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Horta em apartamento: cresce procura por cultivo em pequenos espaços

Busca por alimentação mais saudável e sem conservantes cresce com destaque para cultivo em pequenos espaços no ano de 2021.

Publicado

em

São Paulo, SP 4/2/2021 –

Busca por alimentação mais saudável e sem conservantes cresce com destaque para cultivo em pequenos espaços no ano de 2021.

A necessidade de utilizar os mais variados meios para conseguir uma melhor qualidade de vida tem sido, sem dúvida, procurada por uma quantidade cada vez maior de pessoas. E, neste contexto, a horta em apartamento se mostra nos dias atuais como uma das melhores possibilidades.

Com a pandemia do coronavírus, que causou mudanças importantes no convívio social a partir do ano de 2020, o interesse relacionado à aquisição e consumo de alimentos orgânicos e naturais se tornou realmente uma situação rotineira.

E qual a razão pela qual este tipo de alimentação específica se tornou mais buscada e, ainda, com maior valor na sociedade moderna?

Os motivos são os mais variados como redução do poder aquisitivo da população, problemas econômicos em geral, aumento do valor da alimentação de forma global e, ainda, a necessidade de fazer maior quantidade de refeições em casa para evitar aglomerações.

Diante disso, diversas avaliações realizadas no ano de 2020 comprovam este maior interesse como, por exemplo, pela rede de supermercados Sainsbury’s, que mencionou uma modificação nos hábitos alimentares das pessoas, dos quais 70% estão mudando suas opções.

Também no Brasil houve esta modificação, de acordo com pesquisa feita pela Mintel, segundo a qual 51% das pessoas têm priorizado uma alimentação mais saudável e natural.

Com isso, de maneira básica, a relação das pessoas com os alimentos passou a ter uma relevância maior quando proporcionam mais saúde com a inclusão de opções que podem aumentar a imunidade e proteção do corpo contra agentes causadores de doenças como, por exemplo, o coronavírus.

E neste tipo de mudança, uma das formas que tem ganhado destaque com crescimento importante consiste na horta em apartamento, a partir da qual é possível cultivar alimentos saudáveis em pequenos espaços presentes nas residências das pessoas e famílias em geral.

Principais aspectos sobre alimentação e uso de pequenos espaços para cultivo

Ao considerar a possibilidade relacionada com a horta em apartamento, um de seus principais aspectos de uso consiste na modificação dos hábitos de alimentação, como foi mencionado anteriormente.

As causas para esta situação são as mais variadas estando, na maioria das vezes, vinculadas com a compreensão de que uma nova forma de se alimentar trará mais benefícios para a sobrevivência com qualidade de vida. Aliado a isso, o uso dos espaços que possuem em casa facilita esta obtenção com maior economia.

De maneira geral, os principais pontos que levam a esta situação são os seguintes:

1) Maior preocupação com as embalagens em respeito ao meio ambiente – interesse em evitar o uso de caixas e itens para conservação por maior tempo pela possibilidade de agredirem a natureza.

2) Novas prioridades com relação ao consumo e estilo de vida – ocasionados pela pandemia, mas também pela busca de alimentos naturais que, assim, causem menores chances de adoecimento por conservantes variados.

3) Adaptação maior das pessoas a sistemas de alimentação como o vegetarianismo ou veganismo.

Com relação a esta última situação, é preciso mencionar que, segundo o IBGE, em março de 2020 a população vegetariana já era de 29 milhões de pessoas tendo, nos últimos anos, um crescimento dobrado daqueles que optam por não ingerir alimentos de origem animal ou processados.

Desta forma, uma alimentação à base de plantas com formulações naturais se apresenta como uma tendência que veio para se tornar permanente com a adoção para que esta prática ocorra de forma mais tranquila quanto ao uso de técnicas relacionadas com horta em apartamento que vem apresentando crescimento intenso na atualidade.

Crescimento do cultivo em de plantas através da horta em apartamento

Toda esta mudança nos hábitos alimentares, na atualidade, possui a tendência de permanecer pelo surgimento de um novo relacionamento do consumidor com a sua alimentação levando, assim, a uma seleção para compra de produtos de empresas comprometidas com o meio ambiente.

E toda esta alteração está fazendo com que as pessoas, de forma muito intensa, aumentem a sua procura pelo cultivo em pequenos espaços criando, nestas situações, a horta em apartamento. Segundo avaliação e abordagem da Folha Uol, a criação deste tipo de opção tem servido para as mais variadas finalidades como as seguintes:

  • Obter uma alimentação mais equilibrada e saudável
  • Ter um passatempo nos momentos livres
  • Contar com uma atividade em contato com a natureza que alivia a mente das tensões rotineiras
  • Proporcionar uma rotina de cuidados conjuntos da família
  • Deixar o ambiente das casas mais bonito e arborizado
  • Iniciar um novo negócio a partir do uso das plantas cultivadas em casa.

 

Portanto, com base nas possibilidades mencionadas anteriormente o uso de técnicas adequadas associadas ao cultivo correto de plantas em pequenos espaços pode auxiliar os mais diferentes tipos de pessoas em faixas etárias igualmente variadas.

Assim, por meio da utilização da estratégia da horta em apartamento é possível a aquisição, segundo depoimentos de entrevistados pela reportagem Uol, da criação de pequenos espaços de plantas ornamentais ou de alimentação, mas também da aquisição das mais variadas formas para o enfrentamento de aspectos psicológicos relacionados com a pandemia.

Alternativas de aprendizagem para cultivo de plantas em pequenos espaços

Como existem, a exemplo do que foi mostrado anteriormente, novos hábitos de alimentação e uma busca maior pelo uso da chamada horta em apartamento ocorre também uma maior necessidade relacionada com o aprendizado deste tipo de atividade.

Esta situação significa que uma quantidade cada vez maior de pessoas está buscando, neste momento, por conhecimentos práticos relacionados à criação de um local para cultivo de plantas nos pequenos espaços que possuem, sendo neste contexto um dos itens mais procurados a aquisição de e-books para ter uma horta em apartamento.

Referências:

https://horta-apartamento.com

https://www.consumidormoderno.com.br/2020/12/30/habitos-alimentares-o-que-e-tendencia-para-2021/

https://f5.folha.uol.com.br/viva-bem/2021/01/cultivo-de-plantas-em-casa-cresce-na-pandemia-e-e-considerado-terapia-por-adeptos.shtml

 

 

Website: https://horta-apartamento.com

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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