicam na vida das crianças

Publicado

em

Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

Continuar Lendo

Em Alta

...