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Halpern: microinteligência Artificial – algoritmos mais inteligentes e mais verdes

Micro IA busca algoritmos mais inteligentes e mais sustentáveis.

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12/3/2021 – A inteligência artificial tem proporcionado uma grande evolução nos últimos anos.

Micro IA busca algoritmos mais inteligentes e mais sustentáveis.

Redes neurais de aprendizado profundo consomem uma enorme quantidade de energia. Para reduzir a pegada de carbono sem comprometer a precisão dos algoritmos, pesquisadores estão desenvolvendo modelos de microinteligência artificial. Uma nova abordagem que pode reduzir custos e tornar mais acessível o processamento de linguagem natural.

A inteligência artificial tem proporcionado uma grande evolução nos últimos anos. E o chamado aprendizado profundo, ou deep learning, é uma das áreas responsáveis pela alta precisão de sistemas de inteligência artificial. Ele imita o funcionamento do cérebro humano no processamento de dados e na criação de padrões para tomar decisões.

Graças a ele, também chamado aprendizado neural artificial, os algoritmos conseguem escanear imagens e identificar tumores, dirigir carros autônomos e fazer traduções, praticamente, em qualquer idioma. Com ele, foi inaugurado uma nova geração de redes capazes de analisar grandes bases de dados.

Mas para obter esses avanços e melhorar a precisão dos resultados, são necessários recursos computacionais ou grandes equipamentos que consomem grande quantidade de energia. São modelos de algoritmos cujos custos para treiná-los e desenvolvê-los, tanto financeiramente quanto em termos de gasto de eletricidade e tempo, são enormes. Ou seja, a maior inteligência ou precisão dos algoritmos aumenta também a pegada de carbono, ameaçando o futuro do planeta.

Consumo de energia igual ao de uma casa

Um estudo feito por pesquisadores da University of Massachusetts Amherst concluiu que o treinamento de um único algoritmo pode emitir cinco vezes mais dióxido de carbono do que um carro ou o equivalente a cerca de 300 voos de ida e volta entre Nova York e São Francisco.

O modelo de linguagem pré-treinado (PLM) desenvolvido pelo Google, batizado BERT, é um algoritmo que consegue entender não apenas as palavras, mas o contexto, fazendo sugestões para completar as frases de um texto. Mas, de acordo com o MIT Technology Review, treiná-lo para isso consumiu uma quantidade de eletricidade suficiente para abastecer uma casa por 50 dias.

Diante do desafio global para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, os especialistas em IA estão empenhados no desenvolvimento da microinteligência artificial (Tiny AI, em inglês), cujo objetivo é reduzir o tamanho dos algoritmos e, consequentemente, sua pegada de carbono. Para isso, eles desenvolveram um método que reduz o tamanho dos algoritmos ou a quantidade de dados que eles precisam para executar suas funções, mantendo os altos níveis de precisão.

Além de reduzir custos e gastos energéticos, algoritmos menores podem executar tarefas sem utilizar a nuvem. Com eles, serviços como assistentes de voz e câmeras não precisam transferir dados entre dos dispositivos para a nuvem. Assim, trazem melhorias também para a privacidade e a segurança dos dados.

Tendo em vista o grande crescimento IA, é fundamental considerar os efeitos ambientais da evolução e avaliar até onde a sociedade deverá ir na busca por maior precisão. Não faz sentido avançar tecnologicamente e, ao mesmo tempo, aumentar a ameaça ao planeta e à sobrevivência das gerações futuras.

À medida em que o avanço acontece na adoção de sistemas sofisticados de IA, é preciso garantir que as novas soluções sejam também mais ecológicas, contribuindo para a sobrevivência e o futuro de todos.

Website: http://www.ariehalpern.com.br/microinteligencia-artificial-algoritmos-mais-inteligentes-e-mais-verdes/

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Covid-19: pessoas já infectadas devem esperar um mês antes de vacinar

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Crédito: ©Tânia Rêgo/Agência Brasil

Recomendação é de médicos infectologista.

O Brasil registrou até ontem (10) 13.445.006 pessoas infectadas desde o início da pandemia, cerca de 6% da população brasileira. No momento em que a vacinação contra a covid-19 está sendo realizada no país, uma das dúvidas mais comuns é o que muda no caso de quem já teve a doença quando da aplicação da vacina.

Segundo o infectologista Hemerson Luz, quem já teve a covid-19 deve esperar ao menos um mês antes de tomar a vacina contra a doença. Esse intervalo é contado a partir de 14 dias depois do diagnóstico positivo, quando foi convencionado que a pessoa se livra do vírus.

Ele explica que ainda não há publicações e estudos demonstrando efeitos, mas que médicos têm adotado esse tempo mínimo para evitar potenciais efeitos adversos.

Se a pessoa tiver com a doença aguda, com febre e com sintomas da covid-19, ela não deve se vacinar. Antes disso, deve procurar um médico para receber orientações e ter um diagnóstico se está ou não com a covid-19.

“Se tiver com sintomas vou esperar encerrar o meu quadro. Se eu tiver com sintomas, tenho que procurar o médico para verificar o diagnóstico. Se tiver infectado, tem que aguardar até resolver o quadro e aí depois de 30 dias”, explica o infectologista.

Luz lembra que a vacina pode causar efeitos adversos, em geral no local da aplicação, como inchaço, vermelhidão, febre ou indisposição. Mas essas reações não duram mais de 48 horas e podem ser tratadas com remédios como analgésicos e antitérmicos.

O infectologista alerta que quem já foi infectado pode contrair a covid-19 novamente, mas o quadro deve ser brando. “A [vacina] CoronaVac tem eficácia de 50% para pegar a doença, mas é 100% eficaz contra o caso grave. A [vacina] Oxford/AstraZeneca é um pouco mais efetiva, a 70%, mas mesmo assim existe possibilidade de ficar doente”, disse.

O infectologista ressalta a importância da vacinação mesmo para quem já teve a covid-19. E acrescenta que não é preciso ter receio, pois não há chance da vacina causar doenças. Mesmo aquelas que utilizam vírus inativados não têm qualquer possibilidade de replicação do vírus no organismo.

 

Por | Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

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Cadastro de imóveis rurais será completamente digitalizado

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Crédito: ©Marcelo Camargo/Agência Brasil

Procedimento poderá ser concluído em página da Receita na internet.

Os donos de imóveis rurais não precisarão mais ir a uma unidade de atendimento da Receita Federal para atualizarem ou cadastrarem a propriedade. O procedimento poderá ser concluído diretamente no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC).

Agora, todos os documentos pedidos pela Receita Federal para validar o cadastro rural podem ser enviados digitalmente pelo e-CAC. Segundo o Ministério da Economia, a medida faz parte do Plano de Ação da Receita Federal no cenário pós-pandemia e contribui para a digitalização dos serviços públicos.

Os documentos serão enviados ao e-CAC por meio de Dossiê Digital de Atendimento. Caso sejam necessários novos documentos, eles deverão ser apresentados por meio da juntada de documentos, disponível na aba “Meus Processos”. Esclarecimentos adicionais e a confirmação de que o cadastro foi concluído passarão a ser efetuados eletronicamente.

Todos os imóveis rurais precisam ser inscritos no Cadastro de Imóveis Rurais (Cafir), mesmo os que têm imunidade ou isenção de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). Administrado pela Receita Federal, o Cafir lista os titulares, os condôminos e copossuidores das propriedades rurais.

Além do Cafir, os imóveis rurais são registrados no Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (Cnir), que integra dados do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O envio eletrônico de documentos está disponível para quem inicia o processo pelos dois cadastros. Tanto quem usa o Sistema Cnir como para quem usa o Sistema Coletor Web, associado ao Cafir e administrado pela Receita Federal, poderá concluir o processo pelo e-CAC.

 

Por | Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

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9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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