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Grupo Edson Queiroz conclui transição familiar e apresenta novo presidente

Após saída de Igor Queiroz e Edson Queiroz Neto da diretoria executiva em 2019, o atual presidente Abelardo Rocha passará o comando para o executivo Carlos Rotella ao final de 2020. Rotella assume sob a supervisão do Conselho de Administração.

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Fortaleza, CE 29/10/2020 – Me sinto satisfeito com o trabalho realizado e com a ciência de que a missão foi cumprida

Após saída de Igor Queiroz e Edson Queiroz Neto da diretoria executiva em 2019, o atual presidente Abelardo Rocha passará o comando para o executivo Carlos Rotella ao final de 2020. Rotella assume sob a supervisão do Conselho de Administração.

O presidente do Conselho de Administração do Grupo Edson Queiroz, Igor Queiroz Barroso, e o atual presidente executivo, Abelardo Rocha, anunciaram a conclusão do processo de transição familiar para uma gestão executiva totalmente externa. O escolhido para comandar um dos maiores conglomerados empresariais do país é Carlos Henrique Stella Rotella, ex-Votorantim Siderurgia. Abelardo Rocha iniciará uma transição administrativa no dia 03 de Novembro que culminará com a assunção do cargo por parte do novo presidente, em definitivo, no dia 01 de Janeiro de 2021.

“Nos últimos anos trabalhamos na Governança Corporativa do Grupo Edson Queiroz de diversas formas. Desde de uma nova composição do Conselho de Administração até práticas voltadas à gestão por resultados com a liderança do presidente Abelardo Rocha. Agora estamos prontos para esta etapa final, que é a vinda de um presidente não-familiar e com bastante experiência”, afirma Igor Queiroz Barroso.

Abelardo Rocha, atual presidente, deixa um legado de ampliação da estrutura profissional da companhia, com renovação de quadros, sistemáticas de gestão por resultados e aquisições de novos negócios, iniciativas que tornaram a companhia e seus negócios ainda mais sustentáveis. Em um período de pouco mais de 04 anos à frente do Grupo Edson Queiroz, Abelardo Rocha foi responsável pelas aquisições da divisão de águas minerais da Nestlé Waters, em 2018; e da oferta para aquisição de parte da Liquigás, ao lado de um grupo ofertante, a qual espera aprovação definitiva no Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE. Em 2019, o Grupo Edson Queiroz teve o melhor resultado dos últimos 20 anos.

“Temos a crença de que o Grupo Edson Queiroz tem grande relevância no contexto econômico nacional. Após o falecimento da nossa fundadora, Yolanda Queiroz e do ex-presidente Airton Queiroz, fizemos o exercício de manter o legado de forma ética, implantando uma gestão de alta performance que culmina agora numa transição tranquila e segura para a companhia. Me sinto satisfeito com o trabalho realizado e com a ciência de que a missão foi cumprida”, conclui Abelardo Rocha.

Experiência de Rotella
O novo presidente do Grupo Edson Queiroz tem 56 anos, é engenheiro, e possui mais de 30 anos de carreira em grandes empresas nacionais e multinacionais. O último cargo que ocupou foi o de CEO da Votorantim Siderurgia como responsável pelas operações na América Latina, com plantas no Brasil, Argentina e Colômbia.

O Grupo Edson Queiroz
O Grupo Edson Queiroz é um dos maiores conglomerados empresariais do país. Áreas de atuação e marcas: Energia, com armazenamento, envase e distribuição de gás LP com as marcas Nacional Gás, Brasil Gás e Paragás; Eletrodomésticos, com a marca Esmaltec, que é líder nacional na venda de fogões e bebedouros. Alimentos e bebidas, com a marca corporativa Minalba Brasil, que inclui as águas minerais Indaiá, Minalba, São Lourenço, Petrópolis, licenciamento da marca Nestlé Pureza Vital e distribuição exclusiva de Perrier, S.Pellegrino e Acqua Panna, além de bebidas mistas da marca Citrus, refrigerantes Refri e energético Night Power; Comunicação, com as empresas do Sistema Verdes Mares, que são o jornal Diário do Nordeste, rádios FM 93, Verdinha 810, Recife FM e Rádio Tamoio, emissoras de televisão TV Verdes Mares, TV Verdes Mares Cariri e TV Diário e os portais Verdes Mares e G1 Ceará na internet; Agronegócios, com as fazendas da Esperança Agro; e Incorporação imobiliária, com a Quepar Incorporações. 

Website: https://grupoedsonqueiroz.com.br/

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Congresso debate cooperativismo de crédito em Recife

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, comenta os principais aspectos da 14ª Concred, onde palestrou sobre a expansão do cooperativismo no Brasil e a importância do propósito

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19/8/2022 – O [cooperativismo] cresce, expande, impacta pessoas e é um ator importante na inclusão financeira, sem deixar o propósito de vista

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, comenta os principais aspectos da 14ª Concred, onde palestrou sobre a expansão do cooperativismo no Brasil e a importância do propósito

Entre os dias 10 e 12 de agosto, Recife (PE) recebeu a 14° Concred, um dos maiores eventos do cooperativismo de crédito da América Latina. O congresso, realizado pela Confebras (Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito), foi realizado no Centro de Convenções de Pernambuco, transmitido on-line e recebeu mais de 5 mil líderes cooperativistas, entre dirigentes, conselheiros e gestores.

O evento reuniu conferencistas e palestrantes nacionais e internacionais do cooperativismo  em torno do tema “Futuros Plurais e a Essência Humana: horizontes do Cooperativismo Financeiro rumo à Sociedade 5.0”, com os eixos Cenários Globais, Ambidestria, Essência Humana e Futuros Plurais.

Além disso, foram discutidas pautas como regulação, sustentabilidade, liderança, estratégia, governança, tendências globais, compromisso social, inovação, diversidade, perspectivas e oportunidades no ecossistema do cooperativismo.

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, destaca a importância da realização do Concred para o setor de cooperativas de crédito no Brasil. “O Concred reúne, todos os anos, os maiores sistemas e os principais agentes do cooperativismo de crédito do país para promover importantes debates para o setor”.

Simão destacou que o Instituto Fenasbac, além de expositor e patrocinador do Concred, participou do cronograma de palestras e dividiu o palco com Harold Espínola, Chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias do Banco Central. Os dois trouxeram o tema: “Sou Cooperativa? Qual o papel do propósito nessa resposta?”, com reflexões sobre a expansão do cooperativismo e a importância do propósito nessa jornada.

Perspectivas para o setor de cooperativas a curto e médio prazo

Na análise de Simão, o cooperativismo de crédito é um setor em constante expansão. “Durante a pandemia, mesmo em meio à crise, o setor conseguiu números expressivos de crescimento e, hoje, já performa com quase 11% do mercado de crédito”, articula.

Para a CEO do Instituto Fenasbac, o futuro sustentável do cooperativismo só é possível se continuar preservando seus diferenciais: não ser banco, focar nas pessoas, transformar comunidades e investir em desenvolvimento. “E é para garantir esse futuro próspero e saudável que eventos como este [Concred] são importantes. Daqui, saem importantes ideias para a inovação e avanço do setor”, conclui. 

Para mais informações, basta acessar: https://ifenasbac.com.br/

Website: https://ifenasbac.com.br/

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Investidores estrangeiros podem ter isenção de renda sob debentures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

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Brasília (DF) 19/8/2022 – Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

Foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a PL 4188/2021 que propõe a isenção de imposto de renda o investimento estrangeiro em debêntures (títulos de dívida) nacionais. O texto deve chegar em breve no Senado, mas, por ora a proposta tem sido discutida pela articulação política do governo.

Tal proposta deve ser feita como emenda ao projeto do Marco Legal das Garantias e a análise final deve ocorrer após 29 de agosto. Caso aprovada e sancionada, a nova lei facilitar o uso das garantias de crédito, reduzir custos e juros de financiamentos e aumentar a concorrência para debêntures.

Essas debêntures são títulos que as empresas não bancárias utilizam para adquirirem recursos de terceiros sem ter que recorrer a bancos. Desta maneira a pessoa física consegue pulverizar o risco de sua alavancagem sendo benéfico tanto para a empresa, pelo maior alcance e capilaridade na hora de adquirir recurso, mas também para o investidor que consegue um retorno relativamente maior sobre o seu investimento em renda fixa comparado a créditos bancários como CDBs.

“Esta medida é de muita vantagem para o investidor estrangeiro, uma vez que ele diminui o risco dele encima do investimento. Isentando o Imposto de Renda para investidores internacionais, o investimento em créditos empresário se torna muito mais atrativo, desta maneira existe uma possibilidade de o Brasil se tornar uma grande alternativa para fundos internacionais”, esclarece Gustavo Vaz, financista e especialista em investimentos da Atrio Investimentos, assessoria de investimentos ligada a XP Investimentos.

O assessor de investimentos ainda coloca que esta medida pode acabar trazendo reservas de moedas estrangeiras para o país. “Um benefício direto, no ponto econômico, é a entrada de mais dólares no Brasil. Isso tudo sem contar os benefícios indiretos, como o desenvolvimento de novos mercados, mais empregos, mais produtos mais concorrência, qualidade e menores preços no longo prazo”, contextualiza. 

Por ter ação direta sobre o sistema tributário, a medida pode modificar um pouco a estrutura de recolhimento federal. Dr. Bruno Junqueira, advogado tributarista e sócio-diretor da BLJ Direitos e Negócios, avalia essa medida como uma facilitadora, contudo, não obstante a isenção do recolhimento, permanece a obrigatoriedade da prestação de contas por declarações. “Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures, com relação àquelas de propriedade de estrangeiros”, explica.

Por outro lado, o advogado especialista ainda acredita que o incentivo criado poderá melhorar a capacidade de expansão das empresas nacionais, o que de alguma forma poderá compensar a perda da arrecadação. “Importante analisar também o impacto do princípio da isonomia quanto aos investidores brasileiros, isto é, se há fundamento jurídico que justifique uma isenção direcionada frente ao ordenamento constitucional brasileiro”, explica.

Vale salientar que a debenture é um crédito de maior risco porque depende do desenvolvimento e resultado da empresa investida. Contundo, o investido não precisará deixar parte do retorno do investimento para o governo Brasileiro, que é como ele recebe pelo risco corrido no investimento.

Website: https://blj.adv.br/

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Bons resultados visam escalabilidade da pequena indústria

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

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São Paulo – SP 19/8/2022 – Antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as fábricas de pequeno porte tiveram o melhor segundo trimestre dos últimos 11 anos. Resultados assim, expressivos, quando o assunto é o desenvolvimento da indústria, ajudam a movimentar a economia e a restabelecer déficit do mercado. Além disso, faz com que muitos empreendedores reforcem sua infraestrutura para uma demanda que aponta ser crescente. É o que afirma o especialista em mangueiras e mangotes de borracha Daniel Rodriguez.

Falando em dados, o Índice de Desempenho das fábricas de pequeno porte subiu de 48,3 pontos em maio para 47,5 em junho. Trata-se de um indicador que avalia produção, número de empregados e utilização da capacidade instalada. O dado, como mencionado, ficou acima da média histórica, que é de 43,6 pontos.

O CEO da Maxxflex reforça que pesquisas como essa são imprescindíveis para orientar as próximas ações da indústria. “Quando há boas perspectivas, como a dos dados divulgados neste mês de agosto, é inegável o movimento do mercado em se preparar para atender as demandas emergentes”, pondera Rodriguez.

Nesse sentido, os investimentos em utensílios para otimizar as produções ganham espaço, aumentando a produtividade e evitando perdas. Prova disso é o aumento identificado na busca por itens como mangueiras e mangotes de borrachas. “É perceptível como o reforço das instalações trazem bons resultados para as empresas. É o que sentimos do mercado que volta a aquecer”, disse o especialista da Maxxflex.

Especialmente por esse nicho da pesquisa tratar de pequenas empresas, a preocupação é ainda maior. “O desenvolvimento das empresas é parte fundamental do avanço da economia de um país. Cientes disso, os empreendedores das pequenas indústrias buscam adequar seus recursos para crescerem com maior escalabilidade”, avalia Daniel Rodriguez.

O especialista elenca importantes pontos a serem levados em consideração para garantir o pleno funcionamento da produção. “Avaliar máquinas e sistemas, suas devidas manutenções e trocar os utensílios, como mangueiras e mangotes, facilitam o trabalho, alavancam os resultados e ainda permitem a qualidade do que é produzido”, diz Rodrigues.

Por fim, o CEO da Maxxflex acredita que se trata de um bom momento para que tomadores de decisão dentro das empresas avaliem o que precisa ser revisto e comecem a fazer as alterações necessárias, visando a evolução da empresa. “Assim, antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar”, finaliza.

Website: http://maxxflex.com.br/

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