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Guia ensina o passo a passo para criar um Fundo Emergencial

Com a experiência adquirida no Fundo Emergencial para a Saúde Coronavírus Brasil, a publicação detalha desde como se deve fazer a escolha dos parceiros instituidores do fundo, a montagem de uma estrutura jurídica, com gestão e governança, passando pelas campanhas de comunicação e mobilização de redes, pelas estratégias de captação de recursos até a destinação do uso do dinheiro arrecadado.

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São Paulo 3/5/2021 – Esse guia é, ao mesmo tempo, um passo a passo para a criação de novos fundos emergenciais e uma prestação de contas de tudo que foi realizado

Com a experiência adquirida no Fundo Emergencial para a Saúde Coronavírus Brasil, a publicação detalha desde como se deve fazer a escolha dos parceiros instituidores do fundo, a montagem de uma estrutura jurídica, com gestão e governança, passando pelas campanhas de comunicação e mobilização de redes, pelas estratégias de captação de recursos até a destinação do uso do dinheiro arrecadado.

O IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social, a BSocial e o Movimento Bem Maior lançam um novo guia mostrando como foi estruturado o primeiro fundo filantrópico emergencial para combater os efeitos da Covid-19 no Brasil. No ano passado, de março a outubro, o Fundo Emergencial para a Saúde Coronavírus Brasil (FES) mobilizou mais de 10 mil doadores, entre empresas e pessoas físicas, e arrecadou R$ 40,7 milhões, utilizados na compra de equipamentos hospitalares, Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), medicamentos e testes para diagnóstico da Covid-19.

O objetivo do guia é inspirar a criação de novos fundos emergenciais, afinal a pandemia não chegou ao fim. A publicação detalha desde como se deve fazer a escolha dos parceiros instituidores do fundo, a montagem de uma estrutura jurídica, com gestão e governança, passando pelas campanhas de comunicação e mobilização de redes, pelas estratégias de captação de recursos até a destinação do uso do dinheiro arrecadado.

Os fundos filantrópicos emergenciais, com recursos a serem usados para minimizar os impactos decorrentes das mais diversas hipóteses de calamidade pública, ainda não são regulamentados por lei. Assim, a base jurídica da estrutura desses fundos são contratos de parcerias.

Os beneficiários do FES, criado pelo IDIS, BSocial e Movimento Bem Maior, que inicialmente seriam quatro – o Hospital das Clínicas de São Paulo (HC/FMUSP), a Santa Casa de São Paulo, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e a ONG Comunitas – acabaram sendo 61, distribuídos por 53 cidades de 25 estados brasileiros.

Para a diretora-presidente do IDIS, Paula Fabiani, “esse guia é, ao mesmo tempo, um passo a passo para a criação de novos fundos emergenciais e uma prestação de contas de tudo o que foi realizado no FES. É também um agradecimento aos que doaram, seja com 20 reais ou com 2 milhões de reais”.

Para a diretora-executiva do Movimento Bem Maior, Carola Matarazzo, “a construção de um guia prático, a partir das experiências vividas dentro do FES, vem para reforçar o compromisso de juntos liderarmos uma nova fase da filantropia, uma filantropia de redes, de processos, de escala, onde o conhecimento é compartilhado e os resultados multiplicados.”

Para Mariana de Salles Oliveira, sócia da BSocial, “o guia relata a potência de boas parcerias entre organizações com propósitos comuns, em inovar e fortalecer a cultura de doação no país, ao mesmo tempo em que atualiza o compromisso de transparência e compartilhamento do conhecimento adquirido no processo”.

Website: https://www.idis.org.br/publicacoesidis/como-criar-um-fundo-emergencial-a-experiencia-e-os-resultados-do-fundo-emergencial-para-a-saude

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Governo aprova ações para o estímulo ao plantio de milho

Propostas incluem a oferta de mais crédito e mecanismos de apoio à comercialização para apoiar os agricultores

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Mato Grosso 17/5/2021 – O produto é a base para toda uma estrutura, tanto para alimentação dos animais quanto para a humana

Propostas incluem a oferta de mais crédito e mecanismos de apoio à comercialização para apoiar os agricultores

Novas medidas para estimular o plantio de milho da safra 2021/2022 foram aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). As propostas, que incluem a oferta de mais crédito e mecanismos de apoio à comercialização para apoiar os agricultores no incremento da produção do milho e também do sorgo, foram encaminhadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

 “O produto é a base para toda uma estrutura, tanto para alimentação dos animais quanto para a humana. Isso possibilita mais vantagens para o cultivo do produto”, afirma o CEO do Grupo VMX Agro, Carlos César Floriano.

O CMN decidiu aumentar o limite de financiamento de custeio, a partir de 1º de julho deste ano, de R$ 3 milhões para R$ 4 milhões por produtor, para a produção de milho e de sorgo. Também a partir de 1º de julho, os médios produtores rurais poderão ter acesso ao custeio para plantio dos dois cereais, no limite de R$ 1,75 milhão. Antes o teto era de R$ 1,5 milhão.

Outra medida permite, excepcionalmente, no âmbito da fonte de recursos obrigatórios, o financiamento de Financiamento para Garantia de Preços ao Produtor (FGPP) para a aquisição de milho e de sorgo, limitado a R$ 65 milhões por beneficiário, admitindo o preço de mercado como referência ao invés do preço mínimo. A instituição financeira é obrigada a direcionar recursos de 27,5% da sua movimentação para aplicar em operações de crédito rural.

Carlos César Floriano destaca oportunidade

A Conab estima que a produção total de milho do Brasil na atual temporada deve ficar em torno de 109 milhões de toneladas e a de sorgo em 2,6 milhões de toneladas. “O produtor rural precisa estar atento aos direcionamentos e oportunidades que o país busca no momento. Essa medida tende a ajudar no desenvolvimento do setor”, conclui Carlos César Floriano.

O CMN também aprovou a distribuição dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para safra 2021/2022, no valor de R$ 5,9 bilhões.

No direcionamento dos valores apreciados pelo Conselho, foi estabelecido o aumento de 21,86% para a linha de Financiamento para Aquisição de Café (FAC), passando de R$ 1,1 bilhão para R$ 1,354 bilhão. Foram mantidos os valores do ano anterior para as demais linhas de crédito, ou seja, R$ 1,6 bilhão para operações de Custeio; R$ 2,2 bilhões para Comercialização, R$ 630,5 milhões para Capital de Giro e R$ 160 milhões para recuperação de cafezais danificados.

A isonomia das taxas de juros para as finalidades de crédito com recursos do fundo deverá ser tratada na próxima reunião do CMN.

Website: http://vmxagro.com.br/

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Tatuagens funcionais: uma arte que ajuda a salvar vidas

Elas têm o propósito de ser uma ferramenta de prevenção, avisar sobre uma doença preexistente, alergia ou identificar o tipo sanguíneo

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São Paulo – SP 17/5/2021 – Esta modalidade de arte é um forte combatente ao preconceito no mundo da tatuagem, pois mostra que a arte também pode ser útil em momentos de mal súbito

Elas têm o propósito de ser uma ferramenta de prevenção, avisar sobre uma doença preexistente, alergia ou identificar o tipo sanguíneo

Se alguém pensa que um estúdio de tatuagem é um local onde as pessoas vão apenas para fazer desenhos bonitos e que estejam na moda para parecerem mais “cool”, se enganou. Uma modalidade de tattoo tem ganhado adeptos nos últimos anos: as chamadas tatuagens funcionais.

Este tipo de tatuagem trabalha mais com a comunicação do que com a estética. Elas têm o propósito de ser uma ferramenta de prevenção, avisar sobre uma doença preexistente, alergia ou identificar o tipo sanguíneo.

Vários estúdios já fazem tatuagens funcionais, um deles é o ItattooClub, localizado no Sumaré, em São Paulo. “Acredito que esta modalidade da arte é um forte combatente ao preconceito no mundo da tatuagem, pois mostra que a arte também pode ser útil em momentos de mal súbito, por exemplo”, afirma Daniel Couto, proprietário do estúdio rotativo.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), pessoas com hipoglicemia podem ter perda de consciência a qualquer momento do dia. Uma tatuagem indicando a possível causa do desmaio pode orientar as pessoas que estão próximas, ou até mesmo, a equipe médica que atendendo a ocorrência. E segundo um artigo da Dra. Bibiana Prada de Camargo Colenci, publicado no site da SBD, se o paciente estiver com o diabetes bem controlado e os níveis de açúcar no organismo estiverem baixos, o paciente pode sim fazer uma tatuagem, evitando risco de infecção no processo de cicatrização.

No caso da tipagem sanguínea, em uma necessidade de transfusão, por exemplo, o tipo sanguíneo tatuado no punho pode facilitar e agilizar o processo de atendimento ao paciente.

Outro caso de tatuagem funcional é o “ponto e vírgula”, um movimento a favor da vida e da prevenção mental. Neste tipo, também chamado de “Semicolon Tattoo Project”, os tatuados mostram que poderiam ter escolhido parar (ponto), mas preferiram seguir (vírgula). Uma diferente utilização para este estilo é a indicação de deficiências. No caso de surdez, é possível indicá-la com um alto falante e um “x”.

O mais interessante disso tudo é que o cliente não precisa simplesmente escrever que tem alergia a algum medicamento em sua pele. É possível discutir e criar sua tattoo junto ao artista que vai desenhá-la. “É uma maneira de deixar a tatuagem mais original e de um jeito que o tatuado irá gostar”, conclui Daniel.

Serviço
iTattooClub
Rua Fortaleza, 246, Bela Vista, São Paulo
Estúdio rotativo de tatuagem
Atendimento com horário agendado
Contato: (11) 98623-2991
www.itattooclub.com

Website: https://itattooclub.com/

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Busca por clínicas veterinárias mais que dobra nos últimos anos

Aumento dos cuidados com cachorros, gatos e pets, cria demanda por mercado especializado de clínicas veterinárias.

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São Paulo, SP 17/5/2021 – Volume de pesquisa dos termos “clínica veterinária”, mais que dobrou nos últimos anos

Aumento dos cuidados com cachorros, gatos e pets, cria demanda por mercado especializado de clínicas veterinárias.

No passado, quando um cachorro, gato ou outro pet ficava doente, precisava de uma vacina ou de um tratamento específico, o comportamento mais comum seria o dono levar seu animal de estimação ao médico veterinário mais próximo de sua residência. Em caso de não conhecer algum veterinário pediria indicação para algum familiar ou conhecido.

Porém, com o avanço da medicina veterinária e o estreitamento da relação entre animais e seus donos, esse comportamento mudou, fazendo com que houvesse um crescimento da procura por clínicas especializadas, que contam com veterinários com o mais alto nível de qualificação.

Essa tendência é confirmada através de dados disponíveis, como, por exemplo, a ferramenta do Google, Trends, que mostra a evolução do interesse ao longo do tempo para as pesquisas dos termos “clínica veterinária”, mais que dobrou nos últimos anos. O Brasil é o país com o maior número de veterinários ativos no mundo, com mais de 80 mil profissionais, segundo dados do Conselho Federal de Medicina Veterinária de 2018.

Rosangela de Oliveira é um exemplo desse novo comportamento: ela possui 2 gatos e quando percebe qualquer alteração na rotina e saúde de seus animais, como coriza, os leva ao veterinário. “Cuido deles como filhos. Se vejo que estão gripados, ao invés de deixá-los sofrerem por semanas, prefiro levar ao veterinário, iniciar a medicação e garantir que em alguns dias já estarão ativos e saudáveis novamente”.

Maria Luiza possui atualmente dois cachorros, e há alguns anos perdeu um da raça poodle, saudável e com apenas 7 anos, devido à falta de qualificação e experiência do veterinário, que para fazer uma limpeza de tártaro, aplicou uma anestesia que acabou levando a uma parada cardíaca. “Fiquei arrasada, quis processar a clínica e o veterinário. A dor de perder a minha cachorrinha nunca vai ser cicatrizada”.
                 
Devido a esse crescimento na demanda por clínicas veterinárias especializadas, algumas empresas surgiram, oferecendo tratamento diferenciado e altamente qualificado aos pets. Este é o caso da Strix Clínica Veterinária Especializada, localizada em São Paulo, que desenvolveu um centro de excelência com profissionais de ponta do mercado, especializados, a sócia-diretora Simone Ferraz comenta: “Hoje temos clientes que vêm de fora de São Paulo por causa do alto nível de atendimento diferenciado e real preocupação com a saúde de seu pet. Eles entendem que um profissional qualificado pode fazer toda a diferença no tratamento, inclusive com uma abordagem preventiva, muito mais saudável e confortável para o pet”. Além de atenderem os pets mais tradicionais, como cães, gatos e aves, lá eles também são especialistas em animais silvestres dos mais diferentes: “Já operamos até um leão, além de termos especialistas para tratamentos únicos, e para animais silvestres”, diz Simone, orgulhosa.

Website: https://clinicastrix.com.br/

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